Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.
Romanos 8:28

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

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terça-feira, 24 de novembro de 2015

O Papel do Enfermeiro no Trauma | APH | Pré-COBRAPH 2.0 | IBRAPH

Aprovado projeto: desfibrilador em locais movimentados



A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4050/04, que exige desfibriladores cardíacos em estabelecimentos e locais com circulação igual ou superior a 4 mil pessoas por dia. O desfibrilador elétrico automático (DEA) é utilizado em casos de parada cardiorrespiratória, com o objetivo de restabelecer o ritmo cardíaco da vítima.
Segundo a proposta, de autoria do Senado, locais como estações rodoviárias e ferroviárias, portos, aeroportos, centros comerciais, estádios e ginásios esportivos, hotéis, academias de ginástica e templos devem estar munidos do equipamento, assim como sedes de eventos que concentrem 4 mil pessoas ou mais.

Meios de transporte como metrôs, aeronaves e embarcações com capacidade igual ou superior a 100 passageiros e ambulâncias e viaturas de resgate também ficarão submetidos à exigência. Também será obrigatória, em todos os casos, a presença de uma pessoa treinada para o uso do desfibrilador.

Custos com o aparelho
O relator na comissão, deputado Ronaldo Fonseca (Pros-DF), explicou que o custo com o aparelho e os funcionários será de responsabilidade da empresa, caso se trate de um estabelecimento privado. No caso de aeroportos, rodoviárias e outras instituições públicas, o gasto será arcado pelos governos.

Ronaldo Fonseca fez alterações na proposta original. "A proposta veio para 2 mil pessoas e, na verdade, não era circulação de 2 mil, era para ambiente de 2 mil pessoas. Eu modifiquei e coloquei para circulação - ao invés de ser o ambiente, para quantidade de pessoas - e aumentei também o número: de 4 mil para cima."

O deputado Marcos Rogério (PDT-RO), no entanto, disse que o texto está aberto a interpretações diversas. Segundo ele, não está claro no projeto os estabelecimentos que devem cumprir a exigência do mínimo de 4 mil pessoas.
Caso haja descumprimento da norma, o estabelecimento fica sujeito à interdição. Já o transporte ou evento podem ser suspensos de operar até que a situação esteja regularizada.

Tramitação
O projeto foi aprovado em caráter conclusivo e, como foi alterado na Câmara, retornará para análise no Senado.

fonte: http://www.revistaemergencia.com.br/noticias/legal/corpo_de_bombeiros_realiza_simulado_tecnico-operacional_no_centro_de_belem/AcjbJyyJ/8979

Imagem: Google imagens

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Santa Receita | Saiba como socorrer uma vítima de afogamento - 12 de Fev...

Prestando Atendimento a vítima de Afogamento

No mundo
Aproximadamente 500 mil pessoas morrem  vítimas de afogamento.

No Brasil
Segunda causa de morte nas idades entre 5 e 14 anos e a terceira causa de morte externa, independente da faixa etária.

FATORES DE RISCO

 Lactentes e crianças
-Supervisão inadequada

 Adolescentes e adultos
-Comportamento de risco e uso de drogas e álcool.

MECANISMO DE LESÃO

-Vítimas de afogamento adquirem um comportamento de tentar sobreviver
-Silenciam tentando preservar a respiração
-Aumentam a atividade física dentro da água
-A inspiração reflexa involuntária provoca a primeira entrada de água
-Podem ocorrer, a tosse ou o laringoespasmo
-Laringoespasmo (oclusão da glote devido à contração dos músculos laríngeos) ==> HIPÓXIA
-HIPÓXIA > CO2 resultado centro respiratório relaxa a laringe
 (recurso para permitir a entrada do o2)
-Entrada de mais água
-A perda da consciência acontece alguns segundos depois
-Parada respiratória, parada cardíaca e morte.

O resgate e salvamento nesses incidentes devem ser feitos por profissionais capacitados e com preparo físico adequado. Alguns cuidados são necessários e garante a segurança dos salva-vidas e da vítima.

Abordagem Inicial

A retirada do indivíduo da água deve ser feita rapidamente
-Prevenção das lesões medulares e início imediato das manobras de suporte básico de vida
-Aquecimento da vítima



-ABCDE
-Monitorar os parâmetros vitais
-Controle de infusão (soro e medicação)
-Aspirar S/N
-Intubação orotraqueal (UTI)
-Sondagem nasogástrica
-Sondagem vesical (controle de diurese)
-Aquecimento
-Exames (RX, sangue..)

Autoria:

Enfermeiros em Urgência e Emergência

Referências:
Curso de especialização profissional de nível técnico em enfermagem – livro doaluno: urgência e emergência / coordenação técnica pedagógica Julia IkedaFortes ... [et al.]. São Paulo : FUNDAP, 2010.---p. (Programa de Formação de Profissionais de Nível Técnico para a Área da Saúde no Estado de São Paulo)

Imagens: Google Imagens

https://pt.wikipedia.org/wiki/Afogamento#/media/File:Cadeia_sobrevivencia_afogamento_2014_com_texto.jpg

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Tipos de Choque - hipovolêmico, cardiogênico, distributivo e obstrutivo



O que é choque?

