Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.
Romanos 8:28

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Recomendação do Ministro da Saúde

A recomendação do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, de que sexo cinco vezes por semana combate a pressão alta fez sucesso nas ruas, muita gente, contudo, não está no pique.
Uma pesquisa feita pelo Hospital das Clínicas de São Paulo mostra que a frequência sexual do brasileiro é bem menor do que propôs o ministro. Os médicos dizem: sexo faz bem para a saúde sim, mas é preciso ter outros cuidados para evitar a pressão alta.
Nas ruas, a proposta de Temporão ganhou simpatizantes. Segundo uma pesquisa do Hospital das Clínicas, de São Paulo, o brasileiro tem de duas a três relações sexuais por semana. Mas o ministro da Saúde foi além: “Transar cinco vezes por dia não me parece razoável. Por semana seria melhor. Mas fazer sexo ajuda”.
“Só não pode aumentar a população, tem que fazer sexo seguro com camisinha”, diz a aposentada Albelice Dias.
Mas tem gente que acha que o ministro exagerou na dose. “Eu estou naquela fase de fazer duas vezes por semana e está muito bom”, afirma o aposentado Aécio Yamada.
Atividade física
Médicos de São Paulo dizem que apóiam a recomendação do ministro, lembram que o sexo não substitui a atividade física mas que é fundamental para a boa saúde.
“Durante o sexo, vai ter uma elevação da pressão arterial, uma elevação da frequência cardíaca, aumento da frequência respiratória, a liberação de alguns hormônios na circulação. Após o término, a pessoa relaxa, a pressão cai, a frequência cardíaca cai, vem uma sensação de bem estar”, explica o médico cardiologista Sílvio Reggi.
O cardiologista também diz que a prevenção a doenças é mais eficaz quando além de praticar sexo, a pessoa toma alguns cuidados: “Se você tem uma vida saudável, come bem, pratica atividade física regular, faz sexo, não fuma, todas essas ações somadas trarão benefícios para o seu organismo que vão evitar doenças cardiovasculares, entre elas a hipertensão”.
Tem muita gente por aí querendo pôr em prática a sugestão do ministro, mas falta o principal: “um namorado”, pede uma paulistana.
Os médicos afirmam que a atividade física - que pode ser uma caminhada - essa sim deve ser feita cinco vezes por semana. Eles também dizem que os hormônios que disparam a libido costumam estar mais altos agora pela manhã.
Só que normalmente nesse horário as pessoas estão apressadas, correndo para o trabalho e não conseguem aproveitar.


fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/04/medicos-confirmam-sexo-faz-bem-saude.html

terça-feira, 27 de abril de 2010

Universitários viciados em telemóveis e Internet


Estudo compara sintoma ao consumo de álcool e drogas

Os estudantes universitários americanos estão viciados em telemóveis, redes sociais e Internet. De acordo com um estudo da Universidade de Maryland, os sintomas apresentados são semelhantes aos do consumo de álcool e drogas.
As conclusões foram obtidas depois de cerca de 200 alunos terem ficado sem acesso a qualquer tipo de tecnologia durante um dia. Após essas 24 horas, muitos deles mostravam sinais de abstinência, ansiedade e incapacidade em agir normalmente. "Claramente, sou viciado e a dependência é doentia", assumiu um dos inquiridos, argumentando que "as pessoas se tornaram incapazes de despir essa segunda pele mediática". A directora da investigação explicou que muitos alunos escreviam sobre como odiavam perder os seus contactos virtuais. Muitos compararam essa sensação à da perda de figuras próximas, como amigos e familiares.
De acordo com Susan Moeller, os alunos sentiram falta, principalmente, das mensagens de texto, das mensagens instantâneas, do e-mail e Facebook. Poucos estudantes terão assistido aos noticiários na televisão ou lido um jornal, ainda segundo o estudo. "Enviar SMS aos meus amigos conforta-me", afirmou outro dos estudantes. "Quando não tinha esse luxo, sentia-me sozinho e isolado", acrescentou.
Por enquanto, a Associação Psiquiátrica Americana não reconhece o vício em Internet como doença, mas já existem clínicas para tratamento do vício na rede social mais popular do planeta. Chama-se Facebook Addiction Disorder (FAD) e é uma perturbação psicológica derivada da Internet Addiction Disorder, diagnosticada pelo psiquiatra norte-americano Ivan Goldberg em 1995.
Tal como os Alcoólicos Anónimos, há mais de 80 grupos no Facebook para pessoas viciadas. A FAD já pode ser tratada em clínicas e serviços especializados, como os que abriram em Itália, Estados Unidos e Reino Unido nos últimos meses. Para testar o grau de vício à rede social, alguns grupos de apoio sugerem que se faça um teste criado para o efeito. Mas tal, como no estudo da Universidade de Maryland, a reacção a 24 horas sem ligação ao Facebook pode servir de barómetro.

fonte: http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1554036&seccao=Tecnologia

segunda-feira, 26 de abril de 2010

A parábola dos talentos Para Reflexão

Pois será como um homem que, ausentando-se do país, chamou os seus
servos e lhes confiou seus bens.
A um deu cinco talentos, a outro, dois e a outro, um, a cada um segundo a sua
própria capacidade; e, então, partiu.
O que recebera cinco talentos saiu imediatamente a negociar com eles e ganhou outros cinco.
Do mesmo modo, o que recebera dois ganhou outros dois.
Mas o que recebera um, saindo, abriu uma cova e escondeu o dinheiro do seu senhor.
Depois de muito tempo, voltou o senhor daqueles servos e ajustou contas com eles.
Então, aproximando-se o que recebera cinco talentos, entregou outros cinco, dizendo:
Senhor, confiaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco que ganhei.
Disse-lhe o senhor: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei;
entra no gozo do teu senhor.
E, aproximando-se também o que recebera dois talentos, disse: Senhor, dois talentos me confiaste;
aqui tens outros dois que ganhei.
Disse-lhe o senhor: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei;
entra no gozo do teu senhor.
Chegando, por fim, o que recebera um talento, disse: Senhor, sabendo que és homem severo,
que ceifas onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste,
receoso, escondi na terra o teu talento; aqui tens o que é teu.
Respondeu-lhe, porém, o senhor: Servo mau e negligente, sabias que ceifo onde não
semeei e ajunto onde não espalhei?
Cumpria, portanto, que entregasses o meu dinheiro aos banqueiros, e eu, ao voltar,
receberia com juros o que é meu.
Tirai-lhe, pois, o talento e dai-o ao que tem dez.
Porque a todo o que tem se lhe dará, e terá em abundância; mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado.
E o servo inútil, lançai-o para fora, nas trevas. Ali haverá choro e ranger de dentes.

