Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.
Romanos 8:28

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Curso Acls Uberlândia 06 e 07 Abril 2013 -Matrículas Abertas


Curso Acls Uberlândia 06 e 07 Abril 2013 -Matrículas Abertas

Certificado por American Heart Association.
Novas Diretrizes AHA 2010.
Público alvo:Médicos, Enfermeiros Fisioterapêutas e alunos do sexto ano de Medicina.
Datas: 06 e 07 Abril 2013
Local:Carlton Plaza Hotel Uberlândia
Valor: 5X R$296,00 (Cheques pré -datados/VISA/MASTERCARD)+ 40,00 (taxa sedex para envio do livro)
Material de Estudo: Manual do ACLS
Informações: 0800 771  1012
(vivo) (14) 97970190
(oi) (14)8820-1016
(tim) (14)8134-7696
(claro) (14)9135-6614

Curso Also 2013 Vitória - ES 9 e 10 de março 2013


MAIS INFORMAÇÕES :http://www.cursosfutura.com.br  ou  0800 771-7012

Curso ACLS Manaus 21,22 e 23 e 24 Março 2013





Certificado por American Heart Association.
Novas Diretrizes AHA 2010.
Público alvo:Médicos, Enfermeiros Fisioterapêutas e alunos do Sexto ano de Medicina.
Datas:  1ª  turma 21,22 e 2ª turma  23 e 24 Março 2013
Local: UES-Carvalho Leal, 1777  Cachoeirinha Manaus
Local:Valor: 5X R$340,00 (Cheques pré -datados/VISA/MASTERCARD)
Material de Estudo: Manual do ACLS
Informações: (fixo) 0800 771  1012
Contato Local: Enfª Viviane:
 (vivo) 9231 -9328
(tim) 8157 9328
(vivo) (14) 97970190
(oi) (14)8820-1016
(tim) (14)8134-7696
(claro) (14)9135-6614

Curso ACLS Uberaba 18 e 19 deMaio 2013 – Matrículas Abertas!!


Curso ACLS Uberaba 2013 – Matrículas Abertas!!


Certificado por American Heart Association.
Novas Diretrizes AHA 2010.
Público alvo:Médicos, Enfermeiros Fisioterapêutas e alunos do Sexto ano de Medicina.
Local:UNIUBE
Investimento:Valor: 5X R$296,00 (Cheques pré -datados/VISA/MASTERCARD)
Material de Estudo: Manual do ACLS
Informações: 0800 771  1012

(vivo) (14) 97970190
(oi) (14)8820-1016
(tim) (14)8134-7696
(claro) (14)9135-6614



Curso Picc Uberaba 27 e 28 Abril 2013 Matrículas Abertas!!




Curso de habilitação para utilização, inserção, manutenção e cuidados com cateter central de inserção periférica (PICC-CIPP)adulto/pediátrico/neonatal
Data: 27 e 28 Abril  2013 ( sábado e domingo) das 8:00 às 18:00
Local:Auditório Unimed Uberaba -Alor Prata n° 294
Nº de Vagas: 30
Carga Horária:20 horas
Investimento:4x 149,00 cheques ou VISA MASTERCARD, a vista 5% desconto.
Ligue: 0800 771 7012 
vivo (14) 9745 7635/9795 0190
oi (14) 8820 1016
claro(14)9135 6614
Instrutora: Profª Ms. Luciene Muniz Braga
Enfermeira Assistencial em UTI Neonatal e Pediátrica
Enfermeira Especialista em Infecção Hospitalar-Universidade Federal de Minas Gerais-UFMG
Mestreem Ciências da Saúde – Área de concentração Pediatria-Instituto dos Servidores do Estado de Minas Gerais, IPSEMG.
Doutorandaem Ciências da Saúde – Área de concentração Pediatria-Instituto dos Servidores do Estado de Minas Gerais, IPSEMG
Professora Assistente do Departamento de Medicina E Enfermagem da Universidade Federal de Viçosa-UFV.
Instrutora de Cursos Picc desde 2003 Trainee em Picc Bd.
Público Alvo: Enfermeiros, Médicos e Graduandos do último período de Enfermagem
Programa
8:00 – Abertura e entrega de materiais
8:15 – Histórico da terapia intravenosa/Qualificação Profissional
9:00 – 10:00 A qualidade da terapia intravenosa baseada na ética
e na segurança
10:00 – 10:15  Coffee break
10:15 – 11:00 Conceito de PICC/Indicação x Contra indicação
11:00 – 13:00 Anatomia dos vasos sanguineos
13:00 – 14:00 Almoço
14:00 – 15:00 Propriedades das soluções intravenosas
15:00 – 15:30 Seleção do cateter
15:30 – 15:40 Coffee-Break
15:40 – 17:00 Complicações relacionadas ao Picc e
Intervenções de Enfermagem
17:00 – 18:00 Cuidados de manutenção e remoção/Protocolos
 8:00 – 09:30 Infecção relacionada ao Picc
9:30 – 09:40 Coffee break
09:40 – 12:00 Demostração prática
da Inserção
12:00 – 13:00 Almoço
13:30 – 16:30 Aula prática de inserção do
PICC realizada por cada participante
16:45 – 17:30 Avaliação escrita
18:00  Encerramento
 MATERIAL FORNECIDO: 01 APOSTILA DE PRÉ ESTUDO, 01 APOSTILA IMPRESSA , 01  CD, 01 CERTIFICADO
CERTIFICADO VÁLIDO EM TODO O TERRITÓRIO NACIONAL E EMITIDO NO FINAL DO CURSO
VAGAS LIMITADAS!!
INSCRIÇÕES LIGUE GRÁTIS: 0800 771 7012



