Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.
Romanos 8:28

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Escala de Glasgow e Escala de Ramsay


Escala de Glasgow

A Escala de Glasgow foi desenvolvida na década de 1970, oficialmente publicada na revista Lancet em 1970 por Graham Teasdale e Bryan Jennett. A versão inicial do instrumento recebeu o nome de Índice de coma, e após um estudo de estatísticos sobre o sistema de pontuação, transformou-se na Escala de Coma de Glasgow (TEASDALE; JENNETT,1974).
Atualmente a escala é efetivamente utilizada por médicos e enfermeiros na prática clínica, para avaliação de pacientes com lesões cerebrais. É um instrumento essencial para a mensuração do nível de consciência, avaliando a capacidade de o paciente abrir os olhos, comunicar-se verbalmente, obedecer comandos e mover suas extremidades, sendo utilizada desde o atendimento pré – hospitalar até Unidades de Terapia Intensiva. Percebe a importância do instrumento?
Os achados da escala de coma formam a base da tomada de decisão clínica, como necessidade de tomografia computadorizada, intervenção cirúrgica e/ou modalidade de drogas (ROZA, 2004). 


Escala de Ramsay

A Escala de Ramsay avalia o grau de sedação de pacientes em uso de fármacos sedativos, o escore para avaliação do nível de sedação foi proposto por Michael A. E. Ramsay, nascido em Dublin na Irlanda e formado em Medicina na Universidade de Londres. 
A Escala de Ramsay avalia o grau de sedação em pacientes de terapia intensiva com escala de valores de 0 a 6. 
Nela estão contemplados dois tipos de situações: pacientes acordados e inconscientes., classificados da seguinte forma:

1. Ansioso, agitado ou inquieto, ou ambos;
2. Tranqüilo, cooperativo, orientado;
3. Responde a comandos verbais;
4. Sedado, com resposta rápida à leve toque da glabela ou estímulo sonoro auditivo;
5. Sedado, responde lentamente a estímulo auditivo alto ou toque da glabela ou estimulo sonoro auditivo;
6. Sedado, não responde aos mesmos estímulos dos itens 4 ou 5.



Referências
TEASDALE, G. JENNETT, B. Assessment of coma and impaired consciousness - A practical scale. Lancet. 1974;2(7872):81-4.)

ROZA, A. B. Einstein - São Paulo (SP). Assessment of coma and impaired consciousness. A practical scale. Einstein. 2004; 2 (2) : 129

RAMSAY, M.A.E. et al. Controlled sedation with alphaxolone/alphadolone. Br Med J. 1974, ii:656-659.

CARRASCO, G. Instruments for monitoring intensive care unit sedation – Review. Crit Care 2000, 4:217-225

MENDES, C.L. et al - Escalas de Ramsay e Richmond são equivalentes para a avaliação do nível de sedação em pacientes gravemente enfermos. Rev Bras Ter Intensiva. 2008; 20(4): 344-348.

Texto redigido pela monitora do Programa Proficiência, Stephanie Ferreira de Farias
fonte: http://www.programaproficiencia.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=522.html





Pareceres 2012 - COREN SP

Pareceres 2012 - COREN SP

PARA ACESSAR OS PARECERES 2012 ACESSE: http://inter.coren-sp.gov.br/node/7993 ou clique nos links abaixo.