Mateus 25.14-30

sábado, 24 de abril de 2010

Estudo avaliará impacto de celulares na saúde

Um novo estudo examinando a relação entre o uso de aparelhos celulares e problemas de saúde no longo prazo, como câncer e doenças neurológicas, foi lançada nesta quinta-feira (22) em cinco países europeus. A pesquisa deve durar algumas décadas.
Organizadores disseram que o estudo Cohort sobre Comunicações Celulares (Cosmos, sigla em inglês) seria a mais ampla realizada sobre o tema, examinando mais de 250 mil pessoas entre 18 e 69 anos de idade na Grã-Bretanha, Finlândia, Holanda, Suécia e Dinamarca.
O professor Paulo Elliott, principal cientista na Imperial College de Londres para a parte britânica do estudo, disse que dados de pesquisas anteriores que examinaram a relação com a saúde têm sido, até agora, tranquilizadores, mas apontou que essas pesquisas frequentemente se limitam a um período de cerca de 10 anos.
Como muitas formas de câncer demoram mais tempo para se desenvolverem e os aparelhos celulares ainda são recentes, Elliott disse que há a necessidade de um estudo de longo prazo.
O estudo Cosmos observará os efeitos durante um período de tempo maior, de 10, 20 ou 30 anos. O monitoramento a longo prazo permitirá mais tempo para o desenvolvimento de possíveis doenças.
Entidades como a Organização Mundial da Saúde, a Sociedade Americana do Câncer e o Instituto Nacional de Saúde, todas concluíram que provas científicas até agora não demonstram efeitos prejudiciais à saúde associados ao uso de aparelhos celulares.

fonte: http://g1.globo.com/tecnologia-e-games/noticia/2010/04/nova-pesquisa-estuda-impacto-de-celulares-na-saude-1.html

terça-feira, 20 de abril de 2010

OMS acusa as novas mídias de atrapalhar a comunicação sobre a gripe H1N1


A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que as novas mídias de comunicação como o Twitter, blogs e e-mails perturbaram a informação sobre a gripe H1N1.
"Houve informações, rumores, muita especulação e críticas em inúmeras mídias", afirmou, em Genebra, o conselheiro especial da OMS para as gripes, Keiji Fukuda, em relação às dificuldades encontradas na comunicação sobre a pandemia.
"A mídia tradicional transmitiu as informações das autoridades, assim como os debates, as dúvidas e as polêmicas em torno da nova gripe, assim como as novas mídias, como a internet, twitter, os blogs e os e-mails", afirmou.
"É muito difícil corrigir as ideias erradas uma vez elas circulem pela internet e redes sociais", declarou por sua parte um ex-chefe de doenças contagiosas da OMS, David Heymann.
No entanto, segundo um estudo apresentado nesta terça-feira em um congresso de especialistas em doenças infecciosas em Viena, o Twitter poderá servir de sistema de alerta precoce em caso de epidemia.
Um comitê de especialistas iniciou na segunda-feira, em Genebra, um exame sobre a gestão internacional da gripe H1N1 que fez a OMS ser alvo de inúmeras críticas.
"Queremos saber o que funcionou bem. Queremos saber o que não funcionou e por que. Queremos saber o que poderia ser melhorado e como", explicou a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, na abertura dos debates.
O comitê, formado por 29 especialistas de 28 países, é uma resposta da OMS às acusações segundo as quais a organização exagerou a ameaça da primeira pandemia do século XXI influenciada pelos laboratórios farmacêuticos o que levou seus 193 países membros a comprar muito mais vacinas que o necessário.
Os especialistas, que devem entregar seu primeiro informe provisório antes de maio, abordaram uma questão crucial: a dificuldade de avaliar a virulência de uma enfermidade contagiosa em termos de mortalidade e não apenas por sua expansão geográfica.
Em junho de 2009, dois meses depois de sua descoberta no México e Estados Unidos, a OMS declarou que este novo tipo de gripe era uma pandemia, baseando-se em sua rápida progressão.
O vírus H1N1 causou 17.700 mortos confirmados em laboratório em mais de 200 países e territórios, segundo a OMS, uma cifra muito inferior ao número de mortos causados por uma gripe tradicional.


fonte: http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL1567722-16726,00-OMS+ACUSA+AS+NOVAS+MIDIAS+DE+ATRAPALHAR+A+COMUNICACAO+SOBRE+A+GRIPE+HN.html

Hipertensão é doença crônica mais apontada por médicos, segundo estudo


A doença crônica mais apontada por médicos ou profissionais de saúde, em 2008, foi a hipertensão. O dado faz parte do suplemento de Saúde da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2008, divulgado nesta quarta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em 1998, ainda segundo o IBGE, a hipertensão já era a doença crônica mais citada pela população.
Do total de casos de doenças crônicas diagnosticados no ano, 14% eram de hipertensão, e 13,5% de doença de coluna ou costas. Ainda segundo o estudo, artrite ou reumatismo corresponderam a 5,7% dos casos; bronquite ou asma, a 5%; depressão, a 4,1%; doença de coração, 4%; e diabetes, 3,6%. Os demais casos foram de tendinite, insuficiência renal crônica, câncer, cirrose e tuberculose.
“O Ministério da Saúde, juntamente com o IBGE, está avaliando a possibilidade de realizar um inquérito - inédito no Brasil – para fazer exames de laboratório que mostrem o que adoece o brasileiro”, diz o ministro, José Gomes Temporão, pontuando que os índices divulgados pelo IBGE têm base na palavra da população e não em exames com comprovação científica.
Como medida para o controle da hipertensão e diabetes, o Ministério da Saúde, segundo Temporão, está avaliando a construção de espaços para atividade física dentro do Programa Saúde da Família. O ministro liga diretamente a hipertensão e a diabetes à falta de exercícios físicos e ao sedentarismo.
Ainda segundo o levantamento, em 2008, 31,3% da população brasileira, ou 59,5 milhões de pessoas, tinham pelo menos uma doença crônica, e 5,9% das pessoas tinham três ou mais. As regiões Sul (35,8%) e Sudeste (34,2%) registraram os maiores percentuais de pessoas com pelo menos uma doença crônica, seguidas por Centro-Oeste (30,8%), Nordeste (26,8%) e Norte (24,6%).
Foi observado um percentual de mulheres com doenças crônicas superior ao de homens, com índices, respectivamente, de 35,2% e 27,2%. Segundo Eduardo Pereira Nunes, presidente do IBGE, isso ocorre porque as mulheres vivem em média seis anos a mais do que os homens, e praticam menos atividades físicas, que são uma forma de prevenção a essas doenças.
Em relação à idade, verificou-se que a proporção de pessoas com doenças crônicas crescia conforme aumentava a faixa etária.
“O fato de 59 milhões de pessoas apresentarem doenças crônicas revela que a população está envelhecendo. O aumento da longevidade traz mais problemas de saúde. Os dados mostram que as políticas públicas vão precisar se adequar ao novo perfil da população. Será preciso decompor a população por faixa etária e investir na medicina geriátrica”, afirma Nunes.
O levantamento aponta ainda que, quanto maior o rendimento, maior foi o percentual de pessoas que afirmaram ter ao menos uma doença crônica, entre as 12 analisadas. Entre a população com rendimento de até um quarto do salário mínimo, 20,8% tinham ao menos uma doença. Já entre aqueles com rendimento acima de cinco salários mínimos, o percentual alcançava 38,5%.
São consideradas doenças crônicas as doenças que acompanham a pessoa por um longo período de tempo, podendo ter fases agudas, momentos de piora ou
melhora sensível. A hipertensão, ou pressão alta, é um problema crônico de alterações da pressão arterial, com constantes aumentos e tendência a se manter elevada.

fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1551578-5598,00-HIPERTENSAO+E+DOENCA+CRONICA+MAIS+APONTADA+POR+MEDICOS+SEGUNDO+ESTUDO.html

