Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.
Romanos 8:28

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

CURSO ACLS MOSSORÓ RN ABRIL 2012




1ª TURMA 26 e 27 ABRIL 2012
2ª TURMA 28 e 29 ABRIL 2012
MAIS INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES SITE FUTURA CURSOS http://cursosfutura.com.br/OU (14) 3496 1016 atendimento@futuraatualizacao.com.br

CURSO BLS (SUPORTE BASICO DE VIDA) MOSSORÓ RN 28 e 29 ABRIL 2012





MAIS INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES SITE FUTURA CURSOS http://cursosfutura.com.br/
OU (14) 3496 1016 atendimento@futuraatualizacao.com.br

CURSO ALSO (ADVANCED LIFE SUPPORT IN OBSTETRICS) EM MANAUS 16 e 17 JUNHO/2012


CURSO ALSO (ADVANCED LIFE SUPPORT IN OBSTETRICS) EM MANAUS 16 e 17 JUNHO/2012

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OU (14) 3496 1016 atendimento@futuraatualizacao.com.br

CURSO ACLS BAURU/SP 16 E 17 JUNHO 2012


CURSO ACLS BAURU/SP 16 E 17 JUNHO 2012

Certificado por American Heart Association

Obs: Os interessados deverão se inscrever pelo site e encaminhar a ficha pois temos que enviar o Manausl ACLS para estudo obrigatório.Este livro é entregue com 25 a 30 dias de antecedência portanto, façam suas inscrições em tempo hábil.O pagamento deverá ser antecipado para recebimento do livro( não receberemos no dia do curso).

Público alvo: Médicos, Enfermeiros, Fisioterapeutas e Graduandos do Sexto Ano de Medicina

Material de Estudo: Manual do ACLS da American Heart Association

VAGAS LIMITADAS


INSCREVA-SE PELO SITE http://cursosfutura.com.br
OU TELEFONE:
(14) 3496 1016

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Conheça as "doenças do beijo"


Os primeiros sintomas são febre alta e dor de garganta. Três ou quatro dias depois começam os enjôos e as dores no corpo. Ao mesmo tempo, o baço, o fígado e os gânglios ficam inchados, principalmente os localizados na região do pescoço, axilas e virilha. São esses os sintomas do vírus Epstein barr, da mesma família do herpes comum e causador da mononucleose infecciosa - também conhecida como "doença do beijo".

Prevenção
Transmitida exclusivamente pela saliva, a mononucleose ataca homens e mulheres, a maioria entre 15 e 25 anos, faixa etária que adora "ficar" - por isso acabou conhecida como "doença do beijo". Mas atenção: esse não é o único modo de contrair a doença. "Gotículas de saliva soltas em conversas a uma distância menor que 1,5 metro, tosses, espirros e até selinhos são suficientes para espalhar o vírus", diz o infectologista Paulo Olzon, da Universidade Federal de São Paulo.

Outro fator que dificulta a prevenção é o comportamento, às vezes misterioso, da doença. "Apesar de ela ser bastante comum, pouca gente sabe que contraiu o vírus", esclarece o infectologista David Salomão Lewi, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. "Estima-se que, entre a população adulta (acima de 25 anos), 80% já entraram em contato com ele. Desse total, nem 10% chegaram a apresentar os sintomas. Assim como o herpes, ainda não se sabe por que o problema se manifesta em certas pessoas e em outras não."


Para se proteger, esqueça os sprays antissépticos e toda sorte de produtos que prometem higienizar a boca - pelo menos se a intenção for evitar o vírus -, pois eles não funcionam para esse fim. Depois, evite beijar e ficar muito perto de pessoas contaminadas.


Diagnóstico
Como muitos sintomas são os mesmos de outras doenças, não é raro a pessoa receber o diagnóstico de complicações na garganta ou de uma virose qualquer. "Como a principal característica da doença são gânglios, fígado e baço aumentados, um exame de toque nessas regiões indica facilmente se é mononucleose. Ao pularem essa etapa, muitos médicos comprometem a avaliação", explica Olzon.


Uma vez detectada a doença, tratá-la não tem segredo. "Assim como a gripe, a mononucleose vem e vai embora sozinha, sem deixar marcas ou sequelas", avisa Olzon. "E você só pega uma vez na vida." Para aliviar os sintomas, os especialistas receitam anti-inflamatórios e antitérmicos. Fora isso, é preciso ter paciência. "O ciclo de vida do vírus dura de dez a 15 dias. A partir daí, há uma boa melhora", diz o médico.


Para afastar o risco de uma complicação, como um rompimento do baço, os médicos aconselham que você dê um tempo na atividade física e na balada no período de recuperação. O que acontece, na maioria dos casos, é que a pessoa não repousa o tempo necessário e acaba pegando outras doenças por causa da baixa resistência.


