Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.
Romanos 8:28

domingo, 25 de maio de 2014

Rede de Enfretamento à Violência contra a Mulher

Ligue 180




O conceito de rede de enfrentamento à violência contra as mulheres diz respeito à atuação articulada entre as instituições/serviços governamentais, não-governamentais e a comunidade, visando ao desenvolvimento de estratégias efetivas de prevenção; e de políticas que garantam o empoderamento das mulheres e seus direitos humanos, a responsabilização dos agressores e a assistência qualificada às mulheres em situação de violência. Já a rede de atendimento faz referência ao conjunto de ações e serviços de diferentes setores (em especial, da assistência social, da justiça, da segurança pública e da saúde), que visam à ampliação e à melhoria da qualidade do atendimento; à identificação e ao encaminhamento adequados das mulheres em situação de violência; e à integralidade e à humanização do atendimento.
A rede de enfretamento é composta por: agentes governamentais e não-governamentais formuladores, fiscalizadores e executores de políticas voltadas para as mulheres (organismos de políticas para as mulheres, ONGs feministas, movimento de mulheres, conselhos dos direitos das mulheres, outros conselhos de controle social; núcleos de enfretamento ao tráfico de mulheres, etc.); serviços/programas voltados para a responsabilização dos agressores; universidades; orgãos federais, estaduais e municipais responsáveis pela garantia de direitos (habitação, educação, trabalho, seguridade social, cultura); e serviços especializados e não-especializados de atendimento às mulheres em situação de violência (que compõem a rede de atendimento às mulheres em situação de violência).

fonte: https://sistema3.planalto.gov.br//spmu/atendimento/atendimento_mulher.php

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Curso de capacitação contra HPV teve inscrições prorrogadas

Este curso disponibiliza duas modalidades de participação: "Acesso como Visitante Identificado" e  "Matrícula para certificação".
Matrícula para certificação: 
Para que possa realizar o curso e receber seu certificado, é preciso atender às especificações abaixo:
Possuir dados no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), ativo ou inativo, nas seguintes ocupações:
Médicos;                                                                 
Enfermeiros;                                                                         
Técnicos de Enfermagem;
Auxiliar de Enfermagem.
Acesso como Visitante Identificado: 
Se você não atende a estas especificações e tem interesse no curso, pode optar pela modalidade ‘Acesso como Visitante Identificado’, em que é necessário realizar inscrição via federação, por meio do Cadastro Nacional de Profissionais de Saúde (CNPS), um cadastro realizado por CPF, e que pode ser feito por todo cidadão para acesso ao conteúdo completo do curso, sem obtenção de certificado. 
Se você não é cadastrado, acesse aqui o CNPS. Caso encontre alguma dificuldade acesse aqui o tutorial e realize seu cadastro. 

Carga Horária deste curso: 15 horas.
Inscrições: a partir de 28 de fevereiro até 15 de junho, pelo link: https://ufpe.unasus.gov.br/moodle_unasus/ATENÇÃO: As inscrições foram prorrogadas até 15 de junho!
Vagas: para esta primeira turma serão oferecidas 10.000 vagas. 

O curso Capacitação – Vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) é oferecido pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), integrante da Rede Universidade Aberta do SUS. A iniciativa é do Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), em parceria com a UNA-SUS.
O objetivo deste curso é capacitar médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, especialmente os atuantes na Campanha de Vacinação contra o HPV vigente em todo o Brasil.
Nesse curso, serão apresentados os aspectos relacionados ao papilomavírus humano, bem como a sua relação com o câncer do colo do útero. Os profissionais de saúde serão instruídos, ainda, sobre as ações necessárias à operacionalização da campanha de vacinação e os aspectos relacionados ao registro nominal da vacinação e à cobertura vacinal.
fonte:http://www.unasus.gov.br/cursos/hpv

