Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.
Romanos 8:28

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Primeiros Socorros em Parada Cardíaca - Vídeo Aula





Vídeo em formato de aula, mostrando de forma simples, linguagem fácil, para qualquer pessoa que queira aprender os primeiros socorros em um caso de parada cardíaca (termo técnico PCR parada cardiorrespiratória). Onde você irá aprender os 4 passos que salvam uma vida

1 - Reconhecimento da PCR

2 - Pedir ajuda Adequadamente + DEA (desfibrilador externo automático)

3 - Realizar compressões torácicas

4 - Utilizar o DEA



No vídeo, tem uma demonstração na prática de como fazer compressões torácicas retirado do vídeo do IBRAPH, para assistir esse vídeo completo acesse: https://youtu.be/MpVl5EbeKMY  

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Acidente Vascular Cerebral / "Derrame"

Resultado de imagem para ligue para 192

O AVC é a doença que mais mata os brasileiros e é a principal causa mundial de sequelas que levam à incapacidades. Estima-se ao longo da vida, 1 em cada 6 pessoas terá um AVC. Apesar de ser uma doença muito conhecida pelo público como ‘‘derrame’’ e a maioria das pessoas já viu ou conheceu alguém que teve um AVC, poucas pessoas sabem reconhecer os sintomas do AVC, e muitos não sabem a quem recorrer em situações como estas. 
O AVC isquêmico é causado pela obstrução, ou entupimento, de uma artéria ou vaso cerebral, o que em poucas horas pode levar à morte de parte do cérebro. Quando parte do cérebro morre temos as sequelas, como por exemplo a perda de movimentos, de sensibilidade e da capacidade de falar ou compreender. Assim, o tratamento do AVC consiste em desobstruir o vaso que está ocluído, o que é feito pela injeção endovenosa do r-tPA, também chamado de alteplase. Além da alteplase, atualmente está indicada para casos graves de AVC,  a desobstrução do vaso cerebral por via endovascular, também conhecida por cateterismo. Este tratamento é realizado por cateterismo neurológico em conjunto com a injeção da alteplase, e consiste na passagem de um cateter pelo vaso sanguíneo e da sua desobstrução utilizando um tipo de stent, chamado stentriever. Com o stentriever as chances de restaurar o fluxo sanguíneo cerebral aumentam muito e portanto os pacientes têm maiores chances de recuperação.

Como reconhecer um AVC?
• O AVC causa sintomas de início súbito, ou abrupto e não sintomas que vêm ocorrendo há vários anos!
• O AVC geralmente não causa somente dor!
• Os principais sintomas do AVC estão ilustrados abaixo (manual do Minstério da Saúde para atendimento ao AVC).

Sintomas menos comuns relacionados ao AVC, mas que podem ocorrer:
• Confusão mental ou desorientação
• Perda de equilíbrio ou de coordenação motora
• Perda de visão

Ligue URGENTE para o SAMU 192 ou para o serviço de ambulância de seu plano de saúde.

Quais são os tipos de AVC?

AVC Isquêmico   
Quando ocorre a obstrução do fluxo sanguíneo de um vaso cerebral o que leva a morte de parte do cérebro em poucas horas. Este é o tipo mais comum de AVC (80% dos casos)

AVC Hemorrágico (20% dos casos)
Quando ocorre a ruptura de um vaso cerebral com extravazamento de sangue para o interior do cérebro (hemorragia intracerebral), para o sistema ventricular (hemorragia intraventricular) e/ou espaço subaracnóideo (hemorragia subaracnóide).

Quais são os fatores de risco mais comuns para o AVC
Os grande maioria dos casos de AVC são causados pelos fatores de risco abaixo:  
• Hipertensão arterial
• Tabagismo
• Diabetes
• Colesterol alterado
• Idade avançada
• Histórico genético ou familiar
• Sedentarismo
• Obesidade
• Uso de drogas ilícitas
• Alcoolismo 
• Doenças reumatológicas
• Doenças hematológicas
• Doenças cardiológicas (aumento cardíaco, arritmias, doenças valvares, entre outras)

Como diminuir o risco de se ter um AVC
• Os únicos fatores de risco citados acima que não podemos evitar é a idade avançada e o histórico genético, para todos os outros fatores de risco podemos atuar com prevenção e tratamento medicamentoso, e assim reduzir as chances de ter um AVC.

http://interventi.com.br/noticias_show.php?id=17
Google Imagens

sábado, 27 de agosto de 2016

Aprenda os Sinais e Manobras Realizados no Abdome



1) Sinal de Murphy: é positivo quando há parada brusca da   inspiração durante a compressão do ponto cístico; indica   colecistite aguda.

2) Sinal de Blumberg: Manobra da descompressão súbita! Dor à   descompressão abdominal; indica irritação peritoneal.

3) Sinal de Cullen: equimose periumbilical por hemorragia   peritoneal (pancreatite aguda grave).

4) Sinal de Grey Turner: equimose nos flancos (mesmas causas de   Cullen).

5) Sinal de Jobert: desaparecimento da macicez e aparecimento   de timpanismo na região de projeção do fígado. É observado no   pneumoperitôneo (perfuração de vísceras ocas, p. ex., estômago).

6) Sinal do Obturador: dor durante a rotação interna da coxa   fletida; indica apendicite.

7) Sinal de Giordano: dor à punho percussão na região lombar;   indica acometimento renal (positivo em litíase, pielonefrite aguda).

8) Sinal do piparote: é positivo quando há ascite de GRANDE   volume. Pede-se que o paciente coloque sua mão na linha   mediana do abdome e realiza-se a percussão na lateral.

9) Sinal da macicez móvel: decúbitos laterais e percussão (som   maciço X timpânico); ascite de médio volume.

10) Sinal de Rovsing: dor na fossa ilíaca direita à palpação da   fossa ilíaca esquerda; indica apendicite.

11) Sinal de Gersuny: crepitação produzida ao descomprimir o   abdome, indicando fecaloma.

12) Sinal de Torres-Homem: percussão dígito-digital intensamente   dolorosa, localizada e circunscrita. Característico de abscesso   hepático.  

13) Sinal de Lenander (diferença entre a temperatura axilar e   retal)

14) Sinal de Lapinsky (do psoas): dor à compressão do ceco   contra a parede posterior do abdome, enquanto o doente eleva o   membro inferior direito estendido.
15) Manobra de Glenard (choca-se a parede abdominal contra   algo cheio de líquido. Positivo quando você percebe o som do   objeto batendo sobre algo líquido.

16) Reflexo cutâneo abdominal (cócegas): estimulação superficial   do reto abdominal (com uma pena ou o próprio dedo). Positivo   quando se observa movimentação da linha média em direção ao   estímulo.

17) Sinal de Courvosier: vesícula palpável sem a presença de dor.  

Obs:   Posição de Schuster: paciente em decúbito lateral direito   flexionando o membro inferior esquerdo e com o membro superior   esquerdo posicionado atrás da cabeça.

Obs:   Circulação colateral tipo cava (superior e inferior)   Circulação colateral tipo porta (cabeça de medusa)