Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.
Romanos 8:28

quinta-feira, 21 de abril de 2011

FELIZ PÁSCOA



O Blog Enfermeiro(a)s em Urgência e Emergência deseja a todos uma Feliz Páscoa, que Jesus Cristo ViVa ainda mais em seus corações, pois ele está vivo, e mora em nossos corações. Que ele abençõe a todos.

Enf.Thais

EVENTOS CIENTÍFICOS - abril e maio 2011

Abrelpe – Fórum Brasileiro de Resíduos Sólidos
Data: 26 a 28 de abril de 2011
Horário: terça-feira, a partir das 13h. Quarta e quinta-feira, das 9h às 18h
Local: Centro de Exposições Imigrantes (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – São
Paulo)
Informações e inscrições: http://www.feirasnacipa.com.br/resilimp1/index.php?option=com_content&view=article&id=10&Itemid=15

Hospital Municipal Dr. José de Carvalho Florence e Secretaria Municipal da Saúde – II Congresso de Emergências Clínicas
Data: de 11 a 13 de maio de 2011
Horário: das 8h às 18h
Local: Parque Tecnológico (Rod. Presidente Dutra, km 137, Distrito de Eugênio de Melo, São José dos Campos, SP)
Público: profissionais da saúde
Informações e inscrições: (12) 3901 3493 // www.sjc.sp.gov.br

ClasSaúde – 16º Congresso Latino-Americano de Serviços de Saúde
Tema: Saúde e os Desafios Econômicos, Humanos e ambientais
Data: 25 a 27 de maio de 2011
Local: Expo Center Norte
Informações: (11) 3221 9333

Health Care Soluções – I Simpósio Paulista de Estomaterapia e Dermatologia
Tema: Intervenções Profiláticas e Terapêuticas Baseadas no Tratamento de Lesões de Pele
Data: 27 de maio de 2011
Horário: das 8h às 18h
Público: enfermeiros, médicos, nutricionistas, fisioterapeutas e estudantes da área da saúde
Local: Hotel Golden Tulip Belas Artes (Rua Frei Caneca, 1199, Cerqueira César, São Paulo)
Informações e inscrições: www.healthcaresolucoes.com.br // (11) 2376 2106 // (11) 8663 4667

Hospital Sírio-Libanês – III Jornada Interdisciplinar de Geriatria e Gerontologia Gerenciamento da Saúde do Idoso
Data: 28 de maio de 2011
Local: Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa (Rua Coronel Nicolau dos Santos, 69, Bela Vista, SP)
Público: médicos clínicos, geriatras, nutricionistas, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, gerontólogos e outros profissionais da saúde interessados em envelhecimento
Informações e inscrições: (11) 3155 8800 // www.hospitalsiriolibanes.org.br/iep/iep.asp // secretaria.iep@hsl.org.br

Abese – IV Congresso da academia Brasileira de Especialistas em Enfermagem
Tema: Navegar nas dimensões: cuidar, ensinar, pesquisar e gerenciar
Data: de 07 a 11 de dezembro de 2011
Local: Navio Costa Fortuna (embarque em Santos – SP)
Informações e inscrições: (11) 5081 7718 // www.abesenacional.org.br // expansao.eventos@uol.com.br
Inscrições com 50% de desconto até 30 de abril de 2011

Paulo de Tarso é o novo coordenador da CGUE (Coordenação-Geral de Urgência e Emergência do Ministério da Saúde)


O Diário Oficial da União publicou nesta quinta-feira, 14 de abril, a nomeação do médico Paulo de Tarso Monteiro Abrahão como novo Coordenador-Geral de Urgência e Emergência do Ministério da Saúde. À frente da CGUE, Abrahão coordenará as principais áreas de atendimento a urgências do Ministério, como os programas SAMU 192 (APH móvel), UPA 24 Horas (APH fixo) e QualiSUS (emergências hospitalares).
Abrahão atuava como coordenador estadual de Atenção às Urgências da Secretaria de Saúde da Bahia, onde foi um dos responsáveis pela implantação do SAMU. NA CGUE, ele substitui ao médico Clésio Mello de Castro.
Em participações recentes em reportagens publicadas pela Revista Emergência, Abrahão comentou a dificuldade existente na relação entre os serviços pré e intra-hospitalares no Brasil e como isso impacta na regulação médica. Declarou que falta tecnologia de comunicação e informatização ágil, adequada e eficiente da mesa de regulação com a rede assistencial.
"Dependemos de falar com telefonistas de hospitais, que tentam achar o chefe de equipe, ligar para o celular pessoal dos médicos, ou seja, perdemos muito tempo", opinou, em reportagem especial publicada na edição 22 de Emergência, em agosto de 2010.

fonte: http://www.revistaemergencia.com.br/site/content/noticias/noticia_detalhe.php?id=J9yJJyjy&utm_campaign=Emerg%25EAncia%2BNews%2BEd.%2B15%252F11&utm_medium=email&utm_source=clients
Foto: Márcio Garcez/Saúde Sergipe

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Adultos são vítimas de bullying e têm carreira prejudicada


Nunca se falou tanto em bullying. Mas a prática de agredir alguém (verbal, física ou psicologicamente) não é comum somente nas escolas. Gente que há muito tempo passou dessa fase usa esse artifício para neutralizar o desempenho e autoestima de colegas no meio corporativo. São profissionais que costumam ter atitudes nada louváveis e incompatíveis com seu currículo, como isolar um colega, zombar de alguma característica, inventar fofocas, boicotar em reuniões ou ridicularizá-lo por sua orientação sexual, política ou religiosa.
É óbvio que pessoas que passam tantas horas por dia em uma mesma empresa tendem a desenvolver vínculos que, uma vez ou outra, acabam descambando para o gracejo ou a gozação explícita. No caso do work place bullying (sim, a prática já ganhou nome próprio), porém, as piadas são feitas com o objetivo de ferir a autoconfiança alheia ou se exibir para o resto da equipe. "Aspectos intelectuais nem sempre estão ligados ao desenvolvimento emocional. Alguém competente pode ter um padrão de comportamento imaturo e ser inseguro", comenta Dulce Helena Cabral Hatzenberger, coordenadora do Departamento de Psicologia do Trabalho da Faculdade de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).
Para a psicóloga Dorit W. Verea, diretora da Clínica Prisma - Centro de Prevenção e Tratamento em Saúde Emocional, de São Paulo, algumas pessoas não amadurecem, só envelhecem. "A maturidade nos traz a consciência de que ninguém é melhor do que ninguém em absoluto. Geralmente, as pessoas que praticam o bullying adulto depositam suas forças quando têm receio pelos êxitos dos demais. Há um sentimento de irritação, de rancor, em relação ao sucesso que o outro possa ter", pondera.
Segundo a opinião de Dorit, o agressor seria, portanto, um invejoso ressentido com baixa autoestima. "Esse agressor tem claras as suas limitações. Está consciente do perigo constante a que está submetido em sua carreira. É o conhecimento de sua própria realidade o que o leva a destroçar as carreiras de outras pessoas. Pode-se somar o medo de perder privilégios e esta ambição empurra a eliminar obstáculos", afirma.
Marcia Bandini, diretora da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (Anamt), diz que existem muitas explicações para casos assim. "Em alguns, a pessoa pratica o bullying simplesmente porque tem a oportunidade de fazê-lo. Mais frequentemente, esse tipo de comportamento é uma tentativa de se promover em cima do outro. São técnicas que podem funcionar por algum tempo, mas nunca perduram em bons ambientes profissionais", afirma.
O problema levanta duas questões importantes. Quem pratica bullying na idade adulta fez o mesmo quando criança? Ou foi alvo e quer sublimar a baixa autoestima? De acordo com os especialistas, a relação pode existir, mas não devemos generalizar. É claro que existe uma tendência de que as pessoas repitam comportamentos. Só que isso não é regra. "Muitas pessoas que sofreram bullying na infância conseguiram superar os sentimentos negativos. Isso evita que o bullying seja repetido na idade adulta", esclarece Marcia Bandini.
Já George Barbosa, presidente da Sociedade Brasileira de Resiliência (Sobrare), acredita que essa não é uma relação de causa e efeito. "Eu acredito que duas situações se encontram: um ambiente com uma ética duvidosa e uma pessoa com fracas convicções sobre seus valores. O resultado é a contaminação e a pessoa aderir ao comportamento da empresa", diz.
Vire a mesa
Mas se na escola as crianças vítimas de bullying podem -quando têm coragem- contar com o apoio de pais e professores, a quem recorrer para lidar melhor com a intimidação ou a zombaria incômoda no trabalho? A psicóloga com abordagem cognitiva Vivian Behar, de São Paulo, dá o clássico exemplo da competitividade em reuniões para sugerir o que fazer.
"Nas reuniões importantes o clima costuma ser de salve-se quem puder. Cada um que queira subir de cargo numa empresa tem de se defender sozinho e não esperar passivamente que outro lhe dê passagem. Quem se vê como vítima de bullying numa situação dessas deve avaliar se é a primeira vez que se sente assim, e, nesse caso, falar com a pessoa que o maltrata.
A psicóloga salienta que é sempre importante que um adulto se posicione sem medo, seja com suas ideias profissionais, seu credo, raça, sexo... "Isso depende mais da sua autoconfiança, da disposição de perder um emprego, amigo, time e buscar novos lugares. Crianças dependem dos pais para implementar mudanças em suas vidas. Adultos, não. Adultos podem lutar por seus espaços", avisa.
Também há quem tenha muita dificuldade de lidar com o que é diferente, o que faz com que o bullying adulto navegue nas águas turvas do preconceito. Há pessoas que sentem-se mais confortáveis entre iguais porque não são desafiadas ou confrontadas em suas crenças e comportamentos. As empresas, na visão dos experts, devem trabalhar no sentido de que a diferença seja vista como algo que desperte o interesse, em vez de temor.
Para Dorit, as corporações precisam ter consciência de que bullying no trabalho é um problema sério e recorrente. "O bullying é mais do que um ataque ocasional de raiva ou briga. É uma intimidação regular e persistente. E é frequentemente aceita ou mesmo encorajada como parte da cultura de muitas organizações."
Dorit diz que é importante investir no relacionamento entre os colaboradores (inclusive fora do horário de trabalho). Estabelecer um código de conduta a ser seguido por todos, conversar com as partes envolvidas separadamente e em conjunto e criar um canal para que o funcionário possa denunciar o fato. No plano individual, cada um deve trabalhar para que exista um clima saudável na empresa e se esforçar para, no mínimo, aprender a lidar com as diferenças.