Para não pagar com a língua
Há outros vírus e bactérias que pegam carona na saliva e se instalam no organismo. "Basta a imunidade estar um pouco abalada para várias doenças atacarem", afirma Valter Moura Ferreira, especialista em traumatologia bucomaxilofacial, de São Paulo. Conheça algumas delas:


Herpes
A principal característica são as feridas ao redor dos lábios. Não tem cura. O vírus fica no organismo de todo mundo que teve contato, mas nem todos desenvolvem os sintomas.


Sífilis
Causada por bactéria, é considerada uma doença sexualmente transmissível. Contudo, em sua fase secundária, ela é altamente contagiosa através do beijo.


Cárie
A bactéria Streptococcus mutans pode passar de boca em boca e estragar os dentes. Mas, para isso, ela precisa encontrar um ambiente propício.


Viroses
Gripes, resfriados e até infecções intestinais podem ser passados pela saliva.

Fonte: mdemulher.abril.com.br
http://www.portaleducacao.com.br/enfermagem/noticias/48890/cuidado-com-as-doencas-do-beijo-nos-dias-de-folia?utm_source=ALLINMAIL&utm_medium=email&utm_content=28701035&utm_campaign=Top%2010%20Enfermagem%20025&utm_term=y.jm.lt92.yuw2bi.b.ecu.q.hd

Entenda como a ressaca atua no seu corpo


Não é o álcool que causa o sofrimento, mas os processos bioquímicos que ele deflagra.
Carnaval é sinônimo de bebida alcoólica para muitos foliões. Mas um alerta antes de começar a beber: cuidado com os processos bioquímicos que a bebida é capaz deflagrar no seu corpo, levando à ressaca. Confira abaixo como o excesso de álcool atua no seu corpo:


Acetaldeído
Substância tóxica resultante da metabolização do álcool pela enzima álcool desidrogenase (ADH). Inflama células de tecidos por todo o corpo até ser neutralizado, causando o grosso da ressaca.


Falta de hormônio antidiurético
A vasopressina faz o rim reabsorver água. O álcool inibe sua produção e faz com que a água vá direto para a bexiga, causando desidratação à medida que você bebe.


Redução de glicogênio
Glicogênio (moléculas de glicose) é a reserva de energia do seu corpo.O álcool inibe sua reposição, derrubando os níveis de açúcar e deixando você mole e com o raciocínio travado.


Glutamina
O álcool deprime a ação dos neurônios, o que reduz a produção desse neurotransmissor. Quando você dorme, o corpo volta a produzir glutamina desreguladamente, perturbando o sono.


Mapa das dores da ressaca


Onde: cérebro
O que: Dor de cabeça
O álcool tem ação depressiva nos neurônios. Os nervos das paredes arteriais ficam inflamados e dilatados. O sangue é bombeado e tensiona esses nervos, causando dor de cabeça latejante.


Onde: Músculos
O que: Fraqueza
Junto com a urina se foram grandes quantidades de potássio e magnésio, eletrólitos fundamentais para a contração muscular. Com níveis baixos, músculos ficam "preguiçosos".


Onde: intestino
O que: comportamento antissocial
A intoxicação das células intestinais pelo etanol e pelo acetaldeído leva a cólicas e faz o trânsito intestinal acelerar vertiginosamente. Sim, você já sabe no que isso dá.


Onde: Olhos e ouvidos
O que: Sensibilidade à luz e ao som
Estímulos sensoriais causam tensão nos neurônios danificados.Eles doem ainda mais quando o sol entra pela sua janela.


Onde: Estômago
O que: Náusea, gastrite e falta de apetite
O álcool inflama a membrana estomacal. Isso causa dor no dia seguinte e pode levar seu corpo a se considerar envenenado. Ou seja, você pode vomitar e perder o apetite.


Fonte: mdemulher.abril.com.br
http://www.portaleducacao.com.br/enfermagem/noticias/48891/carnaval-2012-entenda-como-a-ressaca-atua-no-seu-corpo?utm_source=ALLINMAIL&utm_medium=email&utm_content=28701034&utm_campaign=Top%2010%20Enfermagem%20025&utm_term=y.jm.lt92.yuw2bi.b.ecu.q.hd

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Conheça os estágios da Ulcera de pressão (escara)



Estágio I - Classifica-se por uma área com eritema, que não empalidece a pressão,
edema e congestão, havendo queixa do paciente quanto ao desconforto, ocorre a
vasodilatação, ocasionando uma elevação da temperatura da pele e uma vermelhidão
que escurece tornando-se cianótico e na seqüência azul acinzentado devido a obstrução
dos capilares.

Estágio II - Fase em que ocorre o rompimento da pele (epiderme e derme). Podendo
ocasionar uma depressão superficial, podendo desenvolver uma necrose inicial.

