Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.
Romanos 8:28

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

PESQUISA - Contaminação atinge 95% dos jalecos médicos



Em vez de proteger o usuário, o jaleco médico - indicado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como equipamento de proteção individual para os profissionais do setor - pode ser fonte de contaminação. É o que indica um estudo realizado por alunas da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), câmpus de Sorocaba.
Das amostras analisadas, 95,83% estavam contaminadas. Entre os micro-organismos identificados nos jalecos está o Staphilococcus aureus, bactéria considerada um dos principais agentes de infecção hospitalar. A pesquisa foi realizada pelas alunas Fernanda Dias e Débora Jukemura, sob orientação da professora Maria Elisa Zuliani Maluf.
A proposta surgiu após a constatação de que alunos e residentes do hospital-escola do Conjunto Hospitalar de Sorocaba, da rede estadual de saúde, saíam para o almoço em bares e restaurantes sem tirar o jaleco.
O objetivo foi comparar a microbiota - conjunto de micro-organismos que habitam um ecossistema - existente nos jalecos, sobretudo na região do punho e na pele dessas pessoas, com a dos não usuários. Foram avaliados 96 estudantes de Medicina, distribuídos nos seis anos da graduação, que atuam na enfermaria de clinica médica do hospital. A metade usava jalecos (de mangas longas) e a outra metade não.
"Essa elevada taxa de contaminação pode estar relacionada ao contato direto com os pacientes, aliada ao fato de os micro-organismos poderem permanecer entre 10 e 98 dias em tecidos, como algodão e poliéster", explica Fernanda.
O estudo mostrou que os jalecos dos profissionais estão geralmente contaminados, principalmente nas áreas de contato frequente, como mangas e bolsos. A OMS e outras instituições de referência em biossegurança recomendam a sua utilização como uma barreira de proteção contra a transmissão de micro-organismos. No estudo, a pele da região do punho estava contaminada em 97,91% dos usuários de jaleco. Nos não usuários a contaminação era de 93,75%.
Questionamento. "Evidencia-se que a contaminação nos usuários de jaleco não difere significativamente daqueles que não fazem seu uso, indicando que sua função como proteção pode ser questionada", disse a professora Maria Elisa.
De acordo com as alunas, o estudo também revela que a prática de lavar as mãos, em ambos os grupos, não está adequada. Para ela, a falta de higiene das mãos aumenta a contaminação dos jalecos.
Os resultados mostraram ainda que o número de micro-organismos patogênicos aumentou consideravelmente nas coletas realizadas entre segunda e quinta-feira, dias de maior atividade médica. Para a orientadora, a pesquisa mostrou que o jaleco pode representar um possível veículo de transmissão de micro-organismos associado à infecção hospitalar, caso seu uso não seja aliado a cuidados.
A PUC-SP pretende aprofundar os estudos para encaminhá-los à OMS.

fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100923/not_imp613952,0.php

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Inscrições abertas para o III Congresso Nacional do SAMU



Brasília/DF - Nos dias 9, 10, 11 de novembro de 2010, no Centro de Eventos Unique Palace, em Brasília, acontece o III Congresso Nacional da Rede SAMU 192. Sob a Coordenação Geral de Urgência e Emergência do Ministério da Saúde (CGUE/DAE/SAS/MS), o evento reunirá gestores e profissionais de todo país envolvidos da Rede SAMU 192 e terá o objetivo de integrar as ações na melhoria da assistência no contexto da rede de urgência.
O Congresso promoverá debates e proposições sobre os temas que representam os maiores desafios na implantação e funcionamento dos serviços e equipes de todo o país. Além de contemplar aspectos da gestão dos sistemas, operacionalidade dos serviços e formação profissional dos que fazem parte deste símbolo nacional.

Programação

- Política Nacional de Atenção às Urgências - Avanços e Desafios;
- Características Regionais das Redes de Atenção às Urgências;
- Equipe Nacional SAMU 192 - Acionamento rápido no atendimento aos desastres no país;
- Aeromédico - Emprego de aeronaves (asa fixa e rotativa) no salvamento de vidas;
- Classificação de Risco - Atendimento com prioridade e humanização;
- Rede de atenção à saúde mental - O papel do SAMU 192 e seu diálogo com demais serviços;
- Salvamento e Resgate - O trabalho conjunto no atendimento em locais de difícil acesso;
- Central Integrada do SAMU 192: intersetorialidade para potencializar as ações;
- Urgência Cardiovascular - Atendimento à maior prevalência de morbi-mortalidade no país;
- SAMU Cegonha e SAMU Neonatal - Ações do SAMU 192 no Pacto de Redução da Mortalidade Infantil;
- Trauma - Rede de Atenção Integral ao Trauma;
- Ambulancha e Motolância - Eficácia, segurança e agilidade;
- UPA 24H E SAMU 192 - Juntos no atendimento às urgências;
- Samuzinho - Ações do SAMU 192 nas escolas e comunidades;
- Ensino e Pesquisa em Serviços de Urgência: Mudando Paradigmas
- 1º Campeonato Nacional de Remoção Rápida (Imobilização com KED) - inscrições no local;
- Regulação Médica: papel sanitário do MR e vaga zero;
- Acessibilidade: Atenção à pessoa com deficiência;
- Legislação: normativas para prática e gestão do SAMU 192;
- Tecnologias à serviço do SAMU 192;
- Implantação do Núcleo de Educação e Pesquisa em Urgência;
- Linha do cuidado intensivo: da UTI móvel à UTI hospitalar;
- Produção Científica em Urgência: aumentando a capacidade brasileira;
- I Olimpíada Nacional do SAMU 192.

A pré inscrição vai do dia 14 de setembro até 01 de outubro. As vagas são destinadas prioritariamente aos profissionais e gestores do Serviço de Atendimento Móvel às Urgências (SAMU 192). Demais interessados só terão suas inscrições efetuadas mediante a existências de vagas remanescentes. Será solicitado, de 04 a 15 de outubro, o envio de um e-mail de confirmação de inscrição para: congresso.samu@saude.gov.br. Na sequência, será retornada uma aprovação da inscrição.