PARECER COREN-SP 001/2012 – Acolhimento com classificação de risco pelo Sistema de Triagem de Manchester – STM – executado por Enfermeiro no atendimento de Urgência e Emergência. Legalidade da atuação
PARECER COREN-SP 002/2012 - Ações de resgate de vítimas em altura e em espaço confinado. Competência da equipe de bombeiros militares
PARECER COREN-SP 003/2012 - Atribuições dos profissionais de enfermagem no Centro de Material e Esterilização - CME. Responsabilidade do Enfermeiro. Resolução COFEN nº 424/2012 e RDC ANVISA nº 15/2012
PARECER COREN-SP 004/2012 - Obrigatoriedade de supervisão da equipe de enfermagem por Enfermeiro no SESMT
PARECER COREN-SP 005/2012 - Auxílio da equipe de enfermagem durante o exame endoscópico. Ato de realização da biópsia endoscópica é competência do profissional médico
PARECER COREN-SP 006/2012 - Recusa na execução de atividades delegadas por Enfermeiro devido ausência de competência técnica e garantia de segurança ao paciente
PARECER COREN-SP 007/2012 – Retirada de Introdutor Vascular por Enfermeiro
PARECER COREN-SP 008/2012 – Atribuições dos Auxiliares de Enfermagem e possíveis desvios de função
PARECER COREN-SP 009/2012 – Direito do paciente a ter sob sua guarda resultados de exames laboratoriais
PARECER COREN-SP 010/2012 – Dispensação de Medicamentos em Farmácia. Função privativa do Farmacêutico.
PARECER COREN-SP 011/2012 – Realização de treinamento em PPD (teste tuberculínico) em empresa privada
PARECER COREN-SP 012/2012 – Responsabilidade do profissional de Enfermagem da ambulância e da unidade hospitalar na retirada/saída do paciente de alta de uma instituição hospitalar
PARECER COREN-SP 013/2012 – Realização do exame de cardiotocografia por Enfermeiro
PARECER COREN-SP 014/2012 – Administração de Oxigênio medicinal, sem prescrição médica, por meio de cateter nasal em situação de emergência
PARECER COREN-SP 015/2012 – Administração de misoprostol em colo uterino em aborto retido com prescrição médica
PARECER COREN-SP 017/2012 – Realização pelo Enfermeiro de procedimento de recarga de bomba de morfina implantável.
PARECER COREN-SP 018/2012 – Parecer sobre protocolo de enfermagem em saúde da mulher elaborado por Secretaria Municipal de Saúde.
PARECER COREN-SP 019/2012 – Contenção de pacientes mediante prescrição por “telemedicina” em APH e em outras situações.
PARECER COREN-SP 020/2012 – Administração de medicamento, levado pelo paciente, na internação hospitalar.
PARECER COREN-SP 021/2012 – Aplicação de Ozonioterapia por profissional Enfermeiro.
PARECER COREN-SP 022/2012 – Esclarecimento sobre a necessidade de cuidador de Portador de Necessidades Especiais (PNE) ser profissional de enfermagem.
PARECER COREN-SP 025/2012 – Aprazamento da prescrição de enfermagem.
PARECER COREN-SP 026/2012 – Contratação de Profissional de Enfermagem Portador de Deficiência Física para atuar na Assistência Direta ao Paciente.
PARECER COREN-SP 027/2012 – Competência dos profissionais de enfermagem e cuidados no preparo e administração de Ganciclovir® e medicamentos quimioterápicos.
PARECER COREN-SP 028/2012 – Possibilidade do profissional de enfermagem prestar informações sobre o paciente a terceiros. Sigilo Profissional.


O que é audiodescrição?


Audiodescrição


O recurso consiste na descrição clara e objetiva de todas as informações que compreendemos visualmente e que não estão contidas nos diálogos, como, por exemplo, expressões faciais e corporais que comuniquem algo, informações sobre o ambiente, figurinos, efeitos especiais, mudanças de tempo e espaço, além da leitura de créditos, títulos e qualquer informação escrita na tela.
A audiodescrição permite que o usuário receba a informação contida na imagem ao mesmo tempo em que esta aparece, possibilitando que a pessoa desfrute integralmente da obra, seguindo a trama e captando a subjetividade da narrativa, da mesma forma que alguém que enxerga.
As descrições acontecem nos espaços entre os diálogos e nas pausas entre as informações sonoras do filme ou espetáculo, nunca se sobrepondo ao conteúdo sonoro relevante, de forma que a informação audiodescrita se harmoniza com os sons do filme.

Como Fazemos

Diferentes ferramentas técnicas são utilizadas dependendo do suporte em que estamos trabalhando. Para filmes, séries, novelas ou documentários, os suportes atuais são o cinema, a televisão e o DVD.
Em produtos audiovisuais, a audiodescrição é adicionada em um segundo canal de áudio. No caso da televisão, através de um canal que disponibilize esta banda extra de áudio, geralmente acionada pela tecla SAP (Programa Secundário de Áudio) dos televisores.
Para peças de teatro, o suporte é o próprio espetáculo e neste caso só é possível que seja feita ao vivo.

A audiodescrição pode ser:

Audiodescrição gravada

Para a produção da audiodescrição gravada, o processo se dá nas seguintes etapas:
  • Estudo e Roteiro: Um audiodescritor-roteirista especializado estuda a obra a ser descrita e produz um roteiro com os textos a serem narrados. A criação do roteiro é um trabalho delicado e subjetivo, que deve seguir padrões e técnicas internacionais estabelecidas em países onde a audiodescrição já está normatizada. As falas audiodescritas acontecem entre falas do áudio do filme, então, para que haja no roteiro a indicação exata de onde cada fala deve ser encaixada no áudio original do filme, é necessário que o audiodescritor trabalhe a partir de uma cópia do filme com Time Code aparente (referência de tempo que sincroniza áudio e vídeo). Se o roteiro for realizado por mais de um audiodescritor-roteirista (caso de trabalho realizado com prazo curto), um revisor especializado deverá uniformizar a linguagem e o vocabulário;
  • Ensaios e ajustes: Depois do roteiro pronto, o ator-audiodescritor deverá ensaiar a colocação das falas narradas nos locais previamente escolhidos. Este é o momento onde ocorrem pequenos ajustes de tempo ou a troca de uma palavra por outra para que a descrição fique adequada.
  • Gravação: Com o roteiro pronto e já tendo ensaiado, o ator-audiodescitor entra em estúdio, acompanhado de um diretor de gravação e do técnico em gravação, para executar a gravação das descrições contidas no roteiro.
  • Sincronização: O arquivo de áudio extra, contendo a audiodescrição, é editado e mixado na banda sonora original do filme ou programa, no caso da televisão e do DVD, e por meio de um canal extra de áudio. No caso do cinema, o arquivo de som é transmitido para fones de ouvido, para que essas informações complementem o som original do filme.

