Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.
Romanos 8:28

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Diagnóstico precoce do Câncer de Mama


O câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais frequente no mundo, sendo ele o mais comum entre as mulheres, respondendo por 22% dos casos novos a cada ano. Quando diagnosticado e tratado oportunamente, as chances de cura se tornam mais altas.
Embora a hereditariedade seja responsável por apenas 10% do total de casos, mulheres com história familiar de câncer de mama apresentam maior risco de desenvolver a doença, especialmente se uma ou mais parentes de primeiro grau foram acometidas antes dos 50 anos.
Mulheres que se encaixem na idade acima de 40 anos, devem buscar orientação médica. As formas mais eficazes para a detecção precoce do câncer de mama são o exame clínico e a mamografia.
No Brasil, as taxas de mortalidade pela doença continuam elevadas pelo fato de que ela ainda é diagnosticada em estágios avançados. Na população mundial, a sobrevida média, após cinco anos, é de 61%.
Para conscientizar a população, desde 1997, outubro é conhecido como o mês de prevenção ao câncer de mama. Denominado como “Outubro Rosa”, neste mês são realizadas diversas ações que visam incentivar a conscientização da prevenção pelo diagnóstico precoce da doença. O nome remete à cor do laço rosa, símbolo que representa mundialmente a campanha.

Fonte: INCA - Instituto Nacional de Câncer
http://www.programaproficiencia.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=338

Teste rápido de triagem para o diagnóstico de sífilis será oferecido pelo SUS


Segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS), mundialmente, a cada ano ocorrem aproximadamente 12 milhões de novos casos da doença.
No Brasil, as estimativas da OMS de infecções de sífilis por transmissão sexual, na população sexualmente ativa, são de 937 mil casos anuais. Somente entre os anos de 2005 e 2010, foram notificados cerca de 29,5 mil casos de sífilis em gestantes no país. Esse número, segundo o Secretário de Vigilância em Saúde Jarbas Barbosa, é inaceitável e revela a dificuldade de acesso a um pré-natal de qualidade.
Com base neste cenário, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferecerá o teste rápido de triagem para o diagnóstico de sífilis. Até o final de 2011, o Ministério da Saúde pretende adquirir cerca 390 mil kits para implementar o teste na rede pública.
O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais da Secretaria de Vigilância em Saúde já capacitou 350 multiplicadores para treinar profissionais de saúde e implantar a testagem rápida. Até o final do ano, 680 técnicos estarão capacitados a orientar os serviços locais sobre como realizar o exame, segundo o Ministério.
De acordo com o Secretário de Vigilância em Saúde, este esforço é para eliminar a forma congênita da doença, aquela que é transmitida de mãe para filho, até o ano de 2015.

Fonte: COFEN
http://www.programaproficiencia.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=342

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

HEMO 2011 debate importância da enfermagem na hematologia


HEMO 2011 debate importância da enfermagem na hematologia

Objetivo é fortalecer a integração entre os diversos profissionais que atuam na área



No dia 11 de novembro de 2011, enfermeiros de diferentes regiões do País se reunirão no 11º Encontro de Enfermagem em hematologia, hemoterapia e transplante de medula óssea (TMO), evento que integra a grade de programação científica do HEMO 2011 - Congresso Brasileiro de Hematologia e Hemoterapia, que acontece de 10 a 13 de novembro, em São Paulo.



Segundo a coordenadora do encontro, enfermeira Maria Helena de Almeida, que atua na área há 13 anos, destaca que essa é uma excelente oportunidade para os profissionais de enfermagem terem acesso a novas informações, além de trocar experiência com diferentes profissionais da área da hematologia e oncohematologia. “É fundamental esta troca de conhecimento. Devemos sempre integrar a prática diária de nossa profissão ao desenvolvimento técnico-científico, para aprimorar cada vez mais nossa área, tendo em vista o bem estar do paciente”, completa Maria Helena.



Para o hematologista Carmino Antônio de Souza, presidente da Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia (ABHH), entidade organizadora do encontro, a hematologia é uma especialidade ampla e complexa, onde o sucesso o terapêutico está diretamente relacionado ao trabalho conjunto de uma equipe multiprofissional atualizada e competente. “A integração médico/enfermagem é exemplar na Hematologia, contribuindo para garantir uma assistência de qualidade a todos os usuários. Acredito que este fator é primordial para o sucesso terapêutico nesta área”, explica.



Sobre o Hemo 2011



Considerado o maior encontro da especialidade de toda América Latina, o Hemo 2011 reunirá mais de cinco mil especialistas entre os dias 10 a 13 de novembro, no World Trade Center, em São Paulo.



O Hemo 2011, o encontro anual da Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia (ABHH), possui um caráter multiprofissional, por reunir além dos hematologistas e hemoterapeutas, odontolólogos, farmacêuticos, psicólogos, enfermeiros, biomédicos, gestores de hemocentros, entre outros profissionais de áreas correlatas. Além disso, o Congresso ainda reúne representantes de esferas governamentais da Saúde e, pela primeira vez, de associações de portadores de doenças do sangue.



Eventos multidisciplinares simultâneos ao Hemo 2011



5° Simpósio de Gestão em Unidades de Hemoterapia

11º Encontro de Enfermagem em Hematologia, Hemoterapia e TMO

13° Simpósio de Odontologia em Hematologia

7° Simpósio de Psicologia Hospitalar em Hematologia

3° Simpósio de Farmácia em Hematologia e Hemoterapia



1º Fórum Educacional das Instituições de Apoio à Pacientes portadores de Doenças Hematológicas ou Onco-Hematológicas - Formada pelas instituições: Abrale/Abrasta, Ameo, Colih, Espaço de vida, Federação Brasileira de Hemofilia, IbraFh e IMF.