III Congresso Nacional da Rede SAMU 192

Data: 09, 10, 11 de novembro de 2010

Local: Centro de Eventos Unique Palace SCES trecho 2, conjunto 42 - Setor de Clubes Esportivo Sul - Brasília/DF
Inscrições: http://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php?id_aplicacao=4609
Informações: congresso.samu@saude.gov.br
Programação completa:
http://www.samu192df.com.br/samu/editais/Programacao_Congresso_DF.pdf

FONTE: http://www.revistaemergencia.com.br/site/content/noticias/noticia_detalhe.php?id=JayAJyyA

NOTÍCIAS - Especialistas defendem difusão de técnica de primeiros socorros




Há 50 anos dois médicos norte-americanos descobriram que era possível reanimar um paciente com parada cardíaca por meio de massagens firmes e ritmadas sobre o coração. No país, cerca de 250 mil pessoas morrem por ano vítimas de paradas cardíacas ou cardiorrespiratórias, sendo o infarto a principal causa dessas mortes. De acordo com especialistas da Sociedade Brasileira de Cardiologia, esses números poderiam ser reduzidos a um terço se técnicas de ressuscitação fossem aplicadas rapidamente e de forma correta logo após os primeiros sintomas de parada cardiorrespiratória. Por esse motivo, profissionais do atendimento de urgência da rede de saúde pública defendem que noções de primeiros socorros deveriam ser ensinadas nas escolas a fim de que todos estejam preparados para agir em situações de emergência.
Cardiologista especializado em técnicas de ressuscitação, Sérgio Timerman conta que a chance de uma pessoa sobreviver a uma parada cardíaca no centro de uma cidade grande como São Paulo, Rio de Janeiro ou Brasília é de apenas 2%. Para o especialista, é inviável para o serviço de atendimento de emergência ser acionado e chegar ao local em menos de 3 minutos, tempo considerado ideal para salvar a vida de pessoas com esse problema. "Mas se a população estivesse preparada para atuar no auxílio desses pacientes enquanto a ajuda especializada está a caminho, a chance de sobrevivência dessas pessoas seria três vezes maior", conta. "Um paciente inconsciente, sem respiração e sem batimentos cardíacos perde a cada minuto 10% de chance de sobrevivência. A partir do quarto minuto sem intervenção, sequelas neurológicas graves podem ocorrer. E quando chega a 10 minutos, a morte é praticamente inevitável", lamenta. De acordo com Timerman, a população como um todo deveria ser sensibilizada e treinada para socorrer as pessoas que passam por situações de risco. "O ideal é a formação de uma corrente de sobrevida", diz.

Exemplo de São Paulo

Um projeto norte-americano treinou funcionários do aeroporto de Chicago com orientações sobre primeiros socorros e agilidade do atendimento em situações de emergência. O resultado foi que, enquanto as chances de uma pessoa sobreviver a uma parada cardíaca dentro da cidade são de apenas 2%, se o incidente ocorrer dentro do aeroporto a possibilidade sobe para 55%. Baseado nesses resultados positivos, foi implementado treinamento similar para funcionários do Metrô de São Paulo. "Hoje, se uma pessoa passa por uma parada cardíaca em uma das estações de metrô da cidade, as chances de sobrevivência chegam a 35%", conta Timerman. O programa ainda está em fase de implementação. "A tendência é que esses resultados sejam ainda melhores e possam ser aplicados em outros estabelecimentos com grande circulação de pessoas."
Diretor de Promoção à Saúde Cardiovascular da SBC, Dikran Armaganijan, acredita que locais de grande população além de ter desfibriladores disponíveis, também deveriam disponibilizar pessoas treinadas . A proporção ideal é de duas pessoas treinadas a cada 100 indivíduos. "No momento de uma parada cardíaca, se o paciente for atendido nos três primeiros minutos, a possibilidade de sobrevivência é de 70%", conta. Armaganijan defende que noções de primeiros socorros deveriam ser ensinadas inclusive nas escolas a adolescentes e professores.

Atendimento de urgência

O tempo médio de chegada do Serviço de Atendimento Médico de Urgência do Distrito Federal, Samu, considerado o melhor do país, desde o primeiro contato telefônico até o atendimento local, é de 10 minutos. Apesar deste intervalo estar de acordo com os padrões de países europeus desenvolvidos, o coordenador-geral do Samu-DF, Rodrigo Caselli, admite que o ideal seria chegar em até três minutos para socorrer pacientes cardíacos. Mas, assim como Timerman, ele defende que alcançar atendimento nesse tempo é inviável. Diversos fatores como trânsitos, endereços incompletos e distância atrapalham o processo. "Por esse motivo a participação da população no atendimento aos pacientes é fundamental", diz Caselli. "Como o fator tempo é primordial para agilizar o atendimento a esses pacientes encaminhamos as motolâncias na frente. Enquanto isso um médico regulador também auxilia pelo telefone a pessoa que ligou para pedir o socorro a tomar as primeiras providências", explica. Com essa rede de pessoas envolvidas, o atendimento consegue ser realizado de forma mais efetiva.
Andrea Rodrigues é uma das médicas reguladoras do Samu que fazem atendimento ao telefone enquanto a equipe médica especializada está a caminho do socorro. Rodrigues diz que na grande maioria das vezes as pessoas não têm nenhuma noção de como agir para auxiliar o atendimento de seus amigos ou familiares e defende ser fundamental que os solicitantes estejam calmos e prestem atenção às instruções. "Outro dia orientei a filha de uma senhora de 80 anos que passava por uma parada cardíaca. Expliquei como fazer a massagem cardíaca. Ela entendeu, seguiu as instruções e estimulou o coração da mãe até a chegada da ambulância. E a senhora sobreviveu", conta.
Um problema sério enfrentado pela equipe do Samu são os trotes. Em agosto deste ano, foram registrados mais de 40 mil trotes, representando 35,6% das ligações. Segundo Caselli, grande parte dos trotes são logo percebidos. "Mas algumas vezes mandamos as equipes e quando chegam ao local não existe nenhuma ocorrência. Essa atitude irresponsável aumenta o tempo de espera de outra pessoa que realmente precisa de atendimento", lamenta.