Curso PICC Vitória 02 e 03 Fevereiro 2013





Curso de habilitação para utilização, inserção, manutenção e cuidados com cateter central de inserção periférica (PICC-CIPP)adulto/pediátrico/neonatal
Público Alvo: Enfermeiros, Médicos e Graduandos do último ano de Enfermagem
Data:02 e  03   Fevereiro  2013 (sábado e domingo) das 8:00 as 18:00
Local: Hotel Canto do Sol – Avenida Dante Michelini, 3957 Vitória -ES
Valor:  R$149,00 (Cheques pré -datados/VISA/MASTERCARD)
Informações: 0800 771  1012 0u
(vivo) (14) 97970190
(oi) (14)8820-1016
(tim) (14)8134-7696
(claro) (14)9135-6614
Conta para depósito
Banco Brasil Ag:0133-3 – C/C 22361-1  – CNPJ 11 126 367/0001-72- Favorecida Zamignan e Zamignan
Para pagamento em cheques e no cartão de Crédito ligue 0800 771 7012 de fone fixo
Instrutora:Profª Ms. Luciene Muniz Braga
Enfermeira Especialista em Controle de Infecção Hospitalar. Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, PUC Minas.
Mestre em Ciências da Saúde – Área de concentração Pediatria-Instituto dos Servidores do Estado de Minas Gerais, IPSEMG Título da dissertação: Cateter Central de Inserção Periférica CCIP: Investigação Prospectiva em Recém-nascidos Submetidos à Terapia Intravascular, Ano de Obtenção:2006.
Professora Assistente do Departamento de Medicina e Enfermagem da Universidade Federal de Viçosa-UFV.
Instrutora de Cursos Picc desde 2003
Tariner em Picc pela BD.
Programa
8:00 – Abertura e entrega de materiais
8:15 – Histórico da terapia intravenosa/Qualificação Profissional
9:00 – 10:00 A qualidade da terapia intravenosa baseada na ética
e na segurança
10:00 – 10:15  Coffee break
10:15 – 11:00 Conceito de PICC/Indicação x Contra indicação
11:00 – 13:00 Anatomia dos vasos sanguineos
13:00 – 14:00 Almoço
14:00 – 15:00 Propriedades das soluções intravenosas
15:00 – 15:30 Seleção do cateter
15:30 – 15:40 Coffee-Break
15:40 – 17:00 Complicações relacionadas ao Picc e
Intervenções de Enfermagem
17:00 – 18:00 Cuidados de manutenção e remoção/Protocolos
 8:00 – 09:30 Infecção relacionada ao Picc
9:30 – 09:40 Coffee break
09:40 – 12:00 Demostração prática
da Inserção
12:00 – 13:00 Almoço
13:30 – 16:30 Aula prática de inserção do
PICC realizada por cada participante
16:45 – 17:30 Avaliação escrita
18:00  Encerramento
 MATERIAL FORNECIDO: 01 APOSTILA DE PRÉ ESTUDO, 01 APOSTILA IMPRESSA , 01 , CERTIFICADO
CERTIFICADO VÁLIDO EM TODO O TERRITÓRIO NACIONAL E EMITIDO NO FINAL DO CURSO
VAGAS LIMITADAS!!
INSCRIÇÕES LIGUE GRÁTIS: 0800 771 7012

Curso habilitação para acesso venoso via cateterismo umbilical - Manaus 16 e 17 de março 2013

Curso habilitação para acesso venoso via cateterismo umbilical - Manaus 16 e 17 de março 2013

MAIS INFORMAÇÕES: http://www.cursosfutura.com.br ou 0800 771-7012

Curso Acesso Via Cateterismo Umbilical 02 e 03 Fevereiro 2013 Florianópolis






Habilitação para Acesso Via Cateterismo Umbilical Venoso e Arterial
Data:02 e 03 fevereiro  2013
Local: Slaviero Executive Florianópolis -Avenida Desembargador Vítor Lima, 380 – Trindade
Florianópolis SC
Investimento: 4xR$ 120,00 (cheques pré -datados, Cartões Visa e Master Card).
Carga Horária:20h
Público Alvo: Enfermeiros, Médicos e Graduandos do último período de Enfermagem
Instrutora:Profª Ms. Luciene Muniz Braga
Enfermeira Especialista em Controle de Infecção Hospitalar. Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, PUC Minas.
Mestre em Ciências da Saúde – Área de concentração Pediatria-Instituto dos Servidores do Estado de Minas Gerais, IPSEMG Título da dissertação: Cateter Central de Inserção Periférica CCIP: Investigação Prospectiva em Recém-nascidos Submetidos à Terapia Intravascular, Ano de Obtenção:2006.
Professora Assistente do Departamento de Medicina e Enfermagem da Universidade Federal de Viçosa-UFV.
Instrutora de Cursos Picc desde 2003
Tariner em Picc pela BD.
Conteúdo Programático:
- Ética e Legislação Profissional emda Terapia Intravenosa do Cateterismo Umbilical
- Anatomia dos vasos umbilicais
- Circulação fetal
- Cateteresutilizados no cateterismo umbilical
- Finalidades, vantagens
- Indicações e contra- indicações
- Manutenção do cateter umbilical
- Preparo para o procedimento
- Técnica de inserção do cateter umbilical
- Sistematização da assistência de enfermagem no atendimento ao recém-nascido com diagnóstico de enfermagem Risco para Trauma Vascular (NANDA 2012-2014) (“Complicações do cateter umbilical”)
- Intervenções de enfermagemao Rn com diagnóstico de enfermagem  Risco para Trauma Vascular no pré, trans e pós cateterismo umbilical
- Avaliação radiológica pós cateterismo umbilical
- Prática realística (passagem de um cateter em simulador)
- Avaliação:
• Teste (avaliação de conhecimento)
• Avaliação prática (simulação da cateterização umbilical)
Resolução Cofen:Nº 388/2011 -Normatiza a execução, pelo enfermeiro, do acesso venoso, via cateterismo umbilical.
Art. 1º No âmbito da equipe de Enfermagem, o acesso venoso, via cateterismo umbilical, é um procedimento privativo do Enfermeiro, observadas as disposições legais da profissão.
 Parágrafo único O Enfermeiro deverá estar dotado dos conhecimentos, competências e habilidades que garantam rigor técnico-científico ao procedimento, atentando para a capacitação contínua necessária à sua realização.
Informações 0800 7717012
vivo (14) 9745 7635/9795 0190
oi (14) 8820 1016
claro(14)9135 6614
tim (14)8134 7696
Para se matricular, preencha a ficha de inscrição e nos encaminhe.
Caso você optar por cartão de crédito deverá ligar de fixo no 0800 771 1012  para efetuar o pg.
Pagamento com cheques-pré datados: A 1ª parcela deverá ser paga através de depósito/transferência em conta corrente, as outras 03 parcelas, com cheques pré-datados para 30/60/90 dias da data do curso e poderão ser entregues no dia do evento.
Dados Bancários: Banco do Brasil Ag 0133-3 C/C 22361-1  Favorecida: Zamignan & Zamignan
CNPJ 11.126.367/0001-72 .
Enviar comprovante para atendimento@cursosfutura.com.br ou fax 14 -3496 1016

CURSO TLSN MANAUS 2013 – 02 E 03 (Quinta e Sexta), 04 E 05 (Sábado e Domingo) De Maio – Matrículas Abertas!!!