Atualidades - Carne bem passada pode dobrar chances de câncer na bexiga

Comer carne bem passada pode dobrar o risco de se desenvolver câncer de bexiga. É o que diz uma pesquisa recente apresentada em uma conferência de medicina nos Estados Unidos.
O estudo da universidade do Texas durou 11 anos. Os pesquisadores identificaram agentes químicos na carne bem passada que aumentam duas vezes e meia a probabilidade de contrair câncer na bexiga. Expor a carne demais ao fogo produz uma substância química que prejudica o organismo.
A descoberta vale para carne vermelha e de porco assada, frita ou grelhada. O risco aumenta também para quem come frango ou peixe fritos. Existem ainda fatores genéticos, mas o coordenador da pesquisa, Xifeng Wu, foi taxativo: o estudo mostra que há relação entre o que se come e os riscos de contrair câncer.

fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/04/carne-bem-passada-pode-dobrar-chances-cancer-na-bexiga.html

Cinza vulcânica traz pouco perigo à saúde por enquanto


As partículas de cinza expelidas pelo vulcão islandês ainda em erupção permanecem a uma alta altitude na atmosfera e não representam até agora um risco à saúde da população na Europa, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta terça-feira.
Baixando o tom da diretriz da última semana, quando disse que a nuvem vulcânica que mantinha os aviões no solo poderia ser "muito perigosa" para as pessoas com asma e problemas respiratórios, a OMS afirmou que não havia motivo de alerta na saúde pública por enquanto.
"Não há efeitos sobre a saúde no momento, com a exceção das vizinhanças do vulcão na Islândia", disse Carlos Dora, da divisão de saúde pública e ambiente, numa entrevista coletiva.
Os islandeses que vivem perto do vulcão devem permanecer em ambientes fechados ou usar máscaras faciais e óculos de segurança a fim de se protegerem das partículas capazes de irritar pulmões e olhos, disse Dora.
As partículas mais perigosas são as menores, que podem ser respiradas e irem parar nos pulmões, e foram as que mais se distanciaram do vulcão na coluna de fumaça lançada sobre a Europa.
Mas essas finas partículas ainda estão "muito altas" e as condições meteorológicas poderiam levar à dispersão da nuvem vulcânica sem que ela cause problemas de saúde na Europa, disse Dora.
A Organização Meteorológica Mundial (OMM), sediada em Genebra como a OMS, informou que as partículas de cinzas eram formadas por pequenos pedaços de pedra, minerais e vidro vulcânico do tamanho de um grão de areia, de sal ou limo.
Em geral essas partículas finas são dispersas por tempestades, que não são esperadas para a região nos próximos dias.
Está previsto o desenvolvimento de um sistema meteorológico de baixa pressão sobre a Islândia ainda esta semana, potencialmente empurrando a nuvem em direção ao Ártico e causando chuva para "lavar" as cinzas, disse a OMM em um comunicado.
Um especialista da OMM afirmou que os riscos da nuvem para a saúde atualmente eram desprezíveis em toda a Europa.
"Se você sentar num bar em Genebra e alguém fumar do seu lado, provavelmente você terá três vezes mais partículas mais finas entrando em seus pulmões", disse Herbert Puempel, chefe da divisão de meteorologia aeronáutica da OMM, numa entrevista coletiva.
Carlos Dora, da OMS, disse que, se a nuvem vulcânica se mantiver e descer ao nível do solo, os riscos à saúde serão maiores para asmáticos e pessoas com problemas respiratórios e cardíacos.
"Todas essas doenças são agravadas por altas concentrações de partículas", disse ele a jornalistas.

fonte: http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2010/04/20/cinza-vulcanica-traz-pouco-perigo-saude-por-enquanto-diz-oms-916391748.asp

Curso de Pós Graduação em UTI

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Computador adivinha pensamento

Agência FAPESP – Um grupo de pesquisadores britânicos desenvolveu um sistema informatizado que se mostrou capaz de adivinhar o que pessoas estavam pensando por meio da análise da atividade cerebral. O estudo foi feito por cientistas do Centro de Neuroimagem Wellcome Trust da University College London, na Inglaterra.
O objetivo do trabalho foi ampliar o conhecimento de como o cérebro armazena memórias. O estudo, liderado pela professora Eleanor Maguire, é uma continuação de um trabalho publicado no ano passado em que o mesmo grupo mostrou como memórias espaciais são gravadas em padrões regulares de atividade no hipocampo, área no cérebro responsável pela memória e aprendizagem.
"Em nosso experimento anterior, investigamos as memórias básicas com relação à localização de uma pessoa em determinado ambiente. Mas o mais interessante é olhar para memórias episódicas, as memórias complexas, do dia a dia, que incluem informações de onde você está, o que está fazendo e como está se sentindo", disse a pesquisadora.
O novo trabalho foi publicado na quinta-feira (11/3) na revista Current Biology. Para explorar como as memórias episódicas são armazenadas, os pesquisadores exibiram a dez voluntários três filmes curtos e pediram que tentassem memorizar o que viram.
Os filmes eram bem simples e compartilhavam alguns detalhes. Todos incluíam uma mulher que fazia uma tarefa comum em um típico cenário urbano. Os filmes tinham a mesma duração: sete segundos. Um deles, por exemplo, mostrava uma mulher andando em uma rua e bebendo café de um copo de papel para, no fim, jogar o copo no lixo. Outro filme mostrava uma outra mulher colocando uma carta na caixa de correio.
Em seguida, os pesquisadores pediram aos voluntários que tentassem memorizar os três filmes, na sequência em que foram exibidos. Enquanto isso era feito, seus cérebros eram examinados por ressonância magnética, de modo a registrar a atividade cerebral por meio da medição de alterações no fluxo sanguíneo.
Um programa de computador desenvolvido para o estudo analisou os padrões registrados para tentar identificar qual dos filmes a pessoa estava tentando memorizar apenas pela atividade cerebral.
"O programa foi capaz de estimar corretamente em qual dos filmes o voluntário estava pensando em um número de vezes muito acima do que se pode esperar apenas pela probabilidade de tentativa e erro. Os resultados sugerem que nossas memórias são gravadas em um padrão regular", disse Martin Chadwick, autor principal do estudo.
Embora uma rede que reúne diversas áreas do cérebro esteja envolvida no processo de armazenamento de memórias, os pesquisadores decidiram centralizar o estudo no lobo temporal médio, uma região que se suspeita estar envolvida principalmente na memória episódica. A região inclui o hipocampo, área que o grupo estudou extensivamente nos últimos anos.
Os cientistas observaram que as principais áreas envolvidas no armazenamento de memórias eram o hipocampo e as regiões imediatamente ao lado. Entretanto, o programa de computador teve aproveitamento melhor ao analisar a atividade apenas no hipocampo, indicando que essa é a região mais importante para o armazenamento de memórias episódicas.
“Agora que estamos conseguindo um retrato mais claro de como nossas memórias são armazenadas, esperamos examinar como elas são afetadas pelo tempo, pelo processo de envelhecimento e por danos ao cérebro”, disse Maguire.
O artigo Decoding Individual Episodic Memory Traces in the Human Hippocampus (doi 10.1016/j.cub.2010.01.053), de Eleanor Maguire e outros, pode ser lido por assinantes da Current Biology (Science Direct) em www.cell.com/current-biology.

fonte: http://www.crefito.com.br/clipp.asp?codcomu=99

Eventos - Abril 2010 CURSOS URGÊNCIA E EMERGÊNCIA

Eventos - Abril 2010

Pós-Graduação Lato Sensu em Urgência e Emergência
Início em abril - Juiz de Fora/MG
Realização: Faculdade Estácio de Sá
Informações: (32)3249-3627
secretariapos.jf@estacio.br
www.jf.estacio.br