sábado, 10 de maio de 2014

População brasileira tem alta proteção contra a poliomielite

De acordo com o Ministério da Saúde, não há registro de casos de poliomielite no Brasil há mais de 20 anos. Isso porque o Programa Nacional de Imunizações (PNI) promove frequentemente campanhas de vacinação em todo o país, garantido alto grau de proteção à população brasileira, conforme explica o diretor do departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch.
"A população brasileira tem o nível de proteção muito alto contra a poliomielite pelas sucessivas campanhas de vacinação e pela vacinação de rotina e nós temos também uma capacidade de vigilância que pode detectar qualquer suspeita de um viajante ou de uma pessoa que venha a ter um quadro sugestivo de poliomielite e adotar as medidas rapidamente", destaca o diretor.
No entanto, existem países que ainda registram a circulação do vírus da poliomielite. Por isso, o diretor do departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis recomenda a atualização da caderneta de vacinação para pessoas que vão viajar para o exterior ou para pessoas que vem de outros países acompanhar a Copa do Mundo no Brasil. "Nós temos recomendado as pessoas que vão viajar para países onde existem circulação do vírus que elas se vacinem como uma medida de precaução a mais e também transmitimos a nossa recomendação reforçando a recomendação da Organização Mundial de Saúde aos organizadores da Copa do Mundo que as delegações que vem de países onde existe circulação do vírus se vacinem", finaliza Cláudio Maierovitch.
Para atualizar a caderneta de vacinação basta procurar um posto de saúde mais próximo.

Fonte: Hortência Guedes / Web Rádio Saúde / Agência Saúde

VIDEO - A QUÍMICA DO MAL DE BREAKING BAD





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fonte: http://youtu.be/uhnz7r9BQ8o

Transtorno de ansiedade é tratado com realidade virtual em São Paulo

Os transtornos sociais atingem cerca de 8% da população mundial, sendo essa uma condição psiquiátrica comum entre crianças e adolescentes – até 10% deles sofrem de algum transtorno relacionado à ansiedade e mais de 50% dessas crianças apresentam episódios depressivos, sintoma típico dessa psicopatologia.
 
Algumas formas de ansiedade infantil podem estar relacionadas a transtornos ansiosos na vida adulta, e é importante observar se os comportamentos acontecem esporadicamente e de modo isolado ou se sinalizam síndromes, caracterizando um desvio do padrão de comportamento esperado para indivíduos com a mesma idade e sexo, dentro de uma mesma cultura.
 
Analisando esses fatores e na intenção de desenvolver um tratamento para esse tipo de transtorno, o Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo desenvolveu uma pesquisa com cerca de 20 pacientes diagnosticados com fobia social, cujo resultado demonstrou diminuição, em média, de 55% das crises de ansiedade.
 
A terapia consistiu em submeter os pacientes a sessões de realidade virtual, 3D, simulando situações cotidianas e supostamente desconfortantes e que causam ansiedade para esses clientes. Os resultados começaram a ser observados a partir de da quinta sessão de tratamento.
 
A responsável pela pesquisa, a psicóloga Cristiane Maluhy Gebara, explica que o trabalho teve como base a terapia cognitiva comportamental e a técnica de exposição – utilizada no tratamento convencional, sendo considerada a mais eficaz. A diferença entre as duas é que ao invés de expor os pacientes às situações de desconforto ao vivo ou de sua imaginação, a terapia simula em computador essas situações.
 
As situações que causavam desconforto ansiedade eram hierarquizadas e o paciente era exposto a cada uma delas de forma gradual e repetida. Conforme explica a psicóloga, a vantagem da realidade virtual em relação ao tratamento convencional é que o paciente pode ser exposto, à mesma cena, inúmeras vezes até se sentir confortável e, sobretudo, a adesão é maior por acontecer em um ambiente controlado. “Não temos como criar uma reunião de trabalho só para submeter o paciente a essa exposição. É uma limitação que não acontece na exposição virtual", diz Cristiane.
 
As sessões são acompanhadas pelo terapeuta, que orienta e controla o paciente. O programa tem seis cenas que vão de uma simples caminhada pela rua em que o paciente se submete aos olhares insistentes dos outros pedestres, passando por um pedido de informação para um desconhecido, até a chegada a uma festa cheia. 
 
