Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.
Romanos 8:28

quarta-feira, 31 de março de 2010

Como projetar uma UTI


Projetar uma UTI ou modificar uma unidade existente, exige conhecimento das normas dos agentes reguladores, experiência dos profissionais de terapia intensiva, que estão familiarizados com as necessidades específicas da população de pacientes. Revisões periódicas devem ser consideradas na medida que a prática da terapia intensiva evolui.1 O projeto deve ser abordado pôr um grupo multidisciplinar composto de diretor médico, enfermeiro chefe da UTI, arquiteto principal, administrador hospitalar e engenheiros.2 Esse grupo deve avaliar a demanda esperada da UTI baseado na avaliação dos pontos de fornecimento de seus pacientes, nos critérios de admissão e alta, e na taxa esperada de ocupação. É necessário análise dos recursos médicos, pessoal de suporte(enfermagem, fisioterapia, nutricionista, psicólogo e assistente social) e pela disponibilidade dos serviços de apoio(laboratório, radiologia, farmácia e outros ).3

PLANEJAMENTO DA ÁREA DE UMA U.T.I.O Planejamento e projeto devem ser baseados em padrões de admissão de paciente, fluxo de visitantes e funcionários, e na necessidade de instalações de apoio (posto de enfermagem, armazenamento, parte burocrática, exigências administrativas e educacionais) e serviços que são peculiares à instituição individual em questão. Segundo normas para projetos físicos de Estabelecimentos Assistenciais de Saúde4(E.A.S.), 1995, a organização físico funcional de internação de paciente em regime de terapia intensiva deve:
proporcionar condições de internar pacientes críticos em ambientes individuais e ou coletivos conforme grau de risco, faixa etária, patologia e requisitos de privacidade;
executar e registrar assistência médica e de enfermagem intensiva;
prestar apoio diagnóstico-laboratorial, de imagem e terapêutico 24 horas;
manter condições de monitoramento e assistência respiratória contínua;
prestar assistência nutricional e distribuir alimentos aos pacientes;
manter pacientes com morte encefálica, nas condições de permitir a retirada de órgãos para transplantes, quando consentida.
Localização Cada UTI deve ser uma área geográfica distinta dentro do hospital, quando possível, com acesso controlado, sem trânsito para outros departamentos. Sua localização deve ter acesso direto e ser próxima de elevador, serviço de emergência, centro cirúrgico, sala recuperação pós-anestésica, unidades intermediárias de terapia e serviço de laboratório e radiologia.5,6
Número de LeitosOs leitos necessários para fornecer uma cobertura segura e adequada para pacientes gravemente doentes num hospital, dependem da população do hospital, quantidade de cirurgias, grau do compromisso de cuidados intensivos pela administração do hospital, pelos médicos e enfermeiros, e dos recursos institucionais. Um método empírico freqüentemente relatado é que um hospital geral deveria destinar 10% da capacidade de leitos para UTI.7 Relman,8 "sugere que 15 a 20% de todos os pacientes precisam de cuidados intensivos". Uma UTI deve existir com no mínimo cinco leitos, em hospitais com capacidade para cem ou mais leitos. A instalação com menos de cinco leitos torna-se impraticável e extremamente onerosa, com rendimento insatisfatório em termos de atendimento. Estabelecimentos especializados em cirurgia, cardiologia e em emergência devem fazer cálculo específico.6,9 O ideal considerado do ponto de vista funcional, são oito a doze leitos pôr unidade. Caso se indique maior número de leitos, esta deve ser dividida em subunidades. Esta divisão proporciona maior eficiência de atendimento da equipe de trabalho.1,6
Forma da UnidadeA disposição dos leitos de UTI podem ser em área comum (tipo vigilância), quartos fechados ou mista.6 A área comum proporciona observação contínua do paciente, é indicada a separação dos leitos pôr divisórias laváveis que proporcionam uma relativa privacidade dos pacientes. As unidades com leitos dispostos em quartos fechados, devem ser dotados de painéis de vidro para facilitar a observação dos pacientes. Nesta forma de unidade é necessário uma central de monitorização no posto de enfermagem, com transmissão de onda eletrocardiógrafa e freqüência cardíaca. Unidades com quartos fechados proporcionam maior privacidade aos pacientes, redução do nível de ruído e possibilidade de isolamento dos pacientes infectados e imunossuprimidos. A unidade mista combina os dois tipos de forma e tem sido adotada com bons resultados.6 Salas de isolamento é recomendável e cada instalação de saúde deve considerar a necessidade de salas de isolamento compressão positiva e negativa nestas salas. Esta necessidade, vai depender, principalmente da população de pacientes e dos requisitos do Departamento de Saúde Pública.1

ÁREA DE INTERNAÇÃO
Área de PacientesOs pacientes devem ficar localizados de modo que a visualização direta ou indireta, seja possível durante todo o tempo, permitindo a monitorização do estado dos pacientes, sob as circunstâncias de rotina e de emergência. O projeto preferencial é aquele que permite uma linha direta de visão, entre o paciente e o posto de enfermagem..1 Os sinais dos sistemas de chamada dos pacientes, os alarmes dos equipamentos de monitorização e telefones se somam à sobrecarga auditiva nas U.T.Is.10. O Conselho Internacional de Ruído, tem recomendado que o nível de ruídos nas áreas de terapia aguda dos hospitais não ultrapassem 45dB(A) durante o dia, 40dB(A) durante a noite e 20dB(A) durante a madrugada. Tem-se observado que o nível de ruído na maioria dos hospitais esta entre 50 e 70dB(A) e, em alguns casos ocasionais, acima desta faixa.4 Pôr estas razões, devem ser utilizados pisos que absorvam os sons, levando-se em consideração os aspectos de manter o controle das infecções hospitalares, da manutenção e movimentação dos equipamentos. As paredes e os tetos devem ser construídos de materiais com alta capacidade de absorção acústica. Atenuadores e defletores nos tetos podem ajudar a reduzir a reverberação dos sons. As aberturas das portas devem ser defasadas para reduzir a transmissão dos sons.1

Posto de Enfermagem O posto de enfermagem deve ser centralizado, no mínimo um para cada doze leitos e prover uma área confortável, de tamanho suficiente para acomodar todas as funções da equipe de trabalho, com dimensões mínimas de 8m2. Cada posto deve ser servido pôr uma área de serviços destinada ao preparo de medicação, com dimensão mínima de 8m2 e ser localizada anexo ao posto de enfermagem. Deve haver iluminação adequada de teto para tarefas específicas, energia de emergência, instalação de água fria, balcão, lavabo, um sistema funcional de estocagem de medicamentos, materiais e soluções e um relógio de parede deve estar presente.1,4 Espaço adequado para terminais de computador e impressoras é essencial quando forem utilizados sistemas informatizados. Deve ser previsto espaço adequado para se colocar os gráficos de registros médicos e de enfermagem. Os formulários de registro médicos e impressos devem estar armazenados em prateleiras ou armários de modo que possam ser facilmente acessados pôr todas as pessoas que requeiram o seu uso.

Sala de Utensílios Limpos e Sujos As salas de utensílios limpos e sujos devem ser separadas e que não estejam interligadas. Os pisos devem ser cobertos com materiais sem emendas ou junções, para facilitar a limpeza.1 A sala de utensílios limpos é utilizada para armazenar suprimentos limpos e esterilizados, podendo também acondicionar roupas limpas. Prateleiras e armários para armazenagem devem estar em locais acima do solo, facilitando a limpeza do piso. A sala de materiais sujos(expurgo), deve ser localizada fora da área de circulação da unidade. Pode ter uma pia e um tanque, ambos com torneiras misturadoras de água fria e quente para desinfecção e preparo de materiais. Deve ser projetada para abrigar roupa suja antes de encaminhar ao destino, dispor de mecanismos para descartar itens contaminados com substâncias e fluidos corporais. Recipientes especiais devem ser providenciados para descartar agulhas e outros objetos perfurocortantes.1 Para desinfecção dos materiais não descartáveis é necessário dois recipientes com tampa, um para materiais de borracha e vidro e outro para materiais de inox , ou uma máquina processadora.
Banheiro de PacientesLocalizado na área de internação da unidade (geral ) ou anexo ao quarto (isolamento). Todos os banheiros e sanitários de pacientes internados devem ter duchas higiênicas e chuveiro.1,6

Copa de Pacientes Local destinado ao serviço de nutrição e dietética, sendo receptora e distribuidora das dietas dos pacientes da unidade.6 Deve ter pia, geladeira e lixo específico para desprezar restos de alimentos.
Sala de Serviços Gerais Sala destinada a guarda de materiais e soluções utilizadas na limpeza e desinfecção da Unidade. Deve ser provida de tanque e prateleiras suspensas.