10º Encontro da Associação Italo-Brasileira de Hematologia (AIBE)



Hemo 2011 - Congresso Brasileiro de Hematologia e Hemoterapia

Data: 10 a 13 de novembro
Horário: das 8h30 às 18h.
Local: World Trade Center - São Paulo - SP.
Inscrição e programação: www.hemo2011.org.br

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Tire as Suas Dúvidas Sobre Doação de Órgãos - Video e Perguntas e Respostas



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Seja um doador de órgãos.Seja um doador de vidas.

O laço verde, presente nas peças de comunicação sobre doação de órgãos, é o símbolo internacional que identifica todos aqueles que apoiam e se identificam com esta causa.
Deixe sua visão para o homem que nunca viu o amanhecer nos braços de sua amada. Deixe seu coração para a mulher que vive para fazer o coração de seu filho feliz. Deixe o exemplo.
E, principalmente, deixe sua família saber do seu desejo de ser um doador de órgãos.
Quem deixa o seu melhor deixa a vida seguir em frente.

TIRE SUAS DÚVIDAS EM SER UM DOADOR DE ÓRGÃOS

1 - O que preciso fazer para ser um doador?


Para ser um doador, no Brasil, você não precisa deixar nada por escrito, em nenhum documento. Muitas pessoas acham que é preciso registrar a opção de doador de órgãos na carteira de motorista, mas isso não é necessário. Basta conversar com a sua família sobre o seu desejo de ser doador. A doação de órgãos só acontecerá após autorização familiar.

2 - Quais são os tipos de doador?


Doador vivo: qualquer pessoa saudável que concorde com a doação, desde que não prejudique a sua própria saúde. O doador vivo pode doar um dos rins, parte do fígado, parte da medula óssea e parte do pulmão. Pela lei, parentes até o quarto grau e cônjuges podem ser doadores; não parentes, só com autorização judicial. Doador falecido: são pacientes com morte encefálica, geralmente vítimas de dano
cerebral irreversível, como traumatismo craniano ou AVC (derrame cerebral).


3 - Quais órgãos e tecidos podem ser obtidos de um doador falecido?

Coração, pulmões, fígado, pâncreas, intestino, rins, córneas, vasos, pele, ossos e tendões. Portanto, um único doador pode salvar inúmeras vidas. A retirada
dos órgãos é realizada em centro cirúrgico, como qualquer outra cirurgia.

4 - Para quem vão os órgãos?


Os órgãos doados vão para pacientes que necessitam de um transplante e estão aguardando em lista única.


5 - Posso ter certeza do diagnóstico de morte encefálica?


Sim. O diagnóstico de morte encefálica é regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina. Dois médicos diferentes examinam o paciente, sempre com comprovação de um exame complementar, que é interpretado por um terceiro médico. Não existe
dúvida quanto ao diagnóstico.

6 - Após a doação, o corpo do doador fica deformado?


Não. A retirada dos órgãos é uma cirurgia como qualquer outra e o doador poderá ser velado normalmente.
O maior sistema público de transplantes do mundo é do SUS.


Acesse: www.facebook.com/doacaodeorgaos e divulgue nas
redes sociais: #doeorgaos.

fonte: http://portal.saude.gov.br/saude/campanha/SAUDE_ORGAOS_FOLDER_MARIA_21X15_CM.pdf

Como descartar o material usado por usuários de insulina na autoaplicação domiciliar corretamente

No Brasil, o descarte de material usado por usuários de insulina na autoaplicação domiciliar é realizado de forma inadequada. A constatação, de acordo com a enfermeira Silvia Carla da Silva André, é fácil de ser feita no dia-a-dia do profissional. Em sua experiência no Núcleo de Saúde da Família (NSF) de Bom Jesus da Penha-MG, ela notou que os usuários de insulina não tinham a “mínima orientação sobre o que fazer com os resíduos da aplicação”.
A pesquisa de mestrado de Silvia na USP de Ribeirão Preto investigou exatamente a realidade do manejo de resíduos perfurocortantes e de origem química e biológica em domicílios de pessoas com diabetes melittus, usuários de insulina. A pesquisa foi desenvolvida com 26 entrevistados no NSF de Ribeirão Preto-SP.
Na forma mais comum de descarte de seringas, lancetas, fitas reagentes e frascos de insulina, os usuários usaram garrafas PET, embalagem considerada inadequada pela Associação Americana de Diabetes (ADA). “Mas o maior problema”, afirma Silvia, “é o número expressivo de usuários que descartam esses resíduos no lixo domiciliar comum”.




