Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.
Romanos 8:28

sábado, 10 de maio de 2014

Cigarro: a queda de um mito

A interrupção do vício de fumar tem efeito similar ao do uso de antidepressivos, o que derruba a falsa ideia de que o cigarro atua como um antiestressantes. Indivíduos que conseguiram deixar o cigarro de lado notavelmente encontram-se menos ansiosos, estressados e deprimidos tendo, portanto, uma visão mais positiva de suas vidas.
Estudo desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Birmingham constatou que é falso o mito de que fumantes são menos estressados e ansiosos. Segundo a coordenadora do estudo, Genma Taylor, os fumantes assíduos tem uma saúde mental mais prejudicada quando comparados a indivíduos não fumantes.
Ela afirma ainda que os resultados contribuem para separar o consumo do cigarro da premissa de que ele contribui para o bem-estar do fumante e que sem ele sua saúde mental seria menos satisfatória. É importante ressaltar que atribuir qualidades ao cigarro é uma maneira errônea de justificar um ato que a médio e longo prazo certamente trará prejuízo a saúde do indivíduo.
Nota divulgada pela Organização Mundial de Saúde no ano de 2013 comprova que a dependência ao cigarro é fator responsável por 6 milhões de mortes a cada ano em todo mundo, e mais, a estimativa é de que se o consumo e número de adeptos continuar crescendo até 2030 o número de óbitos ao ano pode chegar a 8 milhões.
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