Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.
Romanos 8:28

sábado, 30 de agosto de 2014

I Congresso Nacional Online Pré-hospitalar sobre Eventos de Massa - GRATUITO


RedeAph tem a missão de levar a informação perita e confiável, 

de forma a facilitar o acesso por meio de projetos inovadores e 

ousados. Com isso em mente, cria seu primeiro projeto totalmente 

online e gratuito.




O CONAOPEM



O Conaopem, é um congresso que reune vários experts em intervenções e  planejamento de ações necessárias para a assistência e controle em caso de crise.


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Atendimento pré hospitalar


O que é Atendimento pré hospitalar?


Atendimento pré hospitalar (APH) ou socorro pré-hospitalar é o atendimento emergencial em ambiente extra-hospitalar, ou seja realizado fora do hospital, pode ser em via pública, residências, locais de serviço, escolas, prédios, aréa rural, etc...  além de ser um dos elos da cadeia de atendimento a vítimas.

Quais profissionais executam esse tipo de 
atendimento?

Atendimento pré hospitalar é todo processo e procedimentos, realizados por um socorrista, medico, enfermeiro, técnico de enfermagem, motorista socorrista, no caso de atendimentos feitos pelo SAMU 192, e por bombeiros militares, e também por bombeiros civis, procedimentos que são realizados fora do ambiente hospitalar, destinado às vítimas de trauma (acidentes de trânsito, acidentes industriais, acidentes aéreos etc), violência urbana (baleado, esfaquado etc), mal súbito (emergências cardiológicasneurológicas, metabólicas etc) e distúrbios psiquiátricos visando a sua estabilização clínica e remoção para uma unidade hospitalar adequada e próxima.


            

Como é realizado o APH no Brasil?


No Brasil estes serviços de APH são na maioria realizados pelo SAMU 192(Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), Corpos de Bombeiros Militares dos estados,  e Bombeiros Civis, e equipes de socorristas de concessionárias de rodovias, equipes altamente treinadas e prontas a darem o suporte básico de vida aos traumatizados. Estes são subdivididos em Equipe de Salvamento, Equipe de Suporte Básico à Vida (SBV) e Equipe de suporte avançado à vida (SAV).
 

Qual o objetivo das equipes de APH?


As manobras de salvamento são realizadas visando retirar a(s) vítima(s) de uma situação hostil (incêndio, preso em ferragens, ambiente confinado, altura, aquático etc) realizando a remoção da mesma para uma área adequada possibilitando o atendimento de Suporte Básico de Vida, isto é, sem manobras médicas invasivas e/ou Suporte Aançado de Vida (com manobras médicas invasivas). No Brasil as Manobras de Suporte Avançado de Vida somente podem ser realizadas por médicos e enfermeiros.

Protocolos do APH


No Mundo existem diversos protocolos e modelos de atendimento pré hospitalar, destacando o Protocolo Norte-Americano e o Protocolo Francês, no primeiro aplica-se o conceito de chegar à vítima no menor tempo possível, realizar manobras essenciais para estabilizá-la e removê-la o mais rápido possível a um hospital adequado (princípio conhecido como hora de ouro), se possível realizando registro do ocorrido seja impresso ou vídeo.
No protocolo Francês adota-se o princípio de ofertar o atendimento médico no local até a estabilização da vítima (princípio conhecido comostay and play).
Já no Brasil, foi adotado um sistema misto, onde se estabeleceram unidades de suporte básico, que são tripuladas por pessoal não médico, treinado em Atendimento Pré Hospitalar e Unidades de Suporte Avançado, nas quais se encontra presente o médico.

fontes: http://atendimentoprehospitalarb.comunidades.net/index.php
http://pt.wikipedia.org/wiki/Atendimento_pr%C3%A9-hospitalar
http://www.portaldaenfermagem.com.br/entrevistas_read.asp?id=77
imagens: google imagens

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Campanha faz sucesso ao desafiar celebridades a tomar banho de água gelada