Estágio III - Acomete os tecidos subcutâneos ocasionando uma depressão profunda,
nesta fase ocorre um avanço da necrose tendo presença de secreção e podendo
desenvolver uma infecção.

Estágio IV - Caracteriza-se por atingir os tecidos subjacentes podendo comprometer o
tecido muscular e ósseo.

fonte: http://cac-php.unioeste.br/projetos/gpps/midia/seminario1/trabalhos/Saude/eixo2/21ANDREIACENTENARO.pdf

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Tratamento com larva de mosca para debridamento de feridas


Pesquisadores publicaram, recentemente, no Archives of Dermatology, um estudo em que procuraram estudar a eficácia de larvas envelopadas no debridamento de feridas, comparada ao tratamento convencional.
Foi realizado um ensaio clínico randomizado, multicêntrico, controlado, prospectivo, fase 3, com avaliação cega das medidas de desfecho por um único observador. O estudo foi conduzido em dois centros hospitalares de referência em Caen e em Lyon, na França. A amostragem randômica de 119 pacientes incluiu indivíduos com ferida não cicatrizada, escarificada com crosta, de área igual ou inferior a 40 cm², com profundidade inferior a 2 cm, e índice tornozelo-braquial igual ou superior a 0,8. Durante a internação hospitalar de duas semanas, os pacientes receberam o tratamento para debridamento com larvas de mosca (DLM) ou com tratamento convencional. À alta hospitalar, curativos convencionais foram aplicados e uma consulta de acompanhamento ocorreu no trigésimo dia.
A principal medida de desfecho foi o percentual de crosta nas feridas no 15o dia. Houve diferença significativa entre os grupos no dia 8 (54,5% no grupo DLM e 66,5% no grupo controle; P = 0,04). A média percentual de crosta no 15o dia foi de 55,4% no grupo DLM e de 53,8% no grupo controle (P = 0,78).
Os pesquisadores concluíram que, embora o debridamento com larvas de mosca não mostrou benefício significativo no 15o dia, comparado ao tratamento convencional, o debridamento com larvas de mosca é significativamente mais rápido e ocorre durante a primeira semana de tratamento. Como não há benefício na continuidade do tratamento após uma semana, outro tipo de curativo deve ser utilizado após duas ou três aplicações de larvas de mosca.


fonte: Copyright ® 2011: São Paulo Medical Conferences - Todos os direitos reservados sobre a resenha em português.
"O conteúdo desta página é de responsabilidade da São Paulo Medical."
http://www.medicalservices.com.br/naologadas/noticias_cientificas/exibe.php?topo=http://www.medicalservices.com.br/naologadas/noticias_cientificas/tp_frm/der.htm&arquivo=http://www.endoclub.com.br/materias/8601-8700/8632.html

Doenças da Pele - Herpes genital


Herpes genital

O que é?

O herpes é uma infecção causada pelo vírus do herpes simples, do qual existem o tipo 1 e o tipo 2. Além da região genital, o vírus pode infectar o ânus, as nádegas, a parte superior das coxas, a boca, os lábios ou a face.

O vírus invade o organismo humano frequentemente através de um ferimento na pele ou pela mucosa da boca e da área genital. Uma vez dentro da célula, o vírus usa o material da célula do hospedeiro para se reproduzir. Neste processo, a célula é destruída. A destruição da célula é responsável pelos sinais e sintomas característicos do episódio de herpes. Periodicamente, o vírus pode sofrer reativação, provocando novamente os sintomas da doença.

Locais da Infecção

Nas mulheres, as áreas genitais mais comumente acometidas são a vulva e a entrada da vagina. O colo do útero também pode ser atingido. Nos homens, as áreas mais atingidas são a glande (cabeça do pênis), o prepúcio (pele que recobre a glande) e o corpo do pênis. Tanto homens como mulheres podem apresentar também lesões na região ao redor do ânus, nas nádegas e virilhas.

Infecção inicial

Em geral, os sintomas da infecção inicial são mais intensos do que os das reativações virais porque o organismo ainda não foi exposto ao vírus para desenvolver anticorpos. O episódio inicial pode durar mais de 20 dias e até ser acompanhado de sintomas gerais, como febre e aumento dos gânglios próximos à infecção (íngua), além das lesões típicas do herpes.

Na maioria das pessoas, os primeiros sinais da doença são observados entre 2 e 12 dias após a exposição ao vírus. Os sintomas podem começar com formigamento, coceira, queimação ou dor, seguidos do surgimento de uma mancha avermelhada e dolorosa. Em um dia ou dois, sobre a mancha, aparecem vesículas (pequenas bolhas) com líquido claro ou amarelo-esbranquiçado.

