segunda-feira, 14 de maio de 2012

Materiais e equipamentos utilizados na sala de emergencia



Materiais e equipamentos utilizados na sala de emergencia

MONITOR CARDÍACO;
ELETROCARDIÓGRAFO;
RESPIRADOR MECÂNICO;
BOMBA DE INFUSÃO
CAMA FOWLER
 CARRO DE EMERGÊNCIA;
MATERIAL PARA ENTUBAÇÃO ENDOTRAQUEAL
                 ADULTO/ INFANTIL/ NEONATAL;


*OXÍMETRO DE PULSO;
*CONJUNTO DE NEBULIZAÇÃO EM MÁSCARA;
*CONJUNTO PADRONIZADO DE BEIRA DE LEITO:
-TERMÔMETRO;
-ESFIGMOMANÔMETRO;
- ESTETOSCÓPIO;
- AMBÚ COM MÁSCARA.

CILINDROS DE OXIGÊNIO (TRANSPORTE)
VENTILADOR PARA TRANSPORTE;
ASPIRADOR DE SECREÇÕES;
NEGATOSCÓPIO;
OTOSCÓPIO;
MÁSCARA VENTURI COM DIFERENTES CONCENTRAÇÕES

     DE GASES; 

PONTOS DE OXIGÊNIO E AR COMPRIMIDO MEDICINAL COM  VÁLVULAS REGULADORAS DE PRESSÃO E PONTOS DE VÁCUO PARA CADA LEITO.
CAPACETE PARA OXIGÊNIOTERAPIA  (PEDIÁTRICO E NEONATAL)
 INCUBADORA PARA TRANSPORTE

FOTOTERAPIA 

Bandejas para procedimentos:


§INTRACATH
§DRENAGEM DE TÓRAX
§PEQUENA CIRURGIA
§CURATIVOS
§FLEBOTOMIA
§PUNÇÃO LOMBAR
§CATETERISMO VESICAL
§ENTUBAÇÃO ENDOTRAQUEAL

      ADULTO / INFANTIL/ NEONATAl

Carrinho de Emergência  

Medicamentos:

Adrenalina 1mg/ml
Amiodarona
Aminofilina
Atropina 0,5mg/ml
Bicarbonato de sódio 8,4%
Cedilanide
Dopamina 50mg
Glicose 50% (20ml)
Glicose 25% (20ml)
Gluconato de cálcio 10%

Furosemida 10mg/ml
Noradrenalina 1mg/ml
Solucortef 100 mg e 500 mg
Água destilada 10ml
Xylocaína 2% s/a
Solução fisiológica 0,9%
Solução glicosada 5%
Solução glicosada 10%


           MATERIAIS:
Seringas de 5ml,10ml e 20ml
Jelco números: 18,20,22 e 24.
Equipos macrogotas e microgotas
Equipo polifix
Luvas de procedimentos
Luvas cirúrgicas
Micropore e esparadrapo
Scalp 19 e 21
Gazes
Tábua para massagem cardíaca
Laringoscópio e lâminas curvas e retas
Pilhas novas
Xylocaína gel

Cateter de aspiração
Sondas endotraqueais 7,5; 8,0 ;8,5 e 9,0.
Sondas endotraqueais infantis
Cadarço
Cânulas de guedell adulto e infantil
Ambú adulto e infantil
Eletrodos
Agulhas 40x12
Agulhas 25x7
Agulhas 25x8
Agulhas 13x4,5


OBSERVAÇÕES :
É muito importante a conferência do carrinho de  emergência em cada plantão. 
Reponha imediatamente os materiais ou medicamentos que estiverem faltando. 
Somente utilize esses materiais em casos de emergência. 
Cada hospital deve se adequar conforme suas necessidades, essa é uma lista de materiais, equipamentos
e medicamentos basicos, podendo ser modificado seguindo as necessidades de cada local.


quinta-feira, 19 de abril de 2012

Tipos de Fraturas


Fraturas podem se classificadas de acordo com sua exteriorização e com a lesão no osso afetado.

Fratura Fechada ou Interna
São as fraturas nas quais os ossos quebrados permanecem no interior do membro sem perfurar a pele. Poderá, entretanto romper um vaso sanguíneo ou cortar um nervo.