Audiodescrição ao vivo ensaiada

A audiodescrição pode ser feita ao vivo. Esta forma é mais adequada em Festivais de Cinema, peças de teatro, espetáculos de dança, óperas e manifestações artísticas em geral. Na audiodescrição ao vivo ensaiada, a preparação das falas da audiodescrição é feita da mesma forma que naaudiodescrição gravada, porém, nesse caso, o ator-audiodescritor executa ao vivo a narração. As duas primeiras etapas, Estudo e Roteiro eEnsaios e Ajustes são idênticas às da audiodescrição gravada.
  • Execução feita ao vivo: A execução da audiodescrição ao mesmo tempo em que a obra é exibida. Nesse tipo de audiodescrição, feito em cinemas e teatros, o equipamento utilizado é o mesmo que o da tradução simultânea. Os atores-audiodescritores ficam em cabines narrando nos microfones e o som é transmitido para os usuários através de fones. A sessão de filme ou peça transcorre normalmente, sem interferência para o restante do público. O som original do filme ou da peça é captado pelo usuário de audiodescrição pelo próprio sistema de som da sala de cinema ou voz dos atores no palco, e o conteúdo audiodescrito, pelo fone de ouvido.

Audiodescrição simultânea

Nesta forma, o audiodescritor não tem conhecimento prévio da obra a ser descrita, por isso, não há roteiro, nem possibilidade de ensaio. Esta forma é a única possível em produtos que são trasmitidos ao vivo. Por essa característica, a audiodescrião simultânea está sujeita a falhas e sobreposições das falas do audiodescritor com as falas dos personagens, já que a obra não foi estudada previamente.
Treinamento: Para que o resultado seja satisfatório, o profissional que faz a audiodescrição simultânea deverá ter como base um treinamento específico.

Audiodescrição em filmes estrangeiros não dublados

Quando o produto é estrangeiro e não está dublado, é necessário que os atores-audiodescritores realizem também a leitura interpretada dos diálogos do filme traduzidos para o português. Esse serviço não caracteriza uma dublagem, porque a leitura interpretada não se sobrepõe completamente à voz original dos personagens. O espectador escuta o diálogo original, porém, em forma de “voice over”, ouve também a leitura interpretada dos diálogos, juntamente com a audiodescrição das cenas. Essa interpretação dos diálogos deve ser feita de forma a acompanhar sutilmente o ânimo das cenas e dos personagens, mas sempre em tom mais baixo e discreto. A preparação do roteiro, ensaios e ajustes é similar a da audidescrição gravada.

Histórico Resumido

A primeira vez que a audiodescrição apareceu formalmente descrita como tal, foi na tese de pós-graduação “Master of Arts”, apresentada na Universidade de São Francisco pelo norte-americano Gregory Frazier, em 1975. Uma série de estudos começaram a ser feitos e os resultados favoráveis que foram sendo comprovados nessas primeiras experiências fizeram com que a técnica se desenvolvesse em teatros, museus e cinemas dos Estados Unidos durante a década de 80. O encontro de Frazier comAugust Copolla facilitou a divulgação da audiodescrição pela América do Norte.
Em 1989 a audiodescrição foi realizada em alguns filmes do Festival de Cannes. Rapidamente, a técnica se estendeu por alguns países da Europa, principalmente no Reino Unido, que primeiro experimentou inserir a audiodescrição na televisão. Essa experiência ficou conhecida como“Descriptive Video Service”. Graças ao êxito deste programa pioneiro, outras experiências foram estimuladas, como por exemplo, no Canal Network.
Em 1992, surgiu o Projeto Audetel, uma iniciativa britânica coordenada pelo Royal National Institute for the Blind, que se dedica a investigar os requisitos técnicos necessários para a incorporação da audiodescrição nas emissoras de televisão.
Na Espanha, a partir de 1991, foi desenvolvido o sistema Sonocine, que permitiu que as pessoas com deficiência visual seguissem a audiodescrição dos filmes exibidos na televisão através de um canal de rádio especialmente habilitado. Os canais TVE e La 2 colocaram em prática essa experiência por algum tempo. Hoje, somente o Canal Surainda utiliza este sistema.
Em 1993, a Fundação ONCE, uma organização espanhola para a cooperação e integração social de pessoas com deficiência, começou um programa de investigação e pesquisa em audiodescrição, que culminou com a publicação da norma UNE 153020, intitulada: Audiodescripciónpara personas con discapacidad visual . Requisitos para la audiodescripción y elaboración de audioguías.