CURSO TLSN MANAUS 2013
Trauma Life Support for Nurses
 Informações e Inscrições: 0800 771 7012
 www.cursosfutura.com.br  atendimento@cursosfutura.com.br
 Data: 02 E 03 (Quinta e Sexta), 04 E 05 (Sábado e Domingo)  De MAIO 2013 
MANAUS/AM 
 Investimento: 5x  R$ 298,00 VISA/MASTER/Cheques pré-datados
 Certificação: Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, apoio Disciplina de Cirurgia Geral e Disciplina do Trauma da Faculdade de Medicina da USP,.Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP – FMUSP.
 Duração: 16 horas desenvolvidos em 2 dias.
 Público: Enfermeiros
 Objetivos:
-Habilitar a prestar um atendimento de qualidade e em equipe á vítima de trauma.
-Conhecer a sistematização do atendimento ao politraumatizado.
-Conhecer o papel específico do enfermeiro e suas responsabilidades.
-Conhecer materiais e equipamentos imprescindíveis para o atendimento á vítima de trauma.
 Histórico: TLSN iniciou na década de 90 em MARYLAND INSTITUTE for EMERGENCY MEDICAL SERVICES & SYSTEMS (MIEMSS), de responsabilidade da enfermeira MARY BEACHLEY do TRAUMA SHOCK CENTER da UNIVERSIDADE DE MARYLAND, da cidade de BALTIMORE nos ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA.
Brasil: A coordenação do TLSN é da Divisão de Clínica Cirúrgica III, Serviços de Cirurgia Geral e Cirurgia de Emergência do Hospital das Clínicas da FMUSP, com apoio das Disciplinas de Cirurgia Geral e do Trauma do Departamento de Cirurgia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
 Programa: Desenvolvido por meio de atividades práticas, apresentações teóricas, discussões em grupo e avaliação.
 Teoria:
-Mecanismos do Trauma
-Trauma de Crânio e Coluna Cervical
-Trauma Pediátrico
-Trauma no Idoso
-Avaliação Inicial Primária e Secundária
-Trauma na Gestante
-Hipotermia
-Queimaduras
-Prevenção no Trauma
-Documentação e Registro
-Protocolo e Procedimentos de Ressuscitação
-Transferência e Transporte
-Trauma de Extremidades
-Triagem
Prática:
-Avaliação Primária e Secundária
-Procedimentos (Acesso Venoso/Punção Intra – óssea /cateterismo)
-Vias Aéreas / Ventilação
-Imobilização / Avaliação Neurológica
 SERÁ DISPONIBILIZADO: (MANUAL TLSN, PRÉ E PÓS TESTE, GABARITO, FICHA DE INSCRIÇÃO, CARTA DE APRESENTAÇÃO 30 DIAS ANTES DO EVENTO).

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Rio - Teste do Coraçãozinho agora é lei

video


A realização do oximetria de pulso (teste do coraçãozinho), exame que detecta doenças cardíacas congênitas em bebês recém-nascidos, passou a ser obrigatória no estado do Rio de Janeiro. A oferta é garantida pela lei 6.350/12, aprovada pela Assembleia Legislativa esta semana. Sabendo da importância do exame, a Secretaria de Estado de Saúde já havia se antecipado à lei implantando o serviço em agosto de 2012, tornando o Hospital da Mulher Heloneida Studart, em São João de Meriti, o primeiro da rede pública brasileira a fazer o exame em todos os bebês nascidos na unidade.

Indolor e prático, o exame leva menos de 5 minutos para ser realizado e detecta problemas no coração do bebê antes de aparecerem os sintomas. Cerca de 30% de crianças que nascem com cardiopatia complexa, não desenvolvem sintomas e ganham alta. As cardiopatias são diagnosticadas tardiamente e o bebê acaba correndo risco de morrer se não for operado logo. O teste do coraçãozinho consegue diminuir em 10% a mortalidade infantil porque aumenta as chances de sobrevida do bebê cardiopata.

Inaugurado no segundo semestre de 2012, o Hospital Estadual da Mãe, em Mesquista, também está realizando o teste do coraçãozinho em todos os bebês que precisam ficar internados na Unidade Intensiva neonatal.

Como é feito o teste? - Duas pulseiras são colocadas na mão direito e em um dos pés do bebê. Elas servem para medir a quantidade de oxigênio no sangue, através de um monitor ligado as pulseiras. Se a taxa de oxigênio estiver abaixo de 95%, será necessário repetir o exame e caso o resultado permaneça, o bebê deve ser encaminhado para realizar o exame de ecocardiograma e, então, detectar a cardiopatia. A oximetria de pulso tem especificidade de 99%, ou seja, significa que aqueles exames que obtiveram resultado negativo, tem grande porcentagem de não ter a doença.