Acima: Descarte de resíduos de autoaplicação de insulina em embalagem de amaciante


Lacunas na legislação
De acordo com Silvia, a principal causa do descarte incorreto é a lacuna existente na legislação, que consiste principalmente da RDC 306/2004 da Anvisa e da Resolução 358/2005 do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente). Elas deixam margem para o manejo inadequado dos resíduos gerados em domicílio e entregues nos serviços de saúde. “Associado a essa lacuna, existe também a falta de orientação, que deveria ser feita pelos profissionais de saúde”, afirma Silva. “O profissional geralmente tem o olhar biomédico e curativista voltado para a doença, e não, como é o ideal, uma visão holística do usuário, que incluiria um olhar sobre o ambiente, que também influi nas condições de vida e nos indicadores de saúde”.
Os riscos ambientais envolvem a contaminação do solo e da água, uma vez que no Brasil mais de 50% do lixo tem como disposição final o “lixão”. Os riscos sociais envolvem acidentes com os resíduos perfurocortantes, pelos catadores, tanto nos lixões quanto na coleta residencial.
A ADA, de acordo com Silvia, recomenda que se descartem os resíduos de serviços de saúde em recipientes rígidos e com abertura larga. Os recipientes devem ser feitos de plástico mais rígido que o da garrafa PET, como o de embalagens de amaciante.
A medida em grande parte anula os riscos de contaminação. “Os agentes infecciosos mais preocupantes na prática do descarte inadequado são os vírus da Hepatite B, Hepatite C e o HIV, mas os das hepatites são os que mais preocupam, pelo fato de o vírus da Hepatite B sobreviver até 7 dias no ambiente externo e o vírus da Hepatite C, de 16 horas a 4 dias”.
Em conformidade com a legislação brasileira, os resíduos recolhidos nos serviços de saúde passam por tratamento, seja por autoclave, microondas ou ETD, para posteriormente terem como disposição final os aterros sanitários
A função da Enfermagem
Por ensinar a autoapliacação e o armazenamento correto da insulina ao usuário e por acompanhá-lo nas consultas de enfermagem, o enfermeiro, de acordo com Silvia, deve “despertar a vontade de autocuidado do usuário, deve dialogar com ele”. De acordo com sua pesquisa, apenas 61,5% dos entrevistados afirmaram ter recebido algum tipo de orientação de algum serviço de saúde.
Uma das formas de educar indiretamente é estabelecer protocolos para entrega e recebimento de seringas nas farmácias das unidades de saúde, o que melhoraria o controle sobre o material gerado em domicílio.
Outra medida é encorajar a reutilização da seringa. Em Ribeirão Preto, por exemplo, Silvia afirma que o protocolo recomenda 4 aplicações com cada seringa para os usuários de um só tipo de insulina, e 2 aplicações para os que utilizam 2 tipos de insulina.
Os riscos na reutilização são vários e devem ficar claros: a lubrificação da agulha é perdida aos poucos, tornando as aplicações mais dolorosas a cada reutilização; acima das aplicações recomendadas, o local pode sangrar causando hematomas, há a possibilidade de extravasamento da insulina, a ponta da agulha pode ficar com a forma de gancho, causando microtraumas e a insulina que fica na agulha pode cristalizar, bloqueando a passagem de insulina na próxima aplicação


fonte:
Coren-SP
http://inter.coren-sp.gov.br/node/6718

Blog Enfermeiros em Urgência e Emergência está entre os 100 - Top Blog 2011


Aos leitores e seguidores do Blog Enfermeiros em Urgência e Emergência,
É com enorme satisfação que venho informar que o Blog Enfermeiros em Urgência e Emergência está entre os 100 BLOGS MAIS VOTADOS PELO JÚRI POPULAR (internautas) do Top Blog 2011 na CATEGORIA SAÚDE.

Agora, estamos na 2ª fase e temos apenas 30 dias de votação (de 22/10 a 22/11). Por isso contamos com seu voto.

Para votar no blog Enfermeiros em Urgência e Emergência:

1.basta clicar no selo TOP BLOG, localizado na barra lateral do blog e você será redirecionado para a página de votação.
2.Na página de votação do TOP BLOG, clique no botãozinho “VOTAR“, em seguida selecione um perfil (email ou Twitter).
- Se for por email, basta apenas colocar seu nome e endereço de email e clicar em “VOTAR“. Depois de alguns instantes você receberá um email pedindo para você confirmar seu voto.
- Se for no Twitter, clique em “VOTAR“, você será redirecionado para a página de acesso do Twiter para que você possa votar.
Agradeço desde já e conto, mais uma vez, com vocês!

Enf. Thais

sábado, 22 de outubro de 2011

VIDEO - Como Consertar Fraturas



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VIDEO - Como Fazer um ECG - Eletrocardiograma

VIDEO - Como Fazer um ECG - Eletrocardiograma, video mostrando passo a passo como realizar o ecg, os locais onde colocar os eletrodos, limpeza dos locais, etc, vale a pena conferir o video.
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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Curso: Inclusão da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida na Educação para o Trânsito


O curso tem como objetivo principal a conscientização da população no que diz respeito às pessoas com deficiência e o processo de inclusão delas na sociedade.

A quem se destina:

Educadores;
Profissionais de ONGs;
Cuidadores;
Interessados no tema.
Aula 01 – Pessoas com deficiência: história e relacionamento

Objetivos: Conscientizar o público a respeito do contexto histórico da pessoa com deficiência e o relacionamento com elas.

- Contexto mundial e brasileiro das pessoas com deficiência;

- Dados brasileiros;

- Conhecendo cada deficiência – física, auditiva, visual, intelectual e múltipla.

Aula 02 – Direitos das pessoas com deficiência

Objetivos: Sensibilizar o público a respeito da importância da Convenção sobre os Direitos das pessoas com deficiência, bem como a importância e o conceito do Desenho Universal.

