Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.
Romanos 8:28

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Saiba como o SAMU lida com 8 mil chamadas todos os dias em São Paulo/SP



São Paulo/SP - A pessoa desmaiou? Está respirando? Está sangrando? A senhora sabe o nome da rua? Pode perguntar a alguém?..." Se uma sequência de perguntas dessas já causa tensão, imagine presenciar 30 diálogos parecidos, simultaneamente, numa mesma sala - e contabilizar, no fim do dia, 8 mil chamadas da mesma natureza. Agora imagine ter de decidir, entre essas 8 mil chamadas, quais serão as 1,2 mil que merecerão ambulâncias. E como escolher de onde elas sairão, com que equipe, para onde levarão o paciente.

Se você acha a gestão da sua empresa tensa, é porque nunca passou um dia no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, o Samu - a central unificada de atendimento a emergências médicas, acionada em qualquer ponto do país pelas teclas 192 do telefone. O pessoal dali lida com informações, como em qualquer organização, mas com um grau muito maior de complexidade, urgência e importância.

Se o Samu trabalhasse com recursos abundantes, a decisão seria simples: enviar carros totalmente equipados para todos os chamados, para socorrer e levar o paciente ao hospital mais próximo. No mundo real de uma cidade como São Paulo, enviar um carro mais equipado que o necessário pode significar ausência de recursos num caso mais grave, surgido em seguida. O mesmo vale para os especialistas, e para os locais de destino: dos cerca de 40 hospitais públicos, filantrópicos e organizações sociais da cidade, é preciso reconhecer qual está mais apto a receber o caso, considerando distância, equipamentos e pessoal disponível.

O desafio é potencializado pelo pisca-pisca incessante das telas dos computadores, alertando para as ocorrências mais graves cujo atendimento esteja levando mais de meia hora. Como o Samu enfrenta a situação?

O filtro tecnológicoA primeira condição para lidar com essa demanda é montar uma estrutura adequada. "Nosso serviço não deve nada a nenhum atendimento de emergência médica de primeiro mundo", diz o médico José Geraldo Conceição, coordenador da Central de Regulação do Samu-SP. O Samu paulistano é o único na América do Sul a ter o certificado da International Academies of Emergency Dispatch (IAED), organização americana que estabelece padrões de atendimento na área de emergência.

Para chegar a essa elite, nos últimos anos o Samu-SP investiu pesado em tecnologia, equipamentos (comprados sobretudo nos Estados Unidos, mas após visitas a vários países) e treinamento.

A padronização e a informatização permitem um ganho de tempo valioso. A cada chamada, o computador vai orientando as perguntas (como as do início do texto). Conforme as respostas, o sistema vai abrindo janelas com mais perguntas. Assim, dá para identificar e começar a prestar o auxílio inicial em 250 tipos de problemas. Esse procedimento só muda em caso de parada cardíaca. Aí, a ambulância é despachada imediatamente.

O pessoal certoObviamente, não é qualquer tipo de pessoa que está apta para a tarefa. É preciso ter gente tranquila, de raciocínio rápido e engajada. Segundo Conceição, é fundamental desenvolver empatia com quem busca socorro. Ele afirma que os funcionários terceirizados da Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência (Avape Net Call Center) têm essa sensibilidade. Sete em cada dez atendentes do 192 da cidade têm algum tipo de deficiência. "Eles têm um acolhimento bárbaro e sentem melhor o que o outro está passando", diz.

Os candidatos a operadores são treinados por dois meses e submetidos a provas. "No primeiro dia, minha fala nem saía", diz a atendente Márcia Torres, 50 anos, que anda com a ajuda de uma bengala e está há um ano e meio no Samu. "Aos poucos, a gente aprende não só a ter calma, como também a acalmar e a orientar quem está desesperado."

