Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.
Romanos 8:28

terça-feira, 29 de julho de 2014

Evite os sete maiores erros no combate à obesidade

Hoje é o Dia Mundial de Combate à Obesidade, doença relacionada a muitas causas e, por isso mesmo, de tratamento lento e multidisciplinar. A obesidade pode estar ligada a distúrbios alimentares, ao sedentarismo, a disfunções hormonais e, por trás disso tudo ainda, à herança genética. Um time de educadores físicos, nutricionistas, psicólogos e endocrinologistas forma a melhor equipe para dar um fim nos quilos a mais.

De acordo com o endocrinologista Amélio Godoy Matos, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e da Associação para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO), a maior parte dos tratamentos inclui um arsenal de remédios, já que são poucos os casos em que o paciente consegue reverter o problema apenas com disciplina. "Isso não significa, entretanto, que o uso de remédios dispense a adoção de hábitos saudáveis", explica.

E está aí um dos principais nós relacionados ao controle de peso: muita gente acha que basta controlar a medicação para que os quilos comecem a desaparecer. "Quando isso não acontece, vem a frustração e o abandono das consultas", aponta. O erro é comum, mas não o único. Se você já tentou emagrecer e não alcançou sua meta, veja os principais erros, apontados por especialistas, no tratamento da obesidade:

Ignorar as calorias totais da dieta

"A alimentação desequilibrada é um dos principais fatores relacionados à obesidade", afirma a educadora física e doutoranda em nutrição Ana Dâmaso, coordenadora do Grupo de Estudo da Obesidade (GEO) da Unifesp. Segundo ela, quando este fator está associado ao excesso de peso, tona-se necessária a reeducação alimentar. Tudo começa estabelecendo um limite máximo de calorias que podem ser consumidas diariamente. "Uma pessoa acima do peso provavelmente ingere muito mais calorias do que seu metabolismo é capaz de queimar", afirma a especialista. Para isso, procure um bom nutricionista que possa elaborar um cardápio individual.
Mulher comendo salada - Foto Getty Images

Fazer escolhas pouco saudáveis à mesa

Bobagem ficar dentro das calorias previstas para o dia se os alimentos que você consome têm valor nutricional nulo. De acordo com a educadora física Ana, gorduras e açúcares são os grupos de alimentos mais presentes na alimentação do paciente com obesidade. Aprender a montar um prato colorido com muitas frutas, legumes e verduras, e uma parcela menor de carboidratos e proteínas, faz parte da reeducação alimentar. "Com o tempo, os pacientes percebem que não é preciso passar fome ou comer alimentos sem graça para perder peso", explica.
Homem sentado - Foto Getty Images

Manter o sedentarismo

"Exercícios físicos são uma das principais estratégias terapêuticas não medicamentosas para combater a obesidade", diz a educadora física Ana. Segundo a especialista, atualmente exercícios valem por remédio. O método mais eficaz para perder peso é combinar exercícios aeróbios, como a caminhada, com exercícios resistidos, com a musculação. "Juntos, eles não só combatem a obesidade, como ainda ajudam no controle da síndrome metabólica e da esteatose hepática não alcoólica (acúmulo de gordura no fígado)", explica. Antes de iniciar o treino, procure um profissional para não realizar movimentos incorretos ou exagerar na dose, o que pode gerar lesões.
Mulher ansiosa - Foto Getty Images

Perder o controle da ansiedade

A obesidade é uma doença multifatorial e, na maior parte dos casos, está ligada a disfunções emocionais. "Grande parte dos pacientes sofre deansiedade, estresse e outros problemas que podem levar à compulsão alimentar, por exemplo", afirma o endocrinologista Marcos Antonio Tambascia, professor da Unicamp. Por isso, incluir um terapeuta comportamental no tratamento da obesidade pode ser fundamental para alcançar o sucesso.
Homem acendendo cigarro - Foto Getty Images

Adotar outros hábitos prejudiciais

"Principalmente pacientes que foram submetidos à cirurgia bariátrica são mais propensos a adotar outros hábitos prejudiciais para compensar o prazer que deixaram de ter por não poder comer compulsivamente", afirma o endocrinologista Marcos. Segundo ele, é comum pacientes começarem a fumar e beber ao tentar seguir uma alimentação saudável. Por outro lado, alguns pacientes se sentem estimulados a mudar completamente de vida quando dão início ao tratamento da obesidade. Assim, começam a praticar exercícios, investem na reeducação alimentar e, de quebra, ainda adotam outros hábitos saudáveis como medida de prevenção da saúde.
Mulher comendo bolo - Foto Getty Images