Palavra de especialista

Um grave problema
A morte súbita, uma das principais causas de morte nos países industrializados, é um importante problema de saúde pública em vários países. A despeito dos protocolos e das diretrizes para o tratamento dessa situação, com raras exceções, a taxa de sobrevida das vítimas cujo evento ocorra fora do ambiente hospitalar continua baixa. O atendimento inicial às vítimas de parada cardiorrespiratória realizado de maneira rápida por leigos no local da ocorrência é capaz de melhorar essa taxa. Porém, apesar dos esforços de conscientização e treinamento, somente cerca de um terço dessas vítimas recebem esse atendimento. Recentemente, no Metrô de São Paulo, a taxa de sobrevida foi melhorada com a utilização do protocolo de ressuscitação cardiocerebral aliadas às orientações das diretrizes de 2005. Essa forma de atendimento para vítimas de morte súbita presenciada e com ritmo possível de reversão com choque elétrico é composta de três etapas: compressão torácica externa contínua; a utilização por socorristas de um protocolo diferenciado dos desfibriladores e uma abordagem pós-reversão mais agressiva com a realização de cateterismo e hipotermia. A interrupção da perfusão cerebral e cardíaca por meio da compressão sem interrupções durante o atendimento das vítimas é essencial para uma sobrevida livre de sequelas neurológicas. A ressuscitação cardiocerebral pode provocar modificações no atendimento subsequente com importante (cerca de 300%) aumento nas chances de sobrevida da vítima.
Sérgio Timerman é cardiologista membro da Sociedade Brasileira de cardiologia e diretor da Escola de Ciência da Saúde da Universidade Anhembi Morumbi de São Paulo.

FONTE: http://www.revistaemergencia.com.br/site/content/noticias/noticia_detalhe.php?id=JyjbAny4

CONCURSO PÚBLICO - VAGAS PARA DOIS CÓRREGOS/SP


Prefeitura Municipal de Dois Córregos - SP
Concurso Público visando selecionar candidatos para provimento dos empregos de Agente de Saneamento I, Assistente Social, Auxiliar de Cirurgião Dentista, Auxiliar de Seção, Contador, Coordenador da Jarí – Junta Administrativa de Recursos de Infrações, Coordenador de CRAS, Enfermeiro Saúde da Família – ESF, Engenheiro Agrônomo, Farmacêutico, Fisioterapeuta, Fonoaudiólogo, Maestro Regente, Médico Clínico Geral, Médico Ginecologista/Obstetra, Médico Pediatra, Motorista III, Nutricionista, Psicólogo, Soldador, Técnico Agrícola, Técnico em Edificações, Técnico em Segurança do Trabalho e Telefonista., providos pelo Regime Celetista.

Edital de abertura publicado
Inscrições de 27/09/2010 até 15/10/2010

MAIS INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES ACESSE:
http://www.rboconcursos.com.br/concursos.php

EVENTOS COREN - gratuitos

O CAPE, Centro de Aprimoramento Profissional de Enfermagem “Wanda de Aguiar Horta” está localizado em São Paulo, à Rua Dona Veridiana, 298, no bairro Santa Cecília, São Paulo - SP

CURSO: Como Elaborar Projeto de Pesquisa em Enfermagem da ABEn-SP
Data: 29 de setembro, 06 e 13 de outubro de 2010
Horário: 8h às 12h
Local: CAPE – Centro de Aprimoramento Profissional de Enfermagem
Público: enfermeiros
Inscrições: (11) 5575-2288



CURSO: Elaboração de Projeto de Pesquisa: Dificuldades e Desafios
Evento Gratuito

Data: 29 de setembro de 2010
Horário: 8:30h às 12:30h
Local: CAPE – Centro de Aprimoramento Profissional de Enfermagem
Público: enfermeiros
Inscrições: http://inter.coren-sp.gov.br/node/4643
CURSO: A assistência de Enfermagem e a Legislação
Evento Gratuito

Data: 06 de outubro de 2010
Horário: 9h às 11h
Local: CAPE – Centro de Aprimoramento Profissional de Enfermagem
Público: Enfermeiros, técnicos, auxiliares e graduandos
Inscrições: http://inter.coren-sp.gov.br/node/4643

II Jornada AFA-SP e I Jornada da Associação Brasileira de Enfermeiros Acupunturistas
Data: 09 de outubro de 2010
Horário: das 8h às 17h
Local: CAPE – Centro de Aprimoramento Profissional de Enfermagem
Informações e inscrições: 4177 2777 // 4235 1659 // 9682 8129 // 8473 1497 // 9980 8656 // www.afasp.com.br
Valores: Auditório Principal: R$ 80,00 para não-membros e R$ 40,00 para membros da AFA, ABENA, AMECA, Pro Salus, CIEPH e EBRAMEC/Ciefato // Auditório via vídeo-conferência (com transmissão simultânea): R$ 60,00 para não-membros e R$ 30,00 para membros da AFA, ABENA, AMECA, Pro Salus, CIEPH e EBRAMEC/Ciefato

Farmacovigilância na Pesquisa Clínica
Data: 16 de outubro de 2010
Horário: das 8h às 17h
Local: CAPE – Centro de Aprimoramento Profissional de Enfermagem
Público: Enfermeiros, técnicos, auxiliares e graduandos
Valor: R$ 100,00. Estudantes R$ 50,00. Grupos de no mínimo três pessoas pagam R$ 75,00 cada.
Informações e inscrições: sobepec@coren-sp.gov.br

EVENTOS

IV Congresso Internacional de Cuidados Paliativos

Data: 06 a 09 de outubro de 2010
Local: IEP - Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês (Rua Coronel Nicolau dos Santos, 69 – Bela Vista. São Paulo – SP)
Informações e inscrições: www.paliativo.org.br/congresso

62º CBEn – Congresso Brasileiro de Enfermagem
Data: 11 a 15 de outubro de 2010
Local: Centro Sul, Florianópolis – SC
Informações e inscrições: www.abenenventos.com.br/62cben

XVI Encontro de Enfermagem em Emergência do COBEEN
III Simpósio de Enfermagem em Emergência COBEEN – Pitágoras

Data: 22 e 23 de outubro de 2010
Horário: 8h às 18h
Local: Hotel LondriStar (Rodovia Celso Garcia Cid, Km 74, Londrina – PR)
Informações e inscrições: (11) 5834 5222 // www.cobeen.com.br // cobeen@ig.com.br

Grande Encontro Psoríase – Protocolo de Enfermagem
Data: 23 de outubro de 2010
Horário: 8h30 às 17h
Local: Câmara Municipal de São Paulo
Informações e inscrições: www.anggulo.com.br/pso10