DesafionogeloELA

Uma campanha da Associação de Esclerose Lateral Amiotrófica tomou conta dos Estados Unidos nas últimas semanas e chegou agora ao Brasil. Ela envolve desafiar as pessoas a jogarem um balde de água com gelo na cabeça ou fazer doações para arrecadar fundos para vítimas da doença e para o desenvolvimento de pesquisas. Celebridades e políticos já entraram na brincadeira que tem um objetivo nobre. Entre os nomes, estão Mark Zuckerberg, a família Kennedy, e, no Brasil, os jogadores Neymar, Marcelo, Fátima Bernardes, Ángélica e Luciano Hulk. 
Até o último domingo (17), 1,2 milhão de vídeos já tinham sido postados no Facebook e a campanha, que começou numa região próxima a Boston, já havia arrecadado 13 milhões de dólares. 
O comentarista de saúde do Estúdio i, Luis Fernando Correia, destaca que a doença é relativamente rara, mas muito cruel e ainda sem cura definitiva: “O que morre é o neurônio que comanda a função motora. O tratamento tenta diminuir a progressão da doença, que começa de maneira muito sutil”. A pessoa vai perdendo a força e vai progressivamente atingindo outros músculos do corpo, até não conseguir movimentar músculos para movimentos essenciais. Ela pode atingir músculos involuntários e  afetar até mesmo a respiração. Hoje já há medicação que consegue bloquear o avanço da doença.
fonte: http://g1.globo.com/globo-news/noticia/2014/08/esclerose-lateral-amiotrofica-e-rara-mas-cruel-explica-medico.html

Esclerose Lateral Amiotrófica - ELA

O que é ELA?

O primeiro passo para você conhecer melhor a esclerose lateral amiotrófica, e principalmente entender seus mecanismos e forma de atuação, é saber o que significa. E não esqueça: a qualidade de informação é a principal ferramenta para se conviver com esse tipo de doença.
O que significa ELA?
ELA é a abreviatura de Esclerose Lateral Amiotrófica, uma doença cujo significado vem contido no próprio nome:
  • Esclerose significa endurecimento e cicatrização.
  • Lateral refere-se ao endurecimento da porção lateral da medula espinhal.
  • amiotrófica é a fraqueza que resulta na atrofia do músculo. Ou seja, o volume real do tecido muscular diminui.
Dessa forma, Esclerose Lateral Amiotrófica significa fraqueza muscular secundária por comprometimento dos neurônios motores.
Qual a característica principal da esclerose lateral amiotrófica?
A degeneração progressiva dos neurônios motores no cérebro (neurônios motores superiores) e na medula espinhal (neurônios motores inferiores), ou seja, estes neurônios perdem sua capacidade de funcionar adequadamente (transmitir os impulsos nervosos).
O que são neurônios motores?
Primeiro, é importante saber que neurônio é uma célula nervosa especializada, diferente das outras células do corpo humano porque apresenta extensões q ue realizam funções especiais. No caso dos neurônios motores, eles são responsáveis pelos movimentos de contração e relaxamento muscular.
O que essa degeneração provoca?
Quando os neurônios motores não podem mais enviar impulsos para os músculos, começa a ocorrer uma atrofia muscular, seguida de fraqueza muscular crescente. No caso da ELA, compromete o 1º neurônio superior e o 2º neurônio inferior.
Quais são as partes do corpo que a doença não afeta?
O raciocínio intelectual, a visão, a audição, o paladar, o olfato e o tato. Na maioria dos casos, a esclerose lateral amiotrófica não afeta as funções sexual, intestinal e vesical.
Quem tem mais probabilidade de desenvolver ELA?
Segundo pesquisas, a ELA se desenvolve mais em homens do que em mulheres, mais em brancos do que em negros, e geralmente está associada à faixa etária acima de 60 anos.
Como o paciente com ELA costuma reagir em relação ao seu dia-a-dia?
Geralmente, os pacientes com ELA se cercam de pessoas ligadas à vida, raramente ficam deprimidos, são pessoas especiais e apaixonantes, buscam esclarecimento e novas possibilidades de tratamento para a doença, e principalmente lutam constantemente pela dignidade de vida.