- Aspectos legais relevantes sobre a pessoa com deficiência;

- Convenção sobre os direitos da pessoa com deficiência;

- Acessibilidade – definição;

- Desenho Universal – conceito e princípio;

Aula 03 – Inclusão X Integração: o processo da pessoa com deficiência no Ensino Infantil e Fundamental


Objetivos: Apresentar ao público os processos de inclusão e integração e o processo de inclusão da pessoa com deficiência no Ensino Infantil e Fundamental.

- Inclusão e integração;

- Autonomia, independência e empoderamento;

- Alunos com deficiência no Ensino Infantil;

- Alunos com deficiência no Ensino Fundamental;

- Inclusão e exclusão.

Aula 04 – Circulação urbana da pessoa com deficiência

Objetivos: Apresentar ao público como se dá a circulação urbana da pessoa com deficiência.

- Circulação e mobilidade do pedestre;

- A cidade e a pessoa com deficiência e mobilidade reduzida;

- Cuidados na rua – dicas de segurança para a circulação urbana;

- A educação para o trânsito – ações direcionadas para a cidadania.

Mais informações e inscrição:

http://www.cetsp.com.br/consultas/educacao/ensino-a-distancia/publico-em-geral/inclusao-da-pessoa-com-deficiencia-e-mobilidade-reduzida-na-educacao-para-o-transito.aspx

fonte: http://www.deficienteciente.com.br/2011/10/curso-inclusao-da-pessoa-com-deficiencia-e-mobilidade-reduzida-na-educacao-para-o-transito.html

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Primeiros Socorros em Casos de Hemorragia





Primeiramente vamos entender o que é hemorragia:

Hemorragia é a ruptura de vasos sanguíneos, com extravasamento de sangue, a gravidade é medida pela quantidade e velocidade de sangue extravasado, essa perda de sangue pode ocasionar o estado de choque e como consequencia levar a vítima à morte.
A hemorragia é dividida em hemorragia interna e hemorragia externa.


Sinais e Sintomas da Hemorragia Externa


As hemorragias externas dividem-se em: arterial, venosa e capilar.

Nas hemorragias arteriais, o sangue é vermelho vivo, e a perda é pulsátil, como se o sangue fosse ejetado com certa pressão, esse tipo de hemorragia é grave pela rapidez com que a perda de sangue se processa.
As hemorragias venosas são reconhecidas pelo sangue vermelho escuro, e a perda é de forma contínua e com pouca pressão, são menos graves que as hemorragias arteriais, porém, a demora no tratamento pode ocasionar sérias complicações.
As hemorragias capilares são pequenas perdas de sangue, em vasos de pequeno calibre que recobrem a superfície do corpo.

- Sinais vitais anormais;
- Presença de hematoma;
- Saída de sangue pela ferida ou por orifícios naturais do corpo;
- Presença de Fraturas Expostas;
- Sinais e sintomas do estado de choque;


Sinais e Sintomas da Hemorragia Interna
- Sinais e sintomas do estado de choque;
- Natureza do acidente;
- Sinais vitais anormais;
- Presença de hematoma;
- Rigidez da parede abdominal;
- Fraqueza;
- Sede;
- Frio;
- Ansiedade ou indiferença.
- Alteração do nível de consciência ou inconsciência;
- Agressividade ou passividade;
- Tremores e arrepios do corpo;
- Pulso rápido e fraco;
- Respiração rápida e artificial;
- Pele pálida, fria e úmida;
- Sudorese;
- Pupilas dilatadas.
- Observar se há ferimento por projétil de arma de fogo, faca ou estilete, principalmente no tórax ou abdome; e acidente em que o corpo suportou grande pressão (soterramento, queda).

Primeiros Socorros

Após a identificação dos sintomas, é importante que essa pessoa seja conduzida o mais rápido possível para um pronto socorro, pois os sintomas podem se agravar e a cada minuto perdido as chances de sobrevivencia dessa pessoa diminuem, de acordo com sua localidade acione os serviços disponíveis de socorro, lembre-se sempre dos telefones:

SAMU - 192
CORPO DE BOMBEIROS - 193
POLICIA MILITAR - 190



- Compressão direta no ferimento e uso do curativo compressivo;
- Elevação do segmento;
- Compressão arterial;
- Torniquete em casos de amputação traumática ou esmagamento de membros com hemorragia intensa.
- Prevenir o estado de choque;
Transportar para hospital o mais rápido possível.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Novas diretrizes de ressuscitação cardiopulmonar em crianças priorizam circulação

