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Romanos 8:28

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Rio - Teste do Coraçãozinho agora é lei

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A realização do oximetria de pulso (teste do coraçãozinho), exame que detecta doenças cardíacas congênitas em bebês recém-nascidos, passou a ser obrigatória no estado do Rio de Janeiro. A oferta é garantida pela lei 6.350/12, aprovada pela Assembleia Legislativa esta semana. Sabendo da importância do exame, a Secretaria de Estado de Saúde já havia se antecipado à lei implantando o serviço em agosto de 2012, tornando o Hospital da Mulher Heloneida Studart, em São João de Meriti, o primeiro da rede pública brasileira a fazer o exame em todos os bebês nascidos na unidade.

Indolor e prático, o exame leva menos de 5 minutos para ser realizado e detecta problemas no coração do bebê antes de aparecerem os sintomas. Cerca de 30% de crianças que nascem com cardiopatia complexa, não desenvolvem sintomas e ganham alta. As cardiopatias são diagnosticadas tardiamente e o bebê acaba correndo risco de morrer se não for operado logo. O teste do coraçãozinho consegue diminuir em 10% a mortalidade infantil porque aumenta as chances de sobrevida do bebê cardiopata.

Inaugurado no segundo semestre de 2012, o Hospital Estadual da Mãe, em Mesquista, também está realizando o teste do coraçãozinho em todos os bebês que precisam ficar internados na Unidade Intensiva neonatal.

Como é feito o teste? - Duas pulseiras são colocadas na mão direito e em um dos pés do bebê. Elas servem para medir a quantidade de oxigênio no sangue, através de um monitor ligado as pulseiras. Se a taxa de oxigênio estiver abaixo de 95%, será necessário repetir o exame e caso o resultado permaneça, o bebê deve ser encaminhado para realizar o exame de ecocardiograma e, então, detectar a cardiopatia. A oximetria de pulso tem especificidade de 99%, ou seja, significa que aqueles exames que obtiveram resultado negativo, tem grande porcentagem de não ter a doença.

Para todos os bebês - Além do Hospital da Mulher, a realização do exame se estenderá a todas as maternidades da rede estadual. A ideia é que isso aconteça já no início de 2013.

fonte: http://www.portaldaenfermagem.com.br/plantao_read.asp?id=3269
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