NO MUNDO:

Atualmente, a acessibilidade nos meios de comunicação está em pauta em todo o mundo, sendo que em alguns países como Alemanha, Reino Unido, França, Espanha, Estados Unidos e Uruguai a audiodescrição já é uma realidade em cinemas, teatros, museus, programas de televisão e DVDs. Festivais de cinema como o Festival de Cine de Pamplona, Festival Iberoamericano de Cine de Huelva e o Festival de Cine de Móstoles, oferecem em suas sessões o recurso da audiodescrição. Na televisão espanhola, a TVE foi o primeiro canal a disponibilizar o recurso. Hoje, o Canal Sur e o TV3utilizam o sistema. Dentro do Museo das Artes Audiovisuais de Alcira em Valência, há uma sala que oferece o serviço de audiodescrição de forma permanente. No Reino Unido, mais de 270 salas espalhadas pelo país possuem acessibilidade e mais de 250 filmes em DVD com acessibilidade estão disponíveis para locação ou venda. Grande parte dos canais de televisão no Reino Unido oferecem a acessibilidade em sua programação. Na Alemanha, alguns cinemas contam com o recurso da audiodescrição e o canal de televisão BR oferece programas com o serviço. Em Munique, o Festival de Cinema Wie wir leben oferece audiodescrição em todas as sessões, desde 1995. Na Austrália, o The Sydney Film Festival e o The Other Film Festival contam com acessibilidade nas sessões.
Na França, o canal TF1exibe programas com audiodescrição e algumas salas de cinema espalhadas pelo país, como o Cinema MK2, oferecem o serviço de forma permanente. O Festival Retour D’Image é um dos festivais de cinema franceses que oferece sessões audiodescritas. Uma das audiodescritoras mais importantes do mundo, Marie-Luce Plumazille, desenvolve a técnica na França desde 1989.

Dicionário de LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais



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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Ácido Fólico, suplemento essencial durante a gestação





Durante a gravidez, tão importante quanto cuidar da própria saúde e da saúde do bebê, é observar as indicações médicas sobre os suplementos que devem ser ingeridos. Um deles, o Ácido Fólico, é essencial para evitar malformações fetais, mas essa vitamina hidrossolúvel ainda é pouco consumida pelas mulheres brasileiras.
 
O Ácido Fólico, também conhecido como vitamina B9 ou vitamina M, atua como coenzima no metabolismo de aminoácido na síntese de purinas e pirimidinas e dos ácidos nucleicos (DNA e RNA). A versão sintética do folato também age no aumento do volume de eritrócitos, das células miometriais do útero gravídico e docrescimento da placenta e do feto.
 
O folato é encontrado, em sua grande maioria em vegetais de folhas verde-escuras, feijão, lentilha, amendoim, morango, kiwi, suco de laranja, ervilha, milho e fígado. A falta dele pode impedir a renovação celular durante o fechamento do tubo neural.
 
Uma pesquisa da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) apontou que apenas 13,8% das 500 mulheres participantes do estudo, ingeriram suplemento de ácido fólico antes de engravidar. Conforme o ginecologista e obstetra, Alberto Jorge Guimarães, a utilização da vitamina, por no mínimo 30 dias antes do início da gestação e no primeiro trimestre, reduz em até 75% as chances de defeitos na estrutura que origina o cérebro e a medula espinhal.
 
Estima-se que uma a cada 1000 crianças nascidas no Brasil tem algum problema relacionado à malformação do tubo neural como anencefalia e espinha bífida. O diagnóstico para anencefalia – característica que impossibilita a vida – é realizado no pré-natal através de ultrassom morfológico. Em casos deespinha bífida, a gravidade varia dependendo da posição da lesão e da extensão de descolamento dos nervos da medula espinhal. Normalmente as crianças necessitam de tratamento, muitas vezes passando por cirurgia logo após o nascimento, mesmo assim a maioria pode apresentar paralisia e dificuldade de aprendizagem, afirma Eduardo Borges da Fonseca, médico, professor da UFPB e também líder da pesquisa.
 
O Ácido Fólico ainda deve ser usado de forma correta. O estudo revelou que a maioria das mulheres ingere doses maiores que as ideais (de 400 mcg/dia) e esse excesso pode contribuir para nascimento de bebês de baixo peso.
 
"Seria fundamental que a mulher procurasse um médico para esta orientação antes da gestação ou bem no início. A maioria das  mulheres só chegam ao médico de dois a três meses depois do início da gravidez, uma fase tardia para o início da suplementação, perdendo a oportunidade de prevenção de uma alteração grave e de baixo custo" completa o médico.
 