Com um salário em torno dos R$ 1,5 mil, também é essencial contratar gente que se motive com recompensas mais intangíveis. "É um trabalho estressante, mas há um encantamento em ajudar", diz Márcia. "Um dia, consegui orientar na reversão de um engasgo e uma parada cardíaca numa recém-nascida. Essa recompensa ninguém paga."

O controle do pessoalCada profissional toma em média 66 decisões vitais por dia, em jornadas de seis horas. Para aguentar o estresse, eles podem relaxar quando sentem necessidade, numa sala com sofás, TV, livros, chá e café. Também têm psicólogos à disposição para conversar.

Para garantir o desempenho, 7% das chamadas são monitoradas por uma auditoria independente. Numa delas, uma atendente seguia o protocolo burocraticamente, enquanto do outro lado da linha a irmã de uma mulher que estava dando à luz se desesperava. A moça acabou parindo sem socorro. Quando se percebem falhas no atendimento, o operador volta às salas de aula do próprio Samu ou é posto ao lado de atendentes exemplares para absorver as boas práticas.

O segundo filtroAssim que as informações iniciais foram colhidas, o chamado é passado para a sala ao lado, também na sede do Samu-SP, no Bom Retiro. Lá ficam os despachadores. São 20 por turno, separados em cinco fileiras, que atendem as diferentes regiões da cidade. Cada um monitora três telas: uma para as chamadas que entraram; a segunda para os hospitais e serviços disponíveis - ela pode informar em qual hospital há, por exemplo, um neurocirurgião; e uma terceira que permite saber a localização das ambulâncias, por meio de uma tecnologia de localização similar ao GPS.

Na parede à sua frente também há TVs sintonizadas em canais de notícias e programas policiais. Uma tela central atualiza a cada hora estatísticas dos atendimentos realizados, os em aberto e as ambulâncias disponíveis. Na parede dos fundos, outra TV os conecta à central dos Bombeiros. Um PM fica entre eles, para evitar duplicidade de atendimentos.

Os chamados são classificados de acordo com a urgência. Os de nível 1, chamados Eco, têm prioridade máxima: devem ser atendidos em até dez minutos. "Pintou um Eco, a equipe sai", diz Conceição. Os seguintes, Delta, também são urgentes, mas não envolvem parada cardíaca. Dos 177 chamados nas telas na tarde em que visitei a central do Samu, oito eram Delta - e esperavam socorro havia mais de meia hora. Há ainda os atendimentos Charlie, de gravidade intermediária, os Bravo e os Alfa.

O controle do sistemaComo em qualquer serviço público, os recursos são limitados. "Precisaríamos ter o dobro do tamanho", diz Conceição. Os gargalos do próprio Samu são acentuados pelos problemas do sistema de saúde como um todo. É comum que hospitais sem leitos suficientes retenham as macas das ambulâncias - fazendo com que as equipes fiquem impossibilitadas de prestar outros socorros. Na tarde da visita, mais de 60 ambulâncias estavam presas em hospitais, quase metade do total. Nesse ambiente complexo, nem sempre o sistema automático é suficiente. Por isso, o Samu mantém na sala dos despachadores uma equipe de enfermeiros e médico que pode alterar a lista de prioridades - ou interceder na chamada telefônica para tentar resolver um caso.

Alocação de recursosMuitas vezes, não há tempo para enviar o atendimento adequado - o velho dilema entre a rapidez e a qualidade. Por isso, além das 122 ambulâncias, o serviço tem 38 motos. Conduzidas por auxiliares de enfermagem, elas prestam os primeiríssimos socorros, sobretudo em acidentes de trânsito e no horário de rush, quando sirenes e giroflexes não fazem as ambulâncias chegarem mais rápido.

Como um exemplo da constante preocupação com a distribuição de recursos, Conceição conta que, no desastre da TAM, em 1996, vários médicos do hospital Jabaquara correram ao local carregando equipamentos cirúrgicos, para tentar ajudar. "Despachei todo mundo de volta! Quem é treinado para cuidar de emergência são socorristas. Cirurgiões ajudam muito mais no hospital", diz ele.