Causas e Sintomas ELA
O que causa a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)?
Até o momento, não se conhece a causa específica desta doença. Existe sim, a possibilidade de causas multifatoriais onde estariam envolvidos um componente genético, a idade e algumas substâncias do meio ambiente. Mas, a princípio, não se conhece nenhum fator que predisponha à ELA, nem como é possível prevenir o desenvolvimento da doença.
O que as pesquisas vêm detectando? 
Os últimos experimentos realizados com camundongos, alguns deles com quadro clínico semelhante ao de ELA nos humanos, têm permitido entender melhor o porquê da lesão da célula nervosa. Parece que a falta de uma proteína denominada parvalbumina é a chave essencial para este processo de morte celular.
Quais são os pontos necessários para o estudo clínico da doença?
No caso de ELA, o diagnóstico precoce e o tratamento.
Existe algum tipo de diagnóstico precoce que oriente os médicos quando do ínicio da doença?
Não. Esse é o principal motivo pelo qual a ELA quase sempre não é diagnosticada em sua fase inicial. Por outro lado, a Ciência busca tal "marcador" (que funcione como uma "pista" para o médico, dizendo se a pessoa pode ou não vir a desenvolver ELA), pois sabe que o ideal para combater a doença é iniciar o tratamento antes do primeiro neurônio morto.
Quanto tempo, em média, leva para se fazer um diagnóstico correto da doença?
Atualmente, levam-se de 10 a 11 meses, do primeiro sintoma à confirmação do diagnóstico. A falta de conhecimento faz com que o paciente procure primeiro um ortopedista. Para se ter uma idéia, nesse espaço de tempo (de 10 a 11 meses) o paciente passa, em média, por 4 médicos; dois deles, ortopedistas.
Sintomas ELA

Qual é o primeiro sintoma que caracteriza a ELA?
A fraqueza muscular.
O que esse sintoma desencadeia?
Essa fraqueza muscular é progressiva, seguida da deterioração dos músculos (amiotrófica), começando nas extremidades, usualmente em um lado do corpo (lateral). Dentro do corpo, as células nervosas envelhecem (esclerose) e os nervos envolvidos morrem, deixando o paciente cada vez mais limitado.
Existem outros sintomas que acompanham a fraqueza?
Sim. São eles: fasciculação (tremor do músculo), reflexos exaltados, atrofia, espasticidade e diminuição da sensibilidade. E de todos os sintomas, o mais freqüente é a cãibra.
Como a ELA começa a se manifestar?
Geralmente, a ELA começa pelos membros superiores; eventualmente, pelos membros inferiores.
Existe uma forma mais agressiva de ELA?
Sim, quando ocorre a paralisia bulbar progressiva (ataca a língua e a glote). Com isso, o paciente deixa de mastigar e falar, passando a diminuir rapidamente de peso.
Quais são os fatores de risco para alguém desenvolver ELA?
Os fatores de risco, com efeito cumulativo (quanto mais características, maior a probabilidade) são: pertencer ao sexo masculino, desempenhar atividade física intensa, ter sofrido algum tipo de trauma mecânico, ter sido vítima de choque elétrico.

fonte: https://www.tudosobreela.com.br/home/index.asp acesso em: 20/08/2014
imagem: google imagens

Ebola provoca 84 mortes em três dias

Número total de mortos em epidemia chegou a 1.229, segundo a OMS.
Libéria teve 53 mortes entre 14 e 16 de agosto.


Médicos se preparam para retirar corpo de homem que suspostamente morreu vítima de ebola (Foto: AP)O vírus Ebola provocou a morte de 84 pessoas em três dias, entre 14 e 16 de agosto, anunciou nesta terça-feira (19) a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Durante os três dias, 113 novos casos de Ebola foram confirmados por exames de laboratório.
Desde o início da epidemia em março, a OMS registrou 2.240 casos de Ebola, com 1.229 mortes.
A Libéria foi o país com o maior número de mortos entre 14 e 16 de agosto, com 53 vítimas fatais e outros 48 casos.
Na Guiné, onde teve início a epidemia, 14 pessoas morreram e mais 24 casos foram registrados.
Em Serra Leoa a doença provocou 17 mortes nos três dias, além de 38 novos casos. A Nigéria registrou três novos casos de Ebola, mas nenhuma vítima fatal no período.
fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2014/08/ebola-provoca-84-mortes-em-tres-dias.html acesso em: 20/08/2014