Retomar os erros após a perda de peso

O paciente com tendência a ter obesidade não pode vacilar. Hábitos saudáveis adotados para perder peso devem ser mantidos mesmo após alcançar a meta. "Muitos pacientes acabam retomando os quilos perdidos porque deixam a disciplina de lado com o tempo", diz o endocrinologista Marcos. Segundo ele, comer bem, praticar exercícios e fazer check-ups no médico regularmente deveriam ser regra na vida de todas as pessoas durante a vida inteira. No caso de pessoas com tendência a desenvolver a doença, entretanto, a medida se torna ainda mais relevante e não segui-la pode trazer consequências mais imediatas, como a desnutrição e a volta da obesidade.
Homem medindo a pressão arterial - Foto Getty Images

Resistir a tratamentos mais agressivos

"A cirurgia bariátrica nunca é a primeira opção de tratamento para pessoas com obesidade", afirma o endocrinologista Marcos. Mas indivíduos com índice de massa corpórea (IMC) maior do que 40 ou com IMC maior do que 30 e tendência a desenvolver doenças associadas à obesidade, como o diabetes, geralmente recebem indicação para a intervenção cirúrgica. Isso porque, neste caso, a necessidade de perder peso é imediata. Além disso, disciplina para mudar hábitos de vida nem sempre é o suficiente para vencer essa doença crônica. Por isso, o acompanhamento médico é fundamental.
fonte: http://www.minhavida.com.br/saude/galerias/15674-evite-os-sete-maiores-erros-no-combate-a-obesidade?utm_source=news_mv&utm_medium=saude&utm_campaign=9271264

Sete vacinas que os adultos precisam tomar

Na hora de cuidar da própria saúde, muitos adultos negligenciam as campanhas de vacinação. Em todas as fases de nossa vida, porém, estamos suscetíveis a infecções por vírus e bactérias que, se não tratadas, podem causar muitos problemas.

As doenças crônicas que se manifestam mais na vida adulta são fortes indicadores de que o individuo precisa se vacinar. "As pessoas que estão em grupos de risco, como as pessoas com mais de 60 anos ou aquelas que têm doenças crônicas, devem sempre estar informadas sobre a vacinação", diz o infectologista Paulo Olzon, da Unifesp. 

Existem vacinas tanto para bactérias como para vírus. "No primeiro caso, a vacinação é feita para controlar surtos epidemiológicos e, para o caso dos vírus, a imunização normalmente dura a vida toda, sendo necessárias apenas algumas doses de reforço para garantir que a doença não vai mais voltar", diz Paulo Olzon. Confira sete tipos que merecem estar na sua carteira de vacinação.

Vacina dupla tipo adulto - para difteria e tétano

A difteria é causada por uma bactéria, que é contraída pelo contato com secreções de pessoas infectadas. Ela afeta o sistema respiratório, causa febres e dores de cabeça, em casos graves, pode evoluir para uma inflamação no coração.

A toxina da bactéria causadora do tétano compromete os músculos e leva a espasmos involuntários. A musculatura respiratória é uma das mais comprometidas pelo tétano. Se a doença não for tratada precocemente, pode haver uma parada respiratória devido ao comprometimento do diafragma, músculo responsável por boa parte da respiração, levando a morte. Ferir o pé com prego enferrujado que está no chão é uma das formas mais conhecidas do contágio do tétano.

A primeira parte da vacinação contra difteria e tétano é feita em três doses, com intervalo de dois meses. Geralmente, essas três doses são tomadas na infância. Então confira a sua carteira de vacinação para certificar-se se a vacinação está em ordem. Depois delas, o reforço deve ser feito a cada dez anos para que a imunização continue eficaz. É nesse momento que os adultos cometem um erro, deixando a vacina de lado.  
Homem com sarampo - Foto: Getty Images

Vacina Tríplice-viral - para sarampo, caxumba e rubéola

Causado por um vírus, o sarampo é caracterizado por manchas vermelhas no corpo. A transmissão ocorre por via respiratória. De acordo com dados do Ministério da Saúde, a mortalidade entre crianças saudáveis é mínima, ficando abaixo de 0,2% dos casos. Nos adultos, essa doença é pouco observada, mas como a forma de contágio é simples, os adultos devem ser imunizados para proteger as crianças com quem convivem.