fonte: http://www.protecao.com.br/site/content/noticias/noticia_detalhe.php?id=JajyJyjg&utm_campaign=Prote%25E7%25E3o%2BNewsletter%2BEd.%2B15%252F11&utm_medium=email&utm_source=clients

Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Evento: CAPE ITINERANTE - Assistência Pré-hospitalar


O projeto CAPE ITINERANTE visa oferecer a todos os profissionais de enfermagem a oportunidade de participar de um evento totalmente diferenciado, com palestrantes de renome e simulação realística com os bonecos do CAPE.

Dia 26/04/2011, das 9h às 18h, em um dos endereços:

AraçatubaRua José Bonifácio, 245
Bairro: Centro

Presidente Prudente
Av. Washington Luiz, 300
Bairro: Centro

Marília
Av. Rio Branco, 262
Bairro: Alto Cafezal

Campinas
R. Saldanha Marinho, 1046
Bairro: Botafogo

Ribeirão Preto

Av. Presidente Vargas, 2001
Salão térreo
Bairro: Jardim América

São Paulo - CAPE
Rua Dona Veridiana, 298
Bairro: Santa Cecília

Santos - Unip
Av. Rangel Pestana, 147
Anfiteatro
Bairro: Monte Serrat

Santos - Subseção
Av. Epitácio Pessoa, 214
Auditório
Bairro: Embaré

PARA REALIZAR SUA INSCRIÇÃO ACESSE O LINK:

http://inter.coren-sp.gov.br/node/5539

quinta-feira, 14 de abril de 2011

COFEN aprova resolução sobre presença do enfermeiro no APH


Aprovada em 22 de março, a Resolução COFEN 375/2011 dispõe sobre a presença do enfermeiro no atendimento pré-hospitalar e inter-hospitalar, em situações de risco conhecido ou desconhecido.
A resolução determina que a assistência de enfermagem em qualquer tipo de unidade móvel (terrestre, aérea ou marítima) destinada ao atendimento pré-hospitalar e inter-hospitalar, em situações de risco conhecido ou desconhecido, somente deve ser desenvolvida na presença do Enfermeiro. Segundo a mesma resolução a assistência de enfermagem em qualquer serviço pré-hospitalar, prestado por técnicos e auxiliares só pode ser realizada sob a supervisão direta do enfermeiro.

RESOLUÇÃO COFEN Nº 375/2011

Resenha:
Dispõe sobre a presença do Enfermeiro no Atendimento Pré-Hospitalar e Inter-Hospitalar, em situações de risco conhecido ou desconhecido.
O Conselho Federal de Enfermagem – COFEN, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei nº 5.905, de 12 de julho de 1973, e pelo Regimento Interno da Autarquia, aprovado pela Resolução Cofen nº 242, de 31 de agosto de 2000, e:

CONSIDERANDO o Art. 11, Inciso I, alíneas “a, b, c, j, l e m” da Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986;

CONSIDERANDO o Artigo 11, Inciso II, alíneas “a, b, c, f, g, h e l” da Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986;

CONSIDERANDO o Artigo 12, alíneas “a, b, c e d” da Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986;

CONSIDERANDO o Artigo 13, alíneas “a, b, c e d” da Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986;

CONSIDERANDO os Artigos 15 e 20 da Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986;

CONSIDERANDO os Artigos 2º e 3º do Decreto nº 94.406, de 08 de junho de 1987;

CONSIDERANDO o Artigo 8o, Inciso I, alíneas “a, b, c, e, f, g e h” do Decreto nº 94.406, de 08 de junho de 1987;

CONSIDERANDO o Artigo 8o, Inciso II, alíneas “a, b, c, f, h, j e l” do Decreto nº 94.406, de 08 de junho de 1987;

CONSIDERANDO os Artigos 13 e 15 do Decreto nº 94.406, de 08 de junho de 1987;

CONSIDERANDO a Resolução COFEN nº 311/2007, que aprova a reformulação do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem;

CONSIDERANDO a Resolução COFEN nº 358/2009, que dispõe sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem e a implementação do Processo de Enfermagem em ambientes, públicos ou privados, em que ocorre o cuidado profissional de Enfermagem;

CONSIDERANDO tudo o mais que consta nos autos do PAD/COFEN nº 480/2009 e o Parecer nº 04/2010/COFEN/CTLN/lp; e,

CONSIDERANDO a deliberação do Plenário em sua 399ª Reunião Ordinária,

RESOLVE:

Art 1º A assistência de Enfermagem em qualquer tipo de unidade móvel (terrestre, aérea ou marítima) destinada ao Atendimento Pré-Hospitalar e Inter-Hospitalar, em situações de risco conhecido ou desconhecido, somente deve ser desenvolvida na presença do Enfermeiro.

§ 1º A assistência de enfermagem em qualquer serviço Pré-Hospitalar, prestado por Técnicos e Auxiliares de Enfermagem,somente poderá ser realizada sob a supervisão direta do Enfermeiro.

Art 2º No Atendimento Pré-Hospitalar e Inter-Hospitalar, os profissionais de Enfermagem deverão atender o disposto na Resolução COFEN nº 358/2009.

Art 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário, em especial a Resolução Cofen nº 300/2005.

Brasília, DF, 22 de março de 2011.

MANOEL CARLOS NERI DA SILVA - Presidente do Cofen

GELSON LUIZ DE ALBUQUERQUE - Primeiro-Secretário


fonte:http://www.revistaemergencia.com.br/site/content/noticias/noticia_detalhe.php?id=J9yJJjy5&utm_campaign=Emerg%25EAncia%2BNews%2BEd.%2B14%252F11&utm_medium=email&utm_source=clients

Foto: Arquivo Samu 192 - DF

SAIBA MAIS SOBRE OS CURATIVOS E COMO UTILIZÁ-LOS


Sabemos que a realização de curativos interfere diretamente no tratamento das feridas. Assim, a utilização correta da técnica asséptica, escolha adequada do agente tópico e da cobertura, e a reavaliação a cada troca são fatores determinantes na cicatrização, por isso precisamos estar preparados.
A avaliação do paciente portador de ferida crônica subsidia a definição do plano de tratamento da lesão. Isso quer dizer que o estado geral do paciente deve ser avaliado, o que inclui doenças crônicas, estado nutricional, idade, condições financeiras, entre outros fatores, pois sabemos que esses interferem na cicatrização e prejudicam o tratamento.
Após a avaliação, podemos realizar o curativo propriamente dito. O curativo tem algumas finalidades importantes, conforme Irion (2005):

Proteção física da ferida;
Prevenção de contaminação;
Promoção do desbridamento autolítico;
Preenchimento do espaço morto, para evitar a formação de hematomas, abcessos, túneis e fístulas;
Controle do exsudato por absorção, evaporação ou oclusão;
Retenção da umidade no leito da ferida, incluindo células, enzimas e fatores de crescimento.

