Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.
Romanos 8:28

segunda-feira, 29 de abril de 2013

INFOGRÁFICOS

Aborda temas importantes de forma didática e objetiva. 
Clique na imagem para visualizar em tamanho maior.



HANSENÍASE



CICLO MENSTRUAL


DIABETES





MAL MASCULINO




TUBERCULOSE


HIPERTENSÃO


DEPRESSÃO


DEPRESSÃO




Livro digital: Protocolos das UPAs 24 horas: Protocolos das Unidades de Pronto Atendimento 24 horas

Livro digital: Protocolos das UPAs 24 horas:  Protocolos das Unidades de Pronto Atendimento 24 horas






AUTORES:

Coronel BM Médico Fernando Suarez Alvarez
Superintendente de Urgência e Emergência Pré-Hospitalar da SUBSEDEC

Coronel BM Médico Marcelo Dominguez Canetti
Comandante do CBA X - Atividade Pré-Hospitalar - CBMERJ

Ten Cel BM Médico Wilson Braz Corrêa Filho
Chefe da 3ª Seção do Estado Maior do CBA X - Atividade Pré-Hospitalar - CBMERJ

Capitão BM Médica Danielle Borghi
Médica Socorrista do 1º Grupamento de Socorro de Emergência - CBMERJ


Coleção - Atenção à Saúde do Recém Nascido





Coleção lançada em 2011 pelo Ministério da Saúde disponibiliza material mais atual encontrado na literatura científica para o cuidado ao recém‑nascido, material encontrado em linguagem direta e objetiva, o profissional de saúde irá encontrar nos quatro volumes desta obra orientações preciosas baseadas em evidências científicas que possibilitarão atenção qualificada e segura ao recém-nascido sob o seu cuidado (Ministério da Saúde).

Vol. 1 - Cuidados Gerais

Vol. 2 - Intervenções comuns, Icterícia e Infecções

Vol. 3 - Problemas Respiratórios, Cardiovasculares, Metabólicos, Neurológicos, Ortopédicos e Dermatológicos

Vol. 4 - Cuidados com o Recém-nascido pré-termo

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Abaixo-assinado Petição pública pelas 30 horas semanais na Enfermagem



Abaixo-assinado Petição pública pelas 30 horas semanais na Enfermagem

Para:Congresso Nacional do Brasil

Petição pública para aprovação, pelo Congresso Nacional, do Projeto de Lei nº 2295/2000, que altera a regulamentação profissional da Enfermagem e fixa em 30 horas semanais, sendo seis por dia e sem redução salarial, a carga horária máxima de trabalho de enfermeiros, técnicos e auxiliares em todo território nacional.

CLIQUE NO LINK ABAIXO E VÁ DIRETO AO SITE E REGISTRE SUA ASSINATURA

http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2013N37918 

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Dia da Terra 2013: entenda como surgiu a data e seu significado



Dia da Terra 2013 - ou, oficialmente, Dia Internacional da Mãe Terra - é uma data criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2009 para marcar a responsabilidade coletiva para promover a harmonia com a natureza e a Terra e alcançar um balanço entre economia, sociedade e ambiente.
"O Dia Internacional da Mãe Terra é uma chance de reafirmar nossa responsabilidade coletiva para promover a harmonia com a natureza em um tempo em que nosso planeta está sob ameaça da mudança climática, exploração insustentável dos recursos naturais e outros problemas causados pelo homem. Quando nós ameaçamos nosso planeta, minamos nossa própria casa - e nossa sobrevivência no futuro", diz mensagem do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.
Contudo, a história dessa comemoração é bem mais antiga. O primeiro Dia Nacional da Terra ocorreu em meio ao movimento hippie americano, em 1970. Se por um lado a música e os jovens eram engajados, de outro os americanos viviam com seus carros com motor V8 e a indústria despejando produtos poluidores com pouco medo de represálias legais.
A ideia de uma data para marcar a luta pelo ambiente veio do senador Gaylord Nelson, após este ver a destruição causada por um grande vazamento de óleo na Califórnia, em 1969. Ele recebeu o apoio do congressista republicano conservador Pete McCloskey e recrutou o estudante de Harvard Denis Hayes como coordenador da campanha.
No dia 22 de abril, 20 milhões de pessoas nos Estados Unidos saíram às ruas para protestar em favor de um planeta mais saudável e sustentável. Milhares de escolas e universidades organizaram manifestações contra a deterioração do ambiente e engrossaram os grupos ambientalistas. Foi um raro momento que juntou até mesmo democratas e republicanos.
O resultado prático foi a criação da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos e dos atos do Ar Limpo, Água Limpa e das Espécies Ameaçadas. "Foi uma aposta", lembra o senador, "mas funcionou."
Com informações da Earth Day Network.