Para todos os bebês - Além do Hospital da Mulher, a realização do exame se estenderá a todas as maternidades da rede estadual. A ideia é que isso aconteça já no início de 2013.

fonte: http://www.portaldaenfermagem.com.br/plantao_read.asp?id=3269
 SES - Rio | Postado no Portal da Enfermagem

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Enfermeiros podem prescrever medicamentos antimicrobianos


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou uma nota de esclarecimento sobre a competência dos profissionais de enfermagem para prescreverem medicamentos antimicrobianos.
A norma em vigor que dispõe sobre o controle de medicamentos antimicrobianos de uso sob prescrição é a RDC nº 20/201, que substituiu todas as normas anteriores que abrangiam o tema e revogou a RDC n° 44/2010. No capitulo II da atual norma, está previsto que a prescrição dos medicamentos abrangidos pela resolução deverá ser realizada por profissionais legalmente habilitados.
Desta forma, o entendimento da Anvisa é que, conforme a Lei Nº 7498/86, os profissionais enfermeiros devidamente habilitados poderão prescrever os medicamentos antimicrobianos quando estabelecidos em programas de saúde pública e em rotina aprovada pela instituição de saúde. A prescrição, entretanto, não pode ser realizada no setor privado.
A Anvisa esclarece ainda que não tem competência legal para regulamentar questões acerca do exercício profissional de nenhuma categoria profissional. Tal função cabe aos conselhos de classe de cada categoria.
ABAIXO A ÍNTEGRA NA NOTA DE ESCLARECIMENTO DA ANVISA
Agência Nacional de Vigilância Sanitária
Nota de Esclarecimento
A Anvisa esclarece que não tem competência legal para regulamentar questões acerca do
exercício profissional de nenhuma categoria profissional. Tal função cabe aos conselhos de
classe de cada categoria.
Quando da publicação da RDC 44/2010, que dispõe sobre o controle de medicamentos
antimicrobianos sob prescrição, a Anvisa recebeu o Ofício COREN-RJ n° 641/2011 –
Presidência, de 15 de abril de 2011, requerendo “que esta douta autoridade se digne em
promover adequação dos termos da aludida ementa ao disposto na Lei do Exercício
Profissional da Enfermagem (lei 7.498/86), no que diz respeito à possibilidade de prescrição
pelo enfermeiro de medicamentos antimicrobianos, quando estabelecido em programas de
saúde pública e em rotina aprovada pela instituição de saúde do qual seja integrante…”
A Anvisa respondeu ao requerente por meio do Ofício n° 016/2011/CSGPC/NUVIG/ANVISA,
de 17 de maio de 2011, no qual esclarece:
“Informamos que foi publicada no Diário Oficial da União de 09 de maio de 2011 a
Resolução – RDC n° 20/2011, que dispõe sobre o controle de medicamentos
antimicrobianos de uso sob prescrição e substitui todas as normas anteriores que
abrangiam o tema, revogando a RDC n° 44/2010.”
….“Com relação ao seu pleito informo que sempre houve da parte desta Instituição a
devida consideração aos serviços prestados pelo profissional enfermeiro, o que houve
de fato, foi uma interpretação equivocada em relação à questão da prescrição e por
isso mesmo, tal distorção foi corrigida na nova resolução, como a seguir:
CAPÍTULO II
DA PRESCRIÇÃO
Art. 4º. A prescrição dos medicamentos abrangidos por esta Resolução
deverá ser realizada por profissionais legalmente habilitados
De toda forma, o entendimento da autoridade sanitária é que os profissionais
enfermeiros devidamente habilitados poderão prescrever os medicamentos de que trata esta
resolução quando estabelecidos em programas de saúde pública e em rotina aprovada pela
instituição de saúde, conforme Lei Nº 7498/86, neste caso, a prescrição não poderá ser
atendida no setor privado.”

Fonte: Anvisa
http://www.portalfne.com.br/noticia/enfermeiros-podem-prescrever-medicamentos-antimicrobianos/

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Envelhecimento cutâneo: por que ocorre? Como evitar?


O conceito de beleza atualmente em vigor e procurado pela grande maioria das pessoas é o da pele jovem, sem manchas ou rugas.
Entretanto, com o avanço da idade, a pele começa a sofrer alterações que modificarão seu aspecto gradativamente, caracterizando o envelhecimento cutâneo.
Mas por que com a idade a pele transforma-se dando origem ao surgimento de manchas, rugas e ao aspecto de pele "sem viço" ?
O motivo de tal transformação são as alterações decorrentes do envelhecimento intrínseco e extrínseco da pele.
Envelhecimento intrínseco
O envelhecimento intrínseco é decorrente do desgaste natural do organismo, causado pelo passar dos anos, sem a interferência de agentes externos e equivale ao envelhecimento de todos os órgãos, inclusive a pele.
A aparência da pele que sofreu envelhecimento intrínseco é a da pele que foi pouco exposta ao sol, como a face interna dos braços, próximo à axila. É uma pele fina, com pouca elasticidade, mais flácida e apresentando finas rugas, porém sem manchas ou alterações da sua superfície.
Envelhecimento extrínseco
O envelhecimento extrínseco, ou fotoenvelhecimento, é aquele decorrente do efeito da radiação ultra-violeta do sol sobre a pele durante toda a vida.
O sol, que propicia momentos de lazer e que dá o bronzeado que aprendemos a considerar como modelo de saúde e beleza, é também o principal responsável pelo envelhecimento cutâneo, pois é a sua ação acumulativa sobre a pele que faz surgirem os sinais da pele envelhecida.
Veja, na foto desta senhora, abaixo, a diferença entre a pele do dorso das mãos, área continuamente exposta ao sol e a pele das pernas, sempre protegida por suas roupas. Apesar de ambas as regiões terem a mesma idade, a pele das mãos tem aspecto bem mais envelhecido do que a das pernas. Isto demonstra bem a importância da exposição da pele ao sol para o seu envelhecimento.