O curativo é dividido em duas partes:
Agentes tópicos e Cobertura.

Os agentes tópicos são utilizados para limpeza ou proteção da área ao redor da ferida e são aplicados diretamente no leito dela. A cobertura pode ser primária se entrar em contato direto com o leito da ferida, ou secundária, se servir para manter a cobertura primária. Tem a finalidade de proteger o leito da ferida, manter o meio úmido e preservar a pele adjacente, favorecendo na cicatrização.

Temos disponíveis muitos materiais utilizados na realização de curativos, tais como o alginato de cálcio, carvão ativado e prata, colágeno biológico, hidrogel, hidrocoloide, ácidos graxos essenciais, degermantes, curativos com gaze simples, bota de unna, entre outros.

IMPORTANTE: As intervenções devem ser pensadas levando em conta três aspectos principais: manutenção do nível de umidade da ferida, equilíbrio bacteriológico e tratamento do exsudato.

Quatro pontos básicos que o enfermeiro deve se atentar:

Presença, suspeita ou evidência de sinais de infecção iminente:
nesse caso o objetivo primário deve ser erradicar a infecção. A presença de tecido necrosado facilita a proliferação de bactérias, portanto é necessário primeiramente desbridar a ferida para tratar a infecção. A utilização de antibióticos tópicos ou sistêmicos pode ser necessária.

Tipo de desbridamento indicado para o cliente e para a ferida:
O desbridamento se faz necessário para qualquer ferida com tecido necrosado, porém se deve levar em conta os recursos disponíveis, a capacitação do cliente/cuidador e a habilidade do profissional. O tipo de desbridamento a ser utilizado depende de características da instituição, da pessoa e da ferida que a acomete.

Profundidade da perda tecidual:
Quando há grande perda de tecido, tais como em cavidades, túneis ou fístulas, normalmente a ferida é preenchida com gaze. Temos disponíveis também para esse preenchimento os alginatos, hidrofibras e curativos com colágeno, que ajudam na cicatrização e na manutenção da umidade. Quando o preenchimento não é realizado com gaze, deve-se utilizar curativo oclusivo.

Tratamento do exsudato e da pela circundante:
deve determinar a frequência de trocas e a manutenção do curativo. Quando há perda de tecido subcutâneo, pode-se utilizar uma cobertura primária associada à secundária, e, quando a ferida é mais simples apenas o curativo primário pode ser suficiente. Quando a ferida está infectada, o curativo secundário não pode ser oclusivo. A frequência de trocas é determinada pelo produto utilizado e pela capacidade de absorção do exsudato. (IRION, 2005)

fontes:
IRION, G. Feridas: novas abordagens, manejo clínico e atlas em cores. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.

http://www.jornadaead.com.br/Atualizacao_19-A-cicatrizacao-e-a-escolha-do-curativo-no-tratamento-de-feridas-cronicas-NT1-UE3.html

Conheça Como Ocorre a Cicatrização


O que é Ferida?

A ferida é uma lesão que ocasiona a interrupção da continuidade corpórea, da estrutura anatômica ou fisiofuncional do tecido, independentemente do tecido envolvido e da intensidade da lesão. (SILVA, MOCELIN, 2007).

Como é o processo de Cicatrização?

O processo de cicatrização ocorre em três fases principais: inflamatória, proliferativa e de maturação. (TAZIMA, VICENTE, MORIYA, 2008).

Fase inflamatória:
Inicia-se logo após a ocorrência da lesão. Começa com coagulação inicial importante, que protege o leito da ferida de contaminação, e, logo em seguida a vasodilatação, que dá início ao processo inflamatório, podendo ocasionar calor, rubor e edema local. Os monócitos e neutrófilos são as primeiras células inflamatórias a chegar ao local da ferida com a função de desbridar a superfície e fagocitar corpos estranhos. Essa fase dura cerca de três dias.

Fase proliferativa:
Caracterizada pelo aparecimento do tecido de granulação. Inicia-se com a formação de novos vasos sanguíneos essenciais para manter o ambiente de cicatrização da ferida. Ocorre também a síntese de colágeno, responsável pela sustentação e pela força tênsil do tecido adjacente. As células epiteliais começam a migrar das bordas para o leito da ferida, diminuindo sua extensão. Esta fase inicia-se por volta do terceiro dia de lesão e dura aproximadamente duas à três semanas.

Fase de maturação:
Inicia-se após à terceira semana e caracteriza-se pelo aumento da resistência do tecido, porém, sem aumentar a produção de colágeno, apenas remodelando-o. A ferida passa por um processo de contração que reduz a quantidade e o tamanho da cicatriz.

Pode haver algum fator que interfira no processo de cicatrização?

Há fatores que podem interferir na cicatrização, os quais são divididos em locais e gerais. Os locais incluem a técnica cirúrgica, uso de medicação tópica, formação de hematomas, ressecamento durante a cicatrização, infecção e reação a um corpo estranho. Dos fatores gerais, interferem as doenças pré-existentes (tais como diabetes, alterações no sistema circulatório e nos fatores de coagulação, aterosclerose, sepse, entre outras), além de idade, estado nutricional e uso de drogas sistêmicas. (MANDELBAUM, SANTIS, MANDELBAUM, 2003)

fontes:

MANDELBAUM, S. H.; SANTIS, E. P.; MANDELBAUM M. H. S. Cicatrização: conceitos atuais e recursos auxiliares – parte I. An bras Dermatol, Rio de Janeiro, v. 78, n.4, p.393-410, jul./ago. 2003. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/abd/v78n4/16896.pdf > Acesso em: 24 mar. 2011.

TAZIMA, M. F. G. S.; VICENTE, Y. A. M. V. A.; MORIYA, T. Biologia da ferida e cicatrização. Medicina, Ribeirão Preto, v. 41, n. 3, p.259-64, 2008. Disponível em: < http://www.fmrp.usp.br/revista/2008/VOL41N3/SIMP_2Biologia_ferida_cicatrizacao.pdf> Acesso em: 24 mar. 2011.

SILVA, D. M.; MOCELIN, K. R. O cuidado de enfermagem ao cliente portador de feridas sob a ótica do cuidado transcultural. Nursing (São Paulo); v. 9, n. 105, p. 81-88, fev. 2007

http://www.jornadaead.com.br/Atualizacao_19-A-cicatrizacao-e-a-escolha-do-curativo-no-tratamento-de-feridas-cronicas-NT1-UE3.html

quarta-feira, 13 de abril de 2011

SUPER PROMOÇÃO DE LIVROS UTILIZADOS PELA ENFERMAGEM!!!!!!!!!!!!!!


-SITUAÇÕES DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA: MANUAL DE CONDUTAS PRÁTICAS

-FUNDAMENTOS DO PROCESSO SAÚDE - DOENÇA - CUIDADO

-"QUIMO" PRONTO-SOCORRO TEORIA & DICAS PROVAS COMENTADAS



ONDE ENCONTRAR??? ACESSE O SITE E ADQUIRA LOGO O SEU, SÃO ÓTIMOS LIVROS, E O MELHOR ESTÃO COM PREÇOS PROMOCIONAIS, VAI PERDER ESSA CHANCE?? Acesse o site da editora e aproveite a promoção!
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Entrevista - Sérgio Jatobá conta como funciona o sistema de Emergência nos Estados Unidos


Emergencista brasileiro que atua no Grupo de Operações Especiais do condado de Palm Beach fala da estrutura do serviço de resgate e APH dos Estados Unidos