I Congresso Internacional do Hospital São Camilo
Emergências Clínicas e Cirúrgicas

Data: 12 e 13 de novembro de 2010
Horário: 8h30 às 18h
Local: Hotel Unique – Av. Brigadeiro Luis Antônio, 4700, São Paulo, SP
Informações e inscrições: (11) 3721 9333 / (21) 3020 6171 / (31) 3231 4155 // atendimento@ellubrasil.com.br // http://saocamilo.ellubrasil.com.br

CURSOS

Pós-Graduação Lato-Sensu – Enfermagem em Reprodução Humana Assistida
Associação Instituto Sapientiae em parceria com a Faculdade de Medicina de Jundiaí

Inscrições: 18 de outubro de 2010 a 17 de janeiro de 2011
Carga horária: 194 horas – de fevereiro a dezembro de 2011
Público: Enfermeiros
Inscrições: www.sapientiae.org.br
Informações: cursos@sapientiae.org.br // (11) 3018 3488

sábado, 18 de setembro de 2010

MATERIAL ELETROCARDIOGRAMA - ECG




O QUE É ELETROCARDIOGRAMA (ECG) ?

O Eletrocardiograma (E.C.G.) é o registro extracelular das variações do potencial elétrico do músculo cardíaco em atividade.
São colocados 5 eletrodos à superfície corporal: um em cada punho, um em cada tornozelo e um móvel que pode ser colocado na superfície torácica sucessivamente em seis posições diferentes, posicionadas com a finalidade de captar e registrar a atividade elétrica do coração. Por convenção, o eletrodo do punho direito recebe o nome de R (right), o punho esquerdo de L (left) e o do tornozelo esquerdo de F (foot). O eletrodo do tornozelo direito é ligado ao fio terra.
Estes eletrodos podem ser ligados entre si, cada uma destas ligações é conhecida como uma derivação do eletrocardiograma.

QUAIS SÃO AS DERIVAÇÕES?

Derivações bipolares ou clássicas: (DI, DII e DIII)que registram a diferença de potencial entre dois membros e foram introduzidas por Einthoven que imaginou o coração no centro de um triangulo eqüilátero cujos vértices estariam representados pelo braço direito (R), braço esquerdo (L), e perna esquerda (F).
As ligações feitas são:
· DI=VL-VR (braço esquerdo - braço direito)
· DII=VF-VR (perna esquerda - braço direito)
· DIII=VF-VL (perna esquerda - braço esquerdo)
aVR aVL aVF
V1 V2 V3 V4 V5 V6

POTENCIAL DE AÇÃO

O primeiro grupo de células a se despolarizarem são as células do nodo sinusal que são auto excitáveis, a onda de atividade se propaga e temos a despolarização dos dois átrios, a despolarização atrial produz um vetor dirigido predominantemente para frente e para a esquerda, determinando a onda P no registro eletrocardiográfico. Em seguida, a onda é transmitida ao nódulo atrioventricular, ocorrendo logo após a despolarização do septo interventricular, da esquerda para a direita (onda Q). A onda de despolarização atinge, em seguida, as paredes do ventrículo onda da predominância da massa ventricular esquerda, o vetor resultante volta-se para a esquerda, para baixo e para trás, e por último, tem-se a despolarização da região alta posterior do septo interventricular e das paredes ventriculares, parte que não recebe ramificação da rede de Purkinje. O vetor resultante gira para uma posição obliqua dirigida para trás, para cima e para a direita, resultando na onda S.
A repolarização ventricular se processa numa ordem totalmente distinta, progredindo do epicárdio para o endocárdio. Isto se deve a serem mais curtos os potenciais de ação das células próximas ao epicárdio, resultando daí serem estas as primeiras a se respolarizarem (onda T). A direção média predominante durante a repolarização é do ápice para a base do coração, isto é, aproximadamente oposta à direção da despolarização ventricular (onda R).
A repolarização do átrio é encoberta pela despolarização do ventrículo, não sendo registrada no ECG.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Erros que cometemos na Cozinha




Lavar as carnes debaixo da torneira.

Primeiro, você perde nutrientes.
A carne fica esbranquiçada.
Segundo: a contaminação que existe vai aumentar,
porque aumenta a quantidade de água e as bactérias vão penetrar mais ainda.
A única carne que se lava é o peixe e só para tirar escamas e a barrigada.

Colocar detergente direto na esponja, o que leva ao exagero.

O detergente nunca deve ser colocado direto na esponja.
Vai ser muito difícil enxaguar todo esse detergente.
O resto de detergente que fica junto com os alimentos pode no futuro dar um problema para a sua saúde.
Para limpar sem exagero, você precisa apenas de oito (8) gotas de detergente em um litro de água.

Usar tábua de carne de madeira.


Na tábua de madeira as bactérias ficam te aplaudindo!
Tábua tem que ser de plástico ou vidro.

Sobre guardar comida quente na geladeira.

Este é um dos um dos mitos mais difundidos entre as donas de casa...
Não há erro em guardar comida quente na geladeira.
O único problema é que vai aumentar um pouquinho o consumo de energia,
mas não vai estragar a geladeira de modo algum.
Porém ...

Guardar comida quente na geladeira com o recipiente tampado.

O ar frio vai bater na tampa.
Vai demorar muito para resfriar e as bactérias vão adorar!
Então, coloque tudo destampado.
Depois de duas horas você pode fechar.

Furar a lata de leite condensado e utilizá-la várias vezes.

As pessoas pegam a lata de leite condensado
e fazem dois buraquinhos, um de cada lado.
Sai leite condensado por um lado mas, pelo outro, entra uma porção de bactérias.
Abra a lata inteira e passe o leite condensado para um recipiente
que pode ser de plástico ou de vidro.
Sirva sempre com uma colher; depois tampe e guarde na geladeira.

Ignorar as formigas.

Quando se fala em doce, a gente não pode esquecer as formigas.
Você provavelmente não se importaria se encontrasse
uma formiguinha em cima do seu bolo, não é?
Doutor Bactéria:
E se fosse uma barata?
Marina Scherb, de 12 anos: Aí eu não como.
Doutor Bactéria: Se a gente pegar uma barata, matar essa barata,
deixar no meio da cozinha, no dia seguinte, cadê a barata?
Marina: Sumiu.
Doutor Bactéria: Quem levou?
Marina: As formigas...
Doutor Bactéria: A mesma que estava em cima do bolo?
Marina: É, né?...
Doutor Bactéria: As formigas são consideradas até
maiores agentes transmissores de bactérias do que a própria barata.
Doce com formiga só pode ter um destino: a lata de lixo.