Sala de Procedimentos Especiais Se uma sala de procedimentos especiais é desejada, sua localização deve ser dentro, ou adjacente à UTI, podendo atender diversas U.T.Is. próximas. Deve ser de fácil acesso, o tamanho suficiente para acomodar os equipamentos e as pessoas necessárias. As capacidades de monitorização, equipamentos, serviços de apoio e condições de segurança devem ser compatíveis com serviços fornecidos pela UTI. As áreas de trabalho e armazenamento devem ser adequados o suficiente para manter todos os suprimentos necessários e permitir o desempenho de todos os procedimentos sem que haja a necessidade da saída de pessoas da sala.1

Armazenamento de Equipamentos Uma área para guardar os equipamentos que não estão em uso ativo, deve ser planejada. A localização deve ser de fácil acesso e espaço adequado para pronta localização e remoção do equipamento desejado. Deve ser previsto tomadas elétricas aterradas em número suficiente para permitir a recarga dos equipamentos operados a bateria.1

Laboratório Todas as U.T.Is. devem ter serviço de laboratório clínico disponível vinte e quatro horas pôr dia.3 Quando o laboratório central do hospital não puder atender as necessidades da UTI, um laboratório satélite dentro da, ou adjacente à UTI deve ser capaz de fornecer os testes químicos e hematológicos mínimos, incluindo análises de gases do sangue arterial.1

Sala de Reuniões Uma área distinta ou separada próxima de cada U.T.I. ou de cada grupo de U.T.Is., deve ser projetada para observar e armazenar as radiografias, estudar e discutir os casos dos pacientes. Um negatoscópio ou carrossel de tamanho adequado deve estar presente para permitir a observação simultânea de uma série de radiografias.1,6

Área de Descanso dos Funcionários Uma sala de descanso deve ser prevista em cada U.T.I. ou grupamento de U.T.Is, para prover um local privado, confortável e com ambiente descontraído. Deve existir sanitários masculinos e femininos dotados de chuveiro e armários. Uma copa com instalações adequadas para armazenamento e preparo de alimentos, incluindo uma geladeira, um fogão elétrico e ou forno microondas. A sala de descanso precisa estar ligada à U.T.I. pôr um sistema de intercomunicação.1

Conforto Médico Deve ser próximo à área de internação, de fácil acesso, com instalações sanitárias e chuveiro. A sala deve ser ligada à U.T.I. pôr telefone e ou sistema de intercomunicação.

Sala de Estudos Uma sala de estudos para equipe multidisciplinar da U.T.I. deve ser planejada para educação continuada, ensino dos funcionários ou aulas multidisciplinares sobre terapia dos pacientes. Deve estar previsto recursos audiovisual, equipamentos informatizados interativos para auto aprendizado e referências médicas, enfermagem e outros.1


Recepção da U.T.I.
Cada U.T.I. ou agrupamento de U.T.Is. deve ter uma área para controlar o acesso de visitantes. Sua localização deve ser planejada de modo que os visitantes se identifiquem antes de entrar. Pôr ser uma unidade de acesso restrito é desejável que a entrada para os profissionais de saúde, seja separada dos visitantes e um sistema de intercomunicação com as áreas da U.T.I. efetivo.1

Sala de Espera de Visitantes Área indispensável, deve ser localizada próximo de cada U.T.I. ou agrupamento de U.T.Is., destinada aos familiares de pacientes, enquanto aguardam informações ou são preparados para visita na unidade. O acesso de visitantes deve ser controlado pela recepção. Um bebedouro e sanitários devem ser localizados dentro da área ou próximo a ela. São desejáveis para este ambiente cores vivas, carpete, janelas, iluminação indireta e suave.1,5 Deve ser previsto telefones públicos, sofás, cadeiras retas e reclináveis, terminais de circuito interno de TV e materiais educativos.1

Rota de Transporte de Pacientes Os corredores utilizados para transportar os pacientes devem ser separados dos utilizados pelos visitantes. O transporte dos pacientes deve ser rápido e a privacidade preservada. Quando necessário o uso de elevadores, deve ser previsto um tamanho superdimensionado e separado do acesso público.1

Corredores de Suprimento e Serviço Para suprir cada U.T.I. deve ser planejado um corredor com 2,4 metros, portas com abertura no mínimo 0,9 metros, permitindo fácil acesso.1 A circulação exclusiva para itens sujos e limpos é medida dispensável. O transporte de material contaminado pode ser através de quaisquer ambiente e cruzar com material esterilizado ou paciente, sem risco algum, se acondicionado em carros fechados, com tampa e técnica adequada.4 O revestimento do piso deve ser resistente a trabalho pesado e permitir que equipamentos com rodas se movam sem dificuldades.1

Secretaria Administrativa É uma área recomendável, adjacente à U.T.I., para pessoal da administração médica e de enfermagem. Espaços adicionais para secretarias podem ser alocados para pessoal de desenvolvimento, especialistas clínicos e serviço social, quando aplicável. A habilidade de colocar estes profissionais nas proximidades de uma U.T.I. pode facilitar a abordagem do gerenciamento dos pacientes pôr um grupo amplo e integrado.1

Módulo de Pacientes Os módulos dos pacientes devem ser projetados para apoiar todas as funções necessárias de saúde. A área de cada leito deve ser suficiente para conter todos os equipamentos e permitir livre movimentação da equipe par atender às necessidades de terapia do paciente.1,6 Segundo as Normas para Projetos Físicos de Estabelecimentos Assistênciais de Saúde, o quarto fechado para adulto ou adolescente deve ter dimensão mínima de 12 m2, com distância de 1,0 metro entre paredes e leito, exceto cabeceira. A área coletiva deve ter dimensões mínimas para 10 m2, distância de 1,0 metro entre paredes e 2,0 metros entre leitos. O quarto de isolamento é recomendável, deve ser dotado de banheiro privativo e de área específica para recipientes estanques de roupa limpa e suja e de lavatório. Na ausência de isolamento, o quarto privativo tem flexibilidade para, sempre que for requerida proteção coletiva, operar como isolamento. Cada módulo de U.T.I. deve ter um alarme de parada cardíaca interligado no posto de enfermagem, sala de reuniões, sala de descanso dos funcionários e demais salas com chamada. No projeto da U.T.I. um ambiente que minimize o stress do paciente e dos funcionários deve ser planejado, incluindo iluminação natural e vista externa. As janelas são aspectos importantes de orientação sensorial e o maior número possível das salas deve ter janelas para indicação de dia/noite.5 Para controlar o nível de iluminação pode utilizar cortinas, toldos externos, vidros pintados ou reflexivos. Outros recursos para melhorar a orientação sensorial dos pacientes pode incluir a provisão de calendário, relógio, rádio, televisão e ramal telefônico. A instalação de T.V. deve ficar fora do alcance dos pacientes e operados pôr controle remoto. As considerações de conforto devem incluir métodos para estabelecer a privacidade dos pacientes. O uso de persianas, cortinas, biombos e portas controlam o contato do paciente com a área ao redor. Uma poltrona deve estar disponível a beira do leito para visita de familiares. A escolha das cores das paredes proporcionam descanso e propicia ambiente tranqüilo.

UtilidadesUma U.T.I. deve ter recursos que propiciem segurança para os pacientes e funcionários sob condições normais e de emergência. Cada unidade deve ser provida de eletricidade, água, vácuo clínico, oxigênio, ar comprimido e devem atender as normas mínimas ou os códigos dos agentes reguladores ou credenciadores. Os serviços de utilidades podem ser fornecidos pôr uma coluna montada no teto, no solo ou livre. Quando localizadas adequadamente permitem fácil acesso a cabeceira do paciente, facilitando atendimento de urgência. Se o sistema de colunas não for viável, os serviços de utilidades podem ser fornecidos no painel de cabeceira.1

1 - Energia ElétricaNa U.T.I. existem diversos equipamentos eletro-eletrônicos de vital importância na sustentação de vida dos pacientes, que são utilizados na monitorização de parâmetros fisiológicos ou pôr ação terapêutica, integrados ao suprimento de gases. Estas instalações devem ter sua alimentação chaveada para fonte de emergência que rapidamente reassume a alimentação no caso de quedas de energia elétrica, devendo garantir o suprimento nas 24 horas.1,4 O número de tomadas sugerido é de no mínimo onze(11) por leito13, sendo desejável dezesseis(16)1, ambas com voltagem de 110 e 220 volts e adequadamente aterradas.4 As tomadas na cabeceira devem ser localizadas a aproximadamente 0,9 metros acima do piso para facilitar a conexão e a retirada através do corpo do conector.1 Deve dispor também de acesso à tomada para aparelho transportável de raios X, distante no máximo 15m de cada leito.4

2 - IluminaçãoAlém da iluminação natural, deve ter iluminação geral de teto para realização das atividades e registro pela equipe de trabalho e conforto do paciente, não excedendo 30 pé-vela(fc). A iluminação noturna quando em uso contínuo não deve exceder 6,5 fc, ou para períodos curtos 19 fc. É desejável uma lâmpada de leitura para o paciente e não deve exceder 30 fc. Iluminação específica para procedimentos e urgência devem ser colocados diretamente acima do paciente com pelo menos 150 fc.1

3 - Abastecimento de águaA fonte de água deve ser certificada, especialmente se forem realizadas hemodiálise.1 As instalações de pias e lavatórios deve ser prevista para lavagem das mãos nos locais de manuseio de insumos, medicamentos e alimentos, próximo a entrada dos módulos de pacientes ou entre cada dois leitos em U.T.I. tipo vigilância.4 Os lavatórios devem ser largos e profundos o suficiente para evitar respingos, ser equipados com torneiras que dispensa o contato com as mãos contaminadas, preferencialmente acionadas pôr pés, joelhos, cotovelos ou sensores.1 Em cada lavatório deve ser instalado dispensador para sabão líquido e anti-sépticos, acionado sem tocar as mãos e toalheiros para papel descartável. Estes são componentes críticos para o controle de infecções hospitalares.14 Quando um banheiro é incluído num módulo de paciente, ele deve ser equipado com dispositivo para limpeza de comadres e papagaios,. Com instalação de água quente e fria e uma ducha com controle pôr pés.1