Conhecida por deixar o pescoço inchado, a caxumba também tem transmissão por via respiratória. Mesmo que seja mais comum em crianças, a caxumba apresenta casos mais graves em adultos, podendo causar meningite, encefalite, surdez, inflamação nos testículos ou dos ovários, e mais raramente no pâncreas.

Já a rubéola é caracterizada pelo aumento dos gânglios do pescoço e por manchas avermelhadas na pele, é mais perigosa para gestantes. O vírus pode levar à síndrome da rubéola congênita, que prejudica a formação do bebê nos três primeiros meses de gravidez. A síndrome causa surdez, má-formação cardíaca, catarata e atraso no desenvolvimento.

O adulto deve tomar a tríplice-viral se ainda não tiver recebido as duas doses recomendadas para a imunização completa quando era criança e se tiver nascido depois de 1960. O Ministério da Saúde considera que as pessoas que nasceram antes dessa data já tiveram essas doenças e estão imunizados, ou já foram vacinados anteriormente.

Mesmo que todos com essas características devam ser vacinados, as mulheres que pretendem ter filhos, que não foram imunizadas ou nunca tiveram rubéola devem tomar a vacina um mês antes de engravidar, já que a rubéola é bastante perigosa quando acomete gestantes, podendo causar deformidade no feto.  
Imagem de fígado no corpo humano - Foto: Getty Images

Vacina contra a hepatite B

Hepatite B é transmitida pelo sangue, e em geral não apresenta sintomas. Alguns pacientes se curam naturalmente sem mesmo perceber que tem a doença. Em outros, a doença pode se tornar crônica, levando a lesões do fígado que podem evoluir para a cirrose. "A imunização contra essa doença é importante, pois ela pode causar problemas sérios, como câncer no fígado", diz Paulo Olzon.

De acordo com o especialista, há algumas décadas, o tipo B da hepatite era o mais encontrado, já que ela pode ser transmitida através da relação sexual e as pessoas não tomavam cuidado com a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Depois de uma campanha de vacinação e imunização, e da classificação da hepatite C pelos médicos, ela não pode ser vista como epidemia, mas ainda é preciso tomar cuidado com essa doença.

Até os 24 anos, todas as pessoas podem tomar a vacina contra hepatite B, gratuitamente, em qualquer posto de saúde. A aplicação da vacina também continua de graça, quando o adulto faz parte de um grupo de risco. "Pessoas que tenham contato com sangue, como profissionais de saúde, podólogos, manicures, tatuadores e bombeiros, ou que tenham relacionamentos íntimos com portador da doença são as mais expostas a essa doença", diz o especialista. Fora isso, qualquer adulto pode encontrar a vacina em clínicas particulares. 
Homem tossindo com pneumonia - Foto: Getty Images

Pneumo 23 - Pneumonia

O pneumococo, bactéria que pode causar a pneumonia, entre outras doenças, pode atacar pessoas de todas as idades, principalmente indivíduos com mais de 60 anos. "Pessoas com essa idade não podem deixar de tomar a vacina pneumo 23", diz Paulo Olzon.

pneumonia é o nome dado a inflamação nos pulmões causada por agentes infecciosos (bactérias, vírus, fungos e reações alérgicas). Entre os principais sintomas dessa inflamação dos pulmões, estão febre alta, suor intenso, calafrios, falta de ar, dor no peito e tosse com catarro. Adultos com doenças crônicas em órgãos como pulmão e coração -alvos mais fáceis para o pneumococo, devem tomar essa vacina sempre que há uma campanha de vacinação.

Mesmo que ela seja uma das vacinas mais importantes para ser tomadas é a única vacina do calendário que não é oferecida em postos de saúde. É preciso ir a um Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais, em locais como o Hospital das Clínicas e a Unifesp.
Mosquito da febre amarela é o mesmo da dengue - Foto: Getty Images

Vacina contra a febre amarela

A febre amarela é transmitida pelo mesmo mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti. A doença tem como principais sintomas febre, dor de cabeça, calafrios, náuseas, vômito, dores no corpo, icterícia (pele e olhos amarelados) e hemorragias. "Se a febre amarela não for tratada, pode levar a morte", explica o especialista.