Resultado SORTEIO 1 BOLSA Curso PICC UBERABA DIAS 27 e 28 DE ABRIL DE 2013


Resultado  SORTEIO 1 BOLSA Curso PICC UBERABA DIAS  27 e 28 DE ABRIL DE 2013




INSCRITOS NO BLOG:
1 - rosineide barboza da silva
rosineide_tozinha@hotmail.com
são bernardo do campo são paulo

2 - maria agmalda de assunção monteiro 
agmalda@hotmail.com
uberlandia minas gerais

3 - MARILIA GRAZIELLE DA SILVA TORRES - ASSU/RN
mariliagtorres@hotmail.com
Quero participar do Curso Picc Brasília. =)

4 - Sandra Ramos Vendrame SÃO PAULO /SP
pasami@ig.com.br
Quero participar do concurso em mINAS gERAIS

5 - André Camargo- São José do Rio Preto/SP
camargo-de@hotmail.com
Quero participar Curso Picc Brasília

6 - ALINE BARBARA ROCHA LIMA, 
aline-barbara@hotmail.com, SALVADOR/Ba, 
GOSTARIA DE REALIZAR O CURSO EM SALVADOR/Ba

7 - Jordana Pimenta Viana
jordhanapimenta@yahoo.com.br
Brasília/DF
Realizar curso de PICC em Brasília.

8 - Cleyne dos Santos Lima
leyne_santos@yahoo.com.br
Manaus- Am
Desjo realizar o curso em Manaus


9 - Ana Paula Angelo Gonçalves
goncalves_anap@yahoo.com.br
Brasília/df
Quero fazer o curso em Brasília/DF

10 - Juliana Almeida Soares
juliana.hebert@gmail.com
Brasília - DF
Gostaria de fazer o curso em Brasília.


11 - Diego Duarte 
Diegomissao@hotmail.com
Amapá-AP
Eu gostaria de fazer o curso em Amapá.

12 - ROGER CASTILHO HIROMI
roger_hiromi@hotmail.com
Umuarama - PR 
Quero fazer o curso em Uberlandia-MG

13 - Sandra Regina dos Reis
sanregina_2@hotmail.com
São Paulo-SP
Quero fazer o curso em Brasilia

14 - VANDA S. B.COSTA. GOSTARIA DE FAZER O CURSO EM UBERLANDIA. vandasjbv@yahoo.com.br

15 - Cesar Augusto Boareto Lima
cesar_enfermagem@yahoo.com.br
Belo Horizonte - MG
Curso em Uberaba - MG


16 - Tanielle Amanda Sulzbacher
tanielleamanda@hotmail.com
Cascavel-PR
Fazer o curso em Uberlândia nos dias 01 e 02 de junho.

17 - RITA DE CASSIA DA SILVA
AGUINARI@HOTMAIL.COM
ITAPECERICA DA SERRA
QUERO FAZER O CURSO EM UBERABA

18 - LILIAN CARLA LOURENÇO
licalo76@hotmail.com
UBERABA-MG
GOSTARIA DE REALIZAR O CURSO NA CIDADE UBERABA-MG

19 - JOSÉ BEZERRA DA SILVA
JSBEZERRA@HOTMAIL.COM
SÃO PAULO
GOSTÁRIA DE REALIZAR ESTE CURSO NA CIDADE DE SÃO PAULO.