 

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Reanimação cardíaca prolongada traz benefícios, mostra estudo




Quando um paciente hospitalar sofre uma parada cardíaca, uma das questões mais difíceis que a equipe médica enfrenta é por quanto tempo continuar fazendo a reanimação cardiorrespiratória. Um novo estudo que envolveu centenas de hospitais sugere que muitos médicos podem estar desistindo cedo demais.
O estudo constatou que os pacientes têm mais chances de sobrevivência em hospitais que persistem com a reanimação por nove minutos mais, em média, que os hospitais onde as manobras são interrompidas antes.
Não existem diretrizes claras, baseadas em provas, sobre o tempo pelo qual devem ser feitas as manobras de reanimação cardiorrespiratória.
As descobertas contradizem o pensamento médico convencional, segundo o qual uma reanimação prolongada em pacientes hospitalizados geralmente é inútil, porque, quando os pacientes sobrevivem, frequentemente sofrem danos neurológicos permanentes. Os pesquisadores descobriram, pelo contrário, que os pacientes que sobreviveram à reanimação cardíaca prolongada e tiveram alta hospitalar se saíram tão bem quanto os que foram reanimados em pouco tempo.
Publicado online na terça-feira na revista médica "Lancet", o estudo é um dos maiores de seu tipo e um dos primeiros a vincular a duração dos esforços de reanimação aos índices de sobrevivência. De acordo com vários especialistas, os resultados devem levar hospitais a rever suas práticas e considerar a possibilidade de agir de outro modo se as manobras de reanimação não tiverem surtido efeito.
Entre um e cinco de cada mil pacientes hospitalizados sofre uma parada cardíaca. Geralmente esses pacientes são mais velhos e estão mais doentes que os pacientes não hospitalizados que sofrem paradas cardíacas, e seus resultados geralmente são fracos: menos de 20% sobrevivem para receber alta hospitalar.
"Um dos desafios que enfrentamos durante uma parada cardíaca sofrida no hospital é determinar por quanto tempo continuar com a reanimação cardiorrespiratória, se o paciente permanecer sem reação", disse Zachary D. Goldberger, autor principal do novo estudo, que foi financiado pela Associação Americana de Hospitais, a Fundação Robert Wood Johnson Foundation e os Institutos Nacionais de Saúde. "Esta é uma área para a qual não existem diretrizes."
Goldberger e seus colegas colheram dados do maior registro mundial de paradas cardíacas sofridas em hospitais. O registro é mantido pela Associação Americana do Coração; identifica 64.339 pacientes que sofreram paradas cardíacas em 435 hospitais dos Estados Unidos entre 2000 e 2008.
Os pesquisadores examinaram pacientes hospitalares adultos em leitos comuns e em UTIs, excluindo os que estavam em atendimento de emergência e os que sofreram paradas cardíacas durante procedimentos médicos. Calcularam a duração média das manobras de reanimação feitas nos pacientes que não sobreviveram, e não nos sobreviventes, para mensurar a tendência dos hospitais de fazer esforços mais prolongados de reanimação.
Uma das primeiras surpresas foi a variação importante na duração das manobras de reanimação cardiorrespiratória nos diferentes hospitais: entre uma média de 16 minutos nos hospitais que passavam menos tempo tentando reanimar pacientes até a média de 25 minutos naqueles que passavam mais tempo. É uma diferença de mais de 50%.
O autor sênior do estudo, Brahmajee Nallamothu, professor da Universidade do Michigan e cardiologista no Centro Médico Ann Arbor VA, disse que inicialmente os pesquisadores pensaram que descobririam que alguns pacientes estavam sendo sujeitados a manobras prolongadas de reanimação que não teriam resultado.
Mas o que descobriram foi que aqueles minutos a mais fizeram uma diferença positiva. Os pacientes nos hospitais em que as manobras de reanimação cardiorrespiratória costumam ser feitas por mais tempo tiveram 12% mais chances de sobreviver e ter alta do hospital que os pacientes submetidos a menos tempo de reanimação.
Nallamothu e seus colegas constataram que a função neurológica foi semelhante, independentemente da duração do procedimento.
Os pacientes que tiveram o maior benefício adicional da reanimação cardíaca prolongada foram aqueles cujas condições não reagem à desfibrilação, ou aplicação de uma corrente elétrica. O tempo adicional gasto com reanimação prolongada pode dar aos médicos tempo de analisar a situação e tentar intervenções diferentes, disse Nallamothu.
"Usando a reanimação cardíaca, é possível manter o sangue e o oxigênio circulando, às vezes por bem mais de 30 minutos, e ainda ter pacientes que sobrevivem e, o que é mais importante, têm sobrevivência neurológica boa", disse Jerry P. Nolan, consultor em anestesia e medicina de urgência no Royal United Hospital NHS Trust, em Bath, na Inglaterra, que redigiu um comentário acompanhando o artigo.
Stephen J. Green, presidente associado de cardiologia no Sistema de Saúde Judaico North Shore-Long Island, que não participou do estudo, comentou que, à luz da nova pesquisa, os hospitais podem precisar modificar suas práticas.
Mas ele e outros especialistas recearam que as novas descobertas possam levar ao prolongamento dos esforços para reanimar pacientes para os quais a reanimação cardiorrespiratória seria inapropriada, porque se encontram no final da vida ou por outras razões.
"Não existe um número mágico", disse Green. "Se você está fazendo as manobras há 10 ou 15 minutos, terá que continuar, mas, continuando mais e mais, você chega ao ponto em que o retorno será muito pequeno."
Os autores do estudo reconhecem que a pesquisa não indica que a reanimação prolongada seja melhor para todos os pacientes.
"A última coisa que queremos é que a mensagem que todos levem para casa é que todo o mundo deve ser submetido à reanimação prolongada", falou Goldberger. "Não podemos identificar uma duração ótima das manobras para todos os pacientes em hospitais."
RONI CARYN RABIN
DO "NEW YORK TIMES"
Tradução de CLARA ALLAIN