Fratura Aberta ou Exposta
São as fraturas em que os ossos quebrados saem do lugar, rompendo a pele e deixando exposta uma de suas partes, que pode ser produzida pelos próprios fragmentos ósseos ou por objetos penetrantes.
Este tipo de fratura pode causar infecções.

Fratura em Fissura
São aquelas em que as bordas ósseas ainda estão muito próximas, como se fosse uma rachadura ou fenda.

Fratura em Galho Verde
É a fratura incompleta que atravessa apenas uma parte do osso. São fraturas geralmente com pequeno desvio e que não exigem redução; quando exigem, é feita com o alinhamento do eixo dos ossos. Sua ocorrência mais comum é em crianças e nos antebraços (punho).

Fratura Completa
É a fratura na qual o osso sofre descontinuidade total.

Fratura Cominutiva
É a fratura que ocorre com a quebra do osso em três ou mais fragmentos.

Fratura Impactada
É quando as partes quebradas do osso permanecem comprimidas entre si, interpenetrando-se.

Fratura Espiral
É quando o traço de fratura encontra-se ao redor e através do osso. Estas fraturas são decorrentes de lesões que ocorrem com uma torção.

Fratura Oblíqua
É quando o traço de fratura lesa o osso diagonalmente.

Fratura Transversa
É quando o traço de fratura atravessa o osso numa linha mais ou menos reta.

fonte:
Manual de Primeiros Socorros. Rio de Janeiro.Fundação Oswaldo Cruz, 2003.  Ministério da Saúde
170p.1. Primeiros Socorros.2. Atendimento emergencial.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

CÓDIGO Q E CÓDIGO FONÉTICO INTERNACIONAL

O Código Q é adotado internacionalmente por Forças Armadas e trata-se de uma coleção padronizada de três letras, todas começando com a letra "Q", inicialmente desenvolvida para comunicação radiotelegráfica comercial, e posteriormente adotada por outros serviços de rádios, especialmente o radioamadorismo. Apesar de os códigos Q terem sido criados quando o rádio usava apenas o código Morse, eles continuaram a ser empregados depois da introdução das transmissões por voz. Para evitar confusão, sinais de chamadas têm sido freqüentemente limitados a restringir sinais começando com "Q" ou tendo uma seqüência de três Q embutidos.

[editar] HistóriaO código Q, original foi criado aproximadamente em 1909 pelo governo britânico, como uma "lista de abreviações... preparadas para o uso dos navios britânicos e estações costeiras licenciadas pela Agência postal geral". O código Q facilitou a comunicação entre operadores de rádios marítimos que falam línguas diferentes, por isso sua rápida adoção internacionalmente. Um total de quarenta e cinco códigos Q aparecem na "lista de abreviações para serem usadas na radiocomunicação", que foi incluída no serviço de regulamentação anexo à Terceira convenção internacional de radiotelegrafia. A convenção aconteceu em Londres e foi assinada em 5 de julho de 1912, tornando-se efetiva em 1 de julho de 1913.

Os códigos Q compreendidos entre QAA-QNZ são reservados para uso aeronáutico; QOA-QOZ para uso marítimo; QRA-QUZ para todos os serviços.

fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%B3digo_Internacional_Q


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

DIFERENÇAS ENTRE ÁREA CRÍTICA, ÁREA SEMICRÍTICA E ÁREA NÃO CRÍTICA


Área crítica
É aquela que oferece um risco maior de transmissão de infecção porque se destina aos pacientes graves, imunodeprimidos, com doenças infecciosas cujo patógeno é de alta transmissibilidade e local onde se realizam procedimentos invasivos ou manuseio de peças de material contaminado.

São exemplos de área crítica:
UTI neonatal
Unidade de queimados
Bloco cirúrgico
Unidade de isolamento
Sala de hemodiálise
Central de material e esterilização – CME
Banco de sangue
Área suja da lavanderia
Farmácia – local de preparo de Nutrição Parenteral Total
Serviço de nutrição e dietética – preparo de nutrição enteral
Laboratório de patologia clínica.


Área semicrítica
É aquela que apresenta menor risco de transmissão de agentes de infecção em relação às áreas críticas e que, normalmente, são ocupadas por pacientes que não são portadores de doenças infecciosas ou infecciosas de baixa transmissibilidade.

