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Um abraço e fiquem com Deus
Thais

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Cuidados em inundações

Nem sempre as ameaças naturais podem ser prevenidas, mas é possível diminuir seu impacto ao reduzir a vulnerabilidade da população. Confira algumas dicas para agir em situações de inundações.

1 - Afaste-se dos leitos dos rios, pois com o aumento da velocidade da água novos deslizamentos das margens poderão ocorrer devido ao processo de erosão.

2 - Fique atento para quaisquer sinais de deslizamentos, barulhos e ruídos, inclinação de árvores ou postes, rachaduras, trincamento de espelhos, portas e janelas emperradas ou com dificuldade de abertura.

3 - Evite transitar com veículos pelas ruas e estradas afetadas e, principalmente, por pontes às quais necessitarão de avaliação de sua estrutura

4 - Não consumir água nem alimentos da área inundada, pois poderão estar contaminados.

5 - Evite qualquer tipo de contato com a água das inundações para minimizar o risco de infecção e doenças como a leptospirose.

6 - Quando inevitável o contato com a água da inundação, utilize sempre botas e luvas de borracha, ou saco plástico duplo, durante a limpeza da lama.

7 - Em meio a inundações, evite deslocamentos longos e solitários, principalmente por locais desertos e inóspitos.

8 - No caso de falta de energia elétrica, não utilize velas próximas às cortinas e janelas abertas. Apagá-las antes de dormir e fechar o registro de gás

9 - Mantenha-se sempre informado dos acontecimentos pela imprensa e permaneça em contato com as Secretarias Municipais de Defesa Civil e de Saúde.

10 - Consulte previamente o Plano de Contingência da Família no campo Destaques do site do Departamento Geral de Defesa Civil do Estado do Rio de Janeiro (www.dgdec.defesacivil.rj.gov.br), e aprenda a fazer o seu Plano de Emergência, sua Mochila de Emergência (veja edição 77) e sua Caixa de Emergência familiar.











Fonte: Paulo Renato Martins Vaz - coronel do CBMERJ, diretor-geral da Defesa Civil do Estado do Rio de Janeiro – DGDEC (Departamento Geral de Defesa Civil)
http://www.revistaemergencia.com.br/dicas_de_emergencia/

Fonte imagem: Google imagens

Estado de choque

O estado de choque é caracterizado pela falta de oxigenação e circulação de sangue nos tecidos do corpo, muitas vezes provocada por uma deficiência do sistema cardiovascular ou pela perda de sangue. O sangue é responsável pelo transporte de oxigênio para diversas partes do organismo, principalmente o cérebro e o coração. O oxigênio é essencial à vida, e quando há diminuição de sangue no corpo, há também diminuição do fornecimento de oxigênio, o que pode ser fatal. As principais causas do estado de choque são ferimentos graves, como queimaduras de segundo e terceiro grau, hemorragias, choques elétricos e infecções. Além disto, ataques cardíacos, envenenamento químico e dor intensa (provocada por algum ferimento ou fratura) também podem levar a vítima a entrar em estado de choque.

Principais sintomas: 
Existem diferentes sinais, como: 

Suor frio e abundante
Palidez
Ansiedade
Tontura
Calafrios
Respiração ofegante
Enjôos

O que fazer: 

Manter a calma e acalmar a vítima;
Acionar o Sistema de Emergência;
Se ela estiver consciente, deitá-la de costas, com as pernas levantadas e a cabeça virada para o lado (isto evita pneumonia ou afogamento caso ela vomite);
A cabeça da vítima não deve ser virada para o lado em caso de suspeita de lesão na coluna;
Se possível, afrouxar as roupas da vítima (como gravata, cinto, colarinho, etc.) para facilitar a respiração e a circulação;
Retirar objetos da boca da vítima, como alimentos, secreções ou até mesmo próteses dentárias; Aquecer a vítima com cobertores, toalhas, roupas ou até jornais, mas sempre tomando cuidado para não sufocá-la nem abafá-la;
Em caso de perda de consciência, a vítima deve ser encaminhada ao pronto-socorro o mais rápido possível.

Fonte: Livro Primeiros Socorros – como agir em situações de emergência – SENAC – 3º edição, revista e atualizada
http://www.revistaemergencia.com.br/dicas_de_emergencia/

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Aprenda a fazer o boneco de massagem cardíaca com materiais recicláveis







O MANEQUIM

Passo a passo

MATERIAIS:

- 1 camiseta antiga;
- 1 garrafa PET de 2 litros ou 2,5 litros;
- Isopor ou outro material, como jornal, papel ou tecido - (quantidade suficiente para encher a camiseta);
- Grampeador;
- Fita adesiva;
- 1 cordão.

IMPORTANTE: Para a cabeça do manequim, sugerimos uma máscara, bexiga ou meia. 

1º passo – Grampeie a barra e as mangas da camiseta. Se ela for muito grande, você também terá que grampear as laterais.