20 - Rúbia Lopes Pereira
lopes_rubia@hotmail.com
Itajubá/MG
Gostaria de realizar o curso em Uberaba/MG



COMO COMBINADO FOI REALIZADO O SORTEIO PELO RANDOM http://www.random.org/ NO DIA 22 DE ABRIL DE 2013, FORAM 20 INSCRITOS NO SORTEIO DE UMA BOLSA PARA O CURSO DE PICC O RESULTADO ESTÁ NA IMAGEM ACIMA FOI:

15 - Cesar Augusto Boareto Lima
cesar_enfermagem@yahoo.com.br
Belo Horizonte - MG
Curso em Uberaba - MG

IREMOS ENTRAR EM CONTATO COM Cesar Augusto Boareto Lima , PARA AVISÁ-LA DO RESULTADO, AOS OUTROS INSCRITOS OBRIGADO PELA PARTICIPAÇÃO.




Quadro clínico da raiva humana


É composto por várias fases: a) prodrômica, b) neurológica aguda, c) coma e d) morte.
A raiva ocorre em 32 a 61% das pessoas expostas ao vírus, que não receberam o tratamento profilático, pois depende da espécie agressora, da gravidade da exposição, do local da lesão, da carga viral, além da presença de roupa, da espessura do tecido, da lavagem dos ferimentos com água e sabão etc.
Períodos e manifestações clínicas em casos de raiva humana