"Para os americanos, só tem um número que pode ser aceito: 100%". Esse é o lema usado também para situações de emergência e que, segundo o emergencista brasileiro Sérgio Jatobá, faz com que nessa área a busca pelo aprimoramento profissional e tecnológico não pare. Com experiência na área de emergências no Brasil e, atualmente, atuando no Grupo de Operações Especiais do condado de Palm Beach, na Flórida, Sérgio conhece as duas realidades, seus aspectos positivos e negativos. "O que eu acho muito interessante nos Estados Unidos é a visão de planejamento, de comunicação e transferência de informação, de treinamentos. É exatamente isso que precisamos melhorar no Brasil", destaca.
Planejamento e transferência de informações que nos Estados Unidos se traduz, por exemplo, na criação de associações e organizações, centros de comunicação e times de treinamento comunitário, explica Sérgio. Outro destaque do sistema americano, segundo ele, é a Medicina de Proteção do Emergencista, uma subespecialidade da Medicina Tática, que protege o protetor, realizada pelo Grupo de Operações Especiais em que trabalha. Sobre o trabalho do Grupo, os aprimoramentos no sistema de comunicação, e também sobre as novidades tecnológicas vindas das guerras e adotadas no atendimento pré e intra-hospitalar em território americano, Sérgio falou à Emergência.
Como funciona o grupo de operações especiais em que você atua?
Existem diversas especialidades dentro do GOE. Podemos citar entre elas: Mergulho de Resgate, Produtos Perigosos, Armas de Destruição em Massa, Paramedicina Toxicológica, Resgate em Alturas, Espaços Confinados, Desencarceramento Técnico, Resgate em Trincheiras, Resgate em Estruturas Colapsadas, Resgate em Corredeiras, entre outras. No meu condado, temos sete equipes de Operações Especiais. Todos os GOEs do condado de Palm Beach respondem tanto às chamadas comuns de emergências médicas, incêndios, como também de operações especiais, por exemplo, as que envolvem bombas, resposta antiterrorismo e produtos perigosos.


fonte: ENTREVISTA: ATUAÇÃO DIFERENCIADA
Entrevista à Paula Barcellos
Foto: Daniela Bossle

http://www.revistaemergencia.com.br/site/content/materias/materia_detalhe.php?pagina=1&id=A5

Entrevista com o cardiologista Sergio Timerman - Simplificar para atender


Ao enfatizar a compressão torácica e simplificar o atendimento, as diretrizes de RCP 2010 abrem espaço para a atuação do leigo e para uma ação mais efetiva do profissional da saúde. No entanto, é preciso mais. O médico cardiologista Sergio Timerman, diretor do Laboratório de Treinamento e Simulação em Emergências Cardiovasculares do Instituto do Coração (INCOR), do Hospital das Clínicas em São Paulo, garante que não adianta a simplificação nem equipamentos se não houver treinamento tanto da população quanto dos próprios profissionais. Segundo o médico, esse deve ser um trabalho contínuo. Já existem algumas experiências, mas ainda há muito a ser feito no país. Espera-se que com as novas diretrizes, a ação venha salvar cerca de 100 mil vidas, por ano, na Europa e de 40 a 50 mil vidas a mais, no Brasil. A ideia é publicar este ano as diretrizes brasileiras, baseadas no consenso internacional do ILCOR (Aliança Internacional dos Comitês de Ressuscitação), porém adaptadas à realidade do país. Como professor, Timerman tem buscado mostrar aos alunos de Medicina e de saúde e a importância do profissional de emergência. "É um profissional mais completo, proque ele tem que atuar de uma maneira muito pronta nas mais diversas patologias clínicas ou cardiológicas. É por isso que eu sempre falo que quem sabe emergência, sabe como atuar em Medicina. A minha vida toda de pesquisa foi baseada nisto: emergência e ressuscitação".
Qual a sua avaliação sobre as diretrizes de RCP publicadas no ano de 2010?
Primeiro, é importante saber como as diretrizes de ressuscitação são desenvolvidas, o que ocorre a cada cinco anos. Elas se baseiam em um consenso entre as diretrizes europeias, norte-americanas, asiáticas e latino-americanas. Esse consenso internacional ocorre por meio da ILCOR (Aliança Internacional dos Comitês de Ressuscitacão), que reúne instituições como a American Heart Association, o Conselho Europeu e o Conselho Asiático. Estamos na terceira diretriz, que é o resultado de uma análise profunda do que há de mais importante na Ciência da Emergência e Ressuscitação. As diretrizes têm grande impacto e importância na Medicina humana. No site da American Heart ou do Conselho Europeu, são sempre os itens mais procurados. Possuem uma seriedade em todos os sentidos, com análise do conflito de interesse e uma análise crítica no que há em termos de Ciência.
O Brasil tem se preparada de forma adequada, compreendendo bem as diretrizes?
As diretrizes devem falar ao profissional de saúde de uma maneira que simplifique a vida dele do ponto de vista do atendimento. O final dessa história é: vamos salvar mais vidas em relação aos cuidados cardiovasculares de emergência e parada cardíaca. Então, nessa última diretriz, houve uma preocupação com a simplificação. Diferentemente das outras, eu diria que essa diretriz não teve tantas modificações importantes, mas teve uma preocupação interessante: como vou fazer com que o profissional, rapidamente, entenda as modificações e implemente em seu país. O Brasil está sempre muito ávido a receber a informação. Ao mesmo tempo, temos profissionais que não fazem questão disso, o que é muito ruim. A nossa sociedade médica e conselhos de classe deviam questionar se o profissional está atualizado e exigir a atualização.

fonte: http://www.revistaemergencia.com.br/site/content/materias/materia_detalhe.php?id=AAjg

segunda-feira, 11 de abril de 2011

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Entenda a diferença entre gás de cozinha (GLP) e gás para carro (GNV)

Na nossa rotina corrida – e concorrida!, muitas vezes usufruímos de um benefício sem sequer nos darmos conta do que está por trás. Por exemplo, fazer uma feijoada para os amigos. Você liga o fogo, coloca o feijão para ferver, sal, pimenta, folhas de louro, cominho, doura no alho e na cebola um naco de toucinho, a linguicinha calabresa que o seu namorado tanto gosta, costeleta de porco, bota tudo na pressão e, hum, vai cortar a couve porque feijoada sem ela não parece completa.
Nos pequenos detalhes mora o sucesso do seu almoço. “Aperitivos, música e risadas não podem faltar”, você pensa, enquanto prepara a farofa. E é só quando a válvula da panela começa a apitar que, ao baixar o fogo, você olha para a chama azul e, como se nunca a tivesse visto, se pergunta: do que é feito e como funciona o gás de cozinha? “Gás é o que não pode faltar!”, você exclama, enquanto o seu namorado lhe abraça por trás e rouba um pepino da compota uma azeitona da salada, sem entender nada.
Calma, a gente explica. Explica tudinho. Como funciona o gás que chega na sua casa, do que é feito e até a diferença entre ele e o que abastece o seu carro. Assunto para a próxima feijoada, sim, vai sobrar!

O que é GLP?

O Gás Liquefeito de Petróleo – GLP ou Gás LP, também conhecido como gás de cozinha, é resultado do refino do Petróleo. Composto da mistura de gases hidrocarbonetos, principalmente propano e butano, tem excelente qualidade de queima e baixo impacto ambiental. Ou seja: não polui o meio ambiente enquanto você cozinha.
À temperatura ambiente e submetido a pressões específicas, o GLP se apresenta na forma líquida, o que facilita o transporte e armazenamento em recipientes apropriados e o uso domiciliar ou a granel. Ao ser exposto à pressão atmosférica, vira gás.
É um produto que em sua composição há elementos a base de enxofre para que você possa identificar um vazamento com facilidade. Uma curiosidade: na fase líquida, é menos denso do que a água. Portanto, quando em contato com qualquer corpo d’água, o GLP vai permanecer na superfície. Já na fase gasosa, o GLP é mais denso do que o ar: em caso de vazamento, vai ocupar sempre os locais mais baixos (ralos, pisos, canaletas etc).

A origem do GLP

O GLP consumido no Brasil provém em sua maior parte do refino do petróleo. Dele são extraídos gases combustíveis, gasolina, solventes, querosene, óleo diesel e um óleo pesado que, quando aquecido, resulta no chamado “gasóleo”. Ao ser submetido a catalisadores químicos esse composto é transformado em GLP.
Outro processo da extração do gás liquefeito de petróleo acontece nas Unidades de Processamento de Gás Natural (UPGN), onde, por exemplo, petróleos mais leves geram derivados como gases combustíveis, GLP e gasolina. E dos mais pesados, nascem o óleo combustível ou e o asfalto.
Da refinaria até o consumidor, o GLP percorre um longo caminho, envolvendo processos de transferências e estocagem.