A pele fotoenvelhecida tem como características a perda da elasticidade, manchas escuras ou claras, rugas finas e profundas e a alteração da superfície da pele, que pode se apresentar mais áspera, ressecada e descamativa.
Além disso surgem as ceratoses solares, lesões que atingem a camada mais superficial da pele formando "crostas" e que, eventualmente, podem transformar-se em um câncer da pele.
Queimaduras solares X envelhecimento e câncer da pele
Durante toda a vida e, principalmente na infância e na adolescência, as exposições repetidas ao sol exercem efeito sobre a pele de forma acumulativa. O dano causado só se manifestará com o passar dos anos. Mesmo naqueles que não frequentam praias, o efeito da exposição diária da pele ao sol vai aparecer no futuro, trazendo todas as características da pele "fotoenvelhecida".
Enquanto somos jovens, a pele possui mecanismos que corrigem o dano solar, não permitindo o surgimento das alterações causadas pelo sol. No entanto, o efeito se acumula e mais tarde os mecanismos de defesa não conseguem mais reverter o mal causado à pele. É quando os sinais do envelhecimento começam a aparecer.
Além de causar o envelhecimento cutâneo, as queimaduras solares repetidas e frequentes deixam a pele mais predisposta ao surgimento do câncer, especialmente em indivíduos de pele clara (fototipos I e II). A radiação ultravioleta do sol, além de alterar o código genético das células, inibe mecanismos de defesa que nos protegem contra o câncer da pele.
Algumas das características do envelhecimento cutâneo, como as "casquinhas" e "asperezas" que aparecem com a idade, são lesões que podem vir a se transformar futuramente em um câncer da pele e devem ser tratadas.
Como prevenir o fotoenvelhecimento?
A principal forma de prevenir o envelhecimento da pele é a proteção solar, que deve ser iniciada na infância. A responsabilidade da proteção da pele das crianças é dos pais, que devem também estimular fortemente os adolescentes a se protegerem. A educação desde cedo cria o hábito saudável da proteção solar, que deve continuar por toda a vida, prevenindo o envelhecimento cutâneo e o surgimento do câncer da pele.
Queimadura solar


Tomando-se certos cuidados, os efeitos danosos do sol podem ser atenuados. Veja como proteger sua pele da radiação solar:
  • use protetores solares sempre que sair ao sol, com FPS 15 ou maior, nas áreas de pele não protegidas pelas roupas e que mais envelhecem, como a face, pescoço, colo, braços e mãos.
  • para o dia a dia, dê preferência aos filtros solares "oil free" que são mais agradáveis de se usar pois não deixam a pele gordurosa.
  • use sempre um filtro solar com fator de proteção solar (FPS) igual ou superior a 15, aplicando-o generosamente pelo menos 20 minutos antes de se expor ao sol e sempre reaplicando-o após mergulhar ou transpiração excessiva.
  • a duração da ação de um filtro solar é de cerca de 2 horas. Após este período deve ser reaplicado. 
  • use chapéu e guarda-sol quando for à praia. Ainda assim, use o filtro solar pois parte da radiação ultra-violeta reflete-se na areia atingindo a sua pele.
  • evite o sol no período entre 10 e 15 horas. 
Estas recomendações são especialmente importantes para as pessoas de pele clara, as quais devem evitar qualquer tipo de exposição ao sol sem proteção.
Como melhorar a pele fotoenvelhecida?
Para aquelas pessoas que já sofreram a ação do sol e apresentam os sinais do envelhecimento cutâneo, além da proteção solar, o uso de algumas substâncias na forma de cremes, loções ou géis, podem a médio ou longo prazo reverter alguns dos efeitos do fotoenvelhecimento.
Produtos contendo ácido retinóico, adapaleno, ácido glicólico ou outros alfahidroxiácidos são utilizados para melhorar o aspecto da pele envelhecida, aumentando sua hidratação, corrigindo alterações de superfície, atenuando as manchas e melhorando a sua elasticidade.
Os melhores resultados são obtidos com os produtos a base de ácido retinóico. Esta substância atua na pele estimulando a renovação celular de sua camada mais externa (epiderme) e reestruturando o colágeno e as fibras elásticas de sua camada média (derme).
O efeito a longo prazo, é o de uma pele com superfície mais viçosa, lisa e hidratada, clareamento das manchas, atenuação das rugas finas e melhora da elasticidade. A pele adquire o aspecto de "rejuvenescida".
Tratamento deve ser orientado por dermatologista
No entanto, estas substâncias devem ser utilizadas com cautela, pois podem acarretar efeitos colaterais se usadas de forma errada. Antes de iniciar um tratamento, deve ser feita uma avaliação da pele por um médico dermatologista, que é o profissional capacitado para indicar o tipo de produto e a concentração mais apropriada para cada pessoa, de acordo com o seu tipo de pele e grau de comprometimento.
Os melhores resultados são obtidos após cerca de 1 ano e meio de tratamento, apesar de sinais de melhora já poderem ser percebidos desde os primeiros meses. O tratamento deve ser mantido ao longo dos anos para a permanência dos resultados, pois os efeitos do dano solar acumulado durante a vida continuarão a ser exercidos e a interrupção do tratamento permitirá que voltem a se manifestar.
Colaboração: Dr. Roberto Barbosa Lima - Dermatologista
FONTE: http://www.dermatologia.net/novo/base/estetica/est_fotoenv.shtml