Por ser uma doença grave, e com alto índice de mortalidade, todas as pessoas que moram em locais de risco devem tomar a vacina a cada dez anos, durante toda a vida. Quem for para uma dessas regiões precisa ser vacinado pelo menos dez dias antes da viagem. No Brasil, as áreas de risco são: zonas rurais no Norte e no Centro-Oeste do país e alguns municípios dos Estados do Maranhão, do Piauí, da Bahia, de Minas Gerais, de São Paulo, do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.

Mesmo que os efeitos colaterais mais sérios sejam muito raros, a vacina contra febre amarela deve ficar restrita aqueles indivíduos que moram ou irão viajar para algum lugar de risco. "Nesse sentido, a preocupação dos médicos está relacionada ao risco de reação alérgica grave ou anafilática, que pode levar a morte os pacientes propensos", explica o infectologista Paulo Olzon. 
Pessoa com febre, um dos sintomas da gripe - Foto: Getty Images

Vacina contra o influenza (gripe)

A vacina contra gripe deve estar na rotina de quem está com mais de 60 anos. "Muitas pessoas deixam de tomá-la com medo da reação que ela pode causar, mas isso é um mito, já que a suposta reação do corpo não tem nada a ver com a vacina, e sim com a própria gripe", diz o especialista. "Isso porque o vírus da gripe fica semanas em nosso corpo sem se manifestar e a proteção da vacina não é imediata como as pessoas imaginam."

A gripe é transmitida por via respiratória, leva a dores musculares e a febres altas. Seu ciclo costuma ser de uma semana. Pessoas com mais de 60 anos podem tomar a vacina nos postos de saúde, enquanto os mais jovens podem ser vacinados em clínicas particulares. "Os idosos que não querem esperar até a campanha anual de vacinação contra a gripe podem tomar a vacina em clínicas particulares em todas as épocas do ano", diz Paulo Olzon.  

Vacina contra HPV não dispensa o uso de camisinha - Foto: Getty Images

HPV

A vacina existe tanto para homens quanto para mulheres e previne os quatros principais tipos do Papilomavírus Humano - o HPV. Segundo o Ministério da Saúde, 137 mil novos casos de HPV são registrados por ano no Brasil. O vírus, transmitido durante a relação sexual, é responsável por 90% dos casos de câncer de colo do útero, além de provocar tumores de vulva, pênis, boca, ânus e pele.

Apesar de existir a vacina bivalente, que protege dos tipos 16 e 18 de HPV e só é aplicada em mulheres, a quadrivalente é a mais indicada, pois protege desses dois tipos citados mais os tipos 6 e 11 e também serve para os homens. "A quadrivalente deve ser tomada em três doses, sendo a segunda dose após 30 dias da primeira e a terceira, seis meses depois da segunda", afirma o ginecologista Amadeu Carvalho Júnior, da Amhpla Cooperativa de Assistência Médica.

A Anvisa recomenda a vacinação em pessoas dos nove aos 26 anos - em especial para aquelas que ainda não iniciaram sua vida sexual, para garantir maior eficácia na proteção. Vale lembrar, no entanto, que a vacina não dispensa o uso de preservativos na relação. "O HPV possui mais de 100 tipos diferentes e a vacina protege apenas de alguns deles", explica o ginecologista Amadeu.  
fonte: http://www.minhavida.com.br/saude/galerias/12814-sete-vacinas-que-os-adultos-precisam-tomar?utm_source=news_mv&utm_medium=saude&utm_campaign=9271264

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Conheça os desafios do médico que trabalha no resgate aéreo da PM