Em algumas situações, porém, o problema é o da impossibilidade de socorro. Conceição lembra de uma vez em que seu time foi agredido por traficantes para impedir o socorro a um rapaz que eles haviam emasculado. A equipe voltou, e o rapaz morreu. "A primeira regra da emergência é salvaguardar sua equipe."

Os falsos problemasOs atendentes também têm de lidar com outros tipos de pressão. Algumas pessoas se identificam como jornalistas ou familiares de políticos, para tentar um atendimento mais rápido. A orientação é seguir a prioridade do sistema. Há quem os chame para socorrer animais - e o Samu é obrigado por lei a prestar esse serviço. Donos de bares os convocam para retirar bêbados. Quando é possível identificar essas "urgências", elas vão para o fim da fila. Quando não, a viagem é perdida. Por isso, nos casos de longa espera, antes de mandar a ambulância os despachadores ligam para o telefone de contato, perguntando se o serviço ainda é necessário.

Há também os trotes: uma média mensal de 4,1 mil feitos por crianças e outros 2,1 mil por adultos. Quando não são identificados, fazem com que equipes caras e treinadas deem um passeio à toa pela cidade.  

Data: 09/11/2013 / Fonte: Época Negócios 

sábado, 16 de novembro de 2013

[livro] CD - Crescimento e Desenvolvimento Infantil / download

Conteúdo


Adotar medidas para o crescimento e o desenvolvimento saudáveis, como recomendado na Reunião de Cúpula em Favor da Infância (Nova York, 1990) e na Conferência Internacional de Nutrição (Roma,
1992), significa garantir um direito da população e cumprir uma obriga ção do Estado.
O crescimento e o desenvolvimento são eixos referenciais para todas as atividades de atenção à criança e ao adolescente sob os aspectos biológico, afetivo, psíquico e social.
Uma das estratégias adotadas pelo Ministério da Saúde, a partir de 1984, visando a incrementar a capacidade resolutiva dos serviços de saúde na atenção à criança, foi a de priorizar cinco ações básicas de saúde que possuem comprovada eficácia (promoção do aleitamento materno, acompanhamento do crescimento e desenvolvimento, imunizações, prevenção e controle das doenças diarréicas e das infecções respiratórias agudas). Tais ações devem constituir o centro da atenção a ser prestada em toda a rede básica de serviços de saúde. E, nesse sentido, o Ministério da Saúde estabeleceu normas técnicas, definiu instrumentos operacionais e promoveu a capacitação de recursos humanos.

Formato: PDF
Número de páginas: 100
Tamanho: 3.46 MB

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Os certos na administração de medicamento Enfermagem - download

Erros na administração de medicamentos trazem à tona a responsabilidade da categoria de enfermagem. Ao realizar a ação de modo adequado possibilita a prevenção do erro e conseqüentemente o erro real. Neste post vocês tem a disposição uma coletânea de arquivos em PDF, WORD e PowerPoint sobre  os 8, 9, 10 certos na Administração de medicamentos pela enfermagem.

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Manual Instrutivo da Rede de Atenção às Urgências e Emergências no Sistema Único de Saúde (SUS) - download

Manual Instrutivo da Rede de Atenção  às Urgências e Emergências  no Sistema Único de Saúde (SUS)  - download

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Novembro Azul - MÊS MUNDIAL DE COMBATE AO CÂNCER DE PRÓSTATA


Preconceito, falta de informação, ideias equivocadas… Estas são algumas das características do comportamento masculino quando o assunto é saúde, sobretudo quando envolve a próstata. O assunto é delicado, todos sabemos. Por isso, surgiu a ideia de desenvolver uma Campanha especialmente voltada ao esclarecimento do tema e quebra de paradigmas, para mudar de vez o cenário nacional, que traz números cada vez mais alarmantes sobre o Câncer de Próstata.