As bolhas rompem-se rapidamente deixando feridas dolorosas que evoluem para a cicatrização em cerca de 7 a 10 dias. Em alguns casos, as bolhas rompem-se tão rápido que nem chegam a ser notadas e são percebidas apenas as feridas.

As reativações

Uma vez no organismo, seguindo através de um nervo da área afetada, o vírus do herpes genital se instala num gânglio nervoso, próximo à coluna vertebral, onde permanece em estado latente. Após o surto inicial, a pessoa acometida pela doença pode desenvolver anticorpos que mantém a infecção inativa indefinidamente e nunca chegam a apresentar uma reativação.

Outras pessoas, em certos momentos, apresentam novos surtos da infecção, que representam uma reativação viral. Os sintomas das reativações são em geral mais brandos que os da infecção inicial. Também costumam apresentar sintomas de formigamento, ardência, coceira ou dor antes do surgimento das lesões, caracterizadas pela vermelhidão e pequenas bolhas que se rompem deixando as feridas que cicatrizarão em cerca de 7 a 10 dias.

Reativações frequentes acometem uma minoria de pessoas que podem apresentar até 2 surtos a cada mês, o que traz um grande incômodo e transtorno.
O que desencadeia as reativações?

A reativação ocorre quando o vírus se multiplica no gânglio neural e as partículas virais migram pelo nervo para o local da infecção primária na pele ou nas mucosas (bucal ou genital).

Os fatores que desencadeiam esta reativação variam de pessoa para pessoa. Entre eles estão o esgotamento físico, outros processos infecciosos, menstruação, ingestão excessiva de álcool, exposição solar intensa, condições que debilitem o sistema imune e estresse emocional.

A fricção ou traumatismos repetidos no local da lesão como, por exemplo, durante a relação sexual, também podem levar ao surgimento de reativações em algumas pessoas.

A transmissão da doença

Geralmente a transmissão ocorre quando a doença está ativa. Durante um episódio de herpes, genital ou extra-genital, a infecção pode ser transmitida desde o início do surto até a cicatrização da última ferida. As lesões faciais também podem ser transmitidas para a área genital pela prática do sexo oral.

No entanto, a infecção também pode ser transmitida mesmo quando não existem sintomas, durante períodos em que há a eliminação de vírus sem lesões aparentes. Estes períodos não podem ser previstos mas podem ocorrer ocasionalmente.

Para diminuir os riscos de transmissão do herpes genital durante deve-se evitar manter relações sexuais quando houver sinais e sintomas da doença ou utilizando-se preservativos (camisinha).

Primeiro surto sem contato sexual recente. Como pode?

Pode acontecer de um parceiro de uma relação prolongada apresentar pela primeira vez um surto de herpes genital mesmo sem ter tido contato sexual com alguém de fora da relação. Isto ocorre porque um ou ambos os parceiros já eram portadores do vírus sem, no entanto, apresentar sintomas.

Em um momento de baixa imunitária, por um dos fatores já discutidos acima, o vírus pode ganhar força e desencadear o processo de multiplicação, provocando o surgimento do herpes pela primeira vez sem, necessariamente, ter havido a transmissão recente por outra pessoa.

Confirmação do diagnóstico

As lesões do herpes costumam ser bem características e, se o paciente procura o médico com as lesões em sua fase ativa, o diagnóstico pode ser feito através da colheita da história e pelo exame físico, principalmente se estiverem presentes as bolhas ainda íntegras.

A confirmação do diagnóstico pode ser feita através do exame laboratorial de material colhido das bolhas (ideal) ou das feridas, quando se comprova a presença do vírus herpes simples nas lesões.

A detecção de anticorpos contra o herpes através de exame de sangue não é suficiente, pois não pode definir o local da infecção pelo vírus, mas pode auxiliar quando já existe a suspeita do diagnóstico. Se o exame de sangue for positivo, o médico pode solicitar a coleta de material quando surgirem novas lesões para a confirmação do diagnóstico.

Fonte:
http://www.dermatologia.net/novo/base/doencas/herpesgenital2.shtml
http://www.dermatologia.net/novo/base/doencas/herpesgenital.shtml

Inscrições para a Força Nacional do SUS são prorrogadas


Brasília/DF - Profissionais de saúde interessados ainda podem se cadastrar à Força Nacional do SUS (FNSUS). O Ministério da Saúde prorrogou as inscrições até 10 de fevereiro. Com isso, médicos intervencionistas, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e condutores de veículos de serviços de urgência e emergência, além de profissionais de saúde de hospitais universitários, institutos nacionais e da rede assistencial hospitalar federal, estadual e municipal podem se cadastrar como voluntários da Força, que atua no atendimento a vítimas de desastres naturais, calamidades públicas ou situações de risco epidemiológico (surtos de leptospirose após enchentes, por exemplo) que exijam uma resposta rápida e coordenada, apoio logístico e equipamentos adequados de saúde.