Encontram-se abaixo as principais manifestações clínicas em pacientes com raiva, ressaltando que nem todas as manifestações clínicas estão presentes em cada caso.
  • Fase Prodrômica - Duração 2 a 10 dias - Sintomas inespecíficos:
    Optou-se, para fins didáticos, em classificar, em grupos, tais sinais e sintomas.
    Gerais – Febre moderada, cefaléia (dor de cabeça difusa), tontura, sensação de mal estar geral, com dores vagas e/ou generalizadas pelo corpo. Alguns casos apresentam linfoadenopatia por vezes dolorosas à palpação.
    Alterações locais de sensibilidade - Prurido e/ou parestesia assimétrica (coceira com formigamento ou sensação de arrepio e queimação local), que em geral se inicia ao redor do local da agressão. Essa parestesia evolui para paresia e posteriormente para paralisia flácida.
    Relacionados com a orofaringe, garganta e deglutição – Dor na orofaringe ou dor de garganta, disfagia e/ou odinofagia (dificuldade ou dor ao deglutir), sialorréia, tosse seca, rouquidão e pigarro. Pela dor e dificuldade de deglutir o paciente torna-se ansioso e com sede, iniciando-se o quadro de desidratação, no entanto recusa-se a ingerir líquidos, não consegue engolir sua própria saliva, que fica “sobrando” na boca, “babando” bastante e, assim, desidratando-se ainda mais.
    Gastroentéricos - Anorexia, náuseas, vômitos, dor abdominal (vaga e difusa), constipação intestinal, diarréia e/ou disenteria ou fezes sanguinolentas, hemorragia digestiva.
    Alterações relacionadas ao SNC- Os períodos de desorientação podem se iniciar nessa fase, acompanhadas de uma diminuição auditiva ou surdez, diplopia (visão dupla), visão turva e estrabismo. É possível surgir retenção e incontinência urinária, assim como priapismo acompanhado ou não de aumento da libido ou do apetite sexual..
Obs: Muitos desses sinais e sintomas podem perdurar durante a fase neurológica aguda da doença.
  • Fase Neurológica Aguda - Duração de 2 a 7 dias – Sinais neurológicos:
    Essa duração pode se apresentar mais dilatado pela assistência hospitalar (terapia intensiva, médicos, enfermagem, medicamentos etc.) à qual o paciente for submetido.
    Nesta fase as alterações provocadas pela proliferação do vírus da raiva nas estruturas do SNC se intensificam, causando ansiedade, nervosismo, insônia, apreensão, agitação, agressividade e depressão, alterações do comportamento, exacerbação das características próprias da personalidade. Muitas vezes as pessoas agressivas tornam-se mais irritadiças e as tímidas ficam mais deprimidas.
    Manifestação de “fobias”, como hidrofobia, aerofobia e fotofobia, pois os estímulos, após provocarem “convulsões”, fazem com que o paciente tenha aversão frente à visão de um copo com água ou ao ruído de torneira aberta ou de chuveiro, também à corrente de ar ao se abrir uma porta e à luz, mesmo não muito intensa.
    Pode ocorrer também hiperventilação, hipersensibilização, hipóxia, afasia, incoordenação e rigidez na nuca.
    O quadro vai se agravando com hiperacusia, hiperosmia (sons e odores parecem exacerbados), espasmos faríngeos, confusão, delírio, alucinações, evidente presença de hiperatividade e espasmos ou convulsões locais ou generalizadas, que são desencadeados por estímulos. Os espasmos são involuntários e podem atingir a musculatura respiratória.
    Da parestesia há uma evolução para paresia (dormência ou fraqueza ou cansaço em membro, pela perda incompleta do tonus muscular, iniciada no local da agressão) e depois para a paralisia (perda ou incapacidade da função muscular e da sensibilidade).
    A doença segue com intensa agitação psicomotora, crises convulsivas alternadas com torpor.
    As demais manifestações citadas na fase anterior podem permanecer e se intensificar como as relacionadas ao aparelho genito-urinário, com retenção ou incontinência urinária e priapismo, ejaculação espontânea, assim como bexiga neurogênica, facilitando infecções do trato urinário (bexiga e rins).
    Podem ocorrer alterações gastrointestinais com dores vagas no abdômen, distensão abdominal, úlceras esofágicas, hematêmese, enterorragia, íleo paralítico e pancreatite. Há relatos de casos de raiva em que o paciente foi submetido à laparotomia exploratória.
    A temperatura pode se elevar a mais de 40º C, acompanhada de sudorese, com quadro final dramático, com alternância de intensa agitação com momentos de aparente calmaria.
    Continuam a ocorrer muitos espasmos, miofasciculações, podendo apresentar mioedema à percussão (elevação do músculo, principalmente no abdômen, após piparote), o paciente babando muito, olhar vago e lacrimejante, aumentado cada vez mais a desidratação.
    Todos os sinais e sintomas vão se recrudescendo no desenrolar do curso normal da doença, por isso, o paciente deve ser sedado, mantido hidratado, longe de ruídos, sons e luminosidade, preferencialmente com cuidados de terapia intensiva.
    Caso necessite de remoção, deve ser realizada com todos os cuidados e com o paciente devidamente sedado.
  • Coma – Duração – pode ser bastante dilatada, com coma induzido.
    O torpor vai aumentando, o paciente entra em coma, podendo ocorrer hipoventilação, apnéia, pneumotórax, infecções secundárias, hipotensão arterial, arritmia cardíaca, sobrevindo insuficiência respiratória.
  • Óbito
    Por fim parada cardíaca e morte cerebral.
    No curso normal da doença ocorre em cerca de 5 a 7 dias, do início do quadro clínico. Em virtude do manejo do paciente com medicamentos e terapia intensiva, foi possível se prolongar a sobrevida até 133 dias.


quarta-feira, 17 de abril de 2013

Vacinação contra a gripe 2013


A campanha nacional de vacinação contra a gripe, que começa nesta segunda-feira (15) e vai até o dia 26 de abril, oferecerá imunização gratuita em 65 mil postos de saúde de todo o país, segundo o Ministério da Saúde.
Público-alvo: 
-gestantes, 
-indígenas, 
-presidiários, 
-profissionais de saúde, 
-idosos com 60 anos ou mais e crianças de seis meses a dois anos. 
-Doentes crônicos e mulheres no período de até 45 dias após o parto também devem receber  a vacina.