2º passo – Depois de grampear, você precisará do material reciclável para encher a camiseta. Comece preenchendo a base e depois as mangas. A camiseta precisa estar cheia, mas é importante deixar espaço para a garrafa PET.


3º passo – Com cuidado, coloque a garrafa PET. A garrafa precisa ser o tórax do boneco, então preencha com material escolhido para que a garrafa fique no meio da camiseta.


4º passo – Dobre a gola da camiseta e grampeie. Pode usar o grampeador quantas vezes achar necessário, para que o isopor ou jornal não saiam da camiseta.


5º passo – O cordão será utilizado para segurar a garrafa PET na gola da camiseta e deve ser amarrado com força. Se precisar, pode pedir ajuda de um colega para que segure a camiseta enquanto você amarra o cordão.


6º passo – O boneco está quase pronto! Nas costas da camiseta, cole a cabeça com fita adesiva. Você pode apoia-la na garrafa PET para ficar centralizada. Também pode colocar bastante fita para que não solte durante a massagem cardíaca.


7º passo – Seu manequim está pronto para o treinamento, mas lembre-se que a garrafa precisa estar centralizada. Guarde-o em um local seguro, pois você utilizará o boneco para aprender a massagem cardíaca e salvar vidas!


Fonte: http://www.socesp2015.com.br/treinamentoemmassa/





segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Afogamento

Pessoal, estamos nas férias.. verão. calor.. é um convite a tomar um banho no mar, rio, lago, piscina, até na caixa de água.. cada um dentro de suas possibilidades, o legal é se refrescar, mas tendo muito cuidado ao fazer isso especialmente se for criança, abaixo você terá dicas de como evitar afogamentos e conhecer também o mecanismo de ação do afogamento, todas as fases que ocorrem até uma pessoa se afogar.




No mundo
Aproximadamente 500 mil pessoas morrem  vítimas de afogamento.

No Brasil 
Segunda causa de morte nas idades entre 5 e 14 anos e a terceira causa de morte externa, independente da faixa etária.

FATORES DE RISCO

 Lactentes e crianças
-Supervisão inadequada

 Adolescentes e adultos
-Comportamento de risco e uso de drogas e álcool.

MECANISMO DE LESÃO

-Vítimas de afogamento adquirem um comportamento de tentar sobreviver
-Silenciam tentando preservar a respiração
-Aumentam a atividade física dentro da água
-A inspiração reflexa involuntária provoca a primeira entrada de água
-Podem ocorrer, a tosse ou o laringoespasmo
-Laringoespasmo (oclusão da glote devido à contração dos músculos laríngeos) ==> HIPÓXIA
-HIPÓXIA > CO2 resultado centro respiratório relaxa a laringe
 (recurso para permitir a entrada do o2)
-Entrada de mais água
-A perda da consciência acontece alguns segundos depois
-Parada respiratória, parada cardíaca e morte.

Resgate da vítima de afogamento

O resgate e salvamento nesses incidentes devem ser feitos por profissionais capacitados e com preparo físico adequado. Alguns cuidados são necessários e garante a segurança dos salva-vidas e da vítima.

Abordagem Inicial

A retirada do indivíduo da água deve ser feita rapidamente (atenção!!! não se torne mais uma vítima!! abaixo observe a cadeia de sobrevivência do afogamento)
-Prevenção das lesões medulares e início imediato das manobras de suporte básico de vida
-Aquecimento da vítima

Protocolo de afogamento

Utilizar o ABC - Vias aéreas, respiração, circulação
Iniciar com 5 ventilações em solo
Após intercalar com as compressões de 30 X 2
Atualizando..
Realizar compressões torácicas a uma frequência de 100 a 120/min
Comprimir a uma profundidade de, pelo menos 2 polegadas 5 cm a 6 cm
Permitir o retorno total do tórax após cada compressão
Minimizar as interrupções nas compressões




No hospital

-ABCDE
-Monitorar os parâmetros vitais
-Controle de infusão (soro e medicação)
-Aspirar S/N
-Intubação orotraqueal (UTI)
-Sondagem nasogástrica
-Sondagem vesical (controle de diurese)
-Aquecimento
-Exames (RX, sangue..)
........

Referências:

Curso de especialização profissional de nível técnico em enfermagem – livro doaluno: urgência e emergência / coordenação técnica pedagógica Julia IkedaFortes ... [et al.]. São Paulo : FUNDAP, 2010.---p. (Programa de Formação de Profissionais de Nível Técnico para a Área da Saúde no Estado de São Paulo)

https://pt.wikipedia.org/wiki/Afogamento#/media/File:Cadeia_sobrevivencia_afogamento_2014_com_texto.jpg

https//eccguidelines.heart.org/wp-content/uploads/2015/10/2015-AHA-Guidelines-Highlights-Por-tuguese.pdf.

Imagens: Google Imagens

Autoria
Thais Travaglia
Enfermeiros em Urgência e Emergência
http://enfermagemurgenciaemergencia.blogspot.com.br/