O banco de cadastrados à Força Nacional do SUS é organizado pelo Ministério da Saúde, que poderá acionar os voluntários de acordo com cada situação de emergência. Os profissionais de saúde cadastrados passam por atividades de capacitação e processo de educação permanente obedecendo a critérios definidos pelo Ministério da Saúde.

Atuação

Desde a sua criação em 2011, a FNSUS já atuou em três estados (Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro) para o atendimento a vítimas de enchentes. Outras duas equipes da Força prestam apoio assistencial e logístico à Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) em aldeias indígenas na região de Santa Rosa do Purus (AC) e Eirunepé (AM), locais onde o Ministério da Saúde investiga possível surto de Doença Diarreica Aguda (DDA) em crianças menores de dois anos. No total, 23 profissionais de saúde partiram de Brasília com a missão de contribuir na busca ativa dos casos, atendimento na aldeia e remoção dos casos graves.

Cadastro

O banco de cadastrados à Força Nacional do SUS é organizado pelo Ministério da Saúde, que poderá acionar os voluntários de acordo com cada situação de emergência. "Essa oportunidade (de participar da equipe) é única no sentido de fazer um trabalho, de maneira organizada e estruturada, que vai ajudar as pessoas e comunidades envolvidas em situações adversas de grande porte", salienta o coordenador de Urgência e Emergência do Ministério da Saúde, Paulo de Tarso. Os profissionais de saúde cadastrados passam por atividades de capacitação e processo de educação permanente obedecendo a critérios definidos pelo Ministério da Saúde.


fonte: Agência Saúde
http://www.revistaemergencia.com.br/site/content/noticias/noticia_detalhe.php?id=A5yAAJjy&__akacao=736734&__akcnt=d2d054e3&__akvkey=c080&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=Emergncia%20News%20Ed.%2002/12

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Video - Rapid Extrication / Técnica de Retirada Rapida




Video demonstrando a técnica de retirada rapida de um veiculo, não esta em português, mas a demonstração é muito boa, realizada por paramédicos, vale a pena conferir o video.
fonte: Rapid Extrication - YouTube


video

SORTEIO DE UMA BOLSA INTEGRAL CURSO PICC FUTURA CURSOS


SORTEIO DE UMA BOLSA INTEGRAL CURSO PICC FUTURA CURSOS

O Sorteio será de uma bolsa integral de Curso de PICC em cada cidade:

1 BOLSA - CURSO PICC MOSSORÓ/RN (17 e 18 Março 2012)
CURSO CANCELADO POR MOTIVOS PARTICULARES DA EMPRESA - RECEBI O INFORMATIVO 28/02/2012, PEÇO DESCULPA A TODOS QUE SE INSCREVERAM NO SORTEIO - A EMPRESA INFORMA QUE O CURSO SERÁ REMARCADO NO 2º SEMESTRE, AGUARDEM.


1 BOLSA - CURSO PICC BRASILIA/DF (17 e 18 Março 2012) SORTEIO REALIZADO DIA 10/03
RESULTADO:
http://enfermagemurgenciaemergencia.blogspot.com/2012/03/resultado-sorteio-1-bolsa-curso-picc.html
1 BOLSA - CURSO PICC TERESINA /PI (30 e 31 Março 2012)SORTEIO REALIZADO DIA 10/03
RESULTADO
http://enfermagemurgenciaemergencia.blogspot.com/2012/03/resultado-sorteio-1-bolsa-curso-picc_10.html

O SORTEIO SERÁ REALIZADO DIA 31/03 APROVEITEM OS ULTIMOS DIAS PARA SE INSCREVER!!!!
1 BOLSA - CURSO PICC BAURU/SP (07 e 08 abril 2012)NOVA DATA DEVIDO FERIADO DA PASCOA SERÁ NOS DIAS 21 E 22 DE ABRIL.
1 BOLSA - CURSO PICC PRESIDENTE PRUDENTE /SP (14 e 15 abril 2012)
1 BOLSA - CURSO PICC MANAUS/AM (28 e 29 Abril 2012)


PARA PODER PARTICIPAR DO SORTEIO

Escreva o seu nome completo, e-mail, cidade e estado, cidade que quer realizar o curso, abaixo, como se fosse um comentário.

O sorteio das bolsas dos cursos de picc das cidades de Mossoró, Brasília e Teresina serão realizados no dia 10 de Março, os demais cursos será realizado o sorteio no dia 31 de Março, pelo Random (http://www.random.org/). As inscrições serão aceitas até um dia antes do sorteio. O vencedor tem 2 dias para responder o e-mail, caso contrário, será feito novo sorteio.
As bolsas dos cursos sorteados são cortesias da nossa parceira FUTURA CURSOS (http://cursosfutura.com.br).