Aplicações do GLP

Além do uso doméstico do GLP envasado em botijões ou em centrais nos condomínios, há várias aplicações do GLP a Granel. Na indústria é usado no aquecimento de fornos, fundição de vidro, na secagem de tintas automotivas, tecidos têxteis e papéis, para movimentação de empilhadeiras, entre outros usos.
No comércio (restaurantes, cozinhas industriais, supermercados, lavanderias, hospitais etc) é fundamental para o preparo de alimentos, aquecimento de água, climatização de ambientes, secagem de roupas, esterilização de objetos e muito mais.
Não poderíamos deixar de citar a importância do GLP no segmento agrícola: para secagem de grãos e hortaliças, além de ser muito usado em estufas e silos secadores e até no aquecimento de pintinhos em aviários.
Há também aplicações especiais como o PUROGAS*, um GLP especial sem odor, sem umidade e compostos controlados que serve como propelente para o segmento de aerossóis, além do FLEXGAS*, uma tecnologia que combina GLP com ar, para ter a mesma quantidade de energia que o Gás Natural, e tem aplicação em indústrias.
(*)PUROGAS e FLEXGAS são marcas registradas da Liquigás, a empresa de distribuição de GLP do Sistema Petrobras.
Muito bem. Você está quase uma expert no assunto até que alguém da roda de amigos pergunta: “Mas esse gás aí é o mesmo que a gente usa para abastecer o carro?”. Se fosse igual, não precisava de postos de abastecimento, você deduz. Mas não sabe explicar a diferença. Quer dizer, não sabia.

Gás Natural Veicular (GNV)

Diferentemente do líquido GLP, constituído, como vimos, de propano e butano, o Gás Natural Veicular é uma mistura de carbono e hidrogênio que, na temperatura ambiente e na pressão atmosférica, permanece no estado gasoso com características para ser utilizado como combustível. Um combustível muito seguro, é bom dizer.
Os cilindros de armazenamento do Gás Natural passam por testes rigorosos e são certificados pelo Inmetro. Feitos de aço, sem emendas nem soldas, sua resistência a choques e colisões é bem maior que as dos tanques de gasolina ou álcool. Possuem redutores de pressão, válvulas de alívio e de excesso de fluxo e sistema de ventilação, criteriosamente projetados para garantir segurança no uso. Geralmente, o cilindro é instalado no porta-malas do veículo.


Eco-friendly

O meio ambiente é fã número um do GNV. Um veículo convertido ao Gás Natural Veicular reduz em 70% seus poluentes em relação à gasolina, pois a queima é mais limpa. Outra vantagem é que o seu carro passa a ser bi-combustível, ou seja, pode usar o gás ou o combustível original.
E mais: como o Gás Natural é mais leve que o ar, se dissipa rapidamente na atmosfera, reduzindo qualquer risco de explosão ou incêndio.



Fontes:
Equipe Bolsa de Mulher
Site Liquigás - http://www.liquigas.com.br
Site BR - http://www.br.com.br

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Conheça a tática de triagem START

A tática de triagem , obedece a técnica denominado START (simples triagem e rápido tratamento) por ser um método simples, que se baseia na avaliação da respiração, circulação e nível de consciência, dividindo as vítimas em quatro prioridades
e utiliza cartões coloridos para definir cada uma das prioridades. A Prioridade de
Atendimento às Vítimas obedece a seguinte ordem:

Cartão Vermelho

Vítimas que apresentam risco imediato de vida; apresentam respiração somente
após manobras de abertura de vias aéreas ou a respiração está maior que 30 movimentos
respiratórios por minuto; necessitam de algum tratamento médico antes de um transporte
rápido ao hospital; necessitam ser transportadas rapidamente ao hospital para cirurgia.

Cartão Amarelo

Vítimas que não apresentam risco de vida imediato; necessitam de algum tipo de
tratamento no local enquanto aguardam transporte ao hospital.

Cartão Verde

Vítimas com capacidade para andar; não necessitam de tratamento médico ou
transporte imediato, possuem lesões sem risco de vida.

Prioridade Preto

Vítimas em óbito ou que não tenham chance de sobreviver; não respiram, mesmo
após manobras simples de abertura da via aérea.

Detalhamento das Áreas de Prioridade
Na área destinada às vítimas com Cartão Vermelho vão todos os pacientes com
risco de vida imediato e que terão uma evolução favorável se os cuidados médicos forem
iniciados imediatamente. Aqui também irão os pacientes que necessitam de um transporte
rápido até o hospital para serem estabilizados no centro cirúrgico.
São os pacientes com:
● Choque;
● Amputações.
● Lesões arteriais;
● Hemorragia Severa;
● Lesões por inalação;
● Queimaduras em face;
● Lesão de face e olhos;
● Lesões intra-abdominais;
● Insuficiência Respiratória;
● Pneumotórax Hipertensivo
● Lesões extensas de partes moles;
● Queimaduras de 2º grau maior que 20% a 40%,ou de 3º grau maior que 10
a 30%;
Na área destinada às vítimas com Cartão Amarelo vão aquelas vítimas que necessitam
de algum atendimento médico no local e posterior transporte hospitalar, porém que
não possuem risco de vida imediato.
São os pacientes com:
● Fraturas;
● TCE leve, moderado;
● Queimaduras menores;
● Traumatismos abdominais e torácicos;
● Ferimentos com sangramento que necessitam suturas.
Na área destinada às vítimas com Cartão Verde vão as vítimas que apresentam
pequenas lesões, geralmente estão sentadas ou andando, sem risco de vida e que podem
ser avaliadas ambulatorialmente. São os pacientes que causam mais problemas na
cena do acidente, geralmente estão com dor e em estado de choque e tendem a ser pouco
cooperativos. Não entendem o fato de estarem agrupados numa certa área recebendo
cuidados mínimos. É extremamente importante um apoio psicológico para manter essas
vítimas nessas áreas, pois do contrário elas tendem a deixar o local, indo sobrecarregar o
hospital mais próximo.
São os pacientes com:
● contusões;
● hematomas;
● escoriações;
● pequenos ferimentos.
Na área destinada às vítimas com Cartão Preto vão as vítimas em óbito. Naquelas
situações em que há um desequilíbrio entre os recursos médicos e o número de vítimas,
todos os pacientes com traumatismos severos, com poucas chances de sobrevida, também
vão para essa área de prioridade.
São os pacientes:
● em óbito;
● múltiplos traumas graves;
● queimaduras de 2 e 3 grau extensas.

Técnica START

Nesta técnica, como acima descrito, cabe à primeira guarnição que chega no local
do acidente, procurar congelar a área e iniciar a triagem preliminar, enquanto solicita
apoio, visando salvar o maior número de vítimas de óbito iminente. Assim os socorristas
deverão realizara a triagem observando a RESPIRAÇÃO, PERFUSÃO e NÍVEL DE
CONSCIÊNCIA.

Respiração

Avaliar a freqüência respiratória e a qualidade da respiração das vítimas. Se a vítima não respira, checar presença de corpos estranhos causando obstrução da via aérea.
Remova dentadura e dentes soltos. Alinhe a cabeça cuidando da coluna cervical. Se após esse procedimento não iniciar esforços respiratórios, cartão PRETO. Se iniciar respiração, cartão VERMELHO.
Se a vítima respira numa freqüência maior do que 30 movimentos respiratórios por
minuto, cartão VERMELHO.
Vítimas com menos de 30 movimentos respiratórios por minuto não são classificadas
nesse momento, deve-se avaliar a perfusão.

Perfusão

O enchimento capilar é o melhor método para se avaliar a perfusão. Pressione o
leito ungueal ou os lábios e solte. A cor deve retornar dentro de 2 segundos. Se demorar mais de 2 segundos, é um sinal de perfusão inadequada, cartão VERMELHO.
Se a cor retornar dentro de 2 segundos a vítima não é classificada até que se avalie
o nível de consciência.
Nível de Consciência
É utilizado para as vítimas que estejam com a respiração e perfusão adequadas. O
socorrista solicita comandos simples do tipo “Feche os olhos”; “Aperte minha mão”; “Ponha a língua para fora”. Se a vítima não obedece a esses comandos, cartão VERMELHO.
Se a vítima obedece a esses comandos, cartão AMARELO.
O cartão VERDE é usado para os pacientes que estejam andando, ou que não se
enquadre em numa das situações acima.