Soprar velinhas do bolo de aniversário.


Este é um péssimo mau hábito.
Testes comprovam que o bolo fica contaminado por bactérias de saliva.
Essas bactérias produzem uma toxina que podem ocasionar
aquelas intoxicações com 24 horas de vomito e mal-estar.
Evite, também, deixar o bolo fora da geladeira.
Combater velhos hábitos é preciso
Corrigir velhos hábitos pode ser muito mais difícil do que aprender
- do começo -
a forma correta de fazer as coisas.
Mas quando o assunto é evitar a proliferação de bactérias,
todos os cuidados são necessários.
É preciso jogar no lixo muitos dos conhecimentos adquiridos ao longo da vida
para vencer as batalhas diárias contra aqueles seres minúsculos e tão prejudiciais à saúde.
Desde criança, aprendemos a colocar ovos na porta da geladeira,
até porque os eletrodomésticos vêm de fábrica programados com essa função.
No entanto, é um erro dos mais graves, porque o balanço da porta
e a pouca refrigeração favorecem a deterioração do produto
e o ovo vira uma estufa para a criação das terríveis salmonelas,
bactérias responsáveis por boa parte das intoxicações alimentares.
O professor Roberto Figueiredo, bioquímico especializado no combate às bactérias,
conhecido nacionalmente como Dr. Bactéria,
proferiu uma palestra e desmistificou a maioria dos maus hábitos das pessoas.
“Você lava carne?
Pois isso é muito errado, porque a água contribui
para facilitar a entrada das bactérias”,
informou à platéia.
Para ilustrar as verdades que estava transmitindo para o público,
Dr. Bactéria mostrou dados preocupantes.
Em todo o mundo, 1,5 milhão de crianças menores de cinco anos adoecem de diarréia por ano,
o que gera três milhões de mortes,
das quais 70% são causadas por manipulação errada de alimentos.
“Isso demonstra total ignorância frente às bactérias novas”.
O bioquímico condena hábitos diários das donas-de-casa,
como arear panela
(não se deve lustrá-la por dentro, para não soltar a substância química),
armazenar o frasco de vinagre fora da geladeira,
usar lixeirinha de pia,
usar pregadores de roupa para fechar saquinhos de alimentos,
guardar pedaços de legumes ou de frutas na porta da geladeira
e guardar cola na geladeira -
“Não se pode armazenar alimentos com produtos químicos”.
Para se ver livre das bactérias, os cuidados com a pia devem ser redobrados.
A esponja de lavar louças deve ser lavada e desinfetada diariamente e trocada semanalmente.
Dr. Bactéria não falou sobre os possíveis riscos de contaminação
do tradicional pano de coar café, tão comum no Nordeste, e do pano de prato.
Mas levando em consideração tudo o que ele disse,
mantê-los limpos é a melhor saída.
Professor Roberto apresenta verdadeiros desafios para o senso comum.
Segundo ele, deve-se consumir leite pasteurizado sempre,
mas o líquido jamais deve ser fervido em casa.
O produto deve ser aquecido a 80 graus C no máximo (cerca de quatro minutos)
para que as propriedades nutricionais sejam mantidas.
Outra “esquisitice” apresentada é com relação à forma de armazenar os alimentos recém-preparados.
Sabe aquele gesto gentil da mamãe em guardar o pratinho do filho no forno?
Dr. Bactéria diz que isso é oferecer um prato de veneno.
“As pessoas passam mal porque comem comida contaminada, não estragada.
O risco é ainda maior porque o alimento não apresenta sinais de contaminação
e as pessoas comem mesmo”.
Ele explicou que os alimentos perecíveis devem ser mantidos fora da geladeira por no máximo duas horas.
Se ainda estiverem quentes, devem ser levados destampados para refrigeração para que o ar frio circule.
“Depois, podem ser tampados normalmente”.
O produto quente não compromete o funcionamento do eletrodoméstico,
só faz aumentar o consumo de energia.
“Mas eu prefiro pagar mais caro a conta do que pagar com minha saúde”.
Enfim, são muitos cuidados que devemos tomar.
Alguns são quase impraticáveis, outro são mais fáceis.
Ponto para:
- quem conseguir não colocar meio tomate, meia cebola, na porta da geladeira.
- quem não lava frutas e verduras quando chega da feira e sim duas horas depois de refrigeradas.
E mil pontos para quem não oferece mel para crianças com menos de um ano.

Mel?

Dr. Bactéria avisou às mães que todo cuidado é pouco com esse rico alimento.
Segundo ele, 8% da produção de mel é contaminada
por uma bactéria chamada clostridium botulino
Os seres humanos desenvolvem anticorpos de defesa contra os microorganismos,
mas somente após um ano de idade.
“Muitas crianças morrem de causas não explicadas
e alguns desses óbitos podem ser atribuídos ao mel”.

Uma das críticas mais severas feitas pelo professor Roberto
foi com relação a experimentar e soprar a comida dos bebês
– que muita gente desavisada faz –
e soprar velinhas de bolo de aniversário.
“O aniversariante sopra e depois a mamãe oferece um pratinho de bactérias para os convidados.
Aconselho a adoção daqueles bolos gelados, embrulhados em papel alumínio”.

As festas são ocasiões ideais para a proliferação de bactérias,
porque os alimentos ficam expostos por tempo acima do considerado ideal.
O bioquímico cita a maionese como uma das vilãs das intoxicações alimentares,
principalmente as (maioneses) caseiras.
“O perigo é maior para os donos das festas,
que só têm tempo de comer os quitutes no dia seguinte.
E ainda acham que é gostoso”.

Salmonela

Salmonelose é uma infecção causada pela bactéria chamada salmonela,
que se desenvolve principalmente em alimentos crus.
O risco de contraí-la em maionese caseira, portanto, é latente.
A maioria das pessoas infectadas por salmonela desenvolve diarréia,
febre e cólica abdominal entre 12 e 72 horas depois da infecção.
Salmonelose geralmente dura entre quatro e sete dias,
sendo que a maioria das pessoas se recupera sem necessidade de tratamento.