Vírus Ebola

Ebola é uma febre grave do tipo hemorrágico transmitida por um vírus do gênero Filovirus, altamente infeccioso, que desenvolve seu ciclo em animais. Há cinco espécies diferentes desse vírus, que recebem o nome dos locais onde foram identificados: Zaire, Bundibugyo, Costa do Marfim, Sudão e Reston. Este último não foi identificado em humanos.
A doença é classificada como uma zoonose. Embora os morcegos frutívoros sejam considerados os prováveis reservatórios naturais do vírus ebola, ele já foi encontrado em gorilas, chimpanzés, antílopes e porcos. Os especialistas defendem a hipótese de que a transmissão dos animais infectados para os seres humanos ocorra por meio do sangue e de fluidos corporais, como sêmen, saliva, lágrimas, suor, urina e fezes.
Daí em diante, o vírus ebola pode ser transmitido pelo contato direto entre as pessoas, pelo uso compartilhado de seringas e, por incrível que pareça, até depois da morte do hospedeiro. Ou ainda, caso o paciente tenha sobrevivido, o vírus ebola pode persistir ativo em seu sêmen durante semanas. Possivelmente, uma das razões para ser tão mortal e resistente é que compromete o sistema de defesa do organismo.
Surtos de ebola atingiram países da África em 1995, 2000, 2007, mas foram controlados. O surto de 2014 atinge Guiné, Serra Leoa e Libéria e já há casos confirmados na Nigéria. A OMS determinou estado de “emergência sanitária mundial” com o objetivo de conter o vírus e barrar surto de ebola, o maior de que se tem conhecimento até agora.

Sintomas
Febre, dor de cabeça muito forte, fraqueza muscular, dor de garganta e nas articulações, calafrios são os primeiros sinais da doença que aparecem de forma abrupta depois de cinco a dez dias do início da infecção pelo vírus ebola. Com o agravamento do quadro, outros sintomas aparecem: náuseas, vômitos e diarreia (com sangue), garganta inflamada, erupção cutânea, olhos vermelhos, tosse, dor no peito e no estômago, insuficiência renal e hepática, hemorragia interna, sangramento pelos olhos, ouvidos, nariz e reto.
O período de incubação dura de 2 a 21 dias. Os sinais e sintomas variam de um paciente para outro.

Diagnóstico
Uma das dificuldades para estabelecer o diagnóstico precoce da doença provocada pelo vírus ebola é que, no início, os sintomas podem ser confundidos com os de enfermidades como gripe, dengue hemorrágica, febre tifoide e malária. O levantamento da história do paciente, se esteve exposto a situações de risco e o resultado de testes sorológicos (Elisa IgM, PCR) e o isolamento viral são fundamentais para determinar a causa e o agente da infecção.
Diante da possibilidade de uma pessoa ter entrado em contato com o vírus ebola, ela deve ser isolada e os serviços de saúde notificados.

Tratamento
Não existe tratamento específico para combater o vírus ebola, que infecta adultos e crianças sem distinção. Não existe também uma vacina contra a doença, mas já foi testada uma fórmula em macacos, morcegos e porcos-espinhos que mostrou resultados positivos nesses animais.
O único recurso terapêutico contra a infecção causada pelo ebola é oferecer medidas de suporte, como reposição de fluidos e eletrólitos, hidratação, controle da pressão arterial e dos níveis de oxigenação do sangue, além do tratamento das complicações infecciosas que possam surgir.

Recomendações
As seguintes medidas são fundamentais para evitar o contato com o vírus ebola, como forma de prevenir a infecção e evitar a disseminação da doença:
* Lave as mãos com frequência com água e sabão. Se não for possível, esfregue-as com álcool gel;
* Procure não frequentar lugares que facilitem a exposição ao vírus ebola;
* Evite contato com pessoas infectadas. Quanto mais avançada a doença, maior a concentração de vírus e mais fácil o contágio;
* Use vestimentas de proteção, como macacões e botas de borracha, aventais, luvas e máscaras descartáveis e protetores oculares, sempre que tiver de lidar com os pacientes. Sob nenhum pretexto reutilize agulhas e seringas. Instrumentos médicos metálicos que serão reaproveitados devem ser esterilizados.
* Só coma alimentos  de procedência conhecida;
* Lembre que o corpo dos doentes continua oferecendo risco de contágio mesmo depois da morte.
fonte: http://drauziovarella.com.br/destaque2/ebola/
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