Acidente Vascular Encefálico: contextualização dos cuidados de enfermagem


OBJETIVOS

  • Revisar os aspectos centrais do Acidente Vascular Encefálico (AVE), visando fomentar discussões acerca das ações de enfermagem no contexto de seu manejo e prevenção. 
 Conforme avaliado pelo MS, houve redução da taxa de mortalidade por AVE ou AVC no país. Essa redução foi de 32% em dez anos e ocorreu em indivíduos de até 70 anos.  Ainda no segundo semestre de 2012, o MS também divulgou o novo protocolo de assistência ao paciente com AVE isquêmico e hemorrágico, por meio da Portaria n. 664, de 12 de abril de 2012 (BRASIL, 2012a).
Na portaria há previsão de ampliação da assistência voltada às vítimas mediante a reestruturação dos serviços prestados e ainda, como novidade, a incorporação do trombolítico e fibrinolíticoAlteplase1(com indicação para AVE isquêmico dentro de quatro horas e meia). O uso deste fármaco permeia a redução dos riscos de sequelas em 31%, reduzindo também o índice de mortalidade em até 18% (BRASIL, 2012b; BRASIL, 2012c; AME, 2009).
Estima-se que até o ano de 2014 serão investidos em todo o país o total de 437 milhões para ampliar a assistência às vítimas de AVE, propiciando o aumento na quantidade de leitos hospitalares, onde pretende-se criar 1.225 novos leitos nos 151 municípios que concentram 231 prontos-socorros. Além disso, parte dos insumos será destinada ao tratamento com uso do Alteplase, 96 milhões ao total (BRASIL, 2012a).
Com todas essas modificações e previsões de melhorias, vamos relembrar os aspectos principais do acometimento por AVE isquêmico e hemorrágico? Você lembra quais são as diferenças entre ambos e quais suas principais ações enquanto profissional de enfermagem no atendimento aos pacientes?
O AVE, ou o “derrame”, como é popularmente conhecido, constitui um importante problema de saúde púbica no mundo sendo uma das mais importantes causas de morte. A doença atinge cerca de 16 milhões de pessoas a cada ano, provocando a morte de em média 6 milhões dos acometidos. No Brasil, apenas no ano de 2011 foram registradas 172.298 internações e 99.159 óbitos (BRASIL, 2012c).
O AVE pode ser definido como uma síndrome de rápido desenvolvimento de distúrbios clínicos da função cerebral que pode culminar em danos neurológicos permanentes ou transitórios. Pode ainda levar ao coma ou à morte, não possuindo outra causa aparente além da de origem vascular. Sua ocorrência é causada por trombose, embolia ou hemorragia (ROLIM; MARTINS, 2011; COSTA; SILVA; ROCHA, 2011).
No AVE há uma interrupção súbita da circulação cerebral (em um ou mais vasos sanguíneos), promovendo obstrução total ou parcial do suprimento sanguíneo e oxigênio, que pode levar a grave lesão celular ou necrose. Neste sentido, o prognóstico é sempre melhor quando há uma ação ágil que promova a restauração rápida da circulação (BIRNEY et al., 2007).
 No contexto do AVE isquêmico, a causa mais comum da interrupção do fluxo sanguíneo é o bloqueio total ou parcial da artéria que nutre determinada área cerebral. Este fenômeno pode ocorrer por conta de uma aterosclerose2  ou pela formação de um coágulo ou deslocamento de um trombo (BIRNEY et al., 2007)
Já no AVE hemorrágico há sangramento no encéfalo ou em seu entorno provocando compressão e lesão tecidual. A hemorragia entre o cérebro e o crânio é chamada de hemorragia subaracnóidea e pode ser causada pela ruptura de aneurismas3 , traumatismos cranianos ou malformações arteriovenosas4 . Se a hemorragia ocorre no tecido cerebral propriamente dito, deve ser intitulada de hemorragia intracerebral, tendo como causa principal a hipertensão arterial (BIRNEY et al., 2007).
Nota-se que essa patologia possui elevada capacidade em gerar danos neurológicos dependendo do local, tamanho da área de perfusão insuficiente e ainda a quantidade de fluxo sanguíneo colateral da lesão. Dentre os danos provocados pelo AVE, verifica-se desde disfunções quanto a ansiedade e depressão até distúrbios motores, sensoriais, cognitivos e de comunicação (CAVALCANTE et al., 2012; ROLIM; MARTINS, 2011; COSTA; SILVA;ROCHA, 2011).
sinais e sintomas do AVE:
Os sinais e sintomas gerais que podem ser imediatamente verificados num AVE incluem:
  • Fraqueza;
  • Insensibilidade unilateral de membros;
  • Distúrbios na fala e visão;
  • Cefaleia;
  • Tonturas;
  • Alterações no nível de consciência.
E, além disso, verifica-se que outras manifestações clínicas são associadas de acordo com o envolvimento de cada artéria (artérias: vertebral anterior, cerebral média, cerebral posterior, vertebrobasilar, e carótida) (BIRNEY et al., 2007).
O cuidado na fase aguda, principalmente nos casos de AVE isquêmicos, deve ser o mais rápido possível, a fim de se evitar morte de tecido cerebral, assim para que a as ações sejam efetivas é necessário um conjunto de tecnologias disponíveis no tempo correto, tais como a tomografia computadorizada, preferencialmente, dentro das primeiras quatro horas desde o reconhecimento dos sinais e sintomas (ROLIM; MARTINS, 2011).
Como sabemos o cérebro possui dois hemisférios: o hemisfério direito que controla o lado esquerdo do corpo e o hemisfério esquerdo que controla o lado direito do corpo. Dessa forma, dependendo do local onde o AVE ocorrer teremos diferentes contextos de lesões e de deficiências neurológicas a serem trabalhadas pelos profissionais de saúde e pela enfermagem, já que a reabilitação5 é crucial para a recuperação dos pacientes (BIRNEY et al., 2007; ROLIM; MARTINS, 2011; COSTA; SILVA;ROCHA,  2011).
Em muitos trabalhos há a evidenciação de que o uso de exames de imagem é fator preponderante para diagnósticos diferenciais e para as definições e prescrições terapêuticas a serem implementadas, onde se reafirma a importância de um bom aparato no atendimento hospitalar, e nesta mesma perspectiva há a real necessidade das medidas anunciadas pelo Ministério da Saúde a fim de melhorar a estrutura do SUS no manejo desta patologia.
No quadro a seguir é possível observar as principais deficiências pós-acidente vascular encefálico:

Neste cenário, a Enfermagem assistencial defronta-se com desafios não só no que concerne ao pronto-atendimento dos pacientes, como também quanto às intervenções necessárias aos acometidos que se tornam dependentes por determinadas sequelas sob as quais estão em risco ao serem diagnosticados por essa patologia (CAVALCANTE et al., 2012).
Em relação ao tratamento, como considerações de enfermagem importantes, temos a prevenção de maiores complicações por meio do tratamento imediato que visa à sobrevivência e à prevenção de complicações. Dentre os elementos mais importantes figuram a avaliação neurológica contínua, suporte respiratório, monitorização contínua dos sinais vitais, posicionamento cuidadoso (imedindo-se contraturas e aspirações), controle de problemas gastrointestinais, assim como monitorização de líquidos, eletrólitos e estado nutricional (BIRNEY et al., 2007).
Em relação às medidas educativas tanto nas orientações aos pacientes, familiares e cuidadores no pós-evento, como também quanto aos aspectos preventivos da doença, exalta-se a importância da enfermagem quanto à educação em saúde.
Cabe ao profissional de enfermagem fornecer todo o respaldo informacional quanto aos riscos do desenvolvimento do AVE e como adequar-se as medidas preventivas.
Sobre as medidas de maior relevância a serem trabalhadas na educação em saúde preventiva, torna-se importante enfatizar a necessidade de controle de doenças como Diabetes Mellitus e Hipertensão Arterial, a necessidade de manter uma dieta com baixas taxas de colesterol e sal, e ainda o controle de peso e do estresse, evitando-se o uso de tabaco e o estilo de vida sedentário (BIRNEY et al., 2007).
 Ademais, a orientação voltada à procura do serviço de saúde mais próximo, mediante ao aparecimento de sintomas também é fator importante para garantia do melhor prognóstico possível. Pois, os serviços de urgência e emergência bem como os centros de referência distribuídos em todo território nacional têm a capacidade de agir conforme protocolos estipulados para essa patologia (BIRNEY et al.,2007).