DOWNLOADS

Cartilha Câncer de Próstata - Um Toque de Conscientização

Esta cartilha ilustrada mostra o que é a próstata e como se desenvolve o câncer na região, além de apresentar informações para os homens cuidarem da saúde.

Tabela de Exames do Homem

Esta tabela foi elaborada para orientar os homens sobre os principais exames que eles devem realizar ao longo da vida, quando e por que eles devem ser feitos.

12 Toques Sobre o Câncer de Próstata

Informações sobre o que é a doença, os tratamentos disponíveis, os fatores de risco, os exames necessários para o diagnóstico e as formas de prevenção.

12 Toques do Bem

Um guia com dicas e cuidados que vão ajudar o homem a viver com mais saúde e qualidade de vida, com dicas de alimentação, exercícios físicos e exames.
Fonte: http://umtoqueumdrible.ladoaladopelavida.org.br/campanha

A ENFERMAGEM E SEUS SÍMBOLOS

12 de maio é o dia reservado no calendário mundial para honrar um dos profissionais mais importantes da área da saúde, o enfermeiro. A data foi escolhida para homenagear a enfermeira Florence Nightingale, nascida em 12 de maio de 1820. Florence, depois de muito estudo e dedicação, foi para a Guerra da Criméia onde liderou 38 voluntárias e organizou o hospital de campanha. Lá percorria as enfermarias atendendo aos doentes à noite, por isso recebeu o apelido de “Dama da Lâmpada”. Lâmpada que iluminou o caminho de muitos doentes e que se tornou o símbolo da enfermagem.


O Conselho Federal de Enfermagem (COFEN), realizou em abril de 1999 a uma assembleia que padronizou os elementos simbólicos como a pedra, a cor e o Brasão ou marca que representará a Enfermagem, em anéis e outros acessórios que venham a ser utilizados em nome da profissão, a serem utilizados nas solenidades de formaturas ou representativas da profissão. 


Conheça agora quais são os símbolos que representam a Enfermagem e o juramento da profissão:


Os símbolos que são estampados em brasões, anéis e acessórios são diferentes para o graduado em enfermagem e para o técnico e auxiliar de enfermagem

- Enfermeiro: 
Lâmpada e cobra + cruz 

Significados:

Lâmpada: caminho, ambiente;
Cobra: magia, alquimia;
Cobra + cruz: ciência;


- Técnico e auxiliar de enfermagem:

Lâmpada e seringa

Significados:

Lâmpada: caminho, ambiente;
Seringa: técnica


A cor escolhida para representar a profissão é a verde significando paz, tranquilidade, cura, saúde. A pedra símbolo é Esmeralda.


O juramento aprovado pela COFEN é o seguinte:

“Solenemente, presença de Deus e desta assembleia, juro:
dedicar minha vida profissional a serviço da humanidade, exercendo a enfermagem com consciência e fidelidade; guardar os segredos que me forem confiados; respeitar o ser humano desde a concepção até depois da morte; não praticar atos que coloquem em risco a integridade física ou psíquica do ser humano; atuar junto à equipe de saúde para o alcance da melhoria do nível de vida da população; manter elevados os ideais de minha profissão, obedecendo aos preceitos da ética, da legalidade e da moral, honrando seu prestígio e suas tradições.”.


Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com certificado 
http://www.portaleducacao.com.br/enfermagem/artigos/51422/a-enfermagem-e-seus-simbolos?utm_source=ALLINMAIL&utm_medium=email&utm_content=61440089&utm_campaign=Top%2010%20-%20079%20-%20Enfermagem&utm_term=y.jm.lt92.yuw2bi.b.ecu.q.hd#ixzz2koTAXa1R

Queimadura por eletricidade: Veja o que pode e o que não pode ser feito

Quando a corrente elétrica incide pelo corpo, causa lesões nos tecidos conforme a descarga vai ocorrendo. A vítima apresentará queimadura de contato no ponto de entrada e outra queimadura no ponto de saída. A primeira coisa a ser feita neste caso é cortar imediatamente a energia.