"A vacinação é segura e feita com o objetivo de diminuir o risco de ter doença grave e evitar o óbito. Ao mesmo tempo, as pessoas que apresentarem os sintomas de gripe devem procurar o posto de saúde, porque tem tratamento", afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em nota oficial.

DOENÇAS CRÔNICAS COM INDICAÇÃO PARA VACINA DA GRIPE
Doença respiratóriaasma moderada ou grave (em uso de corticoide), doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), fibrose cística, bronquioectasia, doenças intersticiais do pulmão, displasia broncopulmonar, hipertensão arterial pulmonar e crianças prematuras com doença pulmonar crônica
Doença cardíacaHipertensão arterial sistêmica com doença associada (comorbidade), doença cardíaca isquêmica e insuficiência cardíaca
Doença renalPacientes em diálise, doença renal nos estágios 3, 4 e 5, e síndrome nefrótica
Doença do fígadoHepatite crônica, cirrose e obstrução (atresia) biliar
Doença neurológicaacidente vascular cerebral (AVC), paralisia cerebral, esclerose múltipla, doenças hereditárias e degenerativas do sistema nervoso ou muscular,
e deficiência neurológica grave
DiabetesTipos 1 e 2 em uso de remédios
ImunossupressãoBaixa imunidade congênita ou adquirida
por doenças ou medicamentos
Obesidade mórbidaGrau 3 (IMC igual ou acima de 40)
TransplantesDe medula óssea e órgãos sólidos


Dúvidas comuns


1) Por que o Ministério da Saúde priorizou esses oito grupos?
Estudos indicam que alguns grupos da população, principalmente idosos, grávidas e crianças pequenas, correm mais risco de ter complicações em decorrência da gripe, como pneumonia, e morrer pela doença.
2) Quem se vacinou no ano passado precisa tomar a dose novamente?
Sim, já que a imunidade contra a gripe dura até um ano após a aplicação da vacina. E também porque sua composição é feita conforme os vírus que mais circularam no ano anterior.
3) O que é influenza?
influenza é o nome científico do vírus da gripe. É uma infecção viral aguda que atinge o sistema respiratório. É de alta transmissão, com tendência a se disseminar facilmente em epidemias sazonais, comuns no outono e no inverno.
4) Gripe e resfriado são a mesma coisa?
Não. A gripe é uma doença grave, contagiosa, causada pelos vírus influenza (A, B ou C). O resfriado é menos agressivo e de menor duração, causado por um rinovírus (com seus vários tipos).
Os sintomas da gripe muitas vezes são semelhantes aos do resfriado, que se caracterizam pelo comprometimento das vias aéreas superiores (congestão nasal e coriza), tosse, rouquidão, febre, mal-estar, dor de cabeça e no corpo. Mas, enquanto a gripe pode deixar a pessoa de cama, o resfriado geralmente não passa de tosse e coriza
5) Quais os meios de transmissão dos vírus da gripe e do resfriado?
A transmissão ocorre quando as secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada são transmitidas para outra por meio da fala, da tosse, do espirro ou pelo toque, levando o agente infeccioso direto à boca, olhos e nariz do receptor.
6) A vacina contra a gripe imuniza contra o resfriado?
Não. A vacina contra a gripe protege apenas contra os três principais vírus influenza que estão circulando no país.
7) A dose tem alguma contraindicação?
A vacina não é recomendada para quem tem alergia à proteína do ovo, isto é, entre aqueles que já apresentaram forte reação alérgica pelo menos duas horas depois de comer ovo. Esse tipo de alergia é bastante rara. A vacina também é contraindicada a quem já teve reações adversas a doses anteriores a um dos componentes da vacina. Nestas situações recomenda-se passar por avaliação médica para saber se pode ou não tomar a vacina.
8) A vacina pode me causar gripe?
Não, isso é um mito. A vacina contra influenza contém vírus mortos ou apenas pedaços dele que não conseguem causar gripe. Na época em que a vacina é aplicada, circulam vários vírus respiratórios, que podem não ser os contidos na vacina para a gripe, e as pessoas podem ser infectadas por eles. Além disso, é possível pegar um resfriado.
9) Quanto tempo leva para a vacina fazer efeito?
Em adultos saudáveis, a detecção de anticorpos protetores se dá entre duas a três semanas após a vacinação e apresenta, geralmente, duração de 6 a 12 meses.
10) Fora do período da campanha é possível me vacinar?
Não pelo SUS. Depois da campanha, só serão vacinados os presidiários e indivíduos que apresentem problemas de saúde específicos. Clínicas as privadas poderão oferecer a vacina a toda população – inclusive para quem não faz parte do grupo prioritário – desde que as doses compradas estejam registradas na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
11) A vacina contra a gripe tem o mesmo efeito de um antigripal?
Não. A vacina previne contra a gripe, e o antigripal é um medicamento usado para reduzir os efeitos causados pela doença.
12) Pessoas com doenças crônicas podem se vacinar?
Sim, mas com apresentação de receita médica. Em alguns casos, como os de pacientes com doenças neurológicas, é aconselhável passar por uma avaliação médica antes da vacinação.
13) É obrigatório apresentar a caderneta de vacinação?
Não, mas o documento é necessário para atualizar outras vacinas do calendário anual. Para quem não apresentar a caderneta no momento da aplicação da dose, será feito outro cartão para o registro, que deve ser guardado para comprovar o histórico vacinal.
14) Pessoas que tomam corticoide podem ser vacinadas?
Sim, o uso não impede a imunização.
15) Quanto tempo após a vacinação eu posso doar sangue?
Uma portaria do Ministério da Saúde publicada em 2011 declarou que o doador fica inapto para doar sangue pelo período de um mês a partir da data em que foi vacinado contra o vírus da gripe. Depois desse prazo, está liberado.
fonte: 
http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/04/campanha-de-vacinacao-contra-gripe-inicia-hoje-e
m-65-mil-postos-pelo-pais.html