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Antropometria - como pesar e medir

Conceito: método de obtenção das medidas corporais de indivíduos.
Importância: permite determinar o estadonutricional de indivíduos e populações; é de fácil aplicação em todos os serviços de saúde, prático e amplamente aceito pela população, por ser um método não-invasivo.
Principais tipos de medidas antropométricas nos serviços de saúde:
- Peso;
- Comprimento (para crianças menores de 2 anos);
- Altura ou estatura (para crianças maiores de 2 anos e adultos).

Formato: PDF 
Número de páginas: 25 
Tamanho: 645 KB 
link para download
http://bloggerenfermagem.blogspot.com.br/2010/06/livro-antropometria-como-pesar-e-medir.html

conheça também BLOG ENFERMAGEM (ORIGINAL)

Dez sinais de que seu filho precisa usar óculos




O tema é recorrente e não custa nada lembrar para novas mamães e professoras:  muitas crianças começam a sentir dificuldades em acompanhar as aulas na escola por causa de problemas de visão não detectados. Algumas não conseguem enxergar direito o que a professora escreve na lousa, outras têm problemas na leitura de livros e cadernos. Como as crianças demoram a manifestar o problema, é importante que os pais e professores prestem atenção e procurem um oftalmologista quando suspeitarem de algum problema.
As dicas abaixo, bastante simples, são do oftalmologista Renato Neves, diretor-presidente do EyeCare   Hospital de Olhos, em São Paulo.
Reclamar de dor de cabeça. “Quando a criança reclama com alguma frequência de dor de cabeça quando está em aula ou ainda quando faz a lição de casa, é preciso investigar. Principalmente se reclama de ‘dor na testa’. Afinal, ela pode estar fazendo um esforço extra para enxergar direito.”
Sentar muito próxima à televisão. “Ainda que as telas dos televisores tenham aumentado bastante nos últimos anos, algumas crianças insistem em sentar bem próximas à TV, dando sinais claros de que talvez sofram de miopia. O mesmo é válido para games de bolso ou livros. Se o seu filho tiver o costume de aproximar os olhos de tudo o que precisa enxergar é um sintoma que precisa ser investigado.”
Apertar os olhos para ler. “Quando a criança aperta um dos olhos para enxergar, pode ser que inconscientemente esteja querendo melhorar o foco e usando o olho bom para ver bem. Trata-se de um sintoma clássico que deve ser avaliado.”
Andar de cabeça baixa. “Há casos em que a criança estrábica ou com desequilíbrio no músculo ocular, acaba tendo dupla visão ao focar um objeto ou olhar para baixo. Para se sentir mais segura, passa a andar sempre com a cabeça baixa, na tentativa de prevenir problemas mais sérios como quedas.”
Lacrimejar excessivamente. “Algumas crianças não fecham os olhos totalmente enquanto dormem. Essa condição leva a um ressecamento noturno e, para compensar, os olhos passam o dia lacrimejando espontaneamente – o que atrapalha muito a visão correta e, inclusive, o relacionamento com os colegas de classe.”
Coçar os olhos insistentemente. “Esse é um sinal clássico de fadiga ocular e deve ser investigado. Tanto pode ter origem em problemas de visão, como pode estar relacionado à conjuntivite. Nos dias em que a umidade do ar está baixa, essa condição se intensifica tanto que pode até provocar lesões nas pálpebras.”
Mostrar dificuldade com a leitura. “Quando a criança, já alfabetizada, não consegue ler uma sentença sem se perder nas palavras ou pular linhas, pode ser sintoma de astigmatismo ou ainda de estrabismo e deve ser investigado.”
Acompanhar a leitura com um dedo. “Eis outro sinal perceptível durante a leitura. Se a criança não conseguir ler sem recorrer ao dedo indicador, pode não ser apenas uma mania, mas um caso de ambliopia – síndrome do olhinho preguiçoso – em que as letras e palavras parecem muito próximas, dificultando a leitura.”
Demonstrar sensibilidade à luz. “Esse é outro sinal fácil de reconhecer. Quando a criança demonstra incômodo exagerado em ambiente muito iluminado ou ainda sob luz solar, pode ser sinal de exotropia, um tipo de estrabismo.”
Tapar um olho com a mão. “Há crianças que automaticamente tapam um dos olhos com a mão para enxergar melhor com o ‘olho bom’. Isso pode acontecer durante as atividades escolares ou até mesmo de lazer, como ver TV. Tanto pode indicar um problema de ambliopia, como de estrabismo. Por isso, não pode passar sem ser devidamente investigado por um oftalmologista.”
* Outra dica importante é procurar um médico especializado. No site da Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica (SBOP) é possível encontrar um médico na sua cidade.
É importante saber que o consenso da SBOP recomenda que o primeiro exame de visão da criança é o Teste do Olhinho, que deve ser feito pelo pediatra ainda na maternidade, antes da alta.
Depois, um exame oftalmológico completo (com dilatação de pupilas) deverá ser realizado a cada 6 meses durante os dois primeiros anos de vida.
Nas crianças sem problemas aparentes, um exame anual completo deverá ser realizado até o completo desenvolvimento da visão, isto é, até os 10 anos de idade.