De acordo com a American Heart Association (AHA), 92% das vítimas de parada cardiorrespiratória repentina morrem antes de chegar ao hospital. Caso recebessem os cuidados de emergência, sua chance de sobreviver seria duplicada e em alguns casos triplicada. A AHA define diretrizes de ressuscitação e elas são atualizadas de 5 em 5anos. Em 2010, após 3 anos de debates, a AHA incluiu, além de alterações na reanimação de parada cardiorrespiratória em adultos, medidas específicas para cada faixa etária pediátrica, do recém-nascido ao adolescente.
De acordo com a Dra. Amparito V. Castro e a Mestre Ana Paula Almeida, enfermeiras do Serviço de Educação Permanente do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, cada componente da equipe deve ter plena consciência de suas atribuições na ressuscitação. Rapidez, exatidão e controle emocional são essenciais, tanto nas unidades de cuidados intensivos quanto na assistência de outras áreas. De acordo com Amparito, “quando acontece uma parada cardiorrespiratória, há muito estresse e se o profissional não estiver capacitado, há perda de tempo, sofrimento da criança e em alguns casos pode haver sequelas neurológicas, e até a morte”.
Ressuscitação para crianças
De acordo com Petrovane Morais de Torres, especialista em Cuidados Intensivos e em Emergência à Criança e ao Adolescente, “no caso das crianças, você tem de levar em consideração a dimensão corporal e a fragilidade óssea. Isso requer cuidado especial na ressuscitação, principalmente nas compressões torácicas”.
A principal mudança das diretrizes da AHA em pediatria foi na ordem da sequência de A-B-C (via aérea, respiração, compressões torácicas) para C-A-B (compressões torácicas, via aérea, respiração). A mudança dinamiza o socorro e prioriza a circulação. Antes perdia-se muito tempo na abertura das vias aéreas comprometendo o sistema neurológico por falta de sangue nos tecidos. “As compressões são primordiais para a ressuscitação cardiopulmonar”, afirma Petrovane. “Houve essas mudanças nas diretrizes, porque pouco era feito por uma criança em parada cardiorrespiratória no ambiente extra hospitalar. Havia dúvidas de como atuar”.
As vítimas de PCR pediátrica aumentam a probabilidade de vida quando as manobras de ressuscitação cardiopulmonar são eficazes e priorizam a circulação. O primeiro ciclo de 30 compressões torácicas durará aproximadamente 18 segundos. Quando dois socorristas estiverem presentes para a ressuscitação do bebê ou da criança o atraso será ainda menor.
Os enfermeiros geralmente têm preparo para cuidados em parada cardiorrespiratória em adultos. O profissional que se sente despreparado para atender crianças deve procurar um curso específico que o habilite a este atendimento. Cursos de pós-graduação em urgência e emergência incluem ressuscitação de acordo com os parâmetros da AHA.
Mudanças
Outra mudança importante é a frequência das compressões, que passa a ser de no mínimo 100 massagens por minuto. As séries de aplicação são definidas de acordo com a faixa etária (vide quadro abaixo) e o número de socorristas. O procedimento é repetido até que haja o retorno da circulação espontânea.
Exceção: para recém-nascidos permanece a ordem A-B-C. A principal causa de parada cardiorrespiratória nesta faixa etária (até 28 dias de vida) é insuficiência respiratória.
A equipe hospitalar ótima para socorrer uma criança é composta por 3 enfermeiros, 1 médico e 2 auxiliares de enfermagem (veja quadro abaixo).
(Fonte: Manual de treinamento para atendimento de Reanimação Cardiopulmonar em pediatria do ICr-HCFMUSP, 2011).
Sinais de parada: Inconsciência. (criança não responde ao nome); Ausência de respiração. (ausência de movimentos respiratórios); Ausência de pulso central palpável. (braquial [braço], femoral [fêmur] e carotídeo [pescoço]).
A SEQUÊNCIA DE SOCORRO



1. A aplicação de compressões C-compressions (Compressões torácicas) é de competência do enfermeiro. As compressões torácicas criam fluxo sanguíneo pelo aumento da pressão intratorácica e compressão direta do coração, que gera fluxo sanguíneo.
1. Apoie a criança sobre superfície rígida para que as compressões sejam eficazes.
2. Caso não haja superfície rígida, envolva o tórax da criança com as mãos e aplique as contrações com a popa das digitais dos dois dedos polegares.
3. Em bebês mais frágeis, como os prematuros, recomenda-se o uso dos dedos anelar e médio, que têm menos força que o indicador, de modo a evitar fraturas nos ossos (costelas)
4. Apoie totalmente o dedo ou região hipotenar da mão sobre o osso esterno. Nunca espalme a mão sobre o peito da criança.
5. Pode-se usar uma ou duas mãos entrelaçadas (apoiando apenas a região hipotênar).
6. Durante as compressões mantenha o braço completamente estendido.
7. Permita o retorno (reexpansão) do tórax à posição inicial antes de proceder à próxima compressão.
8. Minimize as interrupções das compressões.
Profundidade de contrações:
No bebê afunda-se o peito no máximo 4 centímetros. Em crianças maiores de 1 ano, em torno de 5 centímetros.
A (airways): Abertura de vias aéreas



Coloca-se uma mão na região frontal (testa) e a outra na região mentoniana (queixo) e eleva-se o pescoço da criança. Isto libera a via aérea e facilita a respiração.
B (breathing): Ventilações



1. Cubra nariz e boca com a máscara facial, utilizando a técnica C e E.
2. Eleve o pescoço ligeiramente, segure e ventile com oxigênio 100% através da bolsa-valva-máscara.
Em caso de via aérea avançada (criança entubada): O socorro ótimo é feito por dois socorristas. Não deve haver ciclos de compressão com pausas para ventilação. Um profissional realiza compressões interruptamente (compressor) e outro aplica ventilações de resgate, em uma frequência de 8 ventilações por minuto (1 ventilação a cada 6 a 8 segundos) para lactentes, crianças e adultos.
Depois do retorno da circulação espontânea:
Após parada cardiorrespiratória, e após manobras de ressuscitação, se a criança evoluir para o coma, as novas diretrizes passaram a recomendar o uso da hipotermia terapêutica. Esta consiste em manter a criança à temperatura de 32ºC a 34ºC por 12 a 24 horas para preservar sua função neurológica e minimizar lesões. A hipotermia já era recomendada para adultos.