São exemplos de área semicrítica:
Enfermarias
Farmácia – diluição
Banheiros
Ambulatórios.

Área não crítica:
É aquela onde não existe risco de transmissão e não são ocupadas por nenhum paciente.

São exemplos de área não crítica:
Serviço administrativo
Almoxarifado
Secretaria
Serviços de apoio de raio X, ultrassom, etc.

Diferenças entre Desinfecção, higienização do ambiente hospitalar e limpeza


Desinfecção: remoção ou destruição de agentes infecciosos de mera superfície mais concreta e quantitativa com aplicação de um germicida. (OLIVEIRA, 2005)


Higienização do ambiente hospitalar: também denominada limpeza técnica hospitalar, envolve a limpeza e a desinfecção das superfícies fixas, equipamentos e mobiliários que compõem as unidades de saúde. (OLIVEIRA, 2005)


Limpeza:
consiste na remoção de sujidades e detritos com utilização de água e sabão. (OLIVEIRA, 2005)

PRECAUÇÃO PARA GOTÍCULAS

PRECAUÇÃO PARA AEROSSÓIS

PRECAUÇÃO DE CONTATO

PRECAUÇÃO PADRÃO

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Entenda as funções de cada profissional da área de enfermagem - Enfermeiro, técnico e auxiliar de enfermagem



Enfermeiro, técnico e auxiliar de enfermagem fazem trabalhos diferentes
De acordo com a Lei nº 7.498, de 1986, que rege a área de enfermagem, suas três categorias de profissionais - enfermeiro, técnico de enfermagem e auxiliar de enfermagem - são complementares, mas têm funções diferentes.
Confundi-las é fácil, mas ao saber das diferenças, você pode se sentir mais seguro durante um atendimento. O enfermeiro, por exemplo, tem formação universitária e condições de acompanhar cirurgias e fazer procedimentos mais complexos. Já o técnico e o auxiliar têm capacidade de dar remédios, aplicar injeções, mas sempre com a supervisão de um enfermeiro do setor.

Profissionais de enfermagem
Para exercer a profissão:
Tem que ter feito curso superior por pelo menos 4 anos ou 4.000 horas
Ter diploma de instituição brasileira ou estrangeira, expedido de acordo com a legislação e registrado pelo órgão competente

Funções do Enfermeiro

Ele tem poder para dirigir e chefiar o órgão de enfermagem de uma instituição de saúde, pública ou privada
Deve organizar e dirigir os serviços de enfermagem e supervisionar as atividades de técnicos e auxiliares
É capaz de planejar, organizar, coordenar, executar e avaliar os serviços de enfermagem prestados
É responsável pelos cuidados diretos de enfermagem (nada cirúrgico) a pacientes graves, com risco de vida, e em Unidade de Terapia Intensiva
É capaz de dar cuidados de enfermagem de maior complexidade técnica, que exijam conhecimentos de base científica e demandem decisões imediatas
É capaz de prescrever medicamentos estabelecidos em programas de saúde pública e em rotina aprovada pela instituição de saúde
Deve atuar na prevenção e no controle de infecção hospitalar e de doenças transmissíveis em geral
Deve atuar na prevenção e no controle de danos que possam ser causados durante o atendimento
É capaz de prestar assistência de enfermagem à gestante, durante e depois do parto; e mesmo fazer o parto sem distocia (que envolva necessidade de intervenção cirúrgica)

Formação de técnico de enfermagem

Para exercer a profissão:
Tem que ter feito curso técnico de pelo menos dois anos ou 1.200 horas
Ter diploma ou certificado de técnico de enfermagem, expedido de acordo com a legislação e registrado pelo órgão competente

Funções do técnico de enfermagem

É capaz de dar cuidados de nível médio, ou seja, em pacientes semicríticos, que podem estar em estágio quase grave
Pode dar remédios de via oral ou não oral, fazer cateterismo por via gastroesofágica ou nasal, mas sempre com supervisão de um enfermeiro

Formação de auxiliar de enfermagem

Para exercer a profissão:

Tem que ter certificado de auxiliar de enfermagem conferido por instituição de ensino nos termos da lei e registrado no órgão competente
Ter feito curso fundamental de pelo menos um ano ou 900 horas