"Em uma exposição ao vivo, a pessoa demora cerca de 50 minutos para conseguir diminuir e controlar a ansiedade. Nessa pesquisa, constatamos que houve diminuição dos níveis de ansiedade após 20 minutos", diz a psicóloga. 
 
Os pacientes estão sendo reavaliados para que a pesquisadora observe se eles estão respondendo ao tratamento e se os resultados se mantiveram. Fora do Brasil, a técnica da realidade virtual com fins terapêuticos já é utilizada. Mas aqui, por enquanto, serão necessários mais estudos antes de ela ser oferecida como tratamento de rotina.
 
 
 

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Cigarro: a queda de um mito

A interrupção do vício de fumar tem efeito similar ao do uso de antidepressivos, o que derruba a falsa ideia de que o cigarro atua como um antiestressantes. Indivíduos que conseguiram deixar o cigarro de lado notavelmente encontram-se menos ansiosos, estressados e deprimidos tendo, portanto, uma visão mais positiva de suas vidas.
Estudo desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Birmingham constatou que é falso o mito de que fumantes são menos estressados e ansiosos. Segundo a coordenadora do estudo, Genma Taylor, os fumantes assíduos tem uma saúde mental mais prejudicada quando comparados a indivíduos não fumantes.
Ela afirma ainda que os resultados contribuem para separar o consumo do cigarro da premissa de que ele contribui para o bem-estar do fumante e que sem ele sua saúde mental seria menos satisfatória. É importante ressaltar que atribuir qualidades ao cigarro é uma maneira errônea de justificar um ato que a médio e longo prazo certamente trará prejuízo a saúde do indivíduo.
Nota divulgada pela Organização Mundial de Saúde no ano de 2013 comprova que a dependência ao cigarro é fator responsável por 6 milhões de mortes a cada ano em todo mundo, e mais, a estimativa é de que se o consumo e número de adeptos continuar crescendo até 2030 o número de óbitos ao ano pode chegar a 8 milhões.
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Dosagem de antidepressivo pode influenciar comportamento suicida

http://www.ibacbrasil.com/sites/default/files/img/noticias/Vigilancia%20Sanitaria_0.jpgUm estudo realizado pela Faculdade de Saúde Pública de Harvard, nos Estados Unidos, mostrou que indivíduos que receberam altas doses de antidepressivo tiveram duas vezes mais comportamentos suicidas do que aqueles que tomaram a dose recomendada.
A pesquisa contou com a participação de 162 625 pessoas com idades entre 10 e 64 anos e que foram diagnosticadas com depressão. Todas iniciaram, entre 1998 e 2010, o tratamento com uma das classes de antidepressivos mais comumente prescritas por médicos, chamada inibidores seletivos de recaptação de serotonina (ISRSs), em particular fluoxetina, o citalopram e a sertralina. A única diferença entre os grupos compostos pelos participantes da pesquisa foi a dose do medicamento: um grupo utilizou uma dosagem considerada usual e o outro foi medicado com uma dosagem mais alta.
O coautor do estudo, Matthew Miller, explica também que a eficácia dos antidepressivos entre os pacientes de até 24 anos foi modesta e que a dosagem não é necessariamente relacionada ao melhor efeito do medicamento.
Fonte: Revista Veja.
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VIDEO - EXISTE PERIGO NA VACINA?








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fonte: http://youtu.be/MiIZlSNAu0E

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Álcool - os efeitos da droga no organismo - Video








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Série especial mostra os efeitos negativos das drogas no organismo. Fique atento, acompanhe nessa animação como seu corpo reage ao álcool e compartilhe com seus amigos.
fonte: http://www.youtube.com/watch?v=EJSWUL7Njmg

O que ocorre com o uso indevido do ÁLCOOL?




O comprometimento à saúde gerado pelo uso indevido de bebidas alcoólicas segue algumas etapas clássicas: sensibilização, uso abusivo, dependência.