Curso de Primeiros Socorros, RCP e DEA
3 e 4 de abril - São Bernardo do Campo/SP
Realização: RSA - Treinamentos
Informações: (11)2598-5237
treinamentos@rsaemergencias.com.br
www.rsaemergencias.com.br

Treinamento em Primeiros Socorros - FACED - UFBA
5 a 10 de abril - Salvador/BA
Realização: Brigada São Salvador
Informações: (71)3321-6736/8817-0566
francisco.borges@franciscoborges.com
www.franciscoborges.com/index_arquivos/BVESalvador.htm

Curso Socorros Básicos de Emergência
7 de abril - Belo Horizonte/MG
Realização: Senior Engenharia e Serviços LTDA
Informações: (31)2105-9858
treinamento@seniorengenharia.com.br
www.seniorengenharia.com.br

Programa Qualificar Campo Grande - Atualização para Profissionais de Segurança do Trabalho
7 de abril - Campo Grande/ MS
Realização: Proteção Publicações e Eventos
Informações: (51)2131-0400
treinamento@protecaoeventos.com.br
www.protecaoeventos.com.br

Programa Qualificar Campo Grande - Gerenciando os Riscos Ocupacionais para a Redução do FAP
8 de abril - Campo Grande/ MS
Realização: Proteção Publicações e Eventos
Informações: (51)2131-0400
treinamento@protecaoeventos.com.br
www.protecaoeventos.com.br

Oficina: Implantação do P2R2 - Plano de Prevenção, Preparação, e Resposta Rápida a Emergências Ambientais com Produtos Químicos Perigosos
7 e 8 de abril - Recife/PE
Realização: Fundacentro Pernambuco
Informações: (81)3241-3802/3643
www.fundacentro.gov.br

Curso Plano de Prevenção e Proteção contra Incêndio
8 e 9 de abril - Porto Alegre/RS
Realização: PPCI
Informações: (51)3029-6699
ppci@ppci.com.br
www.ppci.com.br/cursoppci.htm

Curso de Resgate Técnico com cordas
8 a 10 de abril - Gravataí/RS
Realização: Resgate&Aventura
Informações: (51)3432-0090
treinamentos@resgateaventura.com.br
www.resgateaventura.com.br

Trabalho em Altura com Segurança
9 de abril - Porto Alegre/RS
Realização: SATED
Informações: www.satedrs.org.br

Curso Plano de Prevenção e Proteção contra Incêndio
9 a 11 de abril - Porto Alegre/RS
Realização: PPCI
Informações: (51)3029-6699
ppci@ppci.com.br
www.ppci.com.br/cursoppci.htm

Resgate em Áreas Remotas - RAR
9 a 11 de abril - Itaara/RS
Realização: EcoAdventure Cursos e Treinamentos
Informações: (55)3222-5228
ecoadventure2009@hotmail.com
www.ecoadventuresm.com.br

Treinamento em Primeiros Socorros
10 e 11 de abril - Camaçarí/BA
Realização: Brigada Voluntária de Emergência
Informações: (71)8193-0392
brigadavoluntaria@yahoo.com.br

Atendimento Pré-Hospitalar - 16 horas
10 e 17 de Abril - Rio de Janeiro/RJ
Realização: Rio Emergências Treinamentos
Informações: (21)2567-0321/ 7714-1238
rioemergencias@rioemergencias.com.br
www.rioemergencias.com.br

Curso de BLS (Suporte Básico de Vida)
11 e 18 de abril - Lorena/SP
Realização: Traumateck – Treinamento e Desenvolvimento Profissional e Gerencial
Informações: (12)8823-9269
traumateck.resgate@hotmail.com

Curso de Resgate Veicular
11 de abril e 8 de maio - São Bernardo do Campo/SP
Realização: RSA - Treinamentos
Informações: (11)2598-5237
treinamentos@rsaemergencias.com.br
www.rsaemergencias.com.br

Curso de Higiene Ocupacional
12 a 16 de Abril - Natal/RN
Realização: Proteção Publicações e Eventos
Informações: (51)2131-0400
treinamento@protecaoeventos.com.br
www.protecaoeventos.com.br

Semana de Atualização em SST e Emergência
13 a 17 de abril - Porto Alegre/RS
Realização: Proteção Publicações e Eventos
Informações: (51)2131-0400
treinamento@protecaoeventos.com.br
www.protecaoeventos.com.br

Curso de Simulação em Medicina de Urgência e Emergência (Simurgem)
14 e 15 de abril - São Paulo/SP
Realização: SBCM
Informações: www.sbcm.org.br/simurgem

Curso de Emergência com produtos Químicos e Transporte de Cargas Perigosas
15, 16 e 17 de abril - Blumenau/SC
Realização: Gerson Carvalho Engenharia
Informações: (47) 3378-5335 / (47) 9109-3551
gersoncarvalhoengenharia@gmail.com

Armazenamento e Manuseio de Produtos Perigosos
16 de abril – São Paulo/SP
Realização: SUATRANS
Informações: (11)3526-3507
www.suatrans.com

Curso de Resgate Técnico Vertical Avançado
16 a 18 de abril - Sorocaba/SP
Realização: Task Special Services
Informações: (15)3233-2739
task@taskcollege.com.br
www.taskcollege.com.br/backend/newsletter/lenoticia.asp?noticia=1394&contato=202

Curso de Emergência Trauma e Catástrofe
16 a 18 de abril - Simões Filhos/BA
Realização: GRBS - Grupamento de Resgate, Busca e Salvamento
Informações: (71) 9611.0935 oi) (75) 9116.7292
profissionalcivil@hotmail.com
www.resgateaventura.com.br

Curso de Socorristas de Primeira Resposta
16 a 18 de abril - Santa Rosa/RS
Realização: Cruz Vermelha SM
Informações: (55)3027-4510
cruzvermelhasm@cruzvermelhasm.org.br
www.cruzvermelhasm.org.br

Curso de Primeiros Socorros, RCP e DEA (Internacional)
17 de abril - Rio de Janeiro/RJ
Realização: APH Save/ECSI (Emergency Care & Safety Institute)
Informações: (21)4063-7911
cursos@aphsave.com.br
www.aphsave.com.br

Curso de Suporte Básico de Vida - SBV
17 de abril - Guaratinguetá/SP
Realização: C.H.R Resgate
Informações: (12)7814-5320
chrrescue@ig.com.br

Curso Resgate na Mata
17 e 18 de abril - Atibaia/SP
Realização: IESSP
Fone: (11)2773-5661
www.iessp.com.br

Transporte marítimo, rotulagem e documentação de produtos químicos e resíduos perigosos – Normas brasileiras e legislação
19 e 20 de abril – São Paulo/SP
Realização: ABNT
Informações: (11)3284-5165/3142-8928
cursos2@abnt.org.br
www.abnt.org.br

XII Curso de Trauma Pré-CoLT
20 e 21 de abril - Campinas/SP
Realização: Ligas de Trauma da UNICAMP, Jundiaí e PUC Campinas
Informações: ligadotraumaunicamp@gmail.com