Porém, em algumas pessoas, a diarréia pode ser tão forte
que o paciente precisa ser hospitalizado.
A infecção por salmonela pode se espalhar dos intestinos para a corrente sanguínea,
e daí para outras partes do corpo,
podendo ser fatal caso a pessoa não seja tratada rapidamente com antibióticos.
Idosos, crianças e aqueles com sistema imunológico enfraquecido
têm mais probabilidade de desenvolverem casos graves de salmonelose.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

PRIMEIROS SOCORROS EM FRATURAS,SAIBA MAIS SOBRE FRATURAS



O QUE É UMA FRATURA?

É uma lesão óssea que tem origem traumática, produzida por trauma direto ou indireto, com alta ou baixa energia. O local da lesão, ou conjunto de fragmentos ósseos que são produzidos pela fratura e os tecidos que foram lesionados em torno da contusão são chamados de foco da lesão.
O osso é o único tecido do corpo humano que quando cicatriza forma o mesmo tecido, idêntico ao anterior a lesão, e o processo de cicatrização óssea é denominada de consolidação.

QUAIS SÃO AS CLASSIFICAÇÕES DAS FRATURAS?

As fraturas podem ser classificadas de dois tipos:

COMPLETA


Onde os fragmentos ósseos perdem a continuidade, podem ficar desviados ou não. O manuseio nesse caso dessas fraturas deve ser cuidadoso, e utilizar técnicas especificas, para dessa forma, não causar lesão nos tecidos vizinhos.

INCOMPLETA

A lesão óssea ocorre, porém não há rompimento da continuidade óssea, é o tipo mais comum ocorrido em crianças, fratura tipo galho verde.

QUAIS TIPOS DE FRATURAS EXISTEM?

FRATURA FECHADA

O foco que está localizada a fratura está protegido pelas partes moles, e com pele integra, neste caso não há exposição de tecido ósseo.

FRATURA ABERTA OU EXPOSTA

O foco da fratura fica em contato com o meio externo, há visualização de tecido ósseo, ou não, nesses casos a pele sempre está lesada.
Pelo motivo da fratura estar em contato com o meio externo, é sempre considerada contaminada, tendo variação do grau de contaminação, podendo ou não causar osteomielite, que é infecção óssea, que retarda ou impede a consolidação óssea.

SINAIS E SINTOMAS DE UMA PESSOA QUE TEM UMA FRATURA


- DOR NO LOCAL DA LESÃO;
- AUMENTO DO VOLUME NO LOCAL, DEVIDO AO TRAUMA, OCORRE EDEMA (INCHAÇO) NO LOCAL;
- DEFORMIDADE NO LOCAL, ONDE O SEGMENTO QUE ESTÁ FRATURADO APRESENTA ENCURTAMENTO, ANGULAÇÃO, OU ROTAÇÃO;
- IMPOTÊNCIA FUNCIONAL, ONDE A FRATURA DIFICULTA OU IMPEDE A MOVIMENTAÇÃO DO MEMBRO FRATURADO, DEVIDO A DOR E AALTERAÇÃO ANATOMICA;
- CREPITAÇÃO ÓSSEA, QUE É A SENSAÇÃO PALPÁVEL OU AUDÍVEL ORIGINADA DO ATRITO ENTRE OS FRAGMENTOS ÓSSEOS, NÃO DEVENDO SER CAUSADA INTENSIONALMENTE, POIS CAUSA MUITA DOR E AUMENTA A LESÃO ENTRE OS TECIDOS VIZINHOS À FRATURA.

ATENDIMENTO DE PRIMEIROS SOCORROS A UMA PESSOA COM FRATURA

- Primeiramente não movimentar a vitima com fratura antes de imobilizá-la adequadamente.
- Se há risco de incêndio, explosão, desabamento, arraste a vítima posicionando o eixo do corpo, sempre lembrando em manter o alinhamento dos segmentos fraturados, e nunca esquecer que uma vitima inconsciente, pode ter traumatismo cervical, sempre transportar essa vitima com o mínimo de movimento da cabeça e coluna, a fim de evitar lesões posteriores;
- Nas fraturas expostas, realize o controle do sangramento, e proteja o ferimento fechando o local com curativos estéreis ou bandagens;
- Quando imobilizar um membro, sempre incluir tala as proximidades proximal e distal à lesão, ou seja se imobilizar uma articulação colocar tala nos ossos anteriores e posteriores a articulação, e se for osso fraturado, imobilizar uma articulação antes e uma depois;
- Observar ao imobilizar se as talas estão ajustadas adequadamente, pois as talas devem estar bem ajustadas e não apertadas, de maneira que não pode interromper a circulação local.
- O transporte da vítima deve ser feito de modo confortável e seguro, pois o principal objetivo do resgate dessa vítima é não agravar mais ainda as lesões que já existem.
- Se o atendimento é feito corretamente, é evitado o agravamento das lesões que já existem, sendo assim é reduzida a dor e o sangramento.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Apostila de Enfermagem em Centro Cirúrgico/Arquivo em pdf para download

[apostila] ENFERMAGEM EM CENTRO - CIRÚRGICO, arquivo em pdf para download, para baixar o arquivo basta apenas clicar no link abaixo:

http://www.4shared.com/get/c_yfnTAr/apostila_ENFERMAGEM_EM_CENTRO_.html

[e-book] LIVRO PARA ESTÁGIO EM ENFERMAGEM em pdf para Download

[e-book] LIVRO PARA ESTÁGIO EM ENFERMAGEM em pdf, achei bem legal esse e-book, vale a pena baixar o arquivo, ajuda bastante quem está em estágio de enfermagem.

Para baixar o e-book LIVRO PARA ESTÁGIO DE ENFERMAGEM acesse o link abaixo e realize o download:

http://www.4shared.com/get/bcQPcWJ-/e-book_LIVRO_PARA_ESTGIO_EM_EN.html

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

VIDEO CLIPE DA SÉRIE TRAUMA

Muito legal esse vídeo clipe, mostra de certa forma a realidade que os profissionais que trabalham em serviço de atendimento pré-hospitalar passam, não só no serviço mas também em sua vida, somos seres humanos, temos sentimento sim, apesar de muitas pessoas pensarem que não, temos família, sentimos cansaço, sono, fome, frio, calor, trabalhamos muitas vezes doentes, enfrentamos nossos medos, somos corajosos, esqueçemos da nossa vida no momento do atendimento, trocamos nossa vida pela do paciente, damos tudo de nós, esse é o socorrista. Vale lembrar a nossa frase.. lema de nosso serviço.. O SENTIMENTO QUE LEVA UM SOCORRISTA A SALVAR UMA VIDA É O MESMO DE UM SER HUMANO APAIXONADO SÓ PODE AVALIAR QUEM JÁ AMOU. Não preciso escrever mais nada.. você já entendeu..