Resultado SORTEIO 1 BOLSA Curso PICC Marilia

FOI REALIZADO ALTERAÇÃO DO SORTEADO, INFELIZMENTE O SORTEADO ANDERSON NÃO PODERÁ PARTICIPAR DO CURSO, TENDO AVISADO POR E-MAIL, POR ESSE MOTIVO FOI REALIZADO NOVO SORTEIO COM RESULTADO:



A GRANDE SORTUDA É:

13- Irla C. T. Lalucci M. Alamy
irlalalucci@hotmail.com
Marília – SP


REALIZADO O SORTEIO PELO RANDOM http://www.random.org/



1-     Virginia Wairimu Wainaina
virginiabwaga@yahoo.com
Botucatu- São Paulo
ACLS- Bauru ou PICC Marília
2-     Roseli Moraes Viana
rvmmoraes@gmail.com
Maringá Pr
Marília Sp
3-     Vania Cristina Catto
vaniac.catto@hotmail.com - Jacareí - SP 
Realizar o curso em uma cidade do estado de SP
4-     Aline Ribeiro zambrini
alinezamb@hotmail.com
Bauru-sp
Quero realizar o curso em Marília
5-     cirlene karina de souza
cirlene.karina@hotmail.com
guarujá-SP.
qdo houver curso ak na baixada eu quero realizar
obrigada...
6-     Willian Alburquerque de Almeida
Will_tlcity@hotmail.com
Andradina / SP
Gostaria de realizar o curso em Marília.
Obrigado.
7-     GLENDA LOUISE DA COSTA CAXEIXA
glenda_louise279@hotmail.com
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8-     Lilian Salgado Cunha
lihcunha@gmail.com
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Curso: Marilia
9-     Camila Pradelli Nan 
camila.pradelli@hotmail.com
Sorocaba/SP 
PICC – Marilia
10- Fernanda Jaqueline Pepe
fernanda.bariri@bol.com.br
Bariri-São Paulo
PICC-Marilia
11- Anderson Aguiar Junior
anderson.aguiar.jr@gmail.com
Suzano-SP
PICC - Marília-SP
12- nome completo, e-mail, cidade e estado, cidade que quer realizar o curso, abai
Fabiana Caires, email: fabiana-caires@uol.com.br- São Bernardo do Campo- SP
13- Irla C. T. Lalucci M. Alamy
irlalalucci@hotmail.com
Marília – SP
14- ivania ramos da silva 
ivaniarsilva@hotmail.com
praia grande
15- Micheli Alves 
micheli57@hotmail.com
Sou de Campinas - sp
Gostaria de fazer em Marilia
16- Cibele Badini
cibele.badini@hotmail.com
Sou de Bauru, gostaria de fazer o curso em Marilia-SP.
17- Roseli Mariana Da Silva,roselimarianaenf@hotmail.com ,Curso De PICC, Sou De Uberlandia-MG E Gostaria Imensamente De Realizar O Curso Em Marília-SP
18- Talita Schuster
tita_schuster@hotmail.com
Ubatuba-SP
curso de PICC em Marília
19- Ivete Andreoli Martins
iveteandreoli@hotmail.com
São Paulo SP
CURSO DE PICC.
20- ANA CLEIA 
anacleiaenes@hotmail.com
IMPERATRIZ MA
CURSO PICC
21- NATHALIA LUANA WEBER
nathalia22roo@hotmail.com
curso de PICC
RONDONOPOLIS-MT
22- INDYAMARA DOURADO NERY
andrio_mt@hotmail.com
curso de PICC
RONDONOPOLIS-MT
23- ANA PAULA 
paula.100027@hotmail.com 
CURSO PICC
24- ANA PAULA FERREIA DA SILVA
SÃO VICENTE FÉRRER PE
paula.100027@hotmail.com
MARILIA