Programa Qualificar Belo Horizonte - Aspectos Jurídicos das Perícias Trabalhistas de Segurança e Saúde no Trabalho
26 de abril - Belo Horizonte/MG
Realização: Proteção Publicações e Eventos
Informações: (51)2131-0400
treinamento@protecaoeventos.com.br
www.protecaoeventos.com.br

Primeiros Socorros Pediátrico
26 de Abril - Rio de Janeiro/RJ
Realização: Rio Emergências Treinamentos
Informações: (21)2567-0321/ 7714-1238
rioemergencias@rioemergencias.com.br
www.rioemergencias.com.br

Primeiros Socorros Pediátrico
26 de Abril - Rio de Janeiro/RJ
Realização: Rio Emergências Treinamentos
Informações: (21)2567-0321/ 7714-1238
rioemergencias@rioemergencias.com.br
www.rioemergencias.com.br

First Aid, CPR and AED - Credenciamento Internacional ECSI
26 de Abril - Rio de Janeiro/RJ
Realização: Rio Emergências Treinamentos
Informações: (21)2567-0321/ 7714-1238
rioemergencias@rioemergencias.com.br
www.rioemergencias.com.br

Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas
26 e 27 de abril - Rio de Janeiro
Realização: ABNT
Informações: (11)3284-5165/3142-8928
cursos2@abnt.org.br
www.abnt.org.br/m3.asp?cod_pagina=1458

Programa Qualificar Belo Horizonte - Pontos Jurídicos Convertidos de Segurança e Saúde no Trabalho
27 de abril - Belo Horizonte/MG
Realização: Proteção Publicações e Eventos
Informações: (51)2131-0400
treinamento@protecaoeventos.com.br
www.protecaoeventos.com.br

Programa Qualificar Belo Horizonte - Formatando o Prontuário das Instalações Elétricas
28 de abril - Belo Horizonte/MG
Realização: Proteção Publicações e Eventos
Informações: (51)2131-0400
treinamento@protecaoeventos.com.br
www.protecaoeventos.com.br

Programa Qualificar Aracaju - Gestão dos Riscos Ocupacionais - Interpretando a Legislação do FAP/NTEP/PPP Web
28 de abril - Aracaju/SE
Realização: Proteção Publicações e Eventos
Informações: (51)2131-0400
treinamento@protecaoeventos.com.br
www.protecaoeventos.com.br

Curso Trabalho em Altura com Técnicas de Resgate
28 de abril - Porto Alegre/RS
Realização: PPCI
Informações: (51)3029-6699
ppci@ppci.com.br
www.ppci.com.br/cursotrabalhoalturaresgate.htm

Programa Qualificar Belo Horizonte - Análise de Riscos Conforme a NR 10 - Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade
29 de abril - Belo Horizonte/MG
Realização: Proteção Publicações e Eventos
Informações: (51)2131-0400
treinamento@protecaoeventos.com.br
www.protecaoeventos.com.br



Programa Qualificar Aracaju - Gestão dos Riscos Ocupacionais - Formatando o FAP/NTEP/PPP Web
29 de abril - Aracaju/SE
Realização: Proteção Publicações e Eventos
Informações: (51)2131-0400
treinamento@protecaoeventos.com.br
www.protecaoeventos.com.br



FONTE:

Campanha do Samu visa conscientização em Piracicaba

De cada 10 mil ligações que o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, Samu, recebe por mês, apenas três mil são de pessoas que realmente necessitam de atendimento urgente. Os outros 70%, de acordo com o médico Ariovaldo Marques, coordenador do Samu, ocupam a linha 192 de forma inadequada, para pedir informações sobre endereços, números de telefones e outras reclamações que não cabem ao setor resolver ou passar trotes.
Marques diz que, por conta desse grupo que liga indevidamente, e fica ocupando a linha enquanto tem gente realmente precisando de socorro, está sendo estudado o lançamento de uma campanha denominada "Amigos do Samu", para o segundo semestre deste ano. O lançamento foi confirmado à Gazeta pela assessoria de imprensa da Secretaria de Saúde de Piracicaba.
No ano passado, segundo o coordenador, o 192 atendeu 16.589 ocorrências envolvendo casos clínicos, psiquiátricos, gineco-obstetrícia, traumas e cirúrgicos. Também conduziu 7.338 pacientes para internação e atendeu 888 acidentes de trânsito. Geralmente, as unidades do Samu atendem vítimas em estado grave.
O telefone de emergência recebeu 120.849 ligações em 2009. "São muitas ligações, mas pequena parte é para atendimento emergencial realmente", diz o médico. Outro problema vivido no Serviço, de acordo com ele, é que quando alguém liga pedindo ambulância o atendente faz algumas perguntas e os cidadãos reclamam.
São questionamentos de extrema importância, segundo ele. "É a resposta da pessoa, que vai definir se vamos enviar somente uma ambulância comum ou a UTI Móvel. As pessoas não entendem, porque estão desesperadas e passam a nos questionar. Posso garantir que o questionário não dura mais do que três minutos".
Marques diz que manter a calma é extremamente importante. "Quanto mais a pessoa ficar calma, mais rápido responderá as perguntes e mais rápido ainda poderemos estar despachando a ambulância ou a UTI Móvel. Também é importante que o solicitante esteja bem próximo da vítima, para ir nos passando detalhes. Quanto mais informações nos der, melhor será a triagem e a resposta ao chamado".
Ele acrescenta que todo solicitante "é um amigo do Samu". "Não queremos que as pessoas deixem de ligar. Só estamos tentando estreitar nossos laços com a população, para que ela conheça melhor nosso serviço e faça o uso correto dele. Jamais podemos soltar ambulâncias aleatoriamente, porque se liberarmos todas, quando entrar um chamado grave não teremos veículos para atender".

Represálias

Cada ambulância, segundo o coordenador, percorre cerca de 150 quilômetros por dia. Dependendo do bairro em que vai atender, os enfermeiros e motoristas - até mesmo os médicos - são recebidos com pedradas. Segundo Iara Sendin, enfermeira-chefe, as pessoas agridem os socorristas por vários motivos.
"Às vezes acham que ambulância demorou e, em outras ocasiões, protestam quando uma pessoa é socorrida. São aqueles casos em que a vítima acabou de cometer um crime. Muita gente não entende que estamos ali para ajudar e salvar vidas", declara.
Jorge dos Santos, coordenador administrativo do Samu de Piracicaba, ressalta que cada vez que alguém atira pedras na viatura está destruindo o que é da população. "Quem pensa que não paga por uma unidade do Samu está totalmente enganado. Os gastos com as unidades estão no IPTU e demais impostos. Os gastos que temos com material de socorro também são pagos pelo povo, porque isso é comprado para o Samu utilizar. Por isso é importante que as pessoas tenham consciência e preservem o que é delas".

Composição

O Samu de Piracicaba tem 18 médicos e o diretor técnico é Orivaldo Macruz. O atendimento do 192 é feito por duas pessoas, já que existem duas linhas, que se revezam fazendo com que o serviço funcione 24 horas.
Para a campanha, a Coordenação está pensando em elaborar cartilhas ou trabalhar com a mídia. As comunidades também serão envolvidas e poderão receber prêmios.