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

HC promove orientação gratuita sobre doenças auditivas


Ruídos acima de 85 decibéis podem ser tolerados pelo ouvido humano por até 8 horas seguidas de exposição. Já barulhos superiores a 115 decibéis podem causar lesões auditivas sérias em apenas 1 minuto.
Para alertar sobre as causas da surdez e informar técnicas de prevenção, o Hospital das Clínicas (HC) da FMUSP, ligado à Secretaria de Estado da Saúde, realiza nesta quinta-feira, 2, em parceria com a Fundação de Otorrinolaringologia, o "Encontro entre Médicos Otorrinolaringologistas e Pacientes", no Centro de Convenções Rebouças. A entrada é gratuita e aberta à população.
Palestras sobre surdez, cirurgias, tosse, rinite, distúrbios do equilíbrio, zumbido e câncer estão na programação. De acordo com a otorrinolaringologista do HC e especialista em audição, Mara Gândara, a situação é alarmante, pois circunstâncias e atitudes consideradas comuns - como o trânsito de grandes avenidas e o uso de fones para ouvir música - podem ultrapassar esses limites.
De acordo com a médica, volumes próximos a 80 decibéis, por exemplo, começam a trazer problemas somente quando suportados por mais de 8 horas diárias e após 10 anos de exposição. "O uso de um simples protetor auricular pode evitar grande parte dos problemas", afirma, citando, como grupos de risco, pessoas que ficam muito tempo no trânsito, policiais expostos ao estampido de armas de fogo, trabalhadores que usam britadeiras, jovens que frequentam baladas e pessoas que residem próximo a aeroportos.
Para a especialista, a troca de informações que o encontro promovido pelo HC proporcionará é importante, pois cada vez mais pessoas estão usando novas tecnologias que, quando mal empregadas, podem acarretar danos. "Muitos pais estão 'dando' uma surdez ao filho ao presenteá-lo com um iPod ou MP3", alerta.
Mara explica que o fone faz com que a música entre pelo condutor auditivo externo e jogue o som alto direto na membrana timpânica, podendo chegar a 120 decibéis sem ter por onde se dispersar. "Hoje, são encontrados jovens com lesão na orelha semelhante à de um serralheiro que trabalha há 15 anos sem proteção", compara.
Em recente medição de sons nas ruas de São Paulo, a médica verificou que, em grandes avenidas, como a Teodoro Sampaio, os ruídos de ônibus chegam a 116 decibéis na subida. "O som se dispersa pelo ar, mas, quando o indivíduo se expõe continuamente a essa situação, pode ocorrer uma lesão", explica.
A perda auditiva atinge também o lado psicológico. O fato de não ouvir bem deixa a pessoa mais irritada, o poder de concentração diminui e os relacionamentos são afetados. "Elas passam a aumentar muito o volume da televisão e do rádio, pedem para os outros repetirem exaustivamente o que disseram e, finalmente, mudam de hábitos, tornando-se muito introspectivas", enumera.

fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,hc-promove-orientacao-gratuita-sobre-doencas-auditivas,603865,0.htm

Segundo o Ministério da Saúde cerca de 8,8% das pessoas que adquirem tuberculose não completam tratamento


O Ministério da Saúde calcula que 8,8% das 72 mil pessoas que adquirem a tuberculose por ano no Brasil não completam os seis meses de tratamento. "Esse valor está acima do permitido pela OMS [Organização Mundial da Saúde], que é de 5%", disse hoje (30) o coordenador do Programa Nacional de Combate à Tuberculose (PNCT), Draurio Barreira.
Ele falou durante encontro que reúne em Brasília coordenadores estaduais de programas de controle da doença, promotores de Justiça, médicos e especialistas em bioética. O 1º Seminário Tuberculose, Cidadania e Direitos Humanos: Refletindo sobre Deveres para Afirmação dos Direitos das Pessoas com Tuberculose vai até amanhã (31).
Barreira explicou que o abandono do tratamento é causado pela falsa sensação de cura. "Com duas semanas de tratamento, o paciente sente melhora e acha que está curado", disse.
Na palestra, o cooordenador apresentou questões como: até onde pode ir o Estado no controle da tuberculose? Será que ele deve internar o paciente ou promover atrativos para que ele não interrompa o tratamento? Para aumentar o número de pacientes que mantêm o tratamento até o fim, o Ministério da Saúde estuda oferecer benefícios, como auxílio-transporte e cesta básica.
A interrupção da terapia pode provocar resistência aos remédios. Além disso, o paciente representa um risco para pessoas próximas, já que o contágio é feito de forma direta, pelo ar. Essa possibilidade é o motivo pelo qual o direito coletivo deve estar acima do individual, segundo o promotor de Justiça de Defesa dos Direitos Humanos de Porto Alegre (RS), Mauro Luís Silva de Souza.
"Se a pessoa oferecesse risco só para ela seria uma coisa, mas ela pode transmitir a doença para quem a cerca", afirmou Souza. Ele ressaltou, no entanto, que o governo deve usar todos os mecanismos disponíveis antes de obrigar as pessoas a passar por todo o tratamento.
Para o promotor, a situação da doença se agravou nos últimos dez anos. "Além disso, houve um afrouxamento quanto ao acompanhamento porque trabalhamos com a ideia de que a pessoa se trata se quiser." Ele contou que já fez vários pedidos de internação para pacientes que transmitiram a enfermidade a familiares.
A tuberculose é causada por um bacilo e pode atingir todos os órgãos do corpo, principalmente os pulmões. Fraqueza, perda de peso e do apetite e tosse persistente são alguns dos sintomas.
De acordo com a OMS, a doença atinge 8 milhões de pessoas por ano. Dessas, cerca de 2 milhões morrem. No Brasil, estima-se que ela provoque a morte de 4,7 mil dos 72 mil casos registrados anualmente. Em 2002, apenas 3,3% dos pacientes recebiam acompanhamento. Hoje, esse número aumentou para 43%