Fonte:
COREN-SP / http://inter.coren-sp.gov.br/node/6333

Como Reconhecer uma pessoa em Choque insulínico (hipoglicemia)


Reconhecimento

-Pele pálida, fria e úmida (apresenta sudorese intensa);
-A pessoa refere tontura e dor de cabeça;
-A pessoa refere fraqueza, pode desmaiar;
-Salivação abundante e fome;
-Vítima pode se encontrar agressiva;
-Pode ocorrer após ingestão de bebidas alcoólicas;
-Observar ou perguntar quem está próximo a pessoa se os sinais e sintomas tiveram início há alguns minutos.

Primeiros Socorros

Após a identificação dos sintomas, é importante que essa pessoa seja conduzida para um pronto socorro, de acordo com sua localidade acione os serviços disponíveis de socorro, lembre-se sempre dos telefones:

SAMU - 192
CORPO DE BOMBEIROS - 193
POLICIA MILITAR - 190

-Mantenha a vítima calma e em repouso;
-Obtenha informações adicionais;
-Se estiver consciente dê-lhe àgua com açúcar, suco, ou outro líquido adocicado para
beber;
-Se estiver inconsciente transporte urgente para hospital.

Dica Importante:

Quando não conseguir identificar entre choque insulínico e coma diabético, você poderá oferecer liquidos doces, ou açúcar para a pessoa (se ela estiver consciente, nunca dê nada a uma pessoa inconsciente, pois a mesma poderá aspirar o alimento ou líquido, e assim agravando o seu estado), e transportá-la o mais rápido possível para o hospital. O choque hipoglicêmico é o mais perigoso que pode levar a vítima ao óbito.

Como Reconhecer uma pessoa em Coma Diabético (hiperglicêmico)


Reconhecimento

-Cansaço acentuado;
-Pele vermelha, quente e seca;
-Dor abdominal e vômitos;
-Sede intensa;
-Boca seca;
-Pulso rápido e fraco;
-Odor característico de acetona;
-Vítima se alimentou e não tem tomou insulina.

Primeiros Socorros

Após a identificação dos sintomas, é importante que essa pessoa seja conduzida para um pronto socorro, de acordo com sua localidade acione os serviços disponíveis de socorro, lembre-se sempre dos telefones:

SAMU - 192
CORPO DE BOMBEIROS - 193
POLICIA MILITAR - 190

-Mantenha a vítima calma e em repouso;
-Obtenha informações adicionais;
-Se estiver inconsciente ou vomitando, transporte a pessoa em posição elevada e lateralize a cabeça, para que a mesma não aspire o vômito;
-Transporte para hospital.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Como Reconhecer uma vítima de Acidente Vascular Cerebral (A.V.C.)


Reconhecimento

-Confusão mental e tontura;
-Dor de cabeça;
-Dificuldade em caminhar;
-Paralisia de extremidades e / ou face ( normalmente de lado do corpo );
-Convulsões e coma;
-Perda de expressão facial;
-Dificuldade respiratória;
-Dificuldade em articular palavras e ver
-Pupilas desiguais;

Primeiros Socorros

Após a identificação dos sintomas, é importante que essa pessoa seja conduzida o mais rápido possível para um pronto socorro, pois os sintomas podem se agravar e a cada minuto perdido as chances de sobrevivencia dessa pessoa diminuem, de acordo com sua localidade acione os serviços disponíveis de socorro, lembre-se sempre dos telefones:

SAMU - 192
CORPO DE BOMBEIROS - 193
POLICIA MILITAR - 190

-Mantenha a vítima calma;
-Não forneça nada para beber;
-Não superaqueça a vítima;
-Mantenha vias aéreas liberadas e fique atento para vômitos;
-Mantenha a vítima em posição confortável;
-Transporte urgente para o hospital.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

COMO RECONHEÇER UMA VÍTIMA DE IAM (INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO)



RECONHECIMENTO DO INFARTO

-Dor opressiva precordial (dor no peito), podendo irradiar-se para ombros, pescoço,
mandíbula, epigástrio (estômago) e braços (normalmente o lado esquerdo);
-Pele fria, úmida e pálida;
-Náuseas e vômitos;
-Dificuldade para respirar;
-Fraqueza e desmaio;
-A dor tem longa duração (acima de 30 minutos);
-Pulso irregular, fraco;
-Pode ocorrer uma Parada cardíaca.

PRIMEIROS SOCORROS

Após a identificação dos sintomas, é importante que essa pessoa seja conduzida o mais rápido possível para um pronto socorro, pois os sintomas podem se agravar e a cada minuto perdido as chances de sobrevivencia dessa pessoa diminuem, de acordo com sua localidade acione os serviços disponíveis de socorro, lembre-se sempre dos telefones:

SAMU - 192
CORPO DE BOMBEIROS - 193
POLICIA MILITAR - 190

Após acionar o serviço de emergência de sua cidade procure ficar calmo e seguir as condutas abaixo:

-Mantenha a vítima em repouso;
-Posicione a vítima de modo a sentir-se confortável, normalmente sentado ou
semi-sentado, com a cabeça elevada;
-Afrouxe suas roupas;
-Mantenha-o aquecido;
-Acalme e encoraje a vítima;
-Se estiver ou vier a ficar com parada cardíaca inicie a R.C.P.(Ressucitação Cárdio Pulmonar);
-Transporte urgente para o hospital.

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A RAIVA HUMANA


Existe diferentes vacinas para a Raiva Humana?