Emergência
192 é o telefone do Serviço de Atendimento Móvel (Samu)

SAMU

2009 - 120.849 atendimentos
16.589 - casos clínicos, psiquiátricos, ginecologia e obstetrícia e traumas
12.176 transportes realizados em geral, sendo que 7.338 foram internações feitas pelo Samu
888 - acidentes atendidos
Fonte: Samu de Piracicaba

Projeto visa reduzir trotes

Para reduzir a quantidade de trotes passados no 192, o Samu criou um projeto denominado Samu na Escola. Segundo apurou a Gazeta, houve redução de 15% nos casos de trotes. Em um ano e meio do projeto, segundo a técnica em enfermagem Solange Spironello, 22 mil crianças e adolescentes já conheceram o serviço e foram conscientizadas de que é preciso ligar quando realmente necessita.
A partir de maio, já têm duas escolas que receberão o programa de acordo com Solange. Para as crianças, segundo ela, são mostrados slides sobre o serviço. Já os adolescentes têm acesso à fotografias de ocorrências, em que Solange mostra o que o impacto causa num veículo, entre métodos de atendimentos.
Solange diz que o trabalho deu tão certo, que ela criou uma comunidade no Orkut. É só acessar "Samu Piracicaba" e fazer parte.
Ainda dentro do Orkut ela conversa on-line com pais de alunos e também com os próprios estudantes. O acesso é "Sol Samu 192". O e-mail dela é samupiracicaba@yahoo.com.br. Para mais informações sobre o Samu nas Escolas, segundo ela, as escolas podem ligar para (19) 3437-2700, em horário comercial e de segunda a sexta-feira. Falar com Iara.


fonte: http://www.revistaemergencia.com.br/site/content/noticias/noticia_detalhe.php?pagina=1&id=A5jbA5

Socorristas do WTC têm problemas pulmonares, diz artigo

Estados Unidos - De acordo com informações publicadas no jornal norte-americano, The New York Times, no dia 7 de abril, os trabalhadores de resgate expostos às espessas camadas de fumaça no atentado de 11 de setembro ao World Trade Center tiveram grandes quedas na função pulmonar nos sete anos após o ocorrido. É o que aponta um estudo feito com bombeiros e profissionais de emergências médicas que atuaram nos atendimentos.
O estudo conta com 91,6% do total dos 13 mil bombeiros e médicos de emergência que trabalharam nas duas primeiras semanas depois do ataque. Todos os incluídos na pesquisa efetuaram testes pulmonares antes e após o ataque terrorista, por isso havia dados para a comparação. Os resultados são baseados em testes de função pulmonar realizados a cada 12 ou 18 meses desde março de 2000 até setembro de 2008.
A exposição ao pó deixou "uma substancial proporção de trabalhadores com função pulmonar anormal", relatam os investigadores do artigo ao Jornal.
Em média, as equipes de resgate perderam cerca de 10% da função pulmonar no ano após o ataque, com pouca ou nenhuma recuperação nos seis anos subsequentes, disse o médico David J. Prezant, um dos autores do estudo e diretor médico do Escritório de Assuntos Médicos do Corpo de Bombeiros de Nova York em entrevista ao Jornal The New York Times. Os bombeiros que chegaram na manhã do 11 de setembro tiveram a maior queda no primeiro ano, pois eles foram os mais expostos à pior nuvem de poeira que surgiu, logo quando as duas torres desabaram.
"Não foi um fogo comum", disse Prezant. "Havia milhares de litros de combustível queimando, além de uma densa nuvem de partículas de matéria que envolveu os trabalhadores durante todo o período".
A nuvem continha vidro pulverizado, cimento, fibras de isolamento e numerosos produtos químicos. "Isso provocou a inflamação aguda das vias aéreas e os pulmões", disse Prezant. "E esse impacto inflamatório tem sido persistente".
"A dimensão desse risco para o futuro não sabemos, porque nós nunca tivemos esse tipo de exposição antes", destaca o médico. "O fato é de que este declínio é persistente, e demonstra que há necessidade de um acompanhamento contínuo e um tratamento agressivo", disse o médico especialista ao Jornal.
Um relatório de 2009 do Grupo de Trabalhadores do World Trade Center também informou um aumento de asma entre a população exposta após o 11 de setembro, com 17.400 a 40 mil novos casos em adultos.
Há um site do governo que lista cerca de 250 artigos científicos sobre os efeitos físicos e mentais dos ataques sobre os trabalhadores de resgate e civis.

fonte: http://www.revistaemergencia.com.br/site/content/noticias/noticia_detalhe.php?id=A5y4Ja

terça-feira, 13 de abril de 2010

MANEQUINS COM SINAIS VITAIS AUXILIAM O APRIMORAMENTO DE PROFISSIONAIS DE SAÚDE


Eles possuem sinais vitais, tamanho e peso compatíveis com os de uma criança ou de um adulto, mas são apenas manequins construídos com alta tecnologia e manipulados por um sistema de computação de última geração. Esses bonecos - seis adultos e 16 infantis - se revezam em macas ou berçários dos laboratórios do Centro de Aprimoramento Profissional de Enfermagem (Cape), inaugurado em dezembro do ano passado pelo Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP), e se passam por pacientes dos "trainees", que procuram a instituição para melhorar conhecimentos e habilidades em tratar o doente e seus familiares.
Ao custo de R$ 6 milhões, o Cape é o único centro de formação gratuito do País. Todo o investimento foi feito com o dinheiro das contribuições mensais dos cerca de 360 mil profissionais de enfermagem inscritos no Coren-SP. "O conselho é um órgão regulador e fiscalizador, não educador. Mas queremos mudar essa visão", afirma o gerente do centro, Fernando César Mattos de Souza. "Queremos agir de forma preventiva e educar de antemão", diz.
Os treinamentos são feitos sob medida para o grupo que os solicitam e abrange os mais diversos campos de atuação do enfermeiro, como clínica médica, urgência e emergência, cirurgia, pediatria, gerontologia e obstetrícia.
NA PRÁTICA - Os alunos e profissionais podem assistir a aulas teóricas, em salas com quadros interativos e preparadas para receber até 20 cadeirantes, e praticar os ensinamentos nos laboratórios de simulação virtual e de habilidades.
Os manequins ficam no laboratório de habilidades. O monitor escolhe um caso para ser trabalhado e programa o computador. O manequim corresponde, alterando os sinais vitais, como pressão e batimentos cardíacos, exigindo que o trainee adote as medidas corretas para sanar o sofrimento. Um boneco bebê, por exemplo, pode começar a chorar e, mesmo com os procedimentos corretos, a ter a intensidade aumentada se não houver um ato de afeto por parte do profissional.
Na "maternidade", duas bonecas em tamanho natural são usadas para simular o parto normal, que pode ser de baixo risco a complicado, dependendo do nível de formação do grupo de treinamento. Mas não há quem não se encante com os bebês. Como bonecas mais reais, têm o peso de um recém-nascido saudável - com cerca de 3,5 quilos - e os membros molinhos, o que requer maior cuidado por parte do enfermeiro.
Rita de Cássia Silva Vieira Janicas, enfermeira de laboratório do Cape, ensina como se cada treinamento fosse uma experiência real. "Esse cenário é a própria celebração da vida", afirma Rita. E esse é um dos objetivos do curso: humanizar todo o atendimento, começando por nomear cada um dos manequins e dos casos sugeridos pela simulação virtual.
Aliás, existem 200 peças de partes do corpo humano disponíveis no laboratório de simulação virtual. Também com o auxílio do computador, programa-se um caso e o aluno ou profissional usa a peça e o software para treinar suas habilidades. No caso de uma punção, o programa verifica se a agulha entrou no ângulo certo, se foi descartada em local correto e informa, no final, erros e acertos.
Em caso de erro, mostra a falha e a forma certa de agir, garantindo a segurança no paciente. Como tudo é gravado, o aluno se vê e ele próprio se corrige com o auxílio do monitor do Cape. "Aqui, o aluno pode repetir o procedimento até se sentir seguro, usando o raciocínio clínico que terá de ter na prática", completa Rita.