Funções do auxiliar de enfermagem

É capaz de dar cuidados básicos, sem presença de risco e complexidade, sempre com a supervisão de um enfermeiro
Pode fazer curativos simples, administrar remédios simples e dar injeções na veia e no músculo em pacientes sem gravidade
É capaz de observar, reconhecer e descrever sinais e sintomas e prestar cuidados de higiene e conforto ao paciente

Fontes: Claudio Alves Porto, presidente do Conselho Regional de São Paulo; Ligia Canteras, enfermeira da Unifesp; e Lei nº 7.498/86 do exercício da enfermagem
http://noticias.r7.com/saude/noticias/entenda-as-funcoes-de-cadaprofissional-da-area-de-enfermagem-20120204.html

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

CONHEÇA OS DIVERSOS TIPOS DE FERIMENTOS




FERIMENTOS FECHADOS

Contusão

São lesões produzidas por objetos contundentes que danificam o tecido subcutâneo subjacente sem ocorrer o rompimento da pele, e a mesma se mantém integra. Os ferimentos fechados podem ser divididos em 3 grupos:
EDEMA, HEMATOMA E EQUIMOSE.

EDEMA

É a elevação e palidez da pele na área que ocorreu o impacto, que surge de 1 a 3 minutos após acontecer o trauma.

HEMATOMA

É o extravasamento de sangue entre os tecidos (tecido subcutâneo, fáscia, músculo e órgãos), com formação de aumento de volume pela ruptura de vasos.

EQUIMOSE

É o extravasamento de sangue no tecido subcutâneo, em consequência à ruptura de capilares, sem ocorrer o aumento de volume. As equimoses, exceto as espontâneas e as post-mortem, atestam que ocorreu ação contundente, esse extravasamento forma uma mancha de coloração preto azulada (característica), que com a progressiva reabsorção vai se modificando.

FERIMENTOS ABERTOS

É qualquer ferimento onde há rompimentos da integridade da pele.
O ferimento é resultado de um trauma de alta ou baixa energia, e variam conforme a superfície de contato com o agente.

TIPOS DE FERIMENTOS ABERTOS

Ferimento Incisivo/Cortante

É o ferimento produzido pela ação de deslizamento de agentes cortantes, afiados, capazes de penetrar na pele, onde produzem uma ferida linear com bordas regulares e pouco traumatizadas.

Ferimento Corto-Contuso

È o ferimento causado por objeto com superfície romba, capaz de romper a integridade da pele, produz feridas com bordas traumatizada, além de contusão nos tecidos, exemplo de instrumento característico que produz o ferimento corto-contuso é o machado, facões sem fio, guilhotina, rodas de trem entre outros.

FERIMENTO PERFURANTE

É um ferimento oriundo de trauma de um objeto fino e pontiagudo, que é capaz de perfurar a pele e tecidos subjacentes, produzindo uma lesão cutânea puntiforme ou linear de bordas regulares ou não. Os objetos característicos desse tipo são classificados conforme seu calibre, exemplos:
Calibre pequeno: agulha, espinho, alfinete, prego, entre outros.
Calibre médio: ferro de construção com ponta, flexa roliça, picador de gelo, entre outros.

FERIMENTO PERFUROCORTANTE

É o ferimento onde o agente de superfície de contato laminar e pontiagudo, onde a ponta fura e o gume corta.

FERIMENTO PERFUROCONTUSO

É o ferimento onde o agente agressor perfura a pele e é de superfície romba.

FERIMENTO POR ARMA DE FOGO

É um tipo de ferimento perfurocontusa, podendo ser ou não penetrantes e/ou transfixiantes, geralmente é grave.

FERIMENTO TIPO ESCORIAÇÃO

É o ferimento produzido pelo atrito de uma superfície áspera e dura contra a pele.

FERIMENTO TIPO AVUSÃO OU AMPUTAÇÃO

É o ferimento o qual a lesão parte do corpo é cortada ou arrancada, podendo ser membros ou parte de membros, orelha, nariz, dentes, entre outros.

FERIMENTO TIPO LACERAÇÃO

É o ferimento o qual o mecanismo de ação é a pressão, ou tração exercida sobre o tecido, no qual causa lesões irregulares, geralmente são mordidas de animais.