Conteúdo programático do curso:

Um curso para capacitar e habilitar profissionais da saúde ( Enfermeiros e alunos do último ano de Enfermagem) para inserção, manutenção e retirada do PICC; Prevenir, reconhecer, identificar e tratar as possíveis complicações relacionadas ao PICC.
Objetivos:
- Habilitar profissionais da Saúde para Inserção,Manutenção e Retirada do CCIP nas modalidades adulto /Neo/Ped;
- Reconhecer, Identificar e Tratar possíveis complicações relacionadas ao CCIP;
- Discutir estratégias para implantação do uso do CCIP nos Serviços de Saúde.

Público Alvo: Enfermeiros e Graduandos do último período de Enfermagem

Programa

1º dia 8:00 – Abertura e entrega de materiais
8:15 – Histórico da terapia intravenosa/Qualificação Profissional
9:00 – 10:00 A qualidade da terapia intravenosa baseada na ética e na segurança
10:00 – 10:15 Coffee break
10:15 – 11:00 Conceito de PICC/Indicação x Contra indicação
11:00 – 13:00 Anatomia dos vasos sanguineos
13:00 – 14:00 Almoço
14:30 – 15:00 Propriedades das soluções intravenosas
15:00 – 15:30 Seleção do cateter
15:30 – 16:15 Coffee-Break
16:15 – 17:00 Complicações relacionadas ao Picc e Intervenções de Enfermagem
17:00 – 18:00 Cuidados de manutenção e remoção/Protocolos
2º dia 8:00 – 09:30 Infecção relacionada ao Picc
9:30 – 09:45 Coffee break
09:45 – 12:00 Demostração práticada Inserção
12:00 – 13:00 Almoço
13:30 – 16:30 Aula prática de inserção do PICC
16:45 – 17:30 Avaliação escrita
18:00 Encerramento

MATERIAL FORNECIDO: 01 apostilila de pré-estudo, 01 apostila impressa colorida, 01 CD didático e 01 certificado.

Faça sua inscrição abaixo como se fosse um comentário, Boa Sorte!

Obs: Se não conseguir realizar sua inscrição como comentário pode enviar um e-mail com:
seu nome completo, e-mail, cidade e estado, cidade que quer realizar o curso :


t.enfermagemresgate@gmail.com

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Conheça o Tratamento da Dengue



O tratamento da dengue requer bastante repouso e a ingestão de muito líquido, como água, sucos naturais ou chá. No tratamento, também são usados medicamentos anti-térmicos que devem recomendados por um médico.
É importante destacar que a pessoa com dengue NÃO pode tomar remédios à base de ácido acetil salicílico, como AAS, Melhoral, Doril, Sonrisal, Alka-Seltzer, Engov, Cibalena, Doloxene e Buferin. Como eles têm um efeito anticoagulante, podem promover sangramentos.
O doente começa a sentir a melhorar cerca de quatro dias após o início dos sintomas da dengue, que podem permanecer por 10 dias.
É preciso ficar alerta para os quadros mais graves da doença. Se aparecerem sintomas, como dores abdominais fortes e contínuas, vômitos persistentes, tonturas ao levantar, alterações na pressão arterial, fígado e baço dolorosos, vômitos hemorrágicos ou presença de sangue nas fezes, extremidades das mãos e dos pés frias e azuladas, pulso rápido e fino, diminuição súbita da temperatura do corpo, agitação, fraqueza e desconforto respiratório, o doente deve ser levado imediatamente ao médico.
Em caso de suspeita de dengue, procure a ajuda de médico. Este profissional irá orientá-lo a tomar as providências necessárias do seu caso.



Leia mais: http://www.combateadengue.com.br/tratamento/#ixzz1lcoSyQbk

Como é transmitido a Dengue



A dengue é transmitida pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti ou Aedes albopictus (ambos da família dos pernilongos) infectados com o vírus transmissor da doença.
A transmissão nos mosquitos ocorre quando ele suga o sangue de uma pessoa já infectada com o vírus da dengue. Após um período de incubação, que inicia logo depois do contato do pernilongo com o vírus e dura entre 8 e 12 dias, o mosquito está apto a transmitir a doença.
Nos seres humanos, o vírus permanece em incubação durante um período que pode durar de 3 a 15 dias. Só após esta etapa, é que os sintomas da dengue podem ser percebidos.
É importante destacar que não há transmissão através do contato direto de um doente ou de suas secreções com uma pessoa sadia. O vírus também não é transmitido através da água ou alimento.
Lembrete: Quem estiver com dengue deve se prevenir de picadas do mosquito Aedes aegypti para evitar a transmissão da doença para o mosquito. Assim, é possível cortar mais uma cadeia de transmissão do vírus. Portanto, quem estiver com dengue deve usar repelentes, mosquiteiros e/ou outras formas de evitar a picada do mosquito da dengue.