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O escritório de trabalho do médico Ricardo Vanzetto, 48 anos, não é dentro de um hospital ou consultório comum. Há 18 anos o ambiente onde ele se sente mais à vontade é o helicóptero Águia da Polícia Militar. Formado em medicina, ele se especializou em pediatria e, depois, em Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) pediátrica. Com três anos de experiência nessa área, o médico foi além no que fazia melhor, trabalhar em emergências.
"A possibilidade de poder chegar 'in loco' e salvar uma vítima ou ser o diferencial para essa vítima sempre foi a minha grande paixaõ", conta. O Dr. Ricardo faz parte da equipe de resgate do Grupo de Resgate e Atendimento às Urgências (Grau) da Secretaria de Estado da Saúde. Ele é o personagem do quadro da EPTV sobre mercado de trabalho, o "Sua Chance". Veja o vídeo.
O G1 também preparou uma entrevista exclusiva com o médico do Águia, com mais detalhes da rotina e dos desafios que esse profissional enfrenta. Veja o vídeo.
A equipe do Grau faz parte de um sistema de resgate que também integra o Corpo de Bombeiros e o Grupamento de Rádio e Patrulha Aérea da Polícia Militar.
Como chegar lá
O caminho é difícil, mas se os interessados em integrar essa equipe tiverem determinação, assim como o Dr. Vanzetto, há grandes chances de conseguir. "Pra chegar aqui é um caminho árduo. Tem a faculdade de medicina, a especialização, todos os cursos preparatórios. E não são todos que se adaptam', explica.
Para participar do concurso público da Secretaria de Saúde do Estado, os interessados precisam ter especialização em anestesia, cirurgia geral, cardiologia ou em UTI. O processo seletivo envolve prova teórica, teste de aptidão física e análise de título, como avaliação de mestrado e doutorado. O médico que for aprovado ainda deve providenciar o certificado de resgate da Aeronáutica e passar pelo treinamento do Grupamento de Rádio e Patrulha Aérea da Polícia Militar.
E não para aí. O profissional também passa por um curso na Escola de Bombeiros, curso de ocupador de equipamento especial com noções de meteorologia e fraseologia (conversação dentro da aeronave).
Algumas avaliações práticas também são necessárias, como 120 horas acompanhando os profissionais, médicos e enfermeiros, que já integram a equipe do Águia. O profissional passa por todos esses treinamentos nos primeiros dois meses, após ter sido convocado no concurso.
fonte: http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2014/07/conheca-os-desafios-do-medico-que-trabalha-no-resgate-aereo-da-pm.html

Congresso BRASIL TRAUMA 2014




A Atualiza Cursos estará realizando a segunda Edição do Congresso BRASIL TRAUMA nos dias 05 e 06 de Setembro de 2014 no Fiesta Bahia Hotel em Salvador/BA.

Terá como Tema Central: DAS URGÊNCIAS ÁS CATÁSTROFES e contará com a expectativa de receber 600 Congressistas de todo território Nacional, compreendendo Acadêmicos e Profissionais da Área de Saúde.

Temos muito interesse em unir forças e divulgarmos o evento em seu site e para os seus contatos, qual o procedimento?

Segue em anexo a News eletrônica do evento e abaixo as informações sobre o mesmo.

BRASIL TRAUMA 2014

TEMA CENTRAL: DAS URGÊNCIAS ÁS CATÁSTROFES 

DATA: 05 e 06 de SETEMBRO de 2014

LOCAL: FIESTA BAHIA HOTEL - SALVADOR/BA

PÚBLICO-ALVO: ACADÊMICOS E PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SAÚDE, FISIOTERAPEUTAS, TÉCNICOS DE SEGURANÇA, BOMBEIROS E CIPISTAS, PROFISSIONAIS DO SAMU E DEMAIS PROFISSIONAIS.


PARCELAMENTO EM ATÉ 12X NO CARTÃO DE CRÉDITO.



INFORMAÇÕES: 71 3444-7952 / 3444-7982


REALIZAÇÃO: ATUALIZA CURSOS www.atualizacursos.com.br

Mãos Talentosas - Filme completo

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Dirigido por Thomas Carter e produzido pela Sony Pictures, Mãos talentosas – A história de Ben Carson conta a trajetória de Benjamin Carson, diretor do departamento de Neurocirurgia Pediátrica do hospital Johns Hopkins.
O filme mostra dois momentos: Ben já adulto com a dúvida se faria uma cirurgia nunca antes feita, a de separar gêmeos siameses unidos pela cabeça; e Ben criança, quando de fato é contada a história dele até sua decisão de fazer a cirurgia. 
Menino pobre, negro, filho de mãe separada e analfabeta, Ben era um aluno com baixíssimo rendimento, que sofria preconceito por parte de seus colegas e que se achava completamente incapaz de ser e conseguir algo na vida, entretanto, sua mãe, maior incentivadora do futuro neurocirurgião, faz de tudo para que ele acredite em seu potencial e é quando ela se depara com a biblioteca de seu patrão, que percebe o que poderia ajudá-lo a mudar seu futuro.
           Assim, o menino é obrigado pela mãe a ir para biblioteca ler dois livros por semana, o que o faz descobrir a Literatura, pois a partir daí ele passa a ser um leitor assíduo dos livros. Logo o desenvolvimento de Ben melhora significativamente na escola seguindo para sua entrada em Yale, uma universidade de prestígio nos EUA até ele chegar ao Hospital Antony Hopkins, onde ele passa, anos mais tarde, a ser considerado um dos melhores neurocirurgiões do mundo.
Logo, podemos perceber como a Literatura é capaz de fazer transformações. Ela faz com que Bem transforme seu futuro e sua imagem sobre si mesmo, fazendo com que aquele menino que se achava “burro” e incapaz, se transformasse em um neurocirurgião reconhecido por seus trabalhos pioneiros.
Mãos talentosas – A história de Ben Carson é um ótimo filme para servir de exemplo e motivação e para mostrar o poder e a força que a Literatura pode ter e de como os pais podem e devem incentivar seus filhos a ler.