SIM

-rim de macaco africano;
-cérebro de camundongo;
-embrião de pato

Quais os produtos que podem ser usados no período pré e pós infecção pelo vírus da raiva?

-vacina anti-rábica;
-soro anti-rábico;
-imunoglobulina humana

Quais as duas vias de aplicação da vacina contra a raiva humana?

Intramuscular 0,5 ou 1,0 ml dependendo do laboratório;

0,1 intradérmica (menos a de embrião de pato)


Qual o cuidado que devo ter ao realizar a vacinação em relação aos anticorpos presentes?

É necessário fazer controle sorológico após dez dias da última dose.


Como são divididos os tipos de acidentes para que sejam efetuados esquemas contra a doença?

Classificação do acidente
LEVE

Ferimento superficial no tronco, membros exceto mãos e pés
Lambedura de lesões superficiais

GRAVE (absorção e proximidade de terminações nervosas)

-ferimento em mucosas, no segmento cefálico, nas mãos e pés
-ferimento profundo, mesmo que puntiforme
-ferimentos múltiplos ou extensos, em qualquer região do corpo
-lambedura de lesões profundas ou de mucosas, mesmo que intactas (absorção mais rápida)
-ferimento por morcego, independente do local, da extensão e profundidade


Como é realizado o esquema de pré infecção (pré-exposição) e para quem é destinado?

Esquemas pré-exposição

Vacinas de vírus inativados (liofilizada) produzidas em cultivo celular.
3 doses DIAS 0,7 e 28

Laçadores, grupo de zoonoses, veterinários, profissionais de laboratórios investigando vírus rábico, treinadores, etc.


Como podem ser os esquemas de pós infecção?

ESQUEMAS DE TRÊS DOSES DA VACINA (0, 3 e 7 dias) (LEVE)

Esquema de soro-vacinação- 5 doses (0,3,7,14 e 28). Aplicar soro anti-rábico no primeiro dia de tratamento (dia zero) (GRAVE)

OBSERVAR CÃO/ LAVAR FERIMENTO/SOROLÓGICO APÓS O DÉCIMO DIA!


Como é o esquema após re-exposição?

Esquema após re-exposição

Se houver indicação de tratamento, o paciente que previamente recebeu esquema completos vacinas, de pré ou pós exposição, deve receber 2 doses da vacina, nos dias 0 e 3.

Para esses casos não é necessário indicar SAR ou IGHAR. No entanto se houver dúvida quanto aos tratamentos anteriores, administrar esquema completo

Apresente três situações e dê a conduta pós exposição em relação a vacinação e esquema vacinal

-lavar ferimento
-sorológico após o décimo dia de vacinação
-observar animal por 10 dias!!!

Méritos da produção do material: pessoa especial que me ensinou muito.. na graduação em enfermagem profª Ivana.

VIDEO - Cuidados Para Evitar Escaras

Video mostrando os cuidados que devemos ter para cuidar ainda melhor dos nossos pacientes e/ou parentes que estão acamados para evitar as temíveis úlceras de decúbito chamadas de escaras, vale a pena conferir.
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VIDEO - Saiba mais sobre o Colesterol

Video iustrado, que tira algumas dúvidas que você tem sobre o colesterol, video extraido do blog só enfermagem, vale a pena conferir é um vídeo de curta duração que traz muita informação a você.

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VIDEO - Conheça mais o DIABETES

Video bem interessante, ilustrando o que é o diabetes, os tipos de diabetes, prevençao e controle da doença, o video é em desenho animado produzido pela Novartis, vale a pena conferir.
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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Campanha Nacional de Doação de Órgãos


Clique na imagem para aumentá-la.
O Ministério da Saúde lançou no dia 27/09/2011 uma campanha intitulada “Seja um doador de Órgãos, seja um doador de Vidas”, a qual visa incentivar a doação de órgãos em todo o país e conscientizar a população sobre a importância desta atividade. O Ministério prevê que a campanha alcance a meta de 15 doadores por milhão de pessoas até 2015.
O Brasil é referência internacional na realização de transplante por meio de uma rede pública de saúde – aproximadamente 95% das cirurgias são feitas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), além de assistência integral ao paciente transplantado, incluindo exames periódicos, medicamentos pós-cirurgia, atendimento hospitalar em caso de emergência e apoio de profissionais como psicólogo, nutricionista, fisioterapeuta e assistente social.
Segundo a legislação Brasileira, a doação de órgãos cadavéricos pode ser autorizada pela família, e não é necessário um documento assinado pela pessoa que faleceu. Já os doadores vivos necessitam ser saudáveis e preferencialmente aparentados do transplantado, pois do contrário é necessária uma ordem judicial.
Com o lançamento desta campanha, O Ministério da Saúde pretende crescer em 13% até o final deste ano a doação de órgãos no Brasil.