Leia mais: http://www.combateadengue.com.br/modo-de-transmissao/#ixzz1lcntFCA6

Saiba mais sobre o mosquito da dengue




O mosquito da dengue tem cerca de 0,5 cm de comprimento, é preto com pequenos riscos brancos no dorso, na cabeça e nas pernas e suas asas são translúcidas. (Imagem: Emílio Goeldi)

A dengue é transmitida para o homem através da picada do mosquito Aedes aegypti (aēdēs do grego “odioso” e ægypti do latim “do Egipto”). Mais conhecido como mosquito da dengue, ele pertence a uma espécie de mosquito da família Culicidae proveniente de África e que já pode ser encontrado por quase todo o mundo, com mais ocorrências nas regiões tropicais e subtropicais, sendo dependente da concentração humana no local para se estabelecer.
O mosquito da dengue (Aedes aegypti) é o vector de doenças graves, como o dengue e a febre amarela, e por isso o controle de sua reprodução é considerado assunto de saúde pública.
O Aedes aegypti é um mosquito que se encontra ativo e pica durante o dia, ao contrário do Anopheles, vector da malária, que tem atividade crepuscular (durante o amanhecer ou anoitecer) tendo como vítima preferencial o homem.
De difícil controle, já que seus ovos são muito resistentes e sobrevivem vários meses até que a chegada de água propicia a incubação, o mosquito da dengue deposita seus ovos em diversos locais e rapidamente se transformam em larvas, que dão origem às pupas, das quais surge o adulto. Assim como na maioria dos demais mosquitos, somente as fêmeas se alimentam de sangue para a maturação de seus ovos; os machos se alimentam apenas substâncias vegetais e açucaradas.
Os ovos dos mosquitos são depositados normalmente em áreas urbanas, em locais com pequenas quantidades de água limpa, sem a presença de matéria orgânica em decomposição e sais. Em função disso, a água é ácida. Normalmente, eles escolhem locais que estejam sombreados e em zonas residenciais. Por isso, é importante não deixar objetos com água parada dentro de casa ou no quintal. Sem este ambiente favorável, o aedes aegypti não consegue se reproduzir. Ver formas de prevenção da dengue.
O mosquito da dengue pode ser encontrado nas regiões tropicais de África e da América do Sul, chegando à Ilha da Madeira, em Portugal e ao estado da Flórida nos Estados Unidos da América. Nesta área, a presença do mosquito está diminuindo em virtude da competição com outra espécie do mesmo gênero, o Aedes albopictus. Porém o A. albopictus também é um vetor da dengue, bem como de vários tipos de encefalite equina. A competição entre as duas espécies ocorre devido ao fato de a fêmea do A. aegypti se acasalar tanto com o macho de sua espécie quanto com o macho do A. albopictus que é mais agressivo e, sendo de outra espécie, gera ovos inférteis, reduzindo assim a população de A. aegypti. No Brasil, o único mosquito que transmite a dengue é o A.aegypti.
O mosquito da dengue (Aedes aegypti) é sensível a repelentes baseados no composto N,N-dietilmetatoluamida.
A dengue é transmitida pela fêmea do Aedes Aegypti. Seu ciclo de reprodução do ovo-ovo é de 10 dias. Quando o mosquito nasce, ela passa por quatro estágios de crescimento, que podem durar oito dias no total. Depois ela se transforma em pupa, estágio que dura, aproximadamente, dois dias. Depois de sair da pupa, o mosquito adulto já pode se reproduzir e botar ovos, quando o ciclo se reinicia.

Classificação

•Ramo: Arthropoda (pés articulados);
•Classe: Hexapoda (três pares de patas);
•Ordem: Diptera (um par de asas anterior funcional e um par posterior transformado em halteres);
•Família: Culicidae;
•Gênero: Aedes.
O mosquito da dengue (Aedes Aegypti) é menor que os mosquitos comuns, tem, em média, 0,5 cm de comprimento. Ele é preto com pequenos riscos brancos no dorso, na cabeça e nas pernas. Suas asas são translúcidas e o ruído que produzem é praticamente inaudível ao ser humano.
O macho alimenta-se de frutas ou outros vegetais adocicados. Já as fêmeas se alimentam de sangue animal, principalmente humano. É no momento que está retirando o sangue que a fêmea contaminada transmite o vírus da dengue para o ser humano. Na picada, ela aplica uma substância anestésica, fazendo com que não haja dor na picada.
As fêmeas costumam picar o ser humano no começo da manhã ou no final da tarde. Picam nas regiões dos pés, tornozelos e pernas. Isto ocorre, pois costumam voar a uma altura máxima de meio metro do solo.