Estartograma:



Cartão Método START





fonte: http://www.defesacivil.pr.gov.br/arquivos/File/primeiros_socorros_2/cap_28_amuvi.pdf

Métodos de triagem de vítimas em catástrofes: uma reflexão para a enfermagem


De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), catástrofe é um fenômeno ecológico súbito de magnitude suficiente para necessitar de ajuda externa. Define-se a expressão ‘múltiplas vítimas’ como uma situação em que há um desequilíbrio entre os recursos disponíveis e as necessidades.
Segundo Reppetto e Souza (2005), para realizar as atividades de cuidado, o pessoal de enfermagem necessita de um instrumental conceitual e técnico para abordar a realidade da prática. Ribeiro e Bertolozzi (2002) acrescentam que a enfermagem, no seu cotidiano de trabalho, parece ainda não ter incorporado plenamente à temática ecológica ao cuidado integral, restringindo, por vezes, as práticas à assistência às "vítimas" de alterações ambientais.
De acordo com Morton e Fontaine (2011, p.213), na ocorrência de um desastre, o papel da enfermagem nos cuidados críticos é fundamental. Ressalta a dependência deste em relação ao impacto do desastre sobre as estruturas das instituições, o meio ambiente e o número de profissionais disponíveis. Com base no pensamento crítico, as competências fundamentais da enfermagem em incidentes com vítimas em massa incluem:
“a) usar uma abordagem ética e aprovada em nível nacional para suporte de tomada de decisões e priorização necessárias em situações de desastres; b) utilizar competência de julgamento clínico e tomada de decisão na avaliação do potencial para o cuidado individual adequado após um incidente com vítimas em massa (IVM); c) descrever os cuidados de enfermagem de emergência essenciais nas fases pré e pós desastres para indivíduos, famílias, grupos especiais (p.ex. crianças, idosos, gestantes) e comunidades; d) descrever os princípios de triagem específicas que são aceitos para IVM (p.ex. Sistema de Triagem Simples e Tratamento Rápido [START]”.


Morton e Fontaine (2011) complementam a importância da avaliação global da situação de catástrofe, no que se refere a segurança do profissional, da equipe de emergência e das vítimas, em qualquer situação de resgate. Isso inclui a descrição de sinais e sintomas decorrentes da exposição a agentes químicos, biológicos, radiológicos, nucleares e explosivos.
Nesse sentido, faz-se necessário o planejamento do cuidado que contemple as diversas alterações do meio ambiente. Teixeira e Olcerenko (2007) evidenciam a elaboração de um plano de ação para situações de desastres, catástrofes e múltiplas vítimas, bem como um eficiente sistema de controle que não transfira o caos do local da catástrofe para o hospital - o que é muito comum em eventos dessa magnitude.
Um dos métodos mais utilizados no Brasil e no mundo o método S.T.A.R.T. (Simple Triage and Rapid Treatment) – traduzido como ‘Simples Triagem e Rápido Tratamento’. No Brasil, esse método passou a ser utilizado a partir de 1999. A triagem é o termo dado ao reconhecimento da situação e seleção das vítimas por prioridades na cena da emergência. (TEIXEIRA E OLCERENKO, 2007)
Esse processo de triagem deve ser utilizado quando os recursos de pessoal e de material forem insuficientes frente a um acidente. Utilizado em todo o mundo, contempla a avaliação das condições fisiológicas da vítima em três fatores que são: - respiração, circulação sanguínea e nível de consciência, por meio de um fluxograma que prioriza o atendimento por cores: vermelha (prioridade 1), amarela (prioridade 2), verde (prioridade 3) e preta (prioridade 4). Entretanto, em alguns países que utilizam o fluxograma S.T.A.R.T. para a classificação das vítimas de desastre, pode haver variação das cores empregas na classificação de prioridades.
De acordo com Teixeira e Olcerenko (2007), a utilização de métodos como o S.T.A.R.T. por si não garantem a triagem, uma vez que eles devem ser estar associados a profissionais treinados (teoricamente e na prática), e que possuem preparo psicológico adequado às situações vivenciadas, para a agilidade e acurácia da tomada de decisão.
Concordamos com Teixeira e Olcerenko (2007) que o método de triagem S.T.A.R.T. é método confiável e de grande utilização em todo o mundo, e que por isso não pode ser esquecido ou ignorado. Além disso, a inexistência de uma plano de contingência a situações de múltiplas vítimas interferir na eficácia do atendimento, correndo o risco de falhas na priorização de atendimento às vítimas mais graves, com vistas às maiores probabilidades de sobrevivência.


REFERÊNCIAS


BRASIL. Ministério da Integração Nacional. Secretaria de Nacional de Defesa Civil. Conferência geral sobre desastres. Brasília, 2007. 23 p.


MORTON, P. G.; FONTAINE, D. K. Cuidados Críticos de Enfermagem: uma abordagem holística. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.


REPPETTO, M. A.; SOUZA, M.F. Avaliação da realização e do registro da Sistematização da Assistência de enfermagem (SAE) em um hospital universitário. Rev Bras Enferm; v. 58, n. 3, p. 325-9, maio-jun, 2005. Disponível em , acesso em 23 mar. 2011.


MORAIS, K. R. S.; VASCONCELOS, L.C. A.; LIMA, S. C. S. et al. Assistência de Enfermagem aos desabrigados das enchentes em Teresina-PI: um relato de experiência. Trabalho sob no 1618 - 1/3 publicado no 61o Congresso Brasileiro de Enfermagem: Transformação e Sustentabilidade Ambiental. 2009. Disponível em: . Acesso em: 23 mar. 2011.


SIATE /CBPR. Catástrofes e Atendimento a Múltiplas Vítimas. Disponível em: . Acesso em: 23 mar. 2011.


TEIXEIRA, W. A. OLCERENKO, D.R. A Utilização do Método S.T.A.R.T. em acidentes com múltiplas vítimas. Trabalho publicado no 10º Congresso de Iniciação Científica, 4ª mostra de Pós-Graduação e 1ª Mostra do Ensino Médio Disponível em: . Acesso em: 23 mar. 2011.


RIBEIRO, M.C.; BERTOLOZZI, M.R. Reflexões sobre a participação da enfermagem nas questões ecológicas. Rev Esc Enferm USP; v. 36, n. 4, p. 300-8. São Paulo, 2002. Disponível em: . Acesso em: 23 mar. 2011.



Texto escrito pelos monitores do Programa Proficiência - COFEN

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Dicas para evitar desperdícios e tornar o seu consumo de energia elétrica e água mais eficientes


Chuveiro elétrico
• Faça a instalação com conexões boas e fios adequados.
• Em dias quentes, coloque a chave na posição ”verão”. Na posição ”inverno” o consumo de energia é 30% maior.
• Nunca reaproveite uma resistência queimada; aumenta o consumo e põe em risco a sua segurança.
• Limpe periodicamente os furos de saída de água do chuveiro.

Geladeira
• Instale a geladeira em local ventilado, desencostada de paredes ou móveis e longe de fontes de calor, como fogões, estufas ou raios solares.
• Não use a parte traseira da geladeira para secar tênis, panos e roupas.
• Ajuste a temperatura interna no termostato de acordo com as orientações do fabricante.
• Faça limpeza e degelo periodicamente.
• Abra a porta da geladeira somente quando precisar. Coloque ou retire os alimentos de uma só vez.
• Deixe as prateleiras livres para a circulação interna do ar frio; não coloque paninhos.
• Verifique regularmente as borrachas de vedação da porta. Para isso, siga as instruções:
1. Abra a porta e coloque uma folha de papel entre a borracha e o gabinete da geladeira.
2. Feche a porta fazendo com que a folha fique presa.
3. Tente retirar a folha. Se ela deslizar e sair com facilidade, é sinal de que as borrachas já não estão vedando direito. É hora de trocá-las.

Lâmpada
• Aproveite a luz natural durante o dia. Abra as janelas, cortinas e persianas.
• Limpe lustres, globos e arandelas. A sujeira diminui o brilho da luz.
• Use cores claras nos tetos e nas paredes internas, que refletem melhor a luminosidade.
• Apague a luz quando ninguém estiver no local.
• As lâmpadas fluorescentes compactas duram mais e gastam menos. Nos locais em que as luzes ficam acesas por mais de quatro horas por dia, troque por essas lâmpadas.

Lavadora de roupa
• Lave o máximo de roupas indicado pelo fabricante de uma só vez, economizando energia e água.
• Limpe o filtro da máquina com frequência.
• Use a quantidade de sabão indicada pelo fabricante, evitando repetir a operação de enxágue.

Ferro elétrico
• Junte a maior quantidade possível de roupas para passá-las de uma só vez.
• Use a temperatura indicada no ferro para cada tipo de tecido.
• Deixe para passar as roupas leves, como as de nylon e lingeries, após desligar o ferro.
• Se precisar interromper o serviço, mesmo que por pouco tempo, desligue o ferro.

Televisão
• Não deixe a TV ligada sem necessidade.
• Quando comprar um aparelho, prefira o modelo com timer que, se programado, desliga automaticamente.