fonte:http://www.portalcofen.gov.br/Site/2007/materias.asp?ArticleID=10557§ionID=38

MAIS AUTONOMIA À ENFERMAGEM REDUZ TAXA DE ERRO, DEFENDE ESPECIALISTA AMERICANO


Fonte: New York Times - Tradução de Gabriela d’Ávila

NYT - Você sustenta que os hospitais podem reduzir taxas de erro ao dar mais autonomia aos enfermeiros. Por quê?
Peter Pronovost - Porque, em todos os hospitais dos Estados Unidos, pacientes morrem de hierarquia. Pela forma como os médicos são treinados, o domínio experimental é visto como ameaçador e pouco importante. Mas uma enfermeira ou membro da família pode estar com um paciente 12 horas por dia, enquanto um médico só aparece por cinco minutos.

Quando comecei a trabalhar nisso, observei as alegações de responsabilidade de eventos que poderiam ter matado um paciente ou que realmente mataram, em vários hospitais – incluindo o Hopkins. Eu perguntei: “Em quantos desses eventos alguém sabia que algo estava errado e não falou, ou falou e não foi ouvido?”

Até mesmo eu, médico, já passei por isso. Uma vez, durante uma cirurgia, estava administrando anestesia e podia ver que o paciente estava desenvolvendo os sinais clássicos de uma reação alérgica com risco de morte.

Disse ao cirurgião: “Acho que isso é alergia a látex, por favor, mude as luvas.” “Não é”, ele disparou, recusando-se a fazê-lo. Então eu disse: “Me ajude a entender como você está enxergando a situação. Se eu estiver errado, eu só vou estar errado. Mas, se você estiver errado, você vai matar o paciente.” Eu não poderia deixar o paciente morrer porque o cirurgião e eu não estávamos nos entendendo.

Pedi à instrumentista que telefonasse para o reitor da faculdade de medicina, que eu sabia que me apoiaria. Quando ela estava prestes a telefonar, o cirurgião me xingou e finalmente tirou as luvas de látex.

NYT - O que os pacientes podem fazer para se proteger de erros em hospitais?
Peter Pronovost - Eu diria que um paciente pode fazer a seguinte pergunta: “Qual a taxa de infecção do hospital?” Se esse número for alto ou o hospital disser que não sabe, você deve sair correndo. Em qualquer caso, você também deve perguntar se eles usam um sistema de check list.

Quando você já for paciente internado do hospital, pergunte: “Será que eu realmente preciso desse cateter? Estou recebendo benefícios o suficiente para compensar os riscos?” A qualquer pessoa que lhe tocar, pergunte: “Você lavou as mãos?” Parece tolice, mas você tem de ser seu próprio protetor.



Fonte: New York Times - Tradução de Gabriela d’Ávila
te de medula óssea, mas o câncer já está muito avançado.”

A palavra “erro” nunca foi pronunciada, mas estava implícita. Fiquei arrasado, com raiva dos clínicos e de mim mesmo. Eu pensava: “A medicina tem de ser melhor que isso.”

Alguns anos depois, quando eu já era médico, depois de obter um doutorado em segurança hospitalar, conheci Sorrel King, cuja filha de 18 meses, Josie, tinha morrido no Hopkins de infecção e desidratação após a inserção de um cateter.

A mãe e os enfermeiros tinham percebido que a menininha estava com problemas. Mas alguns médicos encarregados de seus cuidados não ouviam. Então, tivemos uma criança que morreu de desidratação, uma doença do terceiro mundo, num dos melhores hospitais do mundo. Muitas pessoas aqui ficaram atormentadas com isso. E a autocrítica que se seguiu fez com que fosse possível para mim realizar novas pesquisas sobre segurança e pressionar por mudanças.

NYT - O que exatamente havia de errado?
Peter Pronovost - Assim como em muitos hospitais, tivemos um trabalho em equipe disfuncional por causa de uma cultura excessivamente hierárquica. Quando as confrontações ocorriam, o problema raramente era enquadrado de forma a buscar o melhor para o paciente. Era assim: “Eu estou certo. Sou mais experiente que você. Não me diga o que fazer.” Com a causa da morte de Josie King (infecção após inserção de cateter), nossos índices eram altíssimos: cerca de 11 em mil, o que, na época, nos colocava entre os piores 10% do país.

Cateteres são inseridos nas veias próximas do coração antes de grandes cirurgias, na UTI, para quimioterapia e diálise. O Centro de Controle de Doenças calcula que 31 mil pessoas por ano morrem de infecções no sangue contraídas em hospitais dessa forma. Então eu pensei: “Isso pode ser impedido. Infecções hospitalares não são como uma doença sem cura. Vamos tentar fazer um check list que padronize o que os clínicos fazem antes do cateterismo.”

Eu achava que, se pegássemos as medidas de segurança mais importantes e encontrássemos alguma forma de torná-las uma rotina, o cenário poderia ser alterado. O check list que desenvolvemos foi simples: lavar as mãos, limpar a pele com chlorhexidina, evitar colocar cateteres na virilha, cobrir o paciente e a si mesmo enquanto insere o cateter, manter um campo esterilizado, e se perguntar todos os dias se os benefícios do cateterismo são maiores que os riscos.

NYT - Lavar as mãos? Os médicos não já fazem isso automaticamente?
Peter Pronovost - Estimativas nacionais dão conta de que nós lavamos as mãos de 30% a 40% das vezes. Em hospitais que estão trabalhando para melhorar seu desempenho de segurança, o número chega a 70%. Mas isso significa que, em 30% das vezes, os profissionais não estão lavando as mãos. No Hopkins, testamos a ideia do check list na unidade de tratamento intensivo cirúrgico. Ajudou, embora ainda seja necessário fazer mais para diminuir os índices de infecção. Precisamos garantir que os suprimentos – desinfetante, panos, cateteres – estejam próximos e à mão.

Observamos que esses itens eram armazenados em oito lugares diferentes dentro do hospital; por isso, nas emergências, as pessoas muitas vezes “pulavam” passos. Assim, reunimos todo o material necessário e o colocamos juntos num carrinho acessível. Designamos uma pessoa para ficar responsável pelo carrinho e sempre garantir que ele esteja abastecido. Também instituímos supervisores para garantir que o check list estava sendo seguido.

Dissemos: “Médicos, sabemos que vocês são pessoas ocupadas e às vezes se esquecem de lavar as mãos. Então, enfermeiros, vocês devem garantir que os médicos o façam. Se eles não o fizerem, vocês estão autorizados a interromper o início de um procedimento.”

NYT - E o que aconteceu?
Peter Pronovost - Você ia achar que eu tinha começado a Terceira Guerra Mundial! Os enfermeiros disseram que não era parte do trabalho deles monitorar os médicos; os médicos disseram que nenhum enfermeiro interromperia o início de um procedimento. Eu disse: “Médicos, sabemos que não somos perfeitos e que podemos esquecer importantes medidas de segurança. Enfermeiros, como vocês podem permitir que um médico comece sem ter lavado as mãos?”