4 - Sistema de gases e vácuoO suprimento de oxigênio, ar comprimido e vácuo devem ser mantidos nas 24 horas. È recomendado duas saídas de oxigênio pôr leito no mínimo e uma saída de ar comprimido, porém, é desejável haver duas. As saídas para oxigênio e ar comprimido devem ser feitas pôr conexões apropriadas para cada gás, evitando troca acidental. Um sistema de alarme pôr pressão alta e baixa de gases devem ser instalados em cada U.T.I. e no departamento de engenharia do hospital.1,4,6,13 É preconizado dois pontos de vácuo pôr leito, porém, é recomendável três pontos.13 O sistema de vácuo deve manter mínimo de 290mmHg, se redução abaixo de 194mmHg os alarmes audíveis e visuais são acionados.1

5 - Renovação de ar áreas críticas Ar de qualidade segura e satisfatória deve ser mantido durante todo o tempo. São exigidos no mínimo seis trocas de ar pôr hora, sendo que duas trocas devem ser com ar externo. Todas as entradas e ar externas devem ser localizadas o mais alto possível, em relação ao nível do piso e possuir filtros de grande eficiência.1,4 O ar condicionado e o aquecimento devem ser previstos visando assepsia e conforto para os pacientes e equipe de trabalho, pôr isso devem passar pôr sistemas de filtragens apropriados. A tomada de ar deve respeitar distancia mínima de 8,0 m de locais onde haja emanação de agentes infecciosos ou gases nocivos. Para unidades de terapia críticas com módulos fechados para pacientes, a temperatura deve ser ajustada individualmente, com variação de 24 a 26ºC, umidade relativa do ar de 40 a 60%.1,4

fonte: http://www.hospvirt.org.br/enfermagem/port/uti-pl.htm

terça-feira, 30 de março de 2010

Monografia - Ocorrencias de Iatrogenia pela Enfermagem na UTI.pdf

http://www.4shared.com/file/224920045/5b098db/Monografia_-_Ocorrencias_de_Ia.html?s=1

Samu promove primeiro curso aeromédico


A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), por meio do Núcleo de Educação Permanente (NEP), realiza nesta terça e quarta-feiras (dias 30 e 31), no hotel Ritz Plaza Mar, o primeiro curso de resgate de transporte aeromédico, destinado a médicos e enfermeiros do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) do Estado. O objetivo do treinamento é implantar um serviço de transporte aeromédico com qualidade para garantir um atendimento ágil, eficiente e que salve cada vez mais vidas.
A capacitação será realizada em parceria com a diretoria de Atenção Pré-hospitalar, Samu Maceió, Corpo de Bombeiros Militar e Samu de Brasília. O curso será ministrado pelo coordenador do Samu/DF, médico Rodrigo Caseli, que tem amplo conhecimento em resgate e transporte aeromédico. Também haverá a participação do tenente coronel André, do Corpo de Bombeiros, que já vem atuando em resgate aeromédico.
De acordo com Iracildo Camelo, diretor de Atenção Pré-hospitalar da Sesau, a capacitação só será realizada graças ao apoio do governo do Estado, que está priorizando a assistência pré-hospitalar com eficiência. "O serviço aeromédico foi inaugurado em Alagoas no último Carnaval, demonstrando a seriedade dos profissionais do Samu em salvar vidas. O curso será um aperfeiçoamento do trabalho realizado", destacou.
Na programação também está previsto o transporte de pacientes graves por via aérea, tanto urbana como intermunicipal e interestadual. Serão discutidos os cuidados específicos no transporte aeromédico como pacientes cardiopatas, pneumopatas, neurológicos, gestantes, pediátricos, além de segurança em aviação com helicópteros, de voo, aeronáuticos e emergência a bordo.


fonte: http://www.primeiraedicao.com.br/?pag=maceio&cod=8566

Ambulâncias do Samu são equipadas para uso da Tele-Medicina


A partir de abril, oito novas ambulâncias de suporte avançado do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu 192) passarão a contar com o programa em Tele-Medicina do Ministério da Saúde. Condutores, técnicos de enfermagem, enfermeiros, médicos e coordenadores do Samu passam nesta segunda (29) e terça-feira (30) por capacitação para o uso dos kits que vão permitir a análise de eletrocardiogramas em poucos minutos, diagnosticando o paciente antes que ele seja levado ao hospital.
Os treinamentos estão sendo realizados por profissionais do Hospital do Coração de São Paulo, em parceria com o MS. “A viatura avançada atende o paciente com suspeita de enfarto e a equipe faz o eletrocardiograma, manda via celular para a central em São Paulo, que responde com o laudo e sugestão de tratamento. A ação diminui os custos hospitalares, já que o paciente é encaminhado diretamente para o hospital de referência”, explica o enfermeiro e membro do Instituto de Ensino e Pesquisa do HCor, Antônio Cláudio de Oliveira.
Cerca de 150 profissionais de toda a Bahia passam pela capacitação que está acontecendo na sede do Samu 192 de Salvador, no bairro de Pau Miúdo. O curso traz orientações sobre como utilizar a nova tecnologia de transmissão via ondas de rádio, a Tele-eletrocardiologia. O programa será estendido para o Samu de todo o Estado.
Salvador já conta com o programa desde 2007 e foi pioneira em todo o Brasil. Hoje, são quatro ambulâncias equipadas com o kit. “Com a tele-medicina é possível definir um diagnóstico precoce e assim reduzir em até 20% o número de mortes por doenças cardiovasculares. Nos casos confirmados, por exemplo, podemos encaminhar o paciente diretamente para o Hospital Ana Nery, referência hoje em Salvador para doenças do coração, e assim ganhar tempo no tratamento”, esclarece o coordenador do Samu 192 de Salvador, Ivan Paiva.

fonte: http://www.jornaldamidia.com.br/noticias/2010/03/29/Bahia/Ambulancias_do_Samu_sao_equipadas.shtml

Saiba em que situações recorrer à Defesa Civil pelo telefone 199


O período das chuvas está começando em Salvador. Para tentar minimizar os danos, a população pode acessar os serviços oferecidos pela Coordenadoria de Defesa Civil de Salvador (Codesal), órgão responsável pela Operação Chuva, em vigor desde 1º de março.
"O principal instrumento de ligação entre a Codesal e a população é o telefone 199, acessível 24 horas todos os dias", afirma o subsecretário para Assuntos de Defesa Civil, Osny Bonfim. Outra forma de atendimento é presencialmente na sede do órgão, com atendimento feito por ouvidores para, se necessária posterior intervenção, acrescenta o subsecretário.
Bonfim diz que há uma série de serviços que podem ser solicitados por telefone, como a realização de vistorias técnicas em imóveis e em áreas de risco; remoção de moradores de áreas ou imóveis com risco iminente; interdição ou demolição de edificações em risco de desabamento; e recobrimento com lona plástica de encostas em risco de deslizamento de terra. O órgão presta outros serviços, como a avaliação de cenários e monitoramento de eventos públicos com grande concentração de pessoas.
A Defesa Civil de Salvador coordena ainda uma série de serviços de orientação técnica à população soteropolitana. "Temos os núcleos comunitários de defesa civil, que identificam e capacitam pessoas para nos ajudar nas ações de prevenção a acidentes, além do projeto Defesa Civil Itinerante, que dissemina ações nas comunidades", explica Bonfim.

Plantões

Decreto que estabeleceu a Operação determina, ainda, o reforço dos plantões de 24 horas até 31 de julho. O objetivo é prestar atendimento à população em situações de anormalidade ocasionadas pelas chuvas.
Além da Defesa Civil, outros órgãos da prefeitura que atuam situações relacionadas também manterão plantões de 24 horas durante todos os dias da semana, informa a prefeitura.

Dicas de segurança

O que não fazer: Deixar o esgoto a céu aberto; Retirar totalmente a vegetação; Jogar lixo nas encostas; Plantar bananeiras e árvores de grande porte nas encostas; Fazer contenção de bloco cerâmico; Colocar lona plástica sem orientação de técnicos da Codesal; Trafegar com veículo em locais de poças d`água.
O que fazer: Escavar quando absolutamente necessário e deixando um ângulo de aproximadamente 60º; Rebaixar a vegetação; Plantar grama e vegetação rasteira nas encostas; Canalizar esgotos; Depositar o lixo nas caixas coletoras; Seguir as determinações da Codesal: esticar bem a lona plástica colocada nas encostas; Evitar dirigir quando houver temporais.

Disque Defesa Civil: 199.


fonte: http://www.revistaemergencia.com.br/site/content/noticias/noticia_detalhe.php?pagina=1&id=J9jjJj

Lula diz que país terá 3,8 mil novas ambulâncias até dezembro


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manteve na segunda-feira, 29, o compromisso de entregar 3,8 mil ambulâncias até o final deste ano. Os veículos, segundo ele, vão beneficiar 165 milhões de pessoas em 4 mil municípios. Atualmente, 1.234 cidades contam com o serviço, que atende 130 milhões de pessoas.
"Algumas [ambulâncias] vão estar tão bem equipadas que, se um cidadão passar mal, o primeiro exame, por exemplo, cardíaco, será feito na ambulância e será passado diretamente para um hospital especialista para dar um diagnóstico imediatamente. Isso vai salvar muitas vidas no Brasil", disse, em seu programa semanal de rádio Café com o Presidente.
Na semana passada, 650 veículos foram entregues. O custo, de acordo com o Ministério da Saúde, foi de R$ 75,8 milhões. Segundo a pasta, estados e municípios vão receber R$ 97,5 milhões por ano para a manutenção do serviço. Atualmente, 1.488 ambulâncias estão em uso em todo o país.
Lula lembrou que as ambulâncias vão se somar a 500 unidades de pronto-atendimento (Upas) também prometidas pelo governo federal. A expectativa é que o atendimento seja feito 24 horas por dias com leito hospitalar garantido. "Vamos aperfeiçoar e muito o sistema de atendimento ao povo brasileiro", afirmou o presidente.