Francês choc: parada - Colapso do sistema circulatório

Causas

Falha no mecanismo que bombeia o sangue (coração);

Alteração na resistência da parede vascular

Baixo nível de fluido no corpo (sangue ou líquidos corporais).

Classificação

CHOQUE HIPOVOLÊMICO:  perda de sangue, plasma ou líquidos extracelulares;
CHOQUE CARDIOGÊNICO: insuficiência miocárdica ;
CHOQUE DISTRIBUTIVO: diminuição do tônus vascular. Dividido em:
CHOQUE NEUROGÊNICO;
CHOQUE ANAFILÁTICO;
CHOQUE SÉPTICO.
CHOQUE OBSTRUTIVO: obstrução mecânica do fluxo sanguíneo.

Sinais e sintomas gerais

hipotensão
taquicardia
Taquisfigmia
pele fria e pegajosa
sudorese
Mucosas descoradas e secas
palidez
cianose
resfriamento das extremidades
hipotermia
respiração superficial, rápida e irregular
sede
náuseas e vômitos
alterações neurossensoriais.

Choque Hipovolêmico

Tipo de choque mais comum

Causas:
Perda sanguínea secundária hemorragia
(interna ou externa) e
Perda de líquidos e eletrólitos

Choque Cardiogênico
Falha na bomba - coração

Causas
 Infarto do miocárdio;
 Arritmias;
 eletrocussão;
Pós operatório de cirurgia cardíaca

Choque Distributivo

Subdivisão:
- neurogênico
- séptico
- anafilático

Choque Neurogênico

Causas:
 lesão da medula espinhal
 lesão do sistema nervoso


Manifestações clínicas:
 pele seca e quente;
 hipotensão;
 bradicardia;

Tratamento:
restauração do tônus simpático, através da estabilização da medula espinhal,  posicionar o paciente corretamente.

Choque Séptico

Ocorre quando um agente infeccioso, como bactérias, vírus ou fungo, entra na corrente sanguínea.
Causa uma reação em cadeia
Sinais e sintomas
Extremidades frias e pálidas
Hiper ou hipotermia, tremores
Pressão arterial baixa, especialmente ortostática
Oligúria ou anúria
Taquicardia
Inquietação, agitação, letargia ou confusão
Dispneia

Tratamento: Tratar causa base

Choque Anafilático

Causas:
 -alimentos e aditivos alimentares;
 -picadas e mordidas de insetos;
 -agentes usados na imunoterapia;
 -drogas como a penicilina;
 -drogas usadas como anestésicos locais
 -vacinas como o soro antitetânico;
 -poeiras e substâncias
presentes no ar (casos raros).

Manifestações clínicas:  sensação de desmaio;
pulso rápido;
dificuldade respiratória;
náuseas e vômito;
dor de estômago;
inchaço nos lábios, língua ou garganta (edema de glote);
urticária;
pele pálida, fria e úmida;
tonteira, confusão mental e perda da consciência;
pode haver parada cardíaca.

Tratamento: emergencial
Adrenalina
Anti-histamínico
Corticoide

Em casos de PCR : Realizar RCP
Caso necessário: intubação endotraqueal
Garantir acesso venoso

Choque Obstrutivo

Causado por obstrução mecânica do fluxo sanguíneo
Situações de trauma podem ocorrer tamponamento cardíaco e pneumotórax hipertensivo
Sintomas que antecedem o choque:
Inquietude, às vezes ansiedade e temor;
Náuseas, lipotímia;
Astenia e sede intensa
Tratamento: Tratar causa base

Referências

Disponível em: www.aulasdeenfermagem.com.br/files/Choque.ppt
Acesso em:19/10/2015
Disponível em
pt.slideshare.net/gabrielmpaixao/choque-11489975 Acesso em:19/10/2015
ALFARO, D.; MATTOS, H. Atendimento Pré-Hospitalar ao Traumatizado Básico e Avançado PHTLS. Tradução. 6 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
OLIVEIRA, B.F.M.; PAROLIN, M.K.F.; TEIXEIRA Jr, E.V. Trauma Atendimento Pré-hospitalar. São Paulo: Atheneu, 2001.
Curso de especialização profissional de nível técnico em enfermagem – livro do aluno: urgência e emergência/coordenação técnica pedagógica Julia Ikeda Fortes … [et al.]. São Paulo: FUNDAP, 2010.

Imagem: Google imagens

Autoria: Enfermeiros em Urgência e Emergência

http://enfermagemurgenciaemergencia.blogspot.com.br/




LEI Nº 8.142, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1990



LEI Nº 8.142, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1990.