Fonte: AES Eletropaulo


Economize gás natural:

• Sempre regule o aquecedor de acordo com o clima. Temperaturas elevadas do banho aumentam o consumo de gás, assim como o excesso de mistura de água fria com água quente.

• No fogão, quando a água começar a ferver, mantenha o fogo baixo.

• Ao utilizar o forno, verifique se ele está vedado e procure manter a sua porta fechada, aproveitando ao máximo o calor produzido.

• Se a chama do aparelho a gás estiver amarelada, providencie a regulagem do aparelho.

• Evite deixar seu aquecedor de acumulação (boiler) ligado fora de horários de utilização.

Fonte: http://comgas.com.br/

Veja também as dicas para economia de água da Sabesp: http://site.sabesp.com.br

Dicas - Cheiro de Gás Saiba como Proceder

Não é normal sentir cheiro de gás no ambiente. Caso isso ocorra, tome as seguintes providências:

Não acenda luzes nem risque fósforos.
Verifique se o cheiro existe somente no local ou se vem de fora do imóvel.
Mantenha o local ventilado
Feche o registro de segurança do equipamento que estiver com vazamento.
Ligue imediatamente para o Comgás 24 Horas: 08000 110 197 opção 9 - emergência. Em situações de vazamento o prazo de atendimento é de uma hora.

Como proceder em caso de vazamento



fonte:http://comgas.com.br/cheiro_gas.asp

Dicas - Orientações para instalação de gás


Acesse e conheça tudo que você precisa saber para entregar um projeto seguro, sem transtornos.

http://comgas.com.br/manual_nh/port/navegacao.html

sábado, 2 de abril de 2011

Realização e Interpretação do ECG no Pré-hospitalar - material para download


Uns dos melhores guias de aprendizado do ECG. Ele conduz o usuário do eletrocardiograma a seguir em forma direta e precisa permitindo a identificação dos padrões normais e anormais do ECG.


Formato: PDF
Número de páginas: 8
Tamanho: 162 KB

download

http://www.4shared.com/get/WzvJQAYM/Texto_-_Realizao_e_Interpretao.html

Lista de medicamentos utilizados pela enfermagem - DEF


A


AAS - Ácido Acetilsalicilico
Nome do sal: Ácido Acetilsalicilico
Indicação: angina pectóris instável, profilaxia do IAM e após cirurgia arterial; AVE isquêmico, trombose dos vsos coranarianos, trombose venosa e embolia pulmonar
Forma de apresentação: comprimidos de 100mg e 500mg. Frascos de 10ml (200mg/ml) de solução (gotas). comprimidos tamponados de 325mg.
Contra-indicação: hipersensibilidade, úlcera gastrintestinal, sangramento gastrintestinal, criança ou adolescente com varicela, durante a gestação.
Grupo a qual pertence o medicamento: analgésico, antiagregante plaquetário, antiflamatório não-esteróide, antitérmico, antireumático.


Atenolol
(Angipress,Atenol,Atenolol,Neotenol,Plenacor)
Apresentação comprimidos de 25 mg, 50 mg e 100 mg.
Via de Administração V.O.
Grupo Anti Hipertensivos.
Mecanismo de Ação bloqueador beta-adrenérgicos, que seletivamente bloqueia os receptores beta-adrenérgicos, diminui o débito cardíaco, o consumo de oxigênio e a secreção de renina.
Início do efeito 1 hora após administração.
Nível Sangüíneo 2 a 4 horas.
Eliminação 24 horas.
Indicação hipertensão. Adulto: iniciar com 50 mg/dia em dose única. Aumente a dose para 100 mg 1 vez ao dia após 7 a 14 dias.
Angina pectoris. Adulto: 50 mg/dia. Aumente a dose, se necessário, para 100 mg/dia após 7 dias.
Reação Adversa:
SNC fadiga, letargia.
SGI náusea, vômito, diarréia.
S. RESPIRATÓRIO BRONCOESPASMO, dispnéia.
PELE rash
OUTROS febre.
Interação:
Anti-hipertensivo: aumenta o efeito hipotensivo. Use cuidadosamente.
Digitálico, diltiazem, verapamil: causam bradicardia. Use cuidadosamente.
Contra Indicação: contra-indicado para paciente com bradicardia, bloqueio de primeiro grau, choque cardiogênico. Use cuidadosamente em paciente com ICC. Atenolol pode ser usado em paciente com broncoespasmo, asma e enfisema. No entanto, use-o cuidadosamente, especialmente em pacientes com dose de 100 mg ou dose maior.


Atropina
Nomes: atropion, sulfato de atropina, allergan.
Apresentações: solução injetável
Indicações: É utilizada como parassimpaticolitico; doenças hepáticas do trato biliar; cólicas uretrais e/ou renal; bexiga neurogênica hipertônica, arritmias induzidas, bradicardia sinusal grave, bloqueio AV tipo I e intoxicação para inseticidas.
Contra-indicações: glaucoma, íleo paralítico, estenose pilórica, coronariopatias e hipertrofia prostática.
Grupo a qual pertence o medicamento: Antiespasmódico, anti-secretor.


Adrenalina
Nomes: drenalin
Indicações: tratamento profilático de parada cardíaca, bloqueio AV, urticária, ataque de asma, broncodilatação, edema angionral.
Contra-indicações: usar cuidadosamente em pacientes com disfunção renal, hipotensão e lactação.
Grupo a qual pertence o medicamento: Hipertensor, simpaticomimético.


Aminofilina
Nome do Sal: Aminofilina
Forma de Apresentação: Comprimidos de 100mg ou 200mg. Frascos com 10 ml (240mg/ml) de solução oral. Ampolas com 10 ml (24mg ou 25mg/ml) de solução injetável.
Indicação: Broncospasmo. VO (adultos não-fumantes) IV (adultos fumantes)
Contra-indicações: Hipersensibilidade.Arritmias preexistentes (principalmente taquicardia). Usar cuidadosamente nos casos de disfunção hepática, ICC, úlcera péptica, hipertirioidismo, diabetes mellitus e em crianças.
Grupo a qual pertence o medicamento: Broncodilatador


Atrovente
Nome do sal: Ipratrópio tópico
Indicação: Rinorréia, sobretudo nas rinites crônicas e vasomotoras, tratamento de broncospasmo, DPOC, brônquite crônica, ênfisema e asma.
Apresentações: Frascos de 20ml de solução a 0,025% para inalação, frascos de 15ml(0,020mg/dose) de aerosol dosificador + bocal + aerocâmera. Flaconetes de 2ml.
Contra indicações: Hipersensibilidade à droga, à atropina e aos seus derivados, à lecitina de soja, à soja e ao amendoim. Use cuidadosamente nos casos de glaucomade ângulo fechado, hipertrofia prostática e durante a gestação ou lactação.
Grupo a qual pertence o medicamento: Broncodilatador


Acido Fólico
Indicações:Estados carenciais de ácido fólico. Não deve ser administrado até haver-se descartado o diagnóstico de anemia perniciosa. A deficiência de ácido fólico pode originar a anemia megaloblástica e macrocítica, e glossite. A necessidade de ácido fólico pode aumentar em: anemia hemolítica, hemodiálise crônica, lactentes (de baixo peso ao nascer ou com mães com deficiência de ácido fólico). Síndrome de má absorção associada com doenças do trato hepatobiliar ou do intestino delgado. Preventivo de falhas do fechamento do tubo neural.
Dose:Como complemento dietético: 0,1mg/dia. Esta dose aumenta para até 0,5 a 1mg quando existem estados que produzem um aumento das necessidades. No espru tropical, é utilizada uma dose de 3 a 15mg/dia. Tratamento da deficiência: 0,25 a 1mg/dia até que haja resposta hematológica. Manutenção: 0,4mg ao dia. Doses pediátricas - suplemento dietético: 0,1mg/dia. Aumenta-se a dose para até 0,5 a 1mg quando existem estados que produzem um aumento das necessidades.
Reações adversas: Raras vezes ocorre toxicidade com função renal normal. Não foram descritos outros efeitos colaterais, além de reação alérgica (febre, erupção cutânea). Com grandes doses ocorre coloração amarela na urina, que não requer atenção médica.