fonte: http://site.portalcofen.gov.br/node/5468

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

A vida de Florence Nightingale, a criadora da enfermagem


Este agosto assinala o centenário de falecimento de uma mulher cuja trajetória foi absolutamente fascinante. Estamos falando de Florence Nightingale (1820 1910), a criadora da moderna enfermagem (por causa dela este é também o Ano Internacional da Enfermagem, uma categoria que merece entusiásticos aplausos), e cuja vida, como se costuma dizer, daria um romance. Era de família próspera; os Nightingale viajavam constantemente pela Europa, o que aliás explica o seu nome: nasceu em Florença, a segunda das duas filhas do casal. Os pais eram pessoas religiosas, gente tradicional: Florence estava destinada a receber uma boa educação, a casar com um cavalheiro de fina estirpe, a ter filhos, a cuidar da casa e da família. Mas logo ficou claro que a menina não se conformaria a esse modelo. Era diferente; gostava de matemática, e era o que queria estudar (os pais não deixaram). Aos 16 anos, algo aconteceu: Deus falou-me escreveu depois e convocou-me para servi-lo. Um episódio que poderia caracterizá-la como uma mística, mas, diz o historiador Lytton Strachey, a moça estava longe de ser uma beata desligada da realidade.
Servir a Deus significava, para ela, cuidar dos enfermos, e especialmente dos enfermos hospitalizados. Naquela época, os hospitais curavam tão pouco e eram tão perigosos (por causa da sujeira, do risco de infecção) que os ricos preferiam tratar-se em casa. Hospitalizados eram só os pobres, e Florence preparou-se para cuidar deles, praticando com os indigentes que viviam próximos à sua casa. Viajou por toda a Europa, visitando hospitais. Coisa que os pais não viam com bons olhos: enfermeiras eram consideradas pessoas de categoria inferior, de vida desregrada. Mas Florence foi em frente e logo surgiu a oportunidade para colocar em prática o que aprendera. Naquela época, Inglaterra e França enfrentavam Rússia e Turquia na guerra da Crimeia. Sidney Herbert, membro do governo inglês e amigo pessoal, pediu-lhe que chefiasse um grupo de enfermeiras enviadas para o front turco, uma tarefa a que Florence entregou-se de corpo e alma: cuidava incansavelmente dos pacientes, percorrendo enfermarias à noite; era a "dama da lâmpada", segundo a expressão do Times de Londres. Florence providenciava comida, remédios, agasalhos, além de supervisionar o trabalho das enfermeiras. Mais que isso, fez estudos estatísticos (sua vocação matemática enfim triunfou) mostrando que a alta mortalidade dos soldados resultava das péssimas condições de saneamento. Seus méritos foram reconhecidos, e ela recebeu uma importante condecoração da rainha Vitória.
Isso tudo não quer dizer que Florence fosse, pelos padrões habituais, uma mulher feliz. Para começar, não havia, em sua vida, lugar para ligações amorosas. Cortejou-a o político e poeta Richard Milnes, Barão Houghton, mas ela rejeitou-o. Ao voltar da guerra, algo estranho lhe aconteceu: recolheu-se ao leito e nunca mais deixou o quarto. É possível, e até provável, que isso tenha resultado de brucelose, uma infecção crônica contraída durante a guerra; mas havia aí um óbvio componente emocional, uma forma de fuga da realidade. Contudo - Florence era Florence - mesmo acamada, continuou trabalhando intensamente. Colaborou com a comissão governamental sobre saúde dos militares, fundou uma escola para treinamento de enfermeiras, escreveu um livro sobre esse treinamento.
Estranha, a Florence Nightingale? Talvez. Mas estranheza pode estar associada a qualidades admiráveis. Grande e estranho é o mundo, é o título de um livro do romancista Ciro Alegría; grandes, ainda que estranhas, são muitas pessoas. E se elas têm grandeza, ao mundo pouco deve importar que sejam estranhas.

Artigo: Moacyr Scliar - clicrbs.com.br

fonte: http://site.portalcofen.gov.br/node/5455

Motolâncias do Samu começam a atender na Paraíba


O Samu/192 (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) da Prefeitura de Campina Grande passa a contar, a partir da próxima quarta-feira, 1º, com o auxílio de cinco motolâncias, que passam a realizar atendimentos à população e reforçam a frota composta atualmente por 12 ambulâncias, sendo duas USA (Unidades de Suporte Avançado) e dez USB (Unidades de Suporte Básico). Para demonstrar o funcionamento das motolâncias, será realizada na quarta-feira, às 9h, no pátio do Samu, a simulação de um atendimento para que a população conheça, através da imprensa, como será realizado o trabalho.
As motolâncias pretendem dar ainda mais agilidade ao atendimento, reduzindo o tempo de chegada ao local das ocorrências e diminuindo o risco de sequelas e complicações à saúde do paciente, explicou o coordenador geral do serviço, o médico Milton Oliveira. As motos são equipadas com DEA (Desfibrilador Externo Automático), medicamentos e material para suporte básico de vida. O condutor do veículo, que é um técnico de enfermagem, recebeu qualificação para realizar esse tipo de intervenção.
Dois oito técnicos de enfermagem treinados pela PRF (Polícia Rodoviária Federal) para pilotar as motolâncias, uma delas, Sílvia Rejane de Melo, será a primeira mulher da Paraíba e a segunda da região Nordeste a realizar esse serviço. A profissional, que tem 50 anos de idade, 30 como técnica de enfermagem e 20 como motociclista, disse que pela experiência que possui, foi indicada pelos coordenadores do Samu para realizar a capacitação.
Sílvia encara tudo como um grande desafio e disse estar consciente da responsabilidade, principalmente pelo fato de ser a primeira mulher e pelo Samu ser um serviço tão importante para a população. O segredo, conta a técnica de enfermagem, é gostar do que faz.
As motolâncias, assim como os novos equipamentos recebidos pelo Samu, garantem ainda mais qualidade ao atendimento da população que necessita do serviço e que somente no primeiro semestre deste ano, realizou um total de 11.314 atendimentos.

fonte: http://www.revistaemergencia.com.br/site/content/noticias/noticia_detalhe.php?pagina=1&id=JyjiAAjb