Disse aos enfermeiros que eles poderiam me mandar mensagem de celular de dia ou de noite, que eu os apoiaria. Em quatro anos conseguimos reduzir os níveis de infecção a quase zero na UTI.

Então, levamos isso a 100 UTIs de 70 hospitais de Michigan. Medimos suas taxas de infecção, implementamos o check list, trabalhamos para obter uma cultura de mais cooperação, para que os enfermeiros pudessem falar. De novo, reduzimos as taxas a quase zero. Estamos motivando hospitais de todo o país a implementar sistemas de check list similares.

NYT - Você sustenta que os hospitais podem reduzir taxas de erro ao dar mais autonomia aos enfermeiros. Por quê?
Peter Pronovost - Porque, em todos os hospitais dos Estados Unidos, pacientes morrem de hierarquia. Pela forma como os médicos são treinados, o domínio experimental é visto como ameaçador e pouco importante. Mas uma enfermeira ou membro da família pode estar com um paciente 12 horas por dia, enquanto um médico só aparece por cinco minutos.

Quando comecei a trabalhar nisso, observei as alegações de responsabilidade de eventos que poderiam ter matado um paciente ou que realmente mataram, em vários hospitais – incluindo o Hopkins. Eu perguntei: “Em quantos desses eventos alguém sabia que algo estava errado e não falou, ou falou e não foi ouvido?”

Até mesmo eu, médico, já passei por isso. Uma vez, durante uma cirurgia, estava administrando anestesia e podia ver que o paciente estava desenvolvendo os sinais clássicos de uma reação alérgica com risco de morte.

Disse ao cirurgião: “Acho que isso é alergia a látex, por favor, mude as luvas.” “Não é”, ele disparou, recusando-se a fazê-lo. Então eu disse: “Me ajude a entender como você está enxergando a situação. Se eu estiver errado, eu só vou estar errado. Mas, se você estiver errado, você vai matar o paciente.” Eu não poderia deixar o paciente morrer porque o cirurgião e eu não estávamos nos entendendo.

Pedi à instrumentista que telefonasse para o reitor da faculdade de medicina, que eu sabia que me apoiaria. Quando ela estava prestes a telefonar, o cirurgião me xingou e finalmente tirou as luvas de látex.

NYT - O que os pacientes podem fazer para se proteger de erros em hospitais?
Peter Pronovost - Eu diria que um paciente pode fazer a seguinte pergunta: “Qual a taxa de infecção do hospital?” Se esse número for alto ou o hospital disser que não sabe, você deve sair correndo. Em qualquer caso, você também deve perguntar se eles usam um sistema de check list.

Quando você já for paciente internado do hospital, pergunte: “Será que eu realmente preciso desse cateter? Estou recebendo benefícios o suficiente para compensar os riscos?” A qualquer pessoa que lhe tocar, pergunte: “Você lavou as mãos?” Parece tolice, mas você tem de ser seu próprio protetor.



Fonte: New York Times - Tradução de Gabriela d’Ávila
fonte:

O novo código de ética médica entra em vigor nesta terça-feira 13/abr/2010


O novo código de ética médica entra em vigor nesta terça-feira (13). Ele funciona como uma constituição para os médicos. O documento atualiza regras e princípios que o profissional deve obedecer no exercício da profissão.
O objetivo das atualizações é melhorar a relação entre o médico e o paciente, uma relação que tem ficado cada vez mais abalada por causa das precárias condições em que funciona a saúde pública no país.
O novo código de ética médica não vai solucionar a falta de estrutura nos hospitais. Mas deve ajudar a unir as atenções em um único foco.
Uma das principais intenções nas alterações no código de ética é melhorar a relação entre médico e paciente. O novo código aborda assuntos complexos como a decisão no caso de um paciente em estado terminal e outros mais simples. O médico deve escrever a receita de forma legível, o que deve melhorar e muito a vida do paciente na hora de comprar um medicamento.

reportagem na íntegra acesse o site: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1567200-5603,00-NOVO+CODIGO+DE+ETICA+MEDICA+ENTRA+VIGOR.html

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Ambulância do Samu explode em Florianópolis


Um ambulância do Serviço Móvel de Urgência (Samu) explodiu na tarde desta segunda-feira, no bairro Capoeiras, em frente ao Supermercado Angeloni, região continental de Florianópolis. Ninguém ficou ferido.
O incidente aconteceu por volta das 16h20min na avenida Ivo Silveira. Segundo a Central de Emergência do Corpo de Bombeiros, pessoas que estavam longe do local ouviram o estrondo.
De acordo com o motorista do veículo, um incêndio, que começou no motor, se espalhou por toda a ambulância. Devido ao calor, um cilindro de oxigênio explodiu.
— Peguei o extintor de incêndio e fui apagar o fogo no motor, mas o capô não abriu. Aí, não consegui fazer nada, além de isolar a área — relatou.
Na viatura, estava apenas o motorista e uma técnica de enfermagem.

fonte: http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default.jsp?uf=2&newsID=a2870018.htm

sábado, 10 de abril de 2010

Material ECG (eletrocardiograma) - download


Material bem interessante, fala sobre o histórico do ECG, como funciona, o primeiro aparelho de ECG, e sua evolução, como é usado, leitura e identificação de alterações no coração.
Para fazer o download da aula é só clicar no link abaixo e baixar...

http://www.4shared.com/get/46239919/ae169f8e/BIOFSICA_-_ENFERMAGEM_ELETROCA.html

quarta-feira, 7 de abril de 2010

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Curso de Primeiros Socorros


Saiba como aplicar os Primeiros Socorros em acidentes com crianças ou adultos, envolvendo afogamento, asfixia, hemorragias, insolação, AVC, infarto, choques, ferimentos, fraturas, queimaduras, convulsões, entre outros. Conheça o modo correto de agir em acidentes de trânsito e catástrofes naturais.

Neste curso, você também aprenderá sobre:

* A Posição Lateral de Segurança (PLS).
* O Exame Primário e Secundário de uma vítima.
* Paradas Cardiorrespiratórias, Acidentes Domésticos e outros.
* Como Transportar a Vítima de um Acidente.
* Quais itens incluir em um Kit de Primeiros Socorros.

Apenas R$ 40 - Sem Mensalidades
Carga Horária: 50 horas - Início Imediato



http://www.cursos24horas.com.br/parceiro.asp?cod=promocao11400&id=11710&url=cursos/primeiros-socorros

Curso de Enfermagem



Neste curso você vai conhecer:

Como é a carreira em Enfermagem, quais são as habilidades e competências exigidas, quais as perspectivas, salários e turnos de trabalho.
Como é a rotina de um enfermeiro profissional, suas obrigações éticas, seus direitos e deveres.
Técnicas básicas e avançadas de enfermagem, ilustradas com dezenas de imagens.
Aprenda tudo por meio de vídeo-aulas dinâmicas e interativas. O curso conta também com apostilas que podem ser impressas e o apoio de um professor para tirar quaisquer dúvidas. Ao final, você recebe o certificado de conclusão em casa, sem custo adicional.

Apenas R$ 50 - Sem Mensalidades
Carga Horária: 70 horas - Início Imediato


Vale a pena dar uma olhada!!!!

http://www.cursos24horas.com.br/parceiro.asp?cod=promocao11400&id=11710&url=cursos/curso-de-enfermagem