fonte: http://www.revistaemergencia.com.br/site/content/noticias/noticia_detalhe.php?id=J9jjAA

sexta-feira, 26 de março de 2010

Lula entrega 650 ambulancias do Samu em Tatui

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve neta quinta-feira, 25, em Tatuí, na sede da Rontan, participando da entrega de 650 ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU-192) para 573 cidades brasileiras, entre elas Botucatu, que recebeu a primeira “Unidade de Suporte Básico”, modelo mais simples do SAMU.
Em julho está previsto a entrega da Unidade de Suporte Avançado. Vinte e sete estados foram beneficiados com ambulâncias, sendo que São Paulo está entre os que mais receberam (117), acompanhado pela Bahia, (182), Minas Gerais, (169), Rio de Janeiro,(160) e Goiás, (128).
A cerimônia reuniu o primeiro escalão da República: O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Presidente da Câmara Federal Michel Temer, (eventual vice de Dilma Rousseff, político da região de Tietê), o Governador de São Paulo, José Serra e os Ministros da Saúde José Gomes Temporão e Dilma Rousseff, da Casa Civil, além do Senador Aluizio Mercadante.
O evento, além de destinar ambulâncias para todos os estados brasileiros, colocou lado a lado pela primeira vez os presidenciáveis Dilma Rousselff, (PT), Ministra da Casa Civil e José Serra, (PSDB), Governador de São Paulo, depois de ele assumir, na semana passada, que disputaria a eleição presidencial.
Serra e o presidente Lula trocaram comentários diversas vezes, porém Serra e Dilma, pouco se falaram. Ambos conversaram duas vezes, sendo a mais longa, durante o discurso de Lula.
Acompanharam a entrega das viaturas dez deputados federais, um senador, sete deputados estaduais, (a maioria do PT) e mais de 15 prefeitos.
De Botucatu estiveram o prefeito João Cury Neto (PSDB) e os vereadores Lelo Pagani e Benedito Gamito (ambos do PT), que representaram o Legislativo.
Visivelmente mais a vontade no palanque, a Ministra Dilma abriu um longo sorriso, olhando para a multidão de aproximadamente três mil pessoas, cinco minutos depois de iniciado o protocolo, quando o prefeito de Tatuí, Luiz Gonzaga Vieira de Camargo, fazia o primeiro discurso citando o “livro dos livros” e disse que “há tempo para plantar e tempo para colher”.
Do meio da platéia um operário da Rontan citou a fonte: “Está em Eclesiastes!”.
O governador de São Paulo José Serra destacou que o SUS é o maior e melhor sistema de saúde do mundo. Embora tenha emplacado comentários do presidente Lula em relação ao seu discurso, o governador estava visivelmente tenso. Ao cumprimentar o presidente da Rontan João Roberto Bonzan, corinthiano declarado “como o presidente”, tentou estimular os palmeirenses. Foi um dos poucos momentos em que sorriu.
Serra ainda teve de enfrentar protestos de petistas e prefeitos aliados do Governo Federal, que criticavam a presença dele na cerimônia. Geraldo Macedo, professor estadual e vice-prefeito de Itapetininga, era um que aos gritos protestava dizendo que Serra não teria assinado acordo com o Ministério da Saúde para financiar o SAMU e deveria se retirar do palanque.
O ministro José Gomes Temporão, em entrevista coletiva, disse não saber o motivo de São Paulo não ter assinado o acordo. “São Paulo foi um dos poucos estados brasileiros que não assinou o protocolo de financiamento do SAMU. Não sei o motivo e não tenho aqui, dados para informar quantos estados no Brasil não assinaram o protocolo”.
Temporão contou que onde não houve adesão de financiamento dos Estados, as parcerias foram feitas diretamente com os municípios.
“Os 117 municípios de São Paulo estão fazendo parceria direta com o Ministério da Saúde para adquirirem o Serviço de Atendimento Móvel e para as Unidades de Pronto Atendimentos, que funcionam 24 horas para atendimento de casos de pressão e febre alta, fraturas, infartos e derrames (AVCs)” afirmou.
[com diario da serra/entrelinhas]

25-03-2010

fonte: http://www.entrelinhas.com/portal/index.php?CAT=18&DET=14007

quarta-feira, 24 de março de 2010

SOCORRO ON LINE - Simulação de atendimento à vitima


É bem interessante esse site, O SOCORRO ON LINE é uma simulação de atendimento pré-hospitalar, onde cada situação é diferente uma da outra, você tem que resolver rapidamente com inteligencia, agilidade e muita competencia o que vai fazer com o seu paciente e se agir errado você perde ele.. ou seja ele morre.. vale a pena entrar e conferir..




http://www.uff.br/ph/sol.htm

sexta-feira, 12 de março de 2010

Projeto Salva–Vidas Mirim atendeu a quase mil crianças no Litoral Sul


Dentro da Operação Golfinho, foi realizado neste sábado, 27, às 10h, na praia do Cassino, o encerramento do Projeto Salva-Vidas Mirim no Litoral Sul, que integra a programação do Verão Legal RS 2010. A última turma deste Verão contou com a participação de 26 crianças. Com isso, o projeto fechou suas atividades neste veraneio com o atendimento a 987 crianças no Litoral Sul, bem acima da edição passada quando foram contabilizados aproximadamente 700 participantes.
O encerramento das atividades contou com a presença do comandante da Companhia Ambiental de Pelotas, capitão Márcio André Facin, que passou às crianças orientações sobre preservação ambiental. Na ocasião, os participantes receberam informações de forma interativa e descontraída. Tais como o significado das bandeiras, cuidados com o banho no mar, dicas de segurança, educação ambiental, cuidados com o sol e prevenção a acidentes domésticos. Além disso, as crianças realizaram corrida pela praia e entraram no mar onde aconteceu a simulação de salvamento. Também recebem uniforme de salva-vidas mirim, contendo camiseta, bermuda e boné.
A mãe de Alessandro e Alessandra da Silva Martins, de 12 e 11 anos, Ivonete da Silva, disse que os filhos adoram o projeto. "Desde a primeira turma do Verão eu tenho trazido eles para participarem da atividade. Sempre que ficavam sabendo de uma nova turma pediam que eu os trouxessem. Na praia os meus filhos sabem tudo, desde as bandeiras até os procedimentos de segurança. Eles adotaram todas as orientações recebidas pelos salva-vidas e ainda cobram dos adultos que as cumpram", ressaltou Ivonete.
O capitão da Brigada Militar, Ney Humberto Medeiros, avaliou como extremamente positivo o desenvolvimento do projeto neste veraneio. Salientou a ampliação no número de atendimento às crianças e alertou para a importância do projeto. "Estamos trabalhando para colaborarmos com o futuro da sociedade, educando nossas crianças para que sejam adultos melhores. Além disso, queremos colaborar para que tenhamos uma redução no número de ocorrências registradas por nossos salva-vidas e, principalmente, evitar os afogamentos", finalizou o capitão.

fonte:http://www.revistaemergencia.com.br/site/content/noticias/noticia_detalhe.php?pagina=2&id=Jyy5A5

Motos dos Bombeiros testam GPS para atender ocorrências


O grupamento de motocicletas do Corpo de Bombeiros estará realizando um teste com a utilização de GPS neste sábado, 6. Segundo o chefe do Centro de Resgate e Emergência Pré-Hospitalar dos Bombeiros, major Marcello Fraiha, o novo equipamento vai passar pelo período de teste para verificar a viabilidade do uso nas vias de Campo Grande.
"O objetivo é diminuir ainda mais o tempo-resposta nos atendimentos", afirma Fraiha. De acordo com o major, hoje o tempo médio de atendimento do grupamento de motocicletas é de cinco a sete minutos. "Com o uso do GPS nós esperamos diminuir este tempo-resposta em cerca de 20%", observa o chefe do resgate.
"É difícil encontrar algumas ruas nos bairros através dos mapas. O equipamento vai viabilizar a busca do local onde houve a ocorrência, fazendo diminuir o tempo-resposta. Com o teste estaremos verificando a real utilização nas vias", observa Fraiha.
A Capital dispõe de duas duplas de motos que fazem o pré-atendimento desde julho de 2009. As duas motocicletas que se dirigem até o local da ocorrência são equipadas para o pré-atendimento, uma delas possui material para atender ocorrências com traumas, a outra é equipada com materiais para emergências clínicas.
O uso das motocicletas faz o atendimento mais rápido e ainda dinamiza o emprego de outras viaturas, recursos humanos e materiais. As motos dão o apoio a todos os chamados e vão na frente.



fonte: http://www.revistaemergencia.com.br/site/content/noticias/noticia_detalhe.php?pagina=1&id=JyjgAA

Itanhaém/SP apresenta SAMU–192 que integrará 6 cidades

Nesta terça-feira, 9, às 11 horas, na sala de reuniões do Gabinete, será apresentado o funcionamento e a estrutura do novo SAMU-192 Regional Litoral Sul, que integrará o serviço de atendimento de urgência e emergência entre as cidades de Itanhaém, Praia Grande, Mongaguá, Peruíbe, Itariri e Pedro de Toledo.
Os detalhes do SAMU-192 Regional serão apresentados pelo Coordenador Geral de Urgência e Emergência do SAMU-192 Itanhaém, Amir Mahmoud Bahmad, que também será o responsável pelo serviço entre as seis cidades. O encontro contará com a participação dos prefeitos das cidades envolvidas e dos respectivos secretários de saúde.
O novo sistema de atendimento de urgência e emergência contará com 21 viaturas e oito motos. Os novos veículos serão adquiridos por meio do Ministério da Saúde. A central reguladora funcionará na sede do SAMU-192 Itanhaém, porém para acomodar o serviço regional, o local será reestruturado com verba de R$ 220 mil, também do Governo Federal. A inauguração do SAMU-192 Regional Litoral Sul está prevista para o mês de maio.