FLORENCE NIGHTINGALE

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CONHEÇA UM POUCO SOBRE A HISTÓRIA DA ENFERMAGEM. ESSE VÍDEO MOSTRA UM PEQUENO RESMO DA HISTÓRIA DA ENFERMEIRA FLORENCE NIGHTINGALE. A PRIMEIRA ENFERMEIRA QUE MARCOU A HISTÓRIA DA ENFERMAGEM E CONTRIBUIU CONSIDERAVELMENTE PARA HISTÓRIA DA HUMANIDADE, AFINAL DE CONTAS, A ENFERMAGEM FAZ PARTE DA VIDA DE TODOS, EM ALGUM MOMENTO.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: 
NO SLIDE QUE COMENTA SOBRE A REDUÇÃO DA MORTALIDADE, FALTOU A ÚLTIMA FRASE: "...suprimento de água fresca bem como da utilização de fundos próprios para comprar frutas, vegetais e equipamentos hospitalares, a taxa de mortalidade na primavera caiu para 2,2%."

Video - História da Ambulância - Homenagem aos Heróis Anônimos - ERWS - SOBRATI

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História da Criação das Ambulâncias. Homenagem aos profissionais emergencistas da Sociedade Brasileira de Terapia Intensiva e da Sociedade Mundial de Emergência e Resgate - ERWS ( Emergency rescue World Society ).

Enfermeiros sofrem com carga horária de trabalho extensa



Pesquisa realizada na Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP alerta: profissionais de enfermagem que trabalham mais que 30 horas semanais têm maior chance de sofrer com estresse. Outro fator que pode estar relacionado ao estresse é a presença de dois ou mais vínculos empregatícios, detectado em 44,1% dos entrevistados. Para a pesquisadora Márcia Teles Gouveia, esse dado pode ser explicado pelo fato de que a maioria dos profissionais recebe entre um e dois salários mínimos.
Profissionais que trabalham mais de 30 horas semanais podem ter mais estresse
A afirmação é baseada em dados estatísticos presentes na tese de doutorado Estresse e jornada laboral dos trabalhadores de enfermagem. Com 145 entrevistados, a pesquisa foi desenvolvida em duas fases. A primeira, que analisou os fatores de risco no ambiente de trabalho e os problemas de saúde dos trabalhadores, foi desenvolvida entre os meses de janeiro a abril de 2013, com 145 trabalhadores, dentre eles enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem. “Depois, avaliamos os sintomas de estresse e coletamos amostras de saliva dos trabalhadores, para mensurar o cortisol, o ‘hormônio do estresse’”, conta a pesquisadora.
Expostos a riscos ocupacionais biológicos, químicos, físicos e mecânicos do ambiente hospitalar, esses profissionais da saúde são responsáveis pelo cuidado direto do paciente. “Com isso, eles convivem com processos de dor, morte, sofrimento e limitações técnicas e materiais”, lembra Márcia.
PerfilRealizado no Hospital Getúlio Vargas (HGV), no Estado do Piauí, o estudo traz o perfil dos profissionais da enfermagem. Apesar de a pesquisa ser regional, Márcia diz que dados como sexo, idade e categoria profissional são semelhantes aos dos demais estados do País. O sexo feminino predomina, assim como a formação técnica. A idade média é de 44,4 anos e apenas 13,1% mencionaram trabalhar na central de materiais esterilizados. Já referente à carga horária, a maioria (69,7%) realiza 30 horas semanais ou menos.
Os problemas de saúde mais comuns entre esses trabalhadores são varizes (56,5%), lombalgias (46,9%), estresse ou depressão (41,4%) e lesões por acidentes (32,4%). “Alguns entrevistados apresentaram sintomas de estresse, mas a maioria ainda está em fase de resistência e alerta”, conta a enfermeira. Fatores de risco no ambiente de trabalho também foram analisados e, segundo Márcia, as chances de contrair infecções ou doenças é de 77,2%. Lesões por material cortante e risco de sobrecarga no trabalho também foram contabilizados, representando 55,9% e 53,8%.
Impacto negativo“O estresse excessivo tem consequências diretas na qualidade de vida dos trabalhadores, podendo influenciar de forma intensa no bem estar físico e gerar problemas de ajustamento social, familiar, de saúde e profissional”, ressalta a pesquisadora, que afirma que é necessário evitar que o estresse chegue a níveis elevados.
Conhecer os sintomas, bem como os agentes causadores da irritação são os primeiros passos que devem ser dados por esses profissionais. A enfermeira indica que ser paciente e otimista minimiza os impactos dos agentes estressores. “Eles precisam tentar melhorar a qualidade de vida e manter o equilíbrio para ter uma vida saudável.”