FERIMENTO TIPO ESMAGAMENTO

É o ferimento o qual o tipo de lesão é produzido por um objeto de grande porte, ou com muita força, produzindo compressão e distorção de todos os planos anatômicos do indivíduo.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Mensagem de Reflexão - DEUS CAPACITA OS ESCOLHIDOS


É hora de pararmos para pensar e refletir no que Deus quer nos mostrar, reparto com vocês essa linda mensagem.

Conta certa lenda,que estavam duas crianças patinando num lago congelado.
Era uma tarde nublada e fria e as crianças brincavam despreocupadas.
De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou.
A outra, vendo seu amiguinho preso e se congelando, tirou um dos patins
e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim
quebrá-lo e libertar o amigo.
Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido,
perguntaram ao menino:
- Como você conseguiu fazer isso?
É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo,
sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!
Nesse instante, um ancião que passava pelo local,
comentou:
- Eu sei como ele conseguiu.
Todos perguntaram:
- Pode nos dizer como?
- É simples - respondeu o velho.
- Não havia ninguém ao seu redor,
para lhe dizer que não seria capaz.

"Deus nos fez perfeitos e não escolhe os capacitados,

CAPACITA OS ESCOLHIDOS.
Fazer ou não fazer algo só depende
de nossa vontade e perseverança


Mt 22:14- Porque muitos são chamados.
MAS POUCOS OS ESCOLHIDOS.

Confie...

As coisas acontecem na hora certa.
Exatamente quando devem acontecer!
Momentos felizes, louve a Deus.
Momentos difíceis, busque a Deus.
Momentos silenciosos, adore a Deus.
Momentos dolorosos, confie em Deus.
Cada momento, agradeça a Deus.


Thais Travaglia

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Ambulância de Suporte Básico de Vida - SAMU 192


Veículo destinado ao transporte inter-hospitalar de pacientes com risco de vida conhecido e ao atendimento pré-hospitalar de pacientes com risco de vida desconhecido que, no entanto, não apresente potencial necessidade de intervenção médica no local ou durante o transporte .
Um dos níveis de resposta do serviço de APH, a um pedido de atendimento urgente.
O envio da ambulância de SBV é decisão do médico regulador.
A equipe de suporte básico de vida é constituída por um técnico de enfermagem e o motorista-socorrista.

Competências
Os profissionais de enfermagem da equipe de SBV deverão estar habilitados a realizar ações de suporte da vida, previstas na Lei do Exercício Profissional. admitindo-se que, sob delegação / supervisão direta ou à distância do enfermeiro e quando devidamente capacitados, exe cutem prescrição médica por telemedicina através da orientação do médico regulador do SAMU, no âmbito de sua qualificação profissional.
Assim sendo a equipe de SBV deve ser capaz de: Reconhecer sinais precoces de disfunção respiratória; Aferir FC, PA, P,T, glicemia e saturação de O2;
Iniciar medidas de manutenção da vida; Manejar equipamentos de suporte ventilatório;
Realizar prescrição médica sob supervisão do enfermeiro, dominar técnicas de administração de medicamentos Reconhecer sinais precoces de doenças circulatórias agudas Realizar monitorização cardíaca e eletrocardiográfica Ser capaz de avaliar o politraumatizado grave Estar habilitado a auxiliar o trabalho de parto normal
Reconhecer e manejar adequadamente o TCE, TRM, queimados, traumas na gestante e na criança, entre outros traumas.
Ter conhecimento e habilidade para realizar ações de salvamento aquático, terrestre e em altura, com produtos perigosos.

Fases do Atendimento de SBV

Recebimento, identificação e localização do pedido de atendimento de urgência pelo TARM(Técnico auxiliar de regulação médica); Avaliação pelo médico regulador do risco do evento; Decisão de enviar uma equipe de suporte básico de vida ao local.

O Atendimento no local:

Realizar a avaliação inicial do paciente, reportar via rádio ao médico regulador A equipe de suporte básico deve repassar via rádio para o regulador todas as informações obtidas, para subsidiar a decisão médica sobre intervenções possíveis de serem realizadas para estabilização e indicação do serviço de saúde mais adequado à resolução do problema seguindo a grade hierarquizada e regionalizada.
Transporte ao serviço de saúde indicado pelo médico regulador. Passagem do caso à equipe do serviço receptor. Encerramento do caso junto à Central-SAMU.