OPORTUNIDADE DE CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL!!! CURSO ACLS MARÍLIA/SP 2013


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Público alvo:Médicos, Enfermeiros Fisioterapêutas e alunos do Sextoano de Medicina.
Datas: 15 e 16 Junho(sábado e domingo)2013
Local:Hotel Tenda  Rua Sete de Setembro , 35
Investimento: 5X R$296,00 (Cheques pré -datados/VISA/MASTERCARD)
Material de Estudo: Manual  ACLS com 30 dias de antecedência.
Informações: 0800 771  1012
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(oi) (14)8820-1016
(tim) (14)8134-7696
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 Atenção!!!Ao se inscrever no curso ACLS, preencha a ficha com seu NOME CORRETO este, será utilizado para emissão das Carteirinhas AHA.
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terça-feira, 16 de abril de 2013

SAIBA MAIS SOBRE MACONHA




MACONHA

THC (Tetraidrocanabinol) Hashishi, Bangh,Ganja, Diamba, Marijuana, Marihiana


Definição e histórico

A maconha é o nome dado aqui no Brasil a uma planta chamada cientificamente de Cannabis sativa. Em outros países, ela recebe diferentes nomes, como os mencionados no título deste capítulo. Já era conhecida há pelo menos 5000 anos, sendo utilizada quer para fins medicinais, quer para “produzir risos”. Talvez a primeira menção da maconha em nossa língua tenha sido em um escrito de 1548, no qual está dito
no português daquela época: “e já ouvi a muitas mulheres que, quando hião ver algum homem, para estar choquareiras e graciosas a tomavão”.
Até o início do século XX, a maconha era considerada em vários países, inclusive no Brasil, um medicamento útil para vários males. Mas também já era utilizada para fins não-médicos por pessoas desejosas de sentir “coisas diferentes”, ou mesmo que a utilizavam abusivamente. Em conseqüência desse abuso, e de um certo exagero sobre seus efeitos maléficos, a planta foi proibida em praticamente todo o
mundo ocidental, nos últimos 50 a 60 anos. Mas, atualmente, graças às pesquisas recentes, a maconha (ou substâncias dela extraídas) é reconhecida como medicamento em pelo menos duas condições clínicas: reduz ou abole náuseas e vômitos produzidos por medicamentos anticâncer e tem efeito benéfico em alguns casos de epilepsia (doença que se caracteriza por convulsões ou “ataques”). Entretanto, é bom lembrar que a maconha (ou as substâncias extraídas da planta) tem também efeitos indesejáveis que podem ser prejudiciais.