Em hipótese alguma a pessoa que está sendo eletrocutada pode ser tocada por outra pessoa quando a mesma ainda está em contato com a corrente elétrica. Porém se as pessoas próximas ao acidente não conseguirem cortar a energia elétrica, uma opção é desligar a com um cabo de madeira, já que a madeira é um isolante elétrico, ou seja, não conduz a eletricidade. 


Depois de afastar a pessoa da corrente elétrica, é importante que a mesma seja tocada com muito cuidado, e deve ser levada até o hospital caso ela apresente queimaduras e/ou outros problemas decorrentes da forte descarga elétrica. A pessoa pode apresentar sérios problemas internos devido às queimaduras que só poderão ser descobertas no hospital. 


Lembrando que para mover a vítima não pode ser utilizado nenhum utensílio úmido ou molhado (ex: toalhas), afinal a água é um condutor elétrico. 

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com certificado 
http://www.portaleducacao.com.br/enfermagem/artigos/51559/queimadura-por-eletricidade-veja-o-que-pode-e-o-que-nao-pode-ser-feito?utm_source=ALLINMAIL&utm_medium=email&utm_content=61440088&utm_campaign=Top%2010%20-%20079%20-%20Enfermagem&utm_term=y.jm.lt92.yuw2bi.b.ecu.q.hd#ixzz2koSdtBcc

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Conheça os principais perigos no ambiente doméstico para a criança




Na rua
No Carro

Crianças com menos de 10 anos devem sentar no banco de trás, transportadas em cadeiras de segurança de acordo com o seu tamanho e até os 36Kg. Acima de 1,45m de altura elas devem utilizar o cinto de segurança do veículo, de preferência o de 3 pontos.

Atravessando a rua

Ensine ao seu filho a parar na calçada ou no canto da rua e olhar para os dois lados antes de atravessar. Crianças com menos de 10 anos não devem atravessar a rua sozinhas e quando acompanhada de um adulto, deve ser segurada pelo pulso.

Sinais de trânsito

Ensine ao seu filho a respeitar faixas de pedestres e os sinais de trânsito.

Sala

Janelas e sacadas

Cuidado com as quedas! Instale sempre grades ou redes de segurança em
suas janelas e sacadas.

Escadas

Use portões de segurança no topo e no pé das escadas. 
Tomadas: para evitar os choques, cubra todas as tomadas que não estão 
em uso e proteja fios desencapados.

Móveis

Cuidado com quinas afiadas e mantenha os móveis longe de janelas e cortinas.

Cozinha e área de serviço

Temperatura da água

Para evitar queimaduras, teste a temperatura da água com o dorso da mão ou com o cotovelo antes do banho.

Medicamentos

Tranque o armário de medicamentos, vitaminas, anti-sépticos bucais e demais produtos que ofereçam perigo de intoxicação.

Banheira

Um simples descuido pode causar morte por afogamento. Por isso, supervisione sempre uma criança tomando banho.

Utensílios e aparelhos

Guarde utensílios afiados e aparelhos como lâminas de barbear, tesouras e secadores de cabelo fora do alcance das crianças.

Vaso sanitário

As crianças, especialmente as mais novas, podem se afogar em apenas 2,5 cm de água. Por isso, cuidado com o vaso sanitário.

Quarto

Brinquedos

Ao escolher brinquedos sempre considere a idade, a habilidade da criança e busque sempre o selo do Inmetro. Evite brinquedos com pontas afiadas como flechas e os que produzem sons altos.

Berço

Sufocações podem ser causadas por brinquedos, travesseiros e lençóis dentro do berço. As grades do berço devem ter no máximo 5cm entre elas.