Referências

AME. Dicionário de Administração de Medicamentos na Enfermagem: 2009/2010. Edição Ouro. Rio de Janeiro: EPUB, 2009.
BRASIL. Ministério da Saúde. Blog da Saúde. Mortalidade por AVC cai 32% em dez anos. Brasília, 2012a. Disponível em: <http://www.blog.saude.gov.br/mortalidade-por-avc-cai-32-em-dez-anos/>. Acesso em: 15 out. 2012
______. Ministério da Saúde. Blog da Saúde. Saúde amplia assistência a pacientes com AVC.Brasília, 2012b. Disponível em: <http://www.blog.saude.gov.br/mortalidade-por-avc-cai-32-em-dez-anos/>. Acesso em: 15 out. 2012.
______. Ministério da Saúde. Portal da Saúde. Ministério amplia assistência a pacientes com AVC.Brasília, 2012c. Disponível em: <http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/noticia/4790/162/ministerio-da-saude-amplia-assistencia-a-pacientes-com-avc.html>. Acesso em: 15 out. 2012.
______. Ministério da Saúde. Portaria nº 664, de 12 de abril de 2012. Aprova o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas - Trombólise no Acidente Vascular Cerebral Isquêmico Agudo. Brasília, 2012. Disponível em: <http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=33&data=13/04/2012>. Acesso em: 15 out. 2012.
BIRNEY, M. H. et al. Sistema Nervoso. In: BIRNEY, M. H. et al. Fisiopatologia. 6 ed., Rio de Janeiro: Editora LAB, 2007. p. 262-326.
CAVALCANTE, T. F. et al. Intervenções de enfermagem aos pacientes com acidente vascular encefálico: uma revisão integrativa de literatura. Rev. Esc. Enferm. USP,  v. 45, n. 6, p. 1495-1500.  São Paulo, 2011. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/reeusp/v45n6/v45n6a31.pdf>. Acesso em: 15 out. 2012.
ROLIM, C. L. R. C.; MARTINS, M. Qualidade do cuidado ao acidente vascular cerebral isquêmico no SUS. Rev. Cad. Saúde Pública, v. 27, n. 11, p.2106-2116, nov., Rio de Janeiro, 2011. Disponível em: <http://www.scielosp.org/pdf/csp/v27n11/04.pdf>. Acesso em: 16 out. 2012.
COSTA, F. A. da; SILVA, D. L. A. da; ROCHA, V. M. da.Estado neurológico e cognição de pacientes pós-acidente vascular cerebral.Rev.EscEnferm USP, São Paulo, v. 45, n. 5, p. 1083-8, 2011. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/reeusp/v45n5/v45n5a08.pdf>. Acesso em: 16 out. 2012.
FONTE: http://www.jornadaead.com.br/cofen/atualizacoes/Atualizacao_Acidente_Vascular_Encefalico_contextualizacao_dos_cuidados_de_enfermagem.html




Imunização e os Eventos Adversos Pós Vacinação

Desde 1796, com a criação da primeira vacina, por Edward Jenner, muitas doenças infecciosas e parasitárias têm sido controladas, e até mesmo, erradicadas com o uso da vacinação. No Brasil, este quadro foi ainda mais significativo após a implementação do Programa Nacional de Imunizações (PNI), em 1973. Porém, ao se tratarem de fármacos como qualquer outro, podem vir a provocar eventos adversos, que devem possuir atenção especial para que não sejam determinantes na não adesão ao esquema vacinal. Tais eventos são denominados Eventos Adversos Pós-Vacinação (EAPV) (BRASIL, 2008; WALDMAN et al.,2012).

Você sabia que o calendário vacinal dispõe de uma grande variedade de vacinas de acordo com a faixa etária, de forma que é um dos mais amplos em nível mundial?
A vacinação segura faz parte do PNI, o qual visa garantir o uso de vacinas de qualidade, utilizar as boas práticas da imunização, monitorar os EAVPs, bem como transmitir à população através de meios de comunicação informações claras sobre a vacinação (BRASIL, 2012).
O EAVP pode ser entendido como qualquer manifestação clínica que aconteça em um indivíduo após a aplicação de um imunobiológico. Tais eventos podem estar associados à própria vacina, às características individuais de cada organismo, aos erros programáticos e também, a coincidência com outros agravos.
Com o aumento populacional, proporcionalmente elevou-se o número de vacinações, em consequência ocorreu o crescimento dos eventos adversos, e isso determinou a importância da implementação de um sistema de vigilância, sento então criado, em 1992, o Sistema Nacional de Vigilância dos Eventos adversos Pós-Vacinação (SVEPV) (BRASIL, 2012; BISETTO; CUBAS; MALUCELLI, 2011).
            Dentre os objetivos do SVEPV estão:
  • Detectar, corrigir e prevenir erros programáticos;
  • Identificar problemas com lotes ou marcas específicas;
  • Alertar sobre EAPV falsamente atribuíveis a determinada vacina por coincidência de eventos;
  • Manter a confiança da comunidade no programa pela resposta adequada diante do aumento de percepção de risco de determinada vacina;
  • Investigar EAPV raros, não identificados nos estudos prévios à licença da vacina, e reações adversas tardias;
  • Monitorar o aumento da frequência das reações conhecidas;
  • Identificar fatores de risco associados à EAPV;
  • Identificar sinais de possíveis EAPV desconhecidos ou que necessitam ser estudados.(WALDMAN et al., 2012).
Ainda segundo Waldman et al. (2012), os SVEPV podem ser passivos ou ativos:


Para atingir seus objetivos, o SVEPV no Brasil faz uso de alguns instrumentos, como: umFormulário próprio de investigação/notificação, um Manual de Vigilância com informações pertinentes e um sistema informatizado SI-EAPV (Sistema de Informação de Eventos Adversos Pós-Vacinação).
É importante ressaltar que os benefícios do uso das vacinas são maiores, mesmo quando comparado às vacinais mais reatogênicas (SUVISA, 2012). Portanto, é relevante a educação em saúde e investimento em orientações à população de forma que haja a adesão adequada ao programa.
Um evento que está associado de forma temporal à vacina, nem sempre tem relação causal, neste sentido é difícil identificar se as reações são necessariamente ocasionadas pela vacina aplicada. Um exemplo é no caso de vacinas em lactentes. Trata-se de um período de vida em que muitas condições clínicas se manifestam e podem coincidir com o período vacinal. Em decorrência disso é utilizado o termo “evento adverso”, pois reação tem ligação causal com a vacina (BRASIL, 2008; SUVISA, 2012). 
Antes de classificarmos os eventos, é importante ressaltar que as vacinas podem contem o patógeno vivo e atenuado, ou não vivo. As vacinas “vivas” possuem maiores chances de causar eventos adversos em indivíduos imunodeprimidos.
 Há também aqueles eventos que são relacionados aos indivíduos, como no caso dos eventos adversos decorrentes de depressão imunológica, quando a pessoa é considerada imunodeprimida. E também nos casos daqueles que tem eventos adversos por reações de hipersensibilidade, quando a pessoa tem uma resposta exacerbada ao agente da vacina (SUVISA, 2012).
Os eventos podem, ainda, ser classificados conforme a gravidade:
Eventos graves
 Ocorre hospitalização por no mínimo 24 horas; há disfunção ou incapacidade significativa ou persistente; evento que resulte em anomalia congênita; risco de morte; óbito.
Eventos moderados
Quando há necessidade de avaliação médica e exames complementares e tratamento médico que não se inclui na categoria de grave.
Eventos leves
Quando não há necessidade de exames complementares e tratamento (BRASIL, 2008; SUVISA, 2012).
Manifestações locais
Abcessos, pruridos, eritemas. Deve ser notificado em casos intensos e não há contraindicação para doses subsequentes. A enfermagem deve orientar compressas frias, nas primeiras 24-48 horas após a aplicação, nos casos de dor e reação locais intensas.
Febre
                É a elevação da temperatura axilar acima de 37,5ºC. Pode ocorrer logo após a aplicação de vacinas atenuadas e alguns dias após as vacinas vivas. Deve ser notificada se temperatura maior que 39,0ºC. A enfermagem pode atuar mantendo a pessoa em repouso, em ambiente bem ventilado, administrar água e outros líquidos apropriados, tais como o leite materno, terapia de reidratação oral e conversar com o médico sobre o uso de antitérmicos. Não há contraindicação para dose subsequente.
Convulsão
Pode ser febril ou afebril, sendo a última mais rara. Deve-se notificar e registrar todos os casos. A atuação da enfermagem no caso da febril é o mesmo citado acima e no na crise aguda, deve ser tratada como qualquer outra convulsão.
Hipersensibilidade
Podem ser graves, como o choque anafilático, menos graves quando há sinais de insuficiência respiratória e ou colapso circulatório. Qualquer tipo de reação de hipersensibilidade grave deve ser notificado, não é necessário apenas no caso de reações tardias, como dermatites, e também não possuem contraindicação para doses subsequentes.
Eventos de natureza mal definida
Trata-se de uma reação sistêmica exagerada aos componentes vacinais, especialmente de endotoxinas, presentes na vacina contra coqueluche. Deve ser notificado e registrado.
É possível verificar o papel da enfermagem de forma imprescindível no âmbito da vacinação e da atenção aos Eventos Adversos Pós-Vacinação. O profissional da enfermagem atua diretamente nas campanhas de vacinação, aplicação e orientação quanto aos cuidados, manutenção da imunização e regularidade do calendário.

Referências

SESA - SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE. Governo de Goiás. Superintendência de vigilância em saúde. Gerência de imunização e rede de frio. Coordenação de eventos adversos pós-vacinais e centro de referência para imunobiológicos especiais. Orientações gerais de eventos adversos pós vacinação. Goiás, 2012. Disponível em: <http://www.sgc.goias.gov.br/upload/arquivos/2012-05/orientacoes-gerais-de-eapv.pdf>. Acesso em 22 out. 2012.
SESA - SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE. Governo de Goiás. Superintendência de vigilância em saúde. Eventos Adversos Pós Vacinação – EAPV. Goiás, 2012. Disponível em:>. Acesso em 22 out. 2012.
WALDMAN, E. A. et al. Vigilância de eventos adversos pós-vacinação e segurança de programas de imunização. Rev Saude Publica, v. 45, n. 1:173-84. São Paulo, 2011. Disponível em:>. Acesso em 22 out. 2012.
BISETTO, L. H. L.; CUBAS, M. R.; MALUCELLI, A. A prática da enfermagem frente aos eventos adversos pós-vacinação. Rev Esc Enferm USP, v. 45, n. 5: 1128-34. São Paulo, 2011. Disponível em:>. Acesso em 22 out. 2012.
BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de vigilância vpidemiológica de eventos adversos pós-vacinação. 2º Ed. Brasília, 2008. Disponível em:>. Acesso em 22 out. 2012.
BRASIL. Ministério da Saúde. Portal da Saúde. Eventos Adversos Pós-Vacinação. Brasília, 2012. Disponível em: <http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/visualizar_texto.cfm?idtxt=30950&janela=1>. Acesso em 22 out. 2012.
FONTE: http://www.jornadaead.com.br/cofen/atualizacoes/Atualizacao_Imunizacao_e_os_Eventos_Adversos_Pos_Vacinacao.html