Leia mais: http://www.combateadengue.com.br/mosquito-da-dengue/#ixzz1lcn82Xbg

CURSO ACLS VITÓRIA ES 05 E 06 MAIO 2012


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Video - PHTLS Vorführung Técnica de Retirada de Vitima de Automovel

PHTLS Vorführung

Video mostrando simulado técnica de retirada da vitima de dentro do veiculo, o video não está em português, então não tem como saber o que os integrantes da equipe de emergencistas falam e explicam sobre o procedimento, porém esta ótimo para visualização, pois mostra perfeitamente as etapas de retirada, desde a observação se há algum risco para a equipe (segurança da cena, segurança da equipe e segurança da vitima), colocação do colar cervical, imobilização cervical, exame fisico, avaliação e nivel de consciencia, suporte de oxigenio, retirada do veiculo utilizando tecnicas para presenvação da coluna cervical, colocação na maca... Assistam o video é muito interessante.
fonte: YouTube




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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

VIDEO DE INSTRUÇÃO PARA O PROCEDIMENTO DA INJEÇÃO INTRADÉRMICA


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Bulário On-line e DEF Grátis


No link abaixo você poderá conferir a bula de diversos medicamentos, também poderá comparar medicamentos, genéricos, com o mesmo principio ativo.

No site da Anvisa, você Poderá fazer busca avançada da bula dos medicamentos.

Você poderá buscar a bula através do:

1) Nome do príncipio ativo.

2) Nome do medicamento.

3) Nome da Empresa Farmacêutica.

4) Categoria Regulatória do Medicamento


http://www4.anvisa.gov.br/BularioEletronico/

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Video - Primeiros Socorros em caso de Convulsão

Video - Primeiros Socorros em caso de Convulsão com Dr Drauzio Varella fonte: http://www.youtube.com/watch?v=c6INfcHX6-E&feature=related
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Video - Primeiros Socorros em casos de corte na cabeça

Video - Primeiros Socorros em casos de corte na cabeça com Dr Drauzio Varela.



videofonte:http://www.youtube.com/watch?v=QrC_6jBDAnI&feature=related

Video - Primeiros Socorros em caso de AVC (Acidente Vascular Cerebral)


Video - Primeiros Socorros em caso de AVC Acidente Vascular Cerebral), com Dr Drauzio Varela. fonte: http://www.youtube.com/watch?v=_znhGMoF9jI&feature=related
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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Vídeo - Câmera de segurança registra momento de desabamento no RJ



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Fonte: YouTube

Entrevista - Consultora do Ministério da Saúde fala sobre realidade e perspectivas da Enfermagem nas urgências


ENTREVISTA REDUZINDO AS DIFERENÇAS

Consultora do ministério da saúde fala sobre a atuação da Enfermagem no APH e aponta caminhos para diminuir as disparidades entre oportunidades aos profissionais

Os 27 anos de experiência de Marisa Malvestio como enfermeira renderam uma análise interessante sobre o setor, combinada a conhecimentos em Urgências e Emergências. Para Marisa, o futuro dos profissionais de Enfermagem no APH reserva crescimento, porém ainda é necessário minimizar discrepâncias na qualidade do serviço oferecido à população brasileira - o que só será possível por meio de uma capacitação mais uniforme em todo o país.

Em entrevista à Emergência, Marisa fala sobre o espaço alcançado pelos enfermeiros na área de Urgências nos últimos anos. Aborda, ainda, a questão de utilização de novas ferramentas e as dificuldades para a implantação da capacitação para profissionais que atuam na rede SAMU, que não é obrigatória e depende da gestão local de cada unidade.

Revista Emergência: Como consultora técnica do Ministério da saúde e na condição de profissional de Enfermagem, qual a importância de se ter a Enfermagem brasileira sendo representada nas discussões das Urgências e Emergências em nível nacional?

Marisa Aparecida Amaro Malvestio: As atividades da Enfermagem não se restringem apenas à execução ou supervisão de cuidados, elas incluem também gestão desse cuidado. Essa experiência na gestão tornou natural que o profissional enfermeiro fosse convidado a participar das discussões mais amplas sobre as políticas públicas nesse campo. Atualmente, existem muitos de nós no grupo de consultores e gestores do Ministério da Saúde. Mas é preciso enfatizar que os enfermeiros sempre estiveram representados ao longo de todos esses anos. O que pode ter variado é a expressão com que participaram e o momento histórico que se apresentava. Hoje, finalmente, há um investimento muito grande na área de Urgência e ações simultâneas estão tomando corpo, exigindo a participação de vários profissionais. Assim, os enfermeiros ocuparam seu espaço e suas ações são cada vez mais reconhecidas, inclusive por seus pares.

Por Priscilla Nery
Foto: Priscilla Nery


fonte:http://www.revistaemergencia.com.br/site/content/materias/materia_detalhe.php?id=Acjg