Por Da Redação - agenusp@usp.br
Marcela Baggini, do Serviço de Comunicação Social da Prefeitura USP do Campus de Ribeirão Preto
imprensa.rp@usp.br

foto: Marcos Santos / USP Imagens

Fonte: http://www.usp.br/agen/?p=180643

Câmara aprova obrigatoriedade de ambulâncias em locais de grande público

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 5088/13, do deputado Onofre Santo Agostini (PSD-SC), que torna obrigatória a permanência de ambulância e de profissional da área da saúde em lugares com grandes aglomerações – eventos, aeroportos, estádios e rodoviárias – para socorro imediato das vítimas.
Arquivo/Leonardo Prado
Felipe Bornier
Felipe Bornier: o socorro feito na hora é eficaz para salvar vidas.
A proposta foi aprovada em caráter conclusivo e seguirá para análise do Senado, exceto se houver recursos para que seja examinada antes pelo Plenário da Câmara.
Segundo o relator, deputado Felipe Bornier (PSD-RJ), a chance de a vítima se recuperar sem sequelas aumenta em 50% quando o atendimento ocorre na “hora de ouro” – termo usado por médicos e socorristas para se referir à primeira hora após o acidente. Nos casos em que o atendimento ocorre nas três horas após o acidente, a chance de recuperação cai para 14%.
Para o deputado, o socorro feito na hora de ouro é eficaz para salvar vidas, “principalmente em eventos de grande público, como as comemorações na Copa e nas Olimpíadas de 2016”.
Bornier lembra que, apesar de o direito à saúde estar previsto na Constituição, a presença de ambulâncias em grandes eventos atualmente não é obrigatória. O deputado argumenta que a proposta “modifica essa situação, porque organiza e direciona as ambulâncias para locais que são também focos de conflitos”.
Tempo de resposta
O comandante do Corpo de Socorristas do Brasil, organização não governamental (ONG) direcionada aos primeiros socorros, Moisés Gomes da Silva, afirma que o projeto pode diminuir o tempo de resposta do atendimento e evitar “mortes súbitas”. “No Brasil, as ambulâncias não estão localizadas em lugares estratégicos e demoram em média de 15 a 30 minutos para prestar os primeiros socorros, quando deveriam realizar esse atendimento em cinco minutos”, diz Gomes da Silva.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Pierre Triboli






 fonte:http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/SEGURANCA/471464-CAMARA-APROVA-OBRIGATORIEDADE-DE-AMBULANCIAS-EM-LOCAIS-DE-GRANDE-PUBLICO.html



 









segunda-feira, 14 de julho de 2014

O que é diabetes?

Diabetes é uma doença crônica, que tem como característica o aumento de glicose no sangue. Esse aumento de glicose ocorre pela falta da insulina no organismo, ou quando o corpo não utiliza bem a insulina que produz.


E o que é glicose?


O açúcar dos alimentos que ingerimos se transformam em glicose, que ao ser absorvida pelas células do corpo, se torna a fonte de energia para o organismo. A glicose é absorvida pelas células através da insulina.



Células Beta


Quanto o corpo está funcionando normalmente e os níveis de glicose sobem, são as células Beta, localizadas no pâncreas, que detectam esta elevação e liberam mais insulina no sangue.
 Insulina

Insulina é o principal hormônio que regula a glicose absorvida no organismo. Funciona como se a insulina fosse a “chave” para a glicose entrar na célula e fornecer energia.


Diabetes tipo 1

É a mais comum entre crianças e jovens. Ocorre quando o sistema imune, por um comportamento deficiente, ataca os próprios tecidos do organismo, destruindo as células do pâncreas - as células Beta, que são as produtoras de insulina. Sem insulina, a glicose está no corpo, mas não consegue ser absorvida pelas células.