  

A sensibilização acontece na juventude, quando beber, e beber muito, significa aceitação pelo grupo, popularidade, poder. Os estudos mostram que quanto mais jovem o indivíduo no momento que se expõe a substâncias psicoativas, entre elas, a principal é o álcool, tanto pior o prognóstico para o desenvolvimento de uma dependência. Isto pode ser compreendido no plano psicológico, pois o indivíduo aprende a reagir sempre da mesma forma diante de qualquer estímulo do meio. Isto é, seja o estresse maior ou menor, agradável ou desagradável, a resposta do indivíduo será sempre buscar o álcool - ou outra droga - para obter alívio de seu desconforto. Assim, o jovem não aprenderá a se conter quando oportuno, a brigar quando necessário, a argumentar nas suas relações pessoais e profissionais. Apenas saberá alterar seu vínculo com os fatos da vida através da ingestão de álcool. De forma correspondente, no plano biológico, ocorre uma mudança estrutural nas células e na comunicação entre elas, sem o desenvolvimento natural de outras vias de transmissão da mensagem, repetindo sempre o mesmo circuito.
O hábito de beber é incentivado através de propaganda, filmes e grupos que não têm alternativa para o lazer. O uso abusivo pode durar muitos anos, e a mudança deste estado para a dependência ocorre de forma tão sutil, que passa despercebida.
O fígado humano é capaz de metabolizar uma determinada quantidade de álcool por hora, com este conhecimento, já se sabe que o homem adulto, consegue metabolizar até três doses de álcool num dia; e a mulher adulta, cerca de duas doses. Isto, considerando um homem e uma mulher de tamanhos médios; e cada dose se refere a um copo/cálice/lata determinado para cada bebida alcoólica.
Portanto, a dependência do álcool, ou o alcoolismo é uma doença adquirida pela repetição de um hábito. Trata-se de uma doença crônica, porque consiste de uma alteração fisiopatológica que, depois de instalada, é irreversível, podendo ocorrer recaídas mesmo após longos períodos de abstinência. Esta doença consiste de busca compulsiva e incontrolável, em que o uso do álcool persiste apesar das conseqüências negativas para o indivíduo.
Para se estabelecer a suspeita de dependência de álcool, algumas perguntinhas básicas (teste CAGE) são fundamentais:
1. Alguma vez o (a) Sr. (a) sentiu que deveria diminuir a quantidade de bebida ou parar de beber?
2. As pessoas o (a) aborrecem porque criticam o seu modo de beber?
3. O (A) Sr. (a) se sente culpado (a) (chateado consigo mesmo) pela maneira como costuma beber?
4. O (A) Sr. (a) costuma beber pela manhã para diminuir o nervosismo ou a ressaca?
No caso de duas respostas afirmativas, o uso de álcool é considerado de risco, mas ainda não é um diagnóstico, que só será firmado por um profissional especializado.
O grau de intoxicação varia conforme dois fatores; a quantidade de bebida ingerida e o tempo decorrido desde a ingestão. O pico de concentração sanguínea máxima é atingido entre 30 e 90 minutos, e é retardada pela ingestão concomitante de alimentos.
As bebidas alcoólicas são eliminadas do organismo de forma complexa: até 10% do álcool ingerido é excretado de forma inalterada pelo suor e pela urina. A maior parte, até 90%, é metabolizada no fígado na primeira etapa para a forma de acetaldeído, responsável por aquele hálito característico, chamado tecnicamente de hálito cetônico. Esta substância resultante é metabolizada em segunda etapa pela enzima aldeído desidrogenase.
O fígado, em média, só consegue metabolizar 10ml de álcool por hora, enquanto isto o álcool continua em circulação por todo o corpo inclusive o cérebro, provocando os seguintes sintomas em ordem de menor para maior gravidade: euforia e excitação; alterações da atenção; alterações da coordenação motora; labilidade emocional; seguidos de piora de todas estas alterações; náuseas e vômitos; amnésia; baixa da temperatura corporal; anestesia; coma e morte.