Fonte: Ministério da Saúde
http://www.programaproficiencia.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=331

TRANSPORTE AEROMÉDICO COM ASAS ROTATIVAS PARA PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM


TRANSPORTE AEROMÉDICO COM ASAS ROTATIVAS PARA PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM

O curso visa instrumentalizar o profissional ou estudante de enfermagem cerca dos aspectos relacionados à atividade de transporte aeromédico com a utilização de aeronaves asas-rotor (helicóptero).No curso, serão discutidos temas ligados a indicações e contra-indicações para utilização de helicóptero ou avião no transporte aeromédico, resgate e remoção de pacientes críticos, transporte interhospitalar com a utilização de helicóptero, registro e documentação, assistência multidisciplinar no transporte aeromédico de pacientes graves, conforme Portaria nº 2448 GM.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICODefinição de serviço aeromédico (tipos e diferenças), evolução histórica do transporte aeromédico, epidemiologia relacionada ao transpote aeromédico (resgate e remoção), fisiologia de vôo, estresses de vôo, leis físicas gasosas, instituições públicas e privadas envolvidas no serviço de transporte aeromédico e competências, legislação aeronáutica, tipos de aeronaves empregadas – asa fixa e rotativa, configurações das aeronaves, composição da equipe aeromédica, materiais, equipamentos e dispositivos em resgate, especificidades da equipe de enfermagem no serviço aeromédico, protocolos de atendimento, SAE e dinâmica do serviço aeromédico.

PÚBLICO ALVO

Estudantes e Profissionais da Área de Enfermagem.


LOCAL:

Escola de Enfermagem da Santa Casa de São Paulo.
Rua Major Quedinho, 346 – Bela Vista – CEP: 01050-030 - Próximo ao metrô Anhangabaú, na Rua do antigo Diário Popular. (Vide mapa anexo).
Telefone: 2821-6050 - Falar com Sandra. (Para informações contatar preferencialmente os Instrutores do Curso).

Para informações contatar preferencialmente os Instrutores do Curso ou no site www.enfermagemdebordo.com.br

Alfredo: (11) 9440-3647 e-mail: alfredosdn@yahoo.com.br
Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Marcelo (11) 8279-3382 e-mail: marcgomescarvalho@uol.com.br
Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Rogério: (11) 7310-8212 e-mail: rogeriogrpae@yahoo.com.br

FOLDER SAMU 192 - ORIENTAÇÕES IMPORTANTES A POPULAÇÃO

VIDEO - Reportagem: SAMU e as motocicletas que salvam vidas

FONTE: http://www.youtube.com/watch?v=u055XOS3MZI Perfil do Condutor da Motolância O condutor da motolância deve ser habilitado de acordo com normas do CONTRAN e com formação em técnico de enfermagem, em conformidade com as normas do COFEN, ter experiência em conduzir motocicleta há pelo menos dois anos. É indispensável também comprovar experiência mínima de dois anos no atendimento de Urgência com prioridade para experiência em pré-hospitalar e outros dois anos de experiência como técnico de enfermagem. Objetivo da motolância Equipada com cilindro de oxigênio, com Disfibrilador Externo Automático (DEA) , oxímetro de pulso, ressuscitador manual (ambú), talas de imobilizações, estetoscópio, efiganomanômetro, cânula de guedel, gligosímetro, entre outros equipamentos, a motolância oferece mais agilidade de tráfego em territórios de difícil acesso para veículos que predominam na frota atual do SAMU. A motolância também é imprescindível nas ocorrências onde se faz necessário a presença imediata de mais um profissional para auxiliar no atendimento prestado ao cidadão acometido por uma urgência de natureza clínica, cirúrgica, traumática, obstétrica e psiquiátrica nos primeiros minutos após o agravo, além da agilidade, o emergencista pode identificar o tipo de atendimento e acionar instituições importantes, como o Corpo de Bombeiros para os casos de vítima presa em ferragens, Polícia Militar, para casos em que o reforço policial seja necessário, Defesa Civil, nos casos de derramamento de óleo em via publica, Polícia Civil em cenas de crimes, Guarda Municipal nos casos de danos ao patrimônio público, agentes de trânsito, nos casos de necessidade de intervenção de via pública e proteção da cena e CPLF nos casos de avaria na rede elétrica, realizando contato via rádio com a central de regulação médica, e a mesma fazendo contato com as autoridades competentes para aquele tipo de ocorrência.
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VIDEO - 24 horas com o Samu

FONTE: http://www.youtube.com/watch?v=zewmcF3LhIo
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ORAÇÃO DO EMERGENCISTA (ANTERIORMENTE CHAMADO DE SOCORRISTA)

Além de assistir o video, peço a vocês que acompanham o blog que orem por nós emergencistas, que muitas vezes arriscamos nossa vida para salvar outra, peçam a Deus que nos proteja dos perigos e imprevistos que podem ocorrer, agradeço a Deus por ter me escolhido para realizar esse trabalho, pois sem que sem ele não somos nada, peço proteção, saúde e sabedoria para poder atender o melhor possivel o próximo, que precisa do conhecimento do emergencista, em um momento crítico de sua vida.
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VIDEO CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA PILOTAR A MOTOLÂNCIA DO SAMU 192

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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Livro - Higienização das mãos em Serviços de Saúde - Anvisa - 2007


Livro da Anvisa sobre estudo feito sobre a higienização das mãos, é um ótimo material vale a pena conferir, pois além de tudo o profissional da área da saúde deve saber muito bem como higienizar suas mãos para que assim não dissemine microorganismos entre um paciente e outro ou mesmo nele próprio, evitando a infecção hospitar.
Para ter acesso ao download do material clique no link abaixo:


http://www.4shared.com/document/7Fe87lSZ/Livro_-_Higienizao_das_mos_em_.html

Programa Educacional em Ausculta Torácica - UNIFESP


Programa Educacional em Ausculta Torácica - UNIFESP é mais um programa desenvolvido para auxiliar no aprendizado pela internet, para acessar o programa acesse o link abaixo:

http://www.virtual.unifesp.br/unifesp/torax/