Assim, o monitoramento do nível de açúcar no sangue se faz necessário, e as aplicações de insulina regulam a glicose, levando-se assim uma vida saudável.


Diabetes tipo 2

Mais comum em adultos, ocorre quando o pâncreas não consegue produzir insulina suficiente para regular a glicose, ou quando a ação da insulina não é eficiente. Maus hábitos alimentares, sedentarismo e estresse podem provocar o diabetes do tipo 2.

Sintomas



Quase metade das pessoas que tem diabetes do tipo 2 não sabem que tem a doença, pois os sintomas costumam se apresentar gradativamente.
Já no diabetes tipo 1, esses sintomas se instalam rapidamente, por isso é bom estar atento.

O diagnóstico precoce é essencial para evitar as complicações da diabetes.Os principais sintomas são
• Urinar excessivamente
• Sede constante
• Fome frequente
• Cansaço, fraqueza
• Perda de peso repentina
• Cicatrização lenta de feridas
• Vista turva ou embaçada
• Mudanças de humor, nervosismo




O tratamento para diabetes varia de acordo com o tipo de diabetes que a pessoa possue, se é tipo 1 ou 2. Mas tanto na Diabetes do tipo 1 quanto a do tipo 2, o principal fator do tratamento é controlar os níveis de glicose no sangue.O tratamento irá se basear basicamente no:
- Controle da glicose;
- Atividade física/controle do peso.
- Controle da alimentação;


Duvidas



Porque a pessoa com diabetes emagrece de maneira rápida, mesmo comendo muito?

A pessoa, mesmo comendo muito, emagrece porque a glicose dos alimentos não está sendo absorvida pelas células. Estas então se utilizam das “reservas” de energia, que são as gorduras. Assim, a pessoa acaba emagrecendo por utilizar seus “depósitos” de energia.


Diabetes é causado por comer muito açúcar?

Não, comer muito açúcar não causa diabetes. A doença é uma condição que o corpo não processa bem a glicose devido à uma diminuição na produção de insulina, ou à uma ação ineficiente da insulina. Mesmo uma pessoa que não ingere muito açúcar pode desenvolver diabetes.


Qual o tipo mais grave de diabetes?

Não existe tipo mais grave. As duas formas de diabetes exigem cuidados pois podem causar complicações caso o diabético não trate a doença adequadamente. O importante é cuidar com medicamentos, fazer exercícios e manter uma dieta balanceada.

Fonte: http://www.telessaude.uerj.br/diabetes/


sexta-feira, 11 de julho de 2014

ALIMENTOS FUNCIONAIS FUNCIONAM?

Os alimentos funcionais estão presentes na vida humana há muitos e muitos anos, antes mesmo que se soubesse o que eles que são e para que servem. Um bom exemplo inclui alimentos que têm bactérias funcionais, como iogurtes, queijos e bebidas fermentadas. Atualmente, a diferença está na descoberta de alimentos prontos que são vendidos com as quantidades indicadas de propriedades como probióticos, prebióticos, fitoesteróis, antioxidantes e as fibras.

As propriedades, hoje presentes em bebidas de soja, margarinas e biscoitos, são muito importantes para manter a boa saúde. No entanto, eles não substituem as fibras e propriedades naturais de alimentos naturais, como frutas e verduras. Entre os benefícios que esses alimentos trazem, estão o bom funcionamento do intestino e a redução da absorção de gorduras pelo organismo.

Apesar de recomendados, existem algumas restrições quanto às quantidades e ao público que os consome. Os fitoesteróis, por exemplo, presentes nas margarinas e iogurtes têm o poder de reduzir a absorção de colesterol, mas a quantidade para que ele tenha o efeito esperado, é pequena: apenas 3g ao dia. De acordo com o programa Bem Estar, se for consumido mais que isso, o efeito não existirá.

Crianças, gestantes e lactantes devem ficar atentas e consultar um nutricionista antes de iniciar uma dieta que inclua alimentos funcionais, pois alguns deles têm restrições a este público. É fundamental entender que os alimentos funcionais não substituem medicamentos e nem a alimentação completa com todos os nutrientes necessários.

Para saber onde encontrar cada tipo de alimento funcional, clique no link e assista ao episódio completo do programa Bem Estar.

Fonte: Bem Estar