Móveis

Cuidado com quinas afiadas e mantenha os móveis longe de janelas e cortinas.

Cozinha e área de serviço

Fogão

Use as bocas de trás e vire o cabo das panelas para o centro do fogão.

Fósforos e álcool

Com fogo não se brinca! Mantenha fósforos, isqueiros e álcool fora do alcance das crianças.

Comidas e bebidas quentes

Muitas crianças até 14 anos atendidas em pronto-socorros são vítimas de queimaduras e escaldamentos. Comidas e bebidas quentes devem ficar longe das crianças.

Facas e objetos cortantes

Cuidado com objetos de vidro, cerâmica e facas.

Baldes, bacias e caixa-d’água

As crianças podem se afogar em apenas 2,5 cm de água. Por isso, esvazie todos os baldes e embalagens, guarde-os virados para baixo e fora do alcance das crianças. Quanto a caixa-d’água, mantenha-a sempre com a tampa e amarrada ao reservatório.

Produtos de limpeza

Os produtos de limpeza devem estar trancados e fora do alcance das crianças.

Sacos plásticos

Para evitar riscos de sufocação, mantenha sacos plásticos longe do alcance das crianças.

Área de lazer

Piscina

As crianças devem sempre ser supervisionadas por um adulto quando estiverem próximas de água. Instale cercas de isolamento em todos os lados da piscina, com no mínimo 1,5 m de altura, e portões com travas. No caso de piscina infantil, esvazie-a imediatamente após o uso. Ela deve ser guardada virada para baixo e fora do alcance das crianças. 

Plantas tóxicas

Veja quais plantas dentro e ao redor de sua casa são venenosas e, remova-as ou deixe-as inacessíveis para as crianças.

Lajes

Nunca deixe que seus filhos brinquem na laje da casa. As quedas são quase sempre fatais.

Playground

Quedas representam as mais severas lesões. O risco é quatro vezes maior se a criança cai de um brinquedo mais alto que 1,5 m. Verifique se os equipamentos são apropriados para a idade de seu filho e fique atento aos perigos, como ferrugem, superfícies instáveis ou quebradas.

Pipa

Ensine ao seu filho a empinar pipa só em lugares abertos e longe de fios elétricos.

Capacete

Proteja seu filho com um capacete apropriado quando estiver andando sobre rodas. O capacete pode reduzir o risco de lesões na cabeça, inclusive traumatismo craniano, em até 85%.


fonte: http://www.criancasegura.com.br/pop-casa-segura.htm#1


Homenageando vidas no Dia Mundial em Memória às Vítimas de Trânsito - 17 nov



Cerca de 1,2 milhão de pessoas morrem por ano vítimas de acidentes de trânsito, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Somente no Brasil, são 43 mil fatalidades no mesmo período, sendo quase 2 mil crianças, de acordo com dados do Ministério da Saúde – Datasus.
São muitas vidas perdidas e um luto permanente para amigos e familiares destas pessoas.
Por isso mesmo, a ONG CRIANÇA SEGURA quer homenagear as vítimas destes acidentes e, ao mesmo tempo, fazer um apelo para que todos colaborem para um trânsito mais seguro neste próximo dia 17. Todo ano, no terceiro domingo de novembro, celebra-se o Dia Mundial em Memória às Vítimas de Trânsito.
Que tal imprimir este cartaz com o símbolo desta data e tirar uma foto sua mostrando a imagem em algum lugar bacana da sua cidade?
Poste no Facebook, no Twitter e no Instagram com a hashtag#trânsitoseguro para lembrar a todos que é isso que quer! Tanto pelos que já se foram, quanto para os que ainda estão nas ruas e estradas deste mundo.
Você também pode nos mandar por e-mail e nós postamos no nosso Facebook!
contato@criancasegura.org.br
Agradecemos o esforço para lembrarmos este dia tão importante.
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