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

LEI Nº 8.142, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1990.

Vide Lei nº 8.689, de 1993

Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS} e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá outras providências.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:
Art. 1° O Sistema Único de Saúde (SUS), de que trata a Lei n° 8.080, de 19 de setembro de 1990, contará, em cada esfera de governo, sem prejuízo das funções do Poder Legislativo, com as seguintes instâncias colegiadas:
I - a Conferência de Saúde; e
II - o Conselho de Saúde.
§ 1° A Conferência de Saúde reunir-se-á a cada quatro anos com a representação dos vários segmentos sociais, para avaliar a situação de saúde e propor as diretrizes para a formulação da política de saúde nos níveis correspondentes, convocada pelo Poder Executivo ou, extraordinariamente, por esta ou pelo Conselho de Saúde.
§ 2° O Conselho de Saúde, em caráter permanente e deliberativo, órgão colegiado composto por representantes do governo, prestadores de serviço, profissionais de saúde e usuários, atua na formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde na instância correspondente, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros, cujas decisões serão homologadas pelo chefe do poder legalmente constituído em cada esfera do governo.
§ 3° O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems) terão representação no Conselho Nacional de Saúde.
§ 4° A representação dos usuários nos Conselhos de Saúde e Conferências será paritária em relação ao conjunto dos demais segmentos.
§ 5° As Conferências de Saúde e os Conselhos de Saúde terão sua organização e normas de funcionamento definidas em regimento próprio, aprovadas pelo respectivo conselho.
Art. 2° Os recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) serão alocados como:
I - despesas de custeio e de capital do Ministério da Saúde, seus órgãos e entidades, da administração direta e indireta;
II - investimentos previstos em lei orçamentária, de iniciativa do Poder Legislativo e aprovados pelo Congresso Nacional;
III - investimentos previstos no Plano Qüinqüenal do Ministério da Saúde;
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LEI Nº 8.142, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1990.
IV - cobertura das ações e serviços de saúde a serem implementados pelos Municípios, Estados e Distrito Federal.
Parágrafo único. Os recursos referidos no inciso IV deste artigo destinar-se-ão a investimentos na rede de serviços, à cobertura assistencial ambulatorial e hospitalar e às demais ações de saúde.
Art. 3° Os recursos referidos no inciso IV do art. 2° desta lei serão repassados de forma regular e automática para os Municípios, Estados e Distrito Federal, de acordo com os critérios previstos no art. 35 da Lei n° 8.080, de 19 de setembro de 1990.
§ 1° Enquanto não for regulamentada a aplicação dos critérios previstos no art. 35 da Lei n° 8.080, de 19 de setembro de 1990, será utilizado, para o repasse de recursos, exclusivamente o critério estabelecido no § 1° do mesmo artigo. (Vide Lei nº 8.080, de 1990)
§ 2° Os recursos referidos neste artigo serão destinados, pelo menos setenta por cento, aos Municípios, afetando-se o restante aos Estados.
§ 3° Os Municípios poderão estabelecer consórcio para execução de ações e serviços de saúde, remanejando, entre si, parcelas de recursos previstos no inciso IV do art. 2° desta lei.
Art. 4° Para receberem os recursos, de que trata o art. 3° desta lei, os Municípios, os Estados e o Distrito Federal deverão contar com:
I - Fundo de Saúde;
II - Conselho de Saúde, com composição paritária de acordo com o Decreto n° 99.438, de 7 de agosto de 1990;
III - plano de saúde;
IV - relatórios de gestão que permitam o controle de que trata o § 4° do art. 33 da Lei n° 8.080, de 19 de setembro de 1990;
V - contrapartida de recursos para a saúde no respectivo orçamento;
VI - Comissão de elaboração do Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS), previsto o prazo de dois anos para sua implantação.
Parágrafo único. O não atendimento pelos Municípios, ou pelos Estados, ou pelo Distrito Federal, dos requisitos estabelecidos neste artigo, implicará em que os recursos concernentes sejam administrados, respectivamente, pelos Estados ou pela União.
Art. 5° É o Ministério da Saúde, mediante portaria do Ministro de Estado, autorizado a estabelecer condições para aplicação desta lei.
Art. 6° Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 7° Revogam-se as disposições em contrário.

Brasília, 28 de dezembro de 1990; 169° da Independência e 102° da República.

FERNANDO COLLOR

 Alceni Guerra

Lesões incompatíveis com a vida

Decapitação ou segmentação de tronco 
 Esmagamento de segmentos corpóreos vitais 
 Calcinação
 Esmagamento de crânio ou perda de massa encefálica
 Estado evidente de decomposição
 Rigidez cadavérica


Diretrizes de RCP 2015


Para ter acesso ao arquivo completo acesse o link abaixo:


Enfermagem - Nós fazemos a diferença!