Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.
Romanos 8:28

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Síndrome de Down e o Cuidado de Enfermagem


A Síndrome de Down é uma encefalopatia não progressiva que afeta o desenvolvimento físico e intelectual do indivíduo.  Ela acontece quando há um erro na divisão celular na fase embrionária, deixando o par do cromossomo 21 com três cromossomos.
 
Em formas mais raras pode haver translocação, quando o cromossomo se rompe e adere a outro, mas só ocorre em cerca de 3% dos portadores da Síndrome e ainda a forma mosaico, na qual a alteração genética compromete apenas parte das células, sendo que algumas delas têm 47 e outras 46 cromossomos.
 
Visivelmente as pessoas com Síndrome de Down têm olhos oblíquos, rosto arredondado, mãos pequenas com dedos grossos e curtos além de orelhas menores. A Síndrome ainda acarreta ao paciente, diminuição do tônus muscular, fazendo com que tenham dificuldade de locomoção e articulação da fala, além de aprender mais lentamente que as outras crianças.
 
Dia 21 de Março – Dia Internacional da Síndrome de Down
 
Instituído pela Down Syndrome Internacional em 2006, o Dia Internacional da Síndrome de Down é comemorado em mais de 60 países, sendo que a data é uma lembrança da Trissomia do cromossomo 21 (21/03).
 
O nome da doença é referência ao médico que a descobriu em 1866, o inglês John Langdon Down. Após observar um grupo de crianças com retardo mental ele reparou que algumas delas tinham características físicas diferentes das outras. Apenas em meados de 1950 o cientista francês Jerome Lejeune descobriu a falha nos cromossomos.
 
A Enfermagem e a Síndrome de Down
 
A atuação do profissional de enfermagem diante de pacientes com Síndrome de Down deve sintetizar as realidades conhecidas, podendo atuar como ponte entre paciente e família, auxiliando a mesma no convívio com a criança portadora da Síndrome, afinal, ela também está apta, mesmo que mais lentamente, a aprender como qualquer outra criança.
 
É de extrema importância que a área de enfermagem esteja atenta quanto à abordagem a ser utilizada perante os pais de crianças com Síndrome de Downsobre seu diagnóstico.  A ação do enfermeiro possibilita aos pais a visualização de escolhas responsáveis no processo de crescimento edesenvolvimento dessa criança, por isso a postura deve ser positiva, aberta e receptiva, sem levar em consideração as limitações genéticas.
 
Segundo estudos essas experiências podem acarretar um impacto significativo no desenvolvimento tanto da criança como de sua família, por que afinal, na enfermagem dois conceitos são essenciais: Respeito e Cuidado.