O THC (tetraidrocanabinol) é uma substância química fabricada pela própria maconha, sendo o principal responsável pelos efeitos desta. Assim, dependendo da quantidade de THC presente (o que pode variar de acordo com solo, clima, estação do ano, época de colheita, tempo decorrido entre a colheita e o uso), a maconha pode ter potência diferente, isto é, produzir mais ou menos efeitos. Essa variação nos efeitos depende também da própria pessoa que fuma a planta, pois todos sabemos que há grande variação entre as pessoas, e de fato, ninguém é igual a ninguém!
Assim, a dose de maconha insuficiente para um pode produzir efeito nítido em outro e até forte intoxicação em um terceiro.

Efeitos da maconha



Para o bom entendimento, é melhor dividir os efeitos que a maconha produz sobre o homem em físicos (ação sobre o próprio corpo ou partes dele) e psíquicos (ação sobre a mente). Esses efeitos sofrerão mudanças de acordo com o tempo de uso que
se considera, ou seja, os efeitos são agudos (isto é, quando decorrem apenas algumas
horas após fumar) e crônicos (conseqüências que aparecem após o uso continuado
por semanas, ou meses ou mesmo anos).
Os efeitos físicos agudos são muito poucos: os olhos ficam meio avermelhados (o que em linguagem médica se chama hiperemia das conjuntivas), a boca fica seca (e lá vai outra palavrinha médica antipática: xerostomia – é o nome difícil que o médico dá para boca seca) e o coração dispara, de 60 a 80 batimentos por minuto pode chegar a 120 a 140 ou até mesmo mais (taquicardia).
Os efeitos psíquicos agudos dependerão da qualidade da maconha fumada e da sensibilidade de quem fuma. Para uma parte das pessoas, os efeitos são uma sensação de bem-estar acompanhada de calma e relaxamento, sentir-se menos fatigado, vontade de rir (hilariedade). Para outras pessoas, os efeitos são mais para o lado desagradável: sentem angústia, ficam aturdidas, temerosas de perder o controle mental, trêmulas, suadas. É o que comumente chamam de “má viagem” ou “bode”.
Há, ainda, evidente perturbação na capacidade da pessoa em calcular tempo e espaço e um prejuízo de memória e atenção.