No passado, era comum acontecer de pessoas intoxicadas procurarem os pronto-socorros e receberem glicose na veia. Este conceito já caiu em desuso, pois este procedimento pode causar prejuízos ainda maiores ao cérebro. O que se sabe, com certeza, é que qualquer quantidade de álcool diminui a vitamina B1 (tiamina) do organismo, e que, no caso de grandes ingestões de bebidas alcoólicas, é importante repor esta carência para proteger todo o sistema nervoso dos prejuízos causados pelo álcool ingerido em grandes quantidades.
Quando a dependência de álcool está adiantada, pode surgir um quadro de sintomas chamado de Síndrome de Abstinência Alcoólica. Para diferenciar os conceitos, é importante esclarecer que a palavra Abstinência isoladamente, significa o ato de abster-se, de privar-se do uso de alguma coisa ou ainda a privação voluntária dos desejos sexuais, seja por preceitos religiosos, em busca do aprimoramento moral ou espiritual, seja a privação, voluntária ou não, de substâncias tais como álcool, heroína. Por outro lado, a Síndrome de Abstinência é um quadro grave e agudo, que se inicia cerca de 6 a24h após a diminuição ou a suspensão do consumo de bebidas alcoólicas, compromete todo o metabolismo da pessoa, caracteriza-se por um conjunto de sintomas, e nem todos podem estar presentes:
• agitação;
• ansiedade;
• alterações de humor (como irritabilidade ou depressão);
• tremores;
• náuseas;
• vômitos;
• taquicardia;
• hipertensão arterial;
As convulsões são outra complicação do uso abusivo e crônico de bebidas alcoólicas e costumam ser do tipo Grande Mal, isto é, tônico-clônicas, quando a pessoa fica com a musculatura rígida, cai, para em seguida passar a se debater. Na maior parte das vezes são episódios isolados e podem ocorrer nas primeiras quarenta e oito horas após a suspensão da substância (mais freqüentemente entre 13 e 14 horas). Uma vez sensibilizado o cérebro, o risco de a convulsão ocorrer novamente em seis meses é de 41%, e em três anos é de 55%.
A Síndrome de Abstinência Alcoólica pode se complicar pelo Delirium Tremens, que, como o nome diz, associa um estado toxi-confusional em que aparece o delírio vívido, com tremores e outras alterações somáticas. Neste caso, a pessoa corre grave risco de vida e deve ser tratada num pronto socorro com recursos clínicos. Ocorre em menos de 5% dos dependentes de álcool quando suspendem o uso, com piora significativa no começo da noite. Os pacientes apresentam vivência delirante, com fala incoerente, demonstram sofrer alucinações visuais e outras distorções da percepção da realidade. Também acompanham agitação; ansiedade; alterações do humor; tremores; náuseas, vômitos; freqüência cardíaca e pressão arterial aumentadas.
Exames de detecção do álcool no organismo:
Para as pessoas que consomem bebidas alcoólicas de forma esporádica, o intervalo de tempo para detecção na urina é de 6 a 48 horas. Até 30 minutos da ingestão ainda não há eliminação de álcool pela urina.
Na circulação do sangue o álcool atinge a concentração máxima entre 30 a 90 minutos. A dosagem da concentração de álcool no sangue - (CAS) ou alcoolemia - costuma ser usada apenas como teste de confirmação.
No bafômetro a concentração de álcool no ar expirado é medida por uma fonte infravermelha, lembrando que até 10% do álcool no organismo é eliminado desta maneira.
Por outro lado, estas dosagens podem ser muito diferentes para as pessoas que consomem bebidas alcoólicas com muita freqüência, porque o metabolismo está alterado: a eliminação total do etanol se faz num período máximo de 48 horas. Nestes casos é importante realizar exames complementares para verificar o grau de desequilíbrio metabólico do paciente.