Resultado  SORTEIO 1 BOLSA Curso PICC Marilia  




COMO COMBINADO FOI REALIZADO O SORTEIO PELO RANDOM http://www.random.org/ 
NO DIA 04 DE SETEMBRO DE 2012, FORAM 24 INSCRITOS NO SORTEIO DE UMA BOLSA PARA O CURSO DE PICC QUE OCORRERÁ EM MARILIA - SP NOS DIAS 15 E 16 DE  SETEMBRO O RESULTADO ESTÁ NA IMAGEM ACIMA FOI:

11-     Anderson Aguiar Junior
anderson.aguiar.jr@gmail.com
Suzano-SP
PICC - Marília-SP


IREMOS ENTRAR EM CONTATO COM   Anderson Aguiar Junior , PARA AVISÁ-LO DO RESULTADO, AOS OUTROS INSCRITOS OBRIGADO PELA PARTICIPAÇÃO.

1-     Virginia Wairimu Wainaina
virginiabwaga@yahoo.com
Botucatu- São Paulo
ACLS- Bauru ou PICC Marília
2-     Roseli Moraes Viana
rvmmoraes@gmail.com
Maringá Pr
Marília Sp
3-     Vania Cristina Catto
vaniac.catto@hotmail.com - Jacareí - SP 
Realizar o curso em uma cidade do estado de SP
4-     Aline Ribeiro zambrini
alinezamb@hotmail.com
Bauru-sp
Quero realizar o curso em Marília
5-     cirlene karina de souza
cirlene.karina@hotmail.com
guarujá-SP.
qdo houver curso ak na baixada eu quero realizar
obrigada...
6-     Willian Alburquerque de Almeida
Will_tlcity@hotmail.com
Andradina / SP
Gostaria de realizar o curso em Marília.
Obrigado.
7-     GLENDA LOUISE DA COSTA CAXEIXA
glenda_louise279@hotmail.com
manaus - am
curso: marília
8-     Lilian Salgado Cunha
lihcunha@gmail.com
Bauru-SP
Curso: Marilia
9-     Camila Pradelli Nan 
camila.pradelli@hotmail.com
Sorocaba/SP 
PICC – Marilia
10- Fernanda Jaqueline Pepe
fernanda.bariri@bol.com.br
Bariri-São Paulo
PICC-Marilia
11- Anderson Aguiar Junior
anderson.aguiar.jr@gmail.com
Suzano-SP
PICC - Marília-SP
12- nome completo, e-mail, cidade e estado, cidade que quer realizar o curso, abai
Fabiana Caires, email: fabiana-caires@uol.com.br- São Bernardo do Campo- SP
13- Irla C. T. Lalucci M. Alamy
irlalalucci@hotmail.com
Marília – SP
14- ivania ramos da silva 
ivaniarsilva@hotmail.com
praia grande
15- Micheli Alves 
micheli57@hotmail.com
Sou de Campinas - sp
Gostaria de fazer em Marilia
16- Cibele Badini
cibele.badini@hotmail.com
Sou de Bauru, gostaria de fazer o curso em Marilia-SP.
17- Roseli Mariana Da Silva,roselimarianaenf@hotmail.com ,Curso De PICC, Sou De Uberlandia-MG E Gostaria Imensamente De Realizar O Curso Em Marília-SP
18- Talita Schuster
tita_schuster@hotmail.com
Ubatuba-SP
curso de PICC em Marília
19- Ivete Andreoli Martins
iveteandreoli@hotmail.com
São Paulo SP
CURSO DE PICC.
20- ANA CLEIA 
anacleiaenes@hotmail.com
IMPERATRIZ MA
CURSO PICC
21- NATHALIA LUANA WEBER
nathalia22roo@hotmail.com
curso de PICC
RONDONOPOLIS-MT
22- INDYAMARA DOURADO NERY
andrio_mt@hotmail.com
curso de PICC
RONDONOPOLIS-MT
23- ANA PAULA 
paula.100027@hotmail.com 
CURSO PICC
24- ANA PAULA FERREIA DA SILVA
SÃO VICENTE FÉRRER PE
paula.100027@hotmail.com
MARILIA