Assim, sob a ação da maconha, a pessoa erra grosseiramente na discriminação do tempo, tendo a sensação de que se passaram horas quando na realidade foram alguns minutos; um túnel com 10m de comprimento pode parecer ter 50 ou 100m.
Quanto aos efeitos na memória, eles se manifestam principalmente na chamada memória a curto prazo, ou seja, aquela que nos é importante por alguns instantes.
Dois exemplos verídicos ajudam a entender esse efeito: uma telefonista de PABX em um hotel (que ouvia um dado número pelo fone e no instante seguinte fazia a ligação), quando sob ação da maconha, não era mais capaz de lembrar-se do número que acabara de ouvir. O outro caso é o de um bancário que lia em uma lista o número de um documento que tinha de retirar de um arquivo, e que sob ação da maconha já havia esquecido o número quando chegava em frente ao arquivo.
Pessoas sob esses efeitos não conseguem, ou melhor, não deveriam executar tarefas que dependem de atenção, bom senso e discernimento, pois correm o risco de prejudicar outros e/ou a si próprio. Como exemplo disso: dirigir carro, operar máquinas potencialmente perigosas.
Aumentando-se a dose e/ou dependendo da sensibilidade, os efeitos psíquicos agudos podem chegar até a alterações mais evidentes, com predominância de delírios e alucinações. Delírio é uma manifestação mental pela qual a pessoa faz um juízo errado do que vê ou ouve; por exemplo, sob ação da maconha uma pessoa ouve a sirene de uma ambulância e julga que é a polícia que vem prendê-la; ou vê duas pessoas conversando e pensa que ambas estão falando mal ou mesmo tramando um atentado contra
ela. Em ambos os casos, essa mania de perseguição (delírios persecutórios) pode levar ao pânico e, conseqüentemente, a atitudes perigosas (“fugir pela janela”, agredir como forma de “defesa” antecipada contra a agressão que julga estar sendo tramada). Já a alucinação é uma percepção sem objeto, isto é, a pessoa pode ouvir a sirene da polícia ou ver duas pessoas conversando quando não existe nem sirene nem pessoas. As alucinações
podem também ter fundo agradável ou terrificante.
Os efeitos físicos crônicos da maconha já são de maior gravidade. De fato, com o uso continuado, vários órgãos do corpo são afetados. Os pulmões são um exemplo disso. Não é difícil imaginar como ficarão esses órgãos quando passam a receber cronicamente uma fumaça que é muito irritante, dado ser proveniente de um vegetal que nem chega a ser tratado como o tabaco comum. Essa irritação constante leva a problemas respiratórios (bronquites), aliás, como ocorre também com o cigarro comum. Mas o pior é que a fumaça da maconha contém alto teor de alcatrão (maior mesmo que na do cigarro comum) e nele existe uma substância chamada benzopireno, conhecido agente cancerígeno; ainda não está provado cientificamente que o fumante crônico de maconha está sujeito a adquirir câncer dos pulmões com maior facilidade, mas os indícios, em animais de laboratório, de que assim pode ser são cada vez mais fortes.

Outro efeito físico adverso (indesejável) do uso crônico da maconha refere-se à
testosterona. Esta é o hormônio masculino que, como tal, confere ao homem maior
quantidade de músculos, voz mais grossa, barba, e também é responsável pela fabricação
de espermatozóides pelos testículos. Já existem muitas provas de que a maconha
diminui em até 50 a 60% a quantidade de testosterona. Conseqüentemente,
o homem apresenta um número bem reduzido de espermatozóides no líquido espermático
(em medicina essa diminuição chama-se oligospermia), o que leva à infertilidade.
Assim, o homem terá mais dificuldade de gerar filhos. Esse é um efeito que desaparece quando a pessoa deixa de fumar a planta. É também importante dizer que o homem não fica impotente ou perde o desejo sexual, mas apresenta esterilidade, isto é, fica incapacitado de engravidar sua companheira. Há ainda a considerar os efeitos psíquicos crônicos produzidos pela maconha. Sabe-se que seu uso continuado interfere na capacidade de aprendizagem e memorização e pode induzir a um estado de amotivação, isto é, não sentir vontade de fazer mais nada, pois tudo fica sem graça e sem importância. Esse efeito crônico da maconha é chamado de síndrome amotivacional. Além disso, a maconha pode levar algumas pessoas a um estado de dependência, isto é, elas passam a organizar sua vida de maneira a facilitar seu vício, e tudo o mais perde seu real valor.

Finalmente, há provas científicas de que se o indivíduo tem uma doença psíquica qualquer, mas que ainda não está evidente (a pessoa consegue “se controlar”) ou a doença já apareceu, mas está controlada com medicamentos adequados, a maconha piora o quadro. Ou faz surgir a doença, isto é, a pessoa não consegue mais “se controlar”, ou neutraliza o efeito do medicamento e ela passa a apresentar novamente os sintomas da enfermidade. Esse fato tem sido descrito com freqüência na doença mental chamada esquizofrenia. Em um levantamento feito entre estudantes do ensino fundamental e do ensino médio das dez maiores cidades do país, em 1997, 7,6% declararam que já haviam experimentado maconha e 1,7% declararam fazer uso dela pelo menos seis vezes por mês.

Fonte: CEBRID