Referências 
• pubs.niaaa.nih.gov/publications/aa63/aa63.htm
• Maciela C, Kerr-Corrêa F - Psychiatric complications of alcoholism: alcohol withdrawal syndrome and other psychiatric disorders -Instituto de Educação Continuada da PUC Minas e FATEC - MG; Faculdade de Medicina de Botucatu, Unesp - Rev Bras Psiquiatr 2004;26(Supl I)
• http://www.ualberta.ca/~kgtodd/
• van den Brinka W, van Reeb J M. Pharmacological treatments for heroin and cocaine addiction - European Neuropsychopharmacology 13 (2003) 476-487 www.elsevier.com/locate/euroneuro
• Laranjeira R, Nicastri S, Jerônimo C, Marques AC. Consenso sobre a Síndrome de Abstinência do Álcool (SAA) e o seu tratamento http://www.alcoolismo.com.br/deli.htm
• Laranjeira R - coordenador - Usuários de Substâncias Psicoativas, Abordagem, Diagnóstico e Tratamento. CREMESP/AMB, 2ª edição 2003

fonte:http://www.saude.sp.gov.br/cratod-centro-de-referencia-de-alcool-tabaco-e-outras drogas/homepage/tratamento/alcool

fonte Imagens: google imagens

Parceria CRIANÇA SEGURA e Sociedade Brasileira de Atendimento Integrado ao Traumatizado (SBAIT)



O termo de parceria entre a SBAIT e a CRIANÇA SEGURA tem como objetivo estabelecer, entre as partes, a cooperação técnica e científica nas regras e diretrizes para realização de atividades que promovam a prevenção dos acidentes de trânsito e de outras etiologias em crianças.
As ações conjuntas tem a finalidade de proporcionar Intercâmbio de conhecimentos técnicos, científicos e culturais; Atividades de ensino e pesquisa científica; Desenvolvimento de projetos específicos, voltados para ciência e tecnologia; Parcerias para o desenvolvimento de materiais didáticos para cursos; Campanhas de comunicação e Promoção de programas de pesquisa e desenvolvimento, através do intercâmbio de professores e pesquisadores.






Principais ações no Vale do Paraíba.
A CRIANÇA SEGURA fez algumas palestras sobre a prevenção de acidentes com crianças. Uma delas foi para alertar e conscientizar gestantes adolescentes e para as mães de bebês prematuros sobre a prevenção de acidentes nos primeiros anos de vida dos pequenos. Essa palestra foi para o projeto Casulo, da Secretaria Municipal de Saúde de São José dos Campos.
A Criança Segura foi destaque em alguns programas locais. Foram concedidas entrevistas sobre a prevenção de acidentes no Programa Manhã Viva da TV Canção Nova. Uma entrevista para o Programa do Zé Louquinho que também foi ao Vivo no dia sobre a Campanha de Prevenção de acidentes por Afogamento, que foi lançada em março deste ano em nossas redes sociais, além de entrevista para a BAND, devido a vários acidentes envolvendo crianças em três cidades do Vale nesse mês de abril.
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CRIANÇA SEGURA lança Campanha em parceria com a Agência TALENT.

Com o conceito “As crianças não sabem onde está o perigo.”, a campanha busca alertar os pais e cuidadores de crianças de que o perigo pode estar nas coisas mais simples do nosso dia a dia e mostrar que as crianças não tem noção disso.
Uma das peças foi o vídeo “Safe Kids Experiment” que reuniu dezenas de crianças para um experimento em que se comparava monstros e bruxas à produtos de limpeza, baldes e sacos de plástico. Ao perguntar às crianças qual seria o mais perigoso, as respostas foram unânimes: os personagens caracterizados como “do mal”. O filme ilustra este experimento de forma clara e, ainda, traz dados assustadores: 1 criança morre de asfixia por semana, 29 mil morrem envenenadas por ano e 135 mil morrem afogadas em piscinas, rios e baldes por ano. Clique aqui para assistir o vídeo.
Além do vídeo, a Talent desenvolveu outras peças que estão sendo veiculadas nos principais jornais e revistas do país.