Amitriptilina
Apresentação: Comprimidos de 25 mg ou 75 mg.
Indicação: Depressão
Contra indicação: Pacientes em recuperação de IAM. Antecedentes de convulsão. Hiperplasia prostática.
Grupo a qual pertence o medicamento: Antidepressivo


Anfotericina B
É um antifúngico, também usado como antiprotozoário.
É usado nas doenças sistémicas causadas por fungos como a Aspergilose, blastomicose, candidíase disseminada, coccidioidomicose, criptococose, histoplasmose, mucormicose, esporotricose disseminada, e ainda mais raramente na doença causada pelo parasita unicelular Leishmania, a leishmaniose. Estas doenças, com excepção da leishmaníase, são mais graves e comuns em imunodeprimidos, como os doentes com SIDA/AIDS.
Apresentação: cada frasco-ampola contém: anfotericina B 50mg; desoxicolato de sódio aproximadamente 41 mg; tamponado com fosfato de sódio 20,2 mg
Indicações: Antibiotico antifungico
Contra-Indicações
Este produto é contra-indicado para pacientes que apresentam hipersensibilidade a quaisquer componentes da fórmula. Também é contra-indicado durante a gravidez e lactação e a pacientes com insuficiência renal.


Apresoline
Nome do Sal: Apresoline
Forma de Apresentação: Drágea cx c/20. c/25mg ou 50mg cada. EV/IM
Indicação: Hipertensão: Dose inicial 10mg/dose x4, conforme necessário a cada 2-5 dias em 10-25 dias mg/dia cada vez até o máximo de 300 mg/dia / Urgência hipertensiva: EV IM, iniciar c/10 20 mg/dose a cada 4 6 horas. Eclampsia: EV IM: dose inicial de 5 mg mais 5 a 10 mg/ dose a cada 20 a 30 minutos. Insuficiência cardíaca: Dose inicial 10 a 25mg/dose x3-4 e ajustar devagar pela resposta.
Contra-indicações: Taquicardia grave, aneurisma dissecante de aorta, cardiopatia reumática, coronariopatia.
Grupo a qual pertence o medicamento: Anti-hipertensivo. Vasodilatador periférico


Amiodarona
Nomes: atlansil, ancoron, miocoron
Apresentação: Comprimido - 200mg
Indicações: Arritmias ventriculares. Flutter atrial e fibrilação atrial. Profilaxia de taquiarritmias em portadores das síndromes de pré-excitação.
Contra indicação: Hipersensibilidade a amiodarona. Gravidez. Lactação. Doença do nó sinusal. Acentuada bradicardia sinusal sem marca-passo instalado. Bloqueio sinoatrial. Bloqueio AV de segundo e terceiro graus. Hipo ou hipertireoidismo.
Grupo a qual pertence o medicamento: Antiarrítmicos


Albendazol
Nomes: zentel, zolben.
Forma de Apresentação Comprimido mastigável - 400mg Suspensão oral - 40mg/ml
Indicações: Ancilostomíase. Ascaridíase. Enterobíase (oxiuríase). Estrongiloidíase. Giardíase. Teníase. Tricocefalíase. Neurocisticercose. Larva migrans cutânea.
Contra indicação: Gravidez e amamentação. Hipersensibilidade ao albendazol ou a outro benzimidazólico.
Grupo a qual pertence o medicamento: Anti-Helmínticos


Atensina
Nomes: clonidina, clonidin.
Apresentação: comprimidos de 0,100mg, 0,150mg ou 0,200mg; ampolas de 1ml.
Indicações: controle da PA, em psiquiatria trata a hiperatividade com déficit de atenção em crianças; controla abstinência da nicotina, enxaqueca e glaucoma.
Contra-indicações: 1º trimestre da gestação
Grupo a qual pertence o medicamento: Antihipertensivo, vasodilatador.



B


Bromoprida
Nome do Sal: Bromoprida
Forma de Apresentação: Comprimidos de 10mg. Cápsulas de 10mg ou 20mg (liberação prolongada). Frascos com 10 ml ou 20 ml (4mg/ml) de solução oral. Frascos com 10 ml (4mg/ml ou 8mg/ml) ou 20ml (4mg/ml) de gotas (infantil ou adulto). Frascos com 120 ml (1mg/ml) de solução oral (com/sem açúcar). Ampolas com 2 ml (10mg) de solução injetável.
Indicações: Tratamento de náuseas e vômitos. Refluxo gastroesofágico. Radiografia do tubo digestivo, VO (adultos); 10mg, 3 vezes por dia, antes das refeições. VO (crianças): 0,5mg/kg/dia, em 3-4 doses.IM ou IV (adultos): 10-20mg. IM ou IV (crianças): 5mg.
Contra-indicações: Hipersensibilidade. Gestação.
Grupo a qual pertence o medicamento: Procinético


Berotec
Nome do sal: Fenoterol
indicação: Antiasmático e broncodilatador
Diluição: Solução salina
Apresentações: Frascos com 20ml(5mg/dl) de solução oral(gotas). Frascos com 120ml(5mg/10ml- adulto ou 2,5mg/10ml- pediatrico de xarope). Frascos com 10ml(200doses) ou 15ml(300 doses) de aerosol dosificador + earocâmera. Comprimidos de 2,5mg.
Contra indicações: Hipersensibilidade a droga ou sensibilidade aos simpaticomiméticos, cardiomiopatia obstrutiva hipertrófica, taquiarritmia, hipertireoidismo, estenose aórtica subvalvular.
Grupo: Broncodilatador


Bactrim
Apresentação: suspensão vidro 100ml e frasco 100ml, comprimido e ampolas.
Indicações: infecções do trato respiratório alto e baixo, bronquite aguda e crônica, bronquiectasia, pneumonia, faringite, amigdalite, sinusite, otite média, infecções do TV e renais, cistite agudas e crônicas, pielonefrites, prostatites, uretrites, infecções genitais, infecções gastrointestinais, infecções bacterianas.
Grupo: Antiinfeccioso



C


Colagenase
Nome do sal: Colagenase
Indicações: Limpeza de lesões, independentemente de sua origem e localizações: em ulcerações e necroses (úlcera varicosa, úlcera por decúbito, gangrenas das extremidades, especialmente gangrena diabética, congelamentos); em lesões de difícil cura (lesões pós-operatórias, por irradição e por acidentes); antes de transplantes cutâneos.
Forma de Apresentação - Pomada - Bisnaga com 15, 30 e 50 g
Contra-Indicações: Hipersensibilidade aos componentes da fórmula.


Ceftazidima
Nome do Sal: Ceftazidima
Forma de Apresentação: Frascos-ampolas com 1g ou 2g + ampolas de 10ml de diluente. Frascos-ampolas com 1g sem diluente.
Indicação: Tratamento das infecções simples ou múltiplas.
Contra-indicações: Hipersensibilidade à droga ou às outras cefalosporinas. Insuficiência renal. Gestação ou lactação. Use cuidadosamente nos casos de disfunção hepática ou renal e em pacientes sensíveis à penicilina.
Grupo a qual pertence o medicamento: Antibiótico [cefalosporina]


Cedilanide
Nome do sal: Desacetil-lanatosídio C
Indicação: ICC aguda e crônica de todos os tipos( qualquer fase, principalmente as associadas com fibrilação ou flutter supraventricular e aumento da frequência cardíaca em pacientes de todas as idades, taquicardia paroxística supraventricular.
Apresentação: Ampolas de 2ml(0,2mg/ml) de solução injetável.
Contra indicações: Bloqueio AV( completo ou de 2 grau, principalmente 2:1), parada sinusal excessiva. Use cuidadosamente nos casos de côr pulmonale crônico, insuficiência coronáriana, distúrbios eletrolíticos , insuficiência renal ou hepática e em pacientes idosos.
Grupo: Cardiotônico digitálico


Captopril
Nomes: capoten, capotril, hipocatril, captotec.
Apresentação: Comprimido - 12,5mg, 25mg e 50mg
Indicações: Hipertensão arterial. Insuficiência cardíaca congestiva. Infarto agudo do miocárdio.
Contra indicação: Alergia ao captopril ou outro inibidor da ECA. Gravidez, lactação, ICC.
Grupos: Hipotensor arterial (inibidor da ECA), vasodilatador coronariano


Codeína
Nome do sal: Codeína
Grupos: Analgésicos entorpecentes
Forma de apresentação: Frascos de 120ml (3mg/ml) de solução oral.
Comprimidos de 30mg e 60mg.
Indicações: Alívio da dor moderada
Contra-indicações: Hipersensibilidade,diarréia associada com colite pseudomenbranosa causada por cefalosporina, lincomicina ou penicilina, diarréia por envenenamento, depressão respiratoria, alcoolismo, instabilidade emocional, aumento da pressão intracraniana, arritmia, convulsão, disfunções hepática e renal, inflamação intestinal