fonte: http://www.revistaemergencia.com.br/site/content/noticias/noticia_detalhe.php?pagina=1&id=JyjbAc

H1N1: Profissionais da saúde na primeira etapa de imunização


A primeira etapa da estratégia nacional de vacinação contra a gripe pandêmica começou na segunda segunda-feira, 8. Durante duas semanas, até 19 de março, somente os trabalhadores de serviços de saúde que atuam diretamente na resposta à nova gripe e os indígenas que vivem em aldeias serão imunizados. O público-alvo é estimado em 1.915.000 trabalhadores de serviços de saúde e 566.000 mil indígenas. A meta é vacinar, pelo menos, 80% dessas pessoas. Cada estado, em parceria com os municípios, é responsável por determinar como a vacina chegará a essa população (incluindo os trabalhadores da rede privada envolvidos diretamente no atendimento dos casos suspeitos da nova gripe), bem como os locais e horários de vacinação.
Entre os trabalhadores, estão médicos, enfermeiros, recepcionistas, pessoal de limpeza e segurança, motoristas de ambulância, equipes de laboratório e profissionais que atuam na investigação epidemiológica. São pessoas que estão diretamente envolvidas no atendimento de pessoas com suspeita de gripe, que procuram os serviços de saúde por estarem sentido os principais sintomas da doença - febre, tosse, dor de cabeça, dores no corpo, nos olhos e nas articulações e falta de ar. Os indígenas que vivem em aldeias serão vacinados pelos agentes da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), como ocorre nas demais campanhas de vacinação do Ministério da Saúde.
"Por sua complexidade, esta campanha será o maior desafio já enfrentado pelo Programa Nacional de Imunização. Portanto, é fundamental a colaboração de todo o país para garantirmos o êxito em proteger, ao máximo, nossa população", avalia o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que reforça: "Estamos protegendo os grupos mais frágeis e aqueles têm maior risco de adoecer e morrer".
A vacinação de grupos prioritários segue parâmetros da Organização Mundial da Saúde (OMS), que recomenda a imunização de trabalhadores de serviços de saúde, indígenas, gestantes e pessoas com doenças crônicas. O governo brasileiro - em consenso com sociedades científicas, entidades de classe e representantes de estados e municípios - ampliou a vacinação para outros três grupos: crianças de 6 meses a menos de 2 anos e adultos saudáveis de 20 a 29 anos e de 30 a 39 anos.

Período: 08/03 a 19/03

fonte: http://www.revistaemergencia.com.br/site/content/noticias/noticia_detalhe.php?id=JayAJa&__akacao=237190&__akcnt=41a34f40&__akvkey=7331&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=Emergncia%20News%20Ed.%2009/10

terça-feira, 9 de março de 2010

Doença meningocócica - Meningite


A doença meningocócica é uma infecção bacteriana aguda, rapidamente fatal, causada pela Neisseria meningitidis. Esta bactéria pode causar inflamação nas membranas que revestem o sistema nervoso central (meningite) e infecção generalizada (meningococcemia). Existem 13 sorogrupos identificados de N. meningitidis, porém os que mais freqüentemente causam doença são o A, o B, o C, o Y e o W135.

Transmissão

O ser humano é o único hospedeiro natural da N. meningitidis. Cerca de 10% dos adolescentes e adultos são portadores assintomáticos da bactéria na orofaringe ("garganta") e podem transmitir a bactéria, mesmo sem adoecer. A bactéria é transmitida de uma pessoa para outra pela secreção respiratória (gotículas de saliva, espirro, tosse). Geralmente, após a transmissão, a bactéria permanece na orofaringe do indivíduo receptor por curto período e acaba sendo eliminada pelos próprios mecanismos de defesa do organismo. Desta forma, a condição de portador assintomático tende a ser transitória, embora possa se estender por períodos prolongados de meses a até mais de um ano.


Distribuição geográfica e riscos

A doença meningocócica tem distribuição global, podendo ocorrer surtos ocasionais e epidemias em qualquer país do mundo. A África é a região com maior número de casos no mundo, principalmente na região semi-árida sub-Saariana, conhecida como “cinturão da meningite” que se estende do Senegal até a Etiópia, afetando cerca de 15 países. Nesta região, a doença meningocócica representa uma ameaça há, pelo menos, 100 anos com epidemias recorrentes a cada 8 a 12 anos, freqüentemente resultando em uma taxa de ataque 500 a 1000 vezes maior do que a de uma população em país desenvolvido.


Medidas de proteção individual

De todas as doenças infecciosas, a doença meningocócica é uma das que causa maior impacto na população, pelo seu potencial de acometer de forma rápida e fulminante pessoas previamente saudáveis, na sua maioria crianças, e pelo risco de desencadear epidemias. A falta de informação adequada associada ao sensacionalismo oportunista colaboram para aumentar o pânico da população e não contribuem para o controle efetivo da doença. Algumas medidas, adotadas com alguma freqüência por motivos não muito claros, como fechamento de escolas e emergências, desinfecção de ambulâncias, são tecnicamente inadequadas, pois a bactéria não sobrevive no ambiente. Além disto são totalmente ineficazes para evitar ou controlar epidemias de doença meningocócica e, claramente, causam transtornos e prejuízos inclusive ao próprio atendimento médico à população.
O risco de doença meningocócica é mais significativo apenas para pessoas que tiveram contato muito próximo com uma pessoa infectada (portadora assintomática ou doente). Quando se detecta um novo caso (doente), admite-se que entre seus contactantes próximos, possam existir um ou mais portadores assintomáticos e, eventualmente, um outro indivíduo susceptível, que à semelhança do doente já identificado, possa adoecer gravemente (“vítima potencial”). A prevenção imediata da ocorrência de novos casos é feita através do tratamento profilático com antibióticos (quimioprofilaxia) de todos os contactantes próximos do indivíduo doente, visando a eliminação da bactéria da nasofaringe dos portadores.

Manifestações
A doença meningocócica tem início abrupto e evolução rápida, podendo levar ao óbito em menos de 24 a 48 horas. As manifestações iniciais da meningite são febre alta, prostração, dor de cabeça, vômitos, aparecimento na pele de pequenas manchas violáceas (petéquias) que inicialmente são semelhantes às picadas de mosquitos mas que rapidamente aumentam de número e de tamanho, dor e dificuldade na movimentação do pescoço (rigidez de nuca). Em crianças com menos de um ano de idade, as manifestações da meningite podem ser mais inespecíficas como febre, irritação, choro constante e abaulamento da fontanela (“moleira”) sem rigidez de nuca. Se não for rapidamente tratada com antibióticos, a doença pode evoluir com confusão mental e coma. A meningococcemia é a forma mais grave de apresentação da infecção pela N. meningitidis e as manifestações iniciais são semelhantes às da meningite, excluindo-se a rigidez de nuca. O risco maior da doença meningocócica é a evolução rápida para o choque (diminuição acentuada da pressão arterial), o que resulta em funcionamento inadequado de órgãos vitais (como os rins, coração e pulmão) e morte. Cerca de 15 a 20% dos casos apresentam meningococcemia sem meningite, que tem letalidade próxima de 70% em países em desenvolvimento.


Tratamento

Quando há suspeita clínica, o início do tratamento deve ser imediato e não deve aguardar resultados de exames. O tratamento é feito com antibióticos por via endovenosa e medidas de suporte (como hidratação). Cerca de 5 a 10% dos indivíduos evoluem para óbito apesar do tratamento. Das pessoas que sobrevivem, 9 a 11% ficam com algum tipo de seqüela permanente (surdez, paralisias, convulsões, amputação de extremidades). A administração de antibiótico profilático para os contactantes próximos dos indivíduos doentes deve ser feita rapidamente, pois reduz significativamente o aparecimento de casos secundários.

fonte:http://www.cives.ufrj.br/informacao/dm/dm-iv.html

Síndrome Respiratória Aguda Grave

Manifestações

As manifestações da Síndrome Respiratória Aguda Grave são semelhantes às da gripe: febre alta de início súbito, tosse seca, dor no corpo, na cabeça e na garganta. Além disto, pode ocorrer falta de ar, perda do apetite, mal estar, confusão mental, exantema e diarréia. O exame de sangue (hemograma) pode evidenciar uma diminuição acentuada das plaquetas (trombocitopenia) e dos leucócitos (leucopenia), o que de modo algum confirma o diagnóstico da doença. A maioria dos casos (mais de 80%) começa a apresentar melhora após uma semana de doença, porém alguns evoluem de forma grave e, eventualmente, podem necessitar do uso de próteses respiratórias ("respiradores"). A letalidade média da Síndrome Respiratória Aguda Grave, que depende de fatores como idade, presença de doenças associadas e recursos disponíveis para tratamento, é estimada atualmente em cerca de 15%.

Síndrome Respiratória Aguda Grave:
faixa etária e letalidade estimada


--------------------------------------------------------------------------------
Faixa etária (anos) Letalidade (%)
--------------------------------------------------------------------------------
< = 24 < 1
25 a 44 6
45 a 64 15
> 65 >50
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte: OMS, 07/05/2003

segunda-feira, 8 de março de 2010

TRIAGEM DE VÍTIMAS


Que é triagem de vítima?
É a forma médica de classificação do estado em que se encontram as vítimas de um grande acidente, com o objetivo de salvar o máximo possível de vidas dentro de um critério de escolha universal de resgate.

Como fazer esta triagem?
Geralmente ela é feita por médicos que analisam o estado de cada vítima após o acidente e é classificado pelo sistema de cores usado pelo socorrista, como uma escala de sobrevivência. No pulso destes acidentados são colocados separadores de triagem ou kit de triagem, anotando inicialmente a classificação.

Quais são as cores usadas nestes kits (braceletes)?
A-) Verde - Estado bom. Pode aguardar atendimento de pequenos ferimentos.
B-) Amarelo - Estado que merece uma atenção mais urgente que o verde. Geralmente é feito o processo de imobilização provisória e outros procedimentos.
C-) Azul - Estado dispensado de atendimento, poderá ter alta imediatamente.
D-) Vermelho - Estado de atenção imediata, pode morrer a qualquer instante. Tem prioridade sobre os demais.
E-) Preto - Estado de morte ou pré-falecimento. Nada poderá ser feito. Só aguardar remoções.

Como fazer no caso de remoções imediata?
Após análise e colocação de bracelete de cores, o médico que fez os atendimentos urgentes, principalmente no vermelho e no amarelo, encaminha as vítimas para remoção imediata aos hospitais. Para orientar, este médico colocará no pescoço da vítima uma ficha da sua avaliação e triagem, para que os outros médicos que forem receber em hospitais e centros cirúrgicos, já tenham as primeiras informações: nome, estado de saúde, procedimentos já efetuados, etc.

Como pessoas podem ajudar na remoção de vítimas?
A indicação é o melhor meio de comunicação. Geralmente o médico possui um kit completo de triagem, com mantas em cores para serem estendidas ao chão, bem como bandeirinhas em cores de resgate para serem vistas de longe. As vítimas estarão separadas e já terão recebidos os primeiros socorros. (vide acima descrição das cores)

Se não houver médico no local, o que fazer?
Nestas horas é que valem os treinamentos e cursos de traumas. Deve-se usar o bom senso: primeiro chamando o resgate, mantendo a calma e observando os acidentados, aplicando-lhe o método universal de resgate, ou seja o método de "A"-"B"-"C"; procurando fazer uma separação, imobilizando o que puder e tentando um meio urgente de remoção para os acidentados mais precários, levando-os até o hospital mais próximo. Mas lembre-se, você não é médico, mas não poderá deixar o seu próximo sem socorro. Se tiver treinamento de resgate, vale a pena aplicá-los para auxiliar o profissional médico, mas se não tiver, tente buscar médicos o mais próximo e rápido possível.

Existe um estudo aplicado em acidente em geral sobre quanto representa os tipos de acidentados.

ESTATÍSTICAS:
Difícil estabelecer, cada caso é um caso. Geralmente 40% (quarenta por cento) das vítimas estão em estado azul; 20% (vinte por cento) em amarelo; 20% (vinte por cento) em verde, e os outros 20% (vinte por cento) dividem-se em vermelhos e pretos.

fonte: http://www.marimar.com.br/resgate/curiosidades/curiosidades10.htm

Tira Dúvidas O QUE É DISTENSÃO MUSCULAR ?


1) Que é Distensão Muscular ?

· Caracteriza-se pelo espessamento das fibras musculares. Ocorre mais comumente em músculos da virilha, coxa e panturrilha.

· Proveniente de esforços exagerados sem o aquecimento e preparação adequada para tal atitude.


2) Quais são os sintomas mais comuns ?

· a) Dor aguda;

· b) Enfraquecimento muscular;

· c) Edema;

· d) Alteração na cor da pele.


3) Quais as possíveis causas ?

· a) Falta de aquecimento, adequado nos exercícios;

· b) Músculos curtos e tensos;

· c) Sobrecarga nos músculos;

· d) Batida forte sobre a região.



4) Quais os tratamentos possíveis:

· Bandagem e compressão;

· Repouso, gelo e elevação das pernas;

· Alongamento;

· Treinamento de fortalecimento com exercícios que não provoquem dor, devidamente acompanhados por Fisioterapeutas.


5) Produtos com indicação universal, que ajudam no tratamento:

· a) Coxal em Neoprene


fonte: http://www.marimar.com.br/boletins/distensao_muscular.htm

CURIOSIDADES origem do Estetoscópio e Aparelho de Pressão


Estetoscópio

René Théophile Hyacinthe Laennec, foi o inventador do Estetoscópio.
Nasceu em 1781 e morreu 1826 (45 anos) era médico Francês e observou nesta época, que a Tuberculose (Doença Tenvel), matava centenas e até milhares de pessoas toda a Europa. Era especializado em doenças respiratórias e usava em aparelho de madeira e papel, tipo cone ou funil, cujo o nome mas tarde foi Estetoscópio, cujo nome vem dos gregos, tethos (perto região peitoral) e skopeu. (de observar).
Sua morte, pela dedicação a doença foi de Tuberculose.

Aparelho de Pressão

Jean Léonand Marie Poiseuille, foi médico e considerado em dos javentores do aparelho de pressão. Foi o que o aperfeiçoou, que desde de Hepócrates (460.A.C) e erasistrato (310 A.C) (fundador da Fisiologia), passando por Galileo Gallilei (1571/1630), que inventou o Pusilogium.
Dr. Jean com seu invento, chamou de Neniodinametro. Ganhou o prêmio medalha de ouro, da Real Academia de Medicina de França. Seu aparelho consertia em medir a pressão arterial, porém de maneira invasiva. Poiseuille, demonstrou que a pressão arterial, também era mantida nas pequenas artérias. Seu fato foi estudo da Viscosidade sanguínea e a resistência do sistema cardiovascular. Nasceu em 1799 e faleceu em 1869.

fonte: http://www.marimar.com.br/estetoscopio.htm

De onde vem o nome Enfermeiro


A palavra Enfermeira/o se compõe de duas palavras do latim: “nutrix” que significa Mãe e do verbo “nutrire” que tem como significados, criar e nutrir. Essas duas palavras, adaptadas ao inglês do século XIX acabaram se transformando na palavra NURSE, que traduzido para o português, significa Enfermeira.

Origem de Profissão ENFERMEIRA


Desde os tempos de Velho Testamento a profissão de enfermeiro já era reconhecida por aqueles que cuidavam e protegiam pessoas doentes, em especial idosos e deficientes, pois nessa época, tais atitudes garantiam ao homem a manutenção da sua sobrevivência. Nesta época e durante muitos séculos, a enfermagem estava associada ao trabalho feminino, caracterizado pela prática de cuidar de grupos nômades primitivos.
Com o passar dos tempos, as práticas de saúde evoluíram e entre os séculos V e VIII a Enfermagem surge como uma prática leiga, desenvolvida por religiosos como se fosse mais um sacerdócio. Sendo assim, tornou-se uma prática indigna e sem atrativos para as mulheres da época, pois consideravam o trabalho como um serviço doméstico, o que atestava queda dos padrões morais que a sustentavam, até então, o trabalho da enfermagem.
Mesmo com essa crise da profissão, a evolução do trabalho associados ao reconhecimento da prática, em meados do século XVI a enfermagem já começa a ser vista como uma atividade profissional institucionalizada e no século XIX, vista como Enfermagem moderna na Inglaterra. A partir daí, foram catalogadas definições e padrões para a profissão e a ANA (American Nurses A ssociation) define a Enfermagem como: uma ciência e uma arte, levando em consideração que o objetivo principal do trabalho é o de cuidar dos problemas reais de saúde por meio de ações interdependentes com suporte técnico –científico, bem como reconhecer o papel significativo do enfermeiro de educar para saúde, ter habilidades em prever doenças e o cuidado individual e único do paciente.

FONTE:http://www.marimar.com.br/enfermagem/dia_do_enfermeiro.htm

Dia do Enfermeiro: histórias e curiosidades da profissão


Dia 12 de maio comemora-se mundialmente o dia do Enfermeiro, em referência a Florence Nightingale, em marco da enfermagem moderna no mundo e que nasceu em 12 de maio de 1820. Já no Brasil, além do dia do enfermeiro, entre os dias 12 e 20 de maio, comemora-se a Semana da Enfermagem, data instituída em meados dos anos 40 em homenagem a dois grandes personagens da enfermagem no mundo: Florence Nigthingale e Anna Nery, enfermeira brasileira e primeira enfermeira a se alistar voluntariamente em combates militares.
A profissão tem sua origem milenar e data da época em que ser enfermeiro era uma referência à quem cuidava, protegia e nutria pessoas convalescentes, idosos e deficiente. Durante séculos a Enfermagem forma profissionais em todo o mundo comprometidos com a saúde e o bem-estar do ser humano. Só no Brasil, são mais de 100 mil enfermeiros, além de técnicos e auxiliares de enfermagem que somam cerca de 900 mil profissionais em todo país. Essas variações de cargos fazem com que mais profissionais se juntem ao setor e à novas possibilidades de trabalho nesta área.

fonte: http://www.marimar.com.br/enfermagem/dia_do_enfermeiro.htm

Diferenças Básicas entre os Profissionais de Enfermagem


Quanto à Escolaridade

ENFERMEIRO - Superior Completo, Terceiro Grau

Técnico de Enfermagem - Ensino Médio, Segundo Grau

Auxiliar de Enfermagem - Ensino Fundamental, Primeiro Grau


Quanto à Duração do Curso

ENFERMEIRO - 4 anos

Técnico de Enfermagem - 1 ano
Auxiliar de Enfermagem - 1 ano

Quanto à Competência no Pré-Hospitalar

(Portaria n.º 814/GM, de 01 de junho de 2001)

ENFERMEIRO

- supervisionar e avaliar as ações de enfermagem da equipe no Atendimento Pré-Hospitalar Móvel;

- executar prescrições médicas por telemedicina;

- prestar cuidados de enfermagem de maior complexidade técnica a pacientes graves e com risco de vida, que exijam conhecimentos científicos adequados e capacidade de tomar decisões imediatas;

- prestar a assistência de enfermagem à gestante, a parturiente e ao recém nato;

- realizar partos sem distócia;

- participar nos programas de treinamento e aprimoramento de pessoal de saúde em urgências, particularmente nos programas de educação continuada;

- fazer controle de qualidade do serviço nos aspectos inerentes à sua profissão;

- subsidiar os responsáveis pelo desenvolvimento de recursos humanos para as necessidades de educação continuada da equipe;

- obedecer a Lei do Exercício Profissional e o Código de Ética de Enfermagem;

- conhecer equipamentos e realizar manobras de extração manual de vítimas.

Técnico de Enfermagem

- assistir ao enfermeiro no planejamento, programação, orientação e supervisão das atividades de assistência de enfermagem;

- prestar cuidados diretos de enfermagem a pacientes em estado grave, sob supervisão direta ou à distância do profissional enfermeiro;

- participar de programas de treinamento e aprimoramento profissional especialmente em urgências/emergências;

- realizar manobras de extração manual de vítimas.

ORAÇÃO DA ENFERMEIRA


(ORAR PERANTE O DOENTE)

“Oh Senhor meu Deus”

Seja qual for seu nome

Ajudai-me a minorar o sofrimento do doente que estou cuidando

Ajudai-me também, a dar a família deste, o apoio e fé, para enfrentar a realidade da doença ou da morte.

Senhor, fazei-me, um instrumento eficiente entre o médico e o doente, pois sei que sou o esteio de um consultório ou hospital.

Iluminai, para cumprir minha função com presteza e sabedoria, pois creio em ti e meu coração estará sempre aberto a sua bondade e misericórdia.

Saúde vos peço de suas mãos, “médico dos médicos”.


Autor Desconhecido.

Os 10 Mandamentos do Socorrista


1. Manter sempre a calma;

2. Pensar sempre na ordem de segurança quando estiver prestando socorro; a) Primeiro "EU" (a minha segurança - do socorrista); b) Depois a da minha equipe e dos transcendentes; c) E por último a vítima;

3. Ao prestar socorro, deverá ligar ao atendimento Pré - Hospitalar já organizando, pelos números 193.

4. Antes de agir, verificar se há riscos no local para você e sua equipe.

5. Manter sempre o bom senso, que é nato do socorrista.

6. Manter sempre, o espírito de liderança, podendo ajuda e afastando os curiosos, que quase sempre atrapalham.

7. Distribui tarefas, assim os curiosos, que poderão ajudar sem atrapalhar;

8. Evitar manobras intempestivas (com pressa), mas certas e urgentes;

9. Em casos de várias vítimas, dê preferência para aquelas que correm maior risco de vida, após a triagem das mesmas (paradas cardíacas ou sangramento);

10. Seja socorrista e não herói. Que adianta salvar, se não tiver em mente transcrito o segundo mandamento.

Autor desconhecido.

Mensagem do Dia


Uma visão sem ação não passa de um sonho. Ação sem visão é só um passatempo.
Mas uma visão com ação pode mudar o mundo.

Joel Barker

sábado, 6 de março de 2010

Mobilização da enfermagem é fundamental para o Dia Nacional da Luta Contra o Ato Médico, em 09 de março


Acontece no dia 9 de março a manifestação nacional pela rejeição ao Projeto de Lei do Ato Médico, que tramita no Senado Federal.
Em São Paulo, a manifestação será na Assembléia Legislativa do Estado, e a participação é aberta a todos os profissionais de saúde que desejarem manifestar sua posição contra o Ato Médico. “É importante que a enfermagem de São Paulo compareça em grande número, para mostrarmos o nosso peso dentro do sistema de saúde e o quanto seremos prejudicados se a Lei passar”, alerta Andréa Porto da Cruz, Conselheira do COREN-SP que irá representar o COREN-SP durante a manifestação.

Em São Paulo, está agendado:
Data: 9 de março de 2010
Horário: a partir das 13h
Local: Assembleia Legislativa de São Paulo- Auditório Franco Montoro - Av. Pedro Álvares Cabral, 201 - São Paulo / SP
O debate será mediado pelo Deputado Edson Ferrarini, com a participação dos Conselhos Regionais de Enfermagem, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Psicologia, Farmácia e Biomedicina.

Também haverá manifestação no município de Assis:
Data: 9 de março de 2010
Horário: 9h as 12h
Local: Praça da Catedral (matriz) - Assis / SP
Em 2004, diversas categorias da saúde pública no Brasil entregaram mais de um milhão de assinaturas ao presidente do Congresso e organizaram manifestações que reuniram mais de 50 mil pessoas em atos realizados contra o Ato Médico em diferentes cidades e capitais brasileiras.
Passados cinco anos, o texto aprovado pela Câmara dos Deputados em 21 de outubro de 2009, e que voltou ao Senado, mantém o mesmo vício de origem, que é colocar em risco o cuidado integral preconizado pela Constituição Federal, através do SUS - uma das grandes conquistas do povo brasileiro no processo de democratização do país.


fonte: coren SP

quinta-feira, 4 de março de 2010

Governo suspende proposta de distribuir droga para AVC - APH


O Ministério da Saúde interrompeu uma iniciativa que iria implementar a distribuição, pelo SUS, do único medicamento que trata o AVC (acidente vascular cerebral), a principal causa de morte no país.
Aprovado em 2001, o remédio é um tipo de trombolítico (droga que dissolve coágulos) cujo princípio ativo é a alteplase. Produzido pela empresa farmacêutica alemã Boehringer Ingelheim, ele é hoje a única alternativa para tratar o AVC isquêmico, que representa 80% dos casos no mundo.
De cada quatro pacientes tratados com o remédio até três horas após o derrame, um sobrevive. Sua maior vantagem está em reduzir as sequelas: quando administrado em até três horas após o derrame, aumenta em até três vezes a chance de recuperação completa, sem problemas como incapacidade de fala e locomoção e distúrbios de memória.
Muito usado em hospitais privados, o remédio só é distribuído em alguns centros públicos, como os hospitais universitários, que se dispõem a pagar por ele, já que não o recebem do SUS. Em alguns casos, as secretarias municipais e estaduais bancam sua distribuição. Na cidade de São Paulo, nove hospitais públicos o oferecem, por meio desse tipo de parceria.
O Ministério da Saúde afirma que o Projeto Nacional de Atendimento ao AVC, que visa melhorar a atenção à doença, continua em andamento e inclui ações como a agilização do acesso desses pacientes às unidades de urgência, mas disse que "no momento, não se discute a inclusão de novos medicamentos". Respondeu, ainda, que, numa reunião na semana passada, "reforçou o convite às sociedades médicas (...) para que participem do processo de implantação dessa política".
Médicos que participaram dessa reunião dizem que ficaram desapontados após o Secretário de Atenção à Saúde, Alberto Beltrame, dizer que distribuir a alteplase era "inviável". "Já tinham me dito que estavam mudando as prioridades. Mas como pode a doença que mais mata no país não ser prioridade?", questiona a neurologista Sheila Martins, presidente da ONG Rede Brasil AVC.
Ela foi contratada pelo ministério para ser consultora do projeto, cargo que manteve até março. Diz que foi chamada para implantar a distribuição do trombolítico pelo SUS. "Eu é que propus ampliar o projeto para incluir outras ações, como o treinamento dos hospitais que receberiam o remédio."
O projeto vinha sendo desenvolvido em parceria com entidades como as sociedades brasileira e iberoamericana de doenças cerebrovasculares, a Academia Brasileira de Neurologia e a Associação Médica Brasileira. Desde o ano passado, o sistema de saúde de diversos municípios vinha sendo organizado para receber os remédios e melhorar o atendimento.
Foi desenvolvido um projeto piloto em Porto Alegre, que mostrou que, após a distribuição do trombolítico, o índice de pacientes de AVC que saíram do hospital sem sequelas subiu de 32% para 54%.
Elza Tosta, presidente da Academia Brasileira de Neurologia, que estava na reunião da semana passada no ministério, diz que a notícia de que o trombolítico não seria mais distribuído foi uma surpresa. "Quem conhece o AVC sabe que é um remédio importantíssimo."
Ela afirma, porém, que sentiu que as portas continuam abertas a outras contribuições ao projeto. "Percebemos que a distribuição do trombolítico não está nos planos do governo, mas que o restante poderia ser feito. Estamos abertos a colaborar", diz a neurologista.
Ayrton Massaro, presidente da Sociedade Iberoamericana de Doenças Cerebrovasculares, diz que agora não sabe como orientar os médicos. "Não adianta o paciente chegar à emergência cedo se não podemos dar o remédio. Nos hospitais privados ele já é usado. Como as sociedades médicas vão orientar os profissionais e os pacientes se temos que trabalhar com dois sistemas opostos? Não dá para fazer duas medicinas", afirma.

Hospitais de referência

O projeto envolvia a escolha de alguns hospitais de referência em cada região com estrutura para receber o trombolítico. "Não podemos simplesmente largar o remédio nos hospitais. Se o médico não tiver cuidado, pode ocorrer sangramento no cérebro", diz Sheila Martins.
Os demais hospitais vinham sendo treinados para implantar outras medidas simples que, segundo ela, não são seguidas, como não deixar o paciente ter febre ou glicemia muito alta.
Também vinha sendo criado, em alguns pronto-atendimentos, um serviço apenas para o atendimento de doenças circulatórias, como infarto e AVC. O projeto envolvia, ainda, sistemas de telemedicina para a comunicação de locais mais distantes com especialistas treinados e ações de prevenção e educação da população.

Custo
Segundo Sheila Martins, o custo anual de distribuir os trombolíticos seria de R$ 5 milhões nos primeiros anos -quando parte da rede pública seria beneficiada.
Cloer Vescia Alves, que foi coordenador-geral de Urgência e Emergência do ministério até março deste ano, diz que vários estudos estavam avaliando o custo-benefício da distribuição do remédio. "Eles apontam que é positivo. O custo do remédio não se compara ao custo social e econômico das sequelas que ficam em quem não o utiliza. É uma legião de pessoas que passa a depender da previdência."
Martins diz que vai continuar o projeto, tentando parcerias com as secretarias estaduais e municipais de saúde. "Mas não é o ideal. Tem locais que não vão conseguir comprar o remédio por conta própria. É o tipo de medicamento que tem que vir do ministério, o SUS tem que pagar."



fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u628491.shtml

Livro - Manual de Enfermagem - USP - Ministerio da Saude.pdf - download

http://www.4shared.com/file/46433037/cdade8fd/Livro_-_Manual_de_Enfermagem_-.html?s=1

Manual de Primeiros Socorros - Download




http://www.4shared.com/file/38399824/215e6387/Livro_-_Manual_de_Primeiros_So.html%3fs=1

Obs: Se vc não conseguir realizar o download, verifique se o link está com protetor, é só apagar a parte que tem o protetor exemplo apague a parte que está em negrito que vc poderá realizar o download .

http://protetor.megaconta.net/?&ref=1384 &url=http://www.4shared.com/file/38399824/215e6387/Livro_-_Manual_de_Primeiros_So.html%3fs=1

INFLUENZA A H1N1

Manual Procedimentos em UTI - Enfermagem.pdf - download

http://www.4shared.com/file/52499725/221f725d/Manual_Procedimentos_em_UTI_-_.html?s=1

CRONOGRAMA DE VACINAÇÃO INFLUENZA A H1N1




FONTE:http://portal.saude.gov.br/portal/saude/area.cfm?id_area=1616

quarta-feira, 3 de março de 2010

Raios matam 1,3 mil pessoas em dez anos


Na quarta-feira, 24, um raio que caiu em um terreno na cidade de São Joaquim do Monte (PE) provocou a morte de um agricultor. Outras duas pessoas ficaram feridas.
Do total de mortes registradas pelo Elat, 81% foram de homens e 19% de mulheres. "Os homens estão, em geral, mais expostos, praticam mais atividades ao ar livre do que as mulheres. As mulheres não atuam com tanta frequência na agricultura e construção civil, por exemplo. A mesma coisa acontece com relação à idade das vítimas. Há mais mortes na idade adulta, porque crianças e idosos ficam mais em casa, menos expostos", diz ao G1 Osmar Pinto Junior, coordenador do Elat/Inpe. A probabilidade de ser atingido por um raio quando jovem ou adulto é o dobro da de uma criança ou idoso, segundo o Inpe.
O levantamento aponta ainda que, nos últimos dez anos, o Sudeste foi a região onde mais pessoas morreram (29%), seguido pelo Centro-Oeste (19%), Norte (18%), Nordeste (18%) e Sul (17%). Já se considerada a população de cada região, as chances de ser atingido por um raio é maior no Centro-Oeste (22 em um milhão) e menor no Nordeste (5 em um milhão).
"Quando se fala em probabilidade de ser atingido por um raio, deve-se levar em consideração uma série de fatores combinados, entre eles a quantidade de raios que atinge cada região, a população residente na área, o grau de exposição das pessoas, se predominam atividades rurais ou urbanas, entre outras variáveis", afirma o especialista. Pinto Junior explica que em áreas com grande incidência de raios, poucos moradores e predomínio de atividades econômicas a céu aberto há maior probabilidade de ser atingido por um raio.
Em termos de estados, a probabilidade mais alta de ser atingido por um raio é no Tocantins (46 em um milhão), seguida por Mato Grosso do Sul (43 em um milhão). As menores probabilidades de ser atingido por um raio estão nos estados da Paraíba e Sergipe (um em um milhão), desconsiderando o Amapá, onde não houve registros de mortes. Em São Paulo, a probabilidade de ser atingido por um raio é de seis em um milhão. Em todo o país, a probabilidade é de oito em um milhão.
De acordo com o Elat, foram analisados dados do Inpe/Ministério da Ciência e Tecnologia, Departamento de Informações e Análise Epidemiológica (CGIAE) do Ministério da Saúde, Defesa Civil, e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


fonte: http://www.revistaemergencia.com.br/site/content/noticias/noticia_detalhe.php?id=JyjaAQ&pagina=2

SAMU promove capacitação em emergência cardiovascular em João Pessoa/PB


João Pessoa/PB - A Secretaria de Saúde de João Pessoa (SMS), em parceria com a empresa Boehringer Ingelheim do Brasil, realiza capacitação em Emergência Cardiovascular para 50 profissionais médicos e enfermeiros do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). A capacitação acontece no auditório do Hospital Santa Isabel, nesta sexta-feira e sábado, das 8h até as 17h.
De acordo com a coordenadora do SAMU Metropolitano de João Pessoa, Roberta Abath, a capacitação é uma oportunidade de melhor estruturar a cadeia de sobrevivência em cardiologia. Ela lembrou que quanto mais rápido for o socorro a uma vítima de infarto, menos sequelas esta pessoa terá.
O representante da empresa parceira da SMS nesta capacitação, Gilson Santos, explicou que o infarto é a segunda causa de morte no Brasil e existem duas formas de tratá-lo. Uma delas é a angioplastia e a outra é um tratamento medicamentoso. "Apenas nós temos este medicamento, que deve ser dado ao paciente até 15 horas depois do infarto. Estamos fazendo este curso para treinar os profissionais para que eles possam identificar a melhor forma de tratar o paciente", comentou.

Capacitações e treinamentos
O SAMU Metropolitano de João Pessoa realiza constantemente treinamentos e capacitações com seus profissionais. Durante os meses de janeiro e fevereiro, houve capacitação para pilotagem em motocicleta, direcionado aos profissionais que atuam nas "motolâncias". As "motolâncias" são veículos que podem chegar ao local do acidente mais rapidamente, para que o paciente tenha os primeiros socorros o mais rápido possível. Após o atendimento com as motolâncias, uma ambulância chega ao local para remover o paciente, caso seja necessário.

Atendimento cardiovascular

Para agilizar o atendimento a pacientes que sofreram alguma complicação cardíaca, o SAMU tem desfibriladores externos automáticos nas suas Unidades de Suporte Avançado de Vida (USA). Além disso, já está implantado em João Pessoa o serviço de tele-medicina. Esse serviço foi implantando pelo Ministério da Saúde e atualmente funciona em poucas cidades do país, entre elas, João Pessoa. O tele-medicina equipa ambulâncias do SAMU com kits que irão permitir a análise de eletrocardiogramas em poucos minutos, diagnosticando o paciente antes que ele seja levado ao hospital. Em João Pessoa, profissionais do SAMU Metropolitano receberam o treinamento para operar o equipamento no final de 2009 e já realizaram 30 eletrocardiogramas utilizando a nova tecnologia.

fonte:http://www.revistaemergencia.com.br/site/content/noticias/noticia_detalhe.php?pagina=1&id=Acji

Universalização do Samu é oficializado pelo Governo do RN


Rio Grande do Norte - Ainda neste primeiro semestre, todo o Rio Grande do Norte terá cobertura completa do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). O anúncio oficial foi feito na manhã desta terça-feira, 2, pela governadora Wilma de Faria, durante o 1º Encontro Estadual de Municípios, no Imirá Plaza Hotel, em Natal. Já neste mês de março chegarão ao Estado 64 novas ambulâncias para o atendimento médico de urgência em todas as cidades potiguares. Para a manutenção da nova estrutura, serão investidos cerca de R$ 4,5 milhões por ano, no qual o Estado assumirá 60% dos custos, o Governo Federal, 30%, e os municípios, os 10% restantes.
"Vamos unir a estrutura que já dispomos com as novas ambulâncias que vão chegar. Vamos criar três centrais de regulação, contratar os profissionais via consórcio, treiná-los e capacitá-los para que o atendimento aconteça em no máximo 20 minutos em qualquer lugar do Estado", destacou a governadora.
A expansão do SAMU para todo o Rio Grande do Norte será concretizada por meio de um Consórcio Municipal firmado entre Governo do Estado e Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn). O evento contou a presença de prefeitos de todas as regiões do Estado.
"Essa ação é mais uma prova da postura sempre municipalista da governadora Wilma de Faria. A universalização do SAMU vem cobrir uma séria lacuna que nós sozinhos não conseguiríamos viabilizar. Esperamos continuar sempre avançando com o apoio da governadora", disse Benes Leocário, prefeito de Lajes e presidente da Femurn.
A iniciativa inclusive foi tema da reunião entre a governadora Wilma de Faria e o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, ocorrida semana passada em Brasília. Na ocasião a governadora também conversou com o ministro sobre a implantação de mais um hospital de referência para a região Metropolitana de Natal e da implantação da UTI neo-natal em Mossoró. Durante a audiência, o ministro assumiu o compromisso de equipar os nove novos leitos da UTI neo-natal de Mossoró, que já atendem hoje toda a região Oeste do Estado.


fonte: http://www.revistaemergencia.com.br/site/content/noticias/noticia_detalhe.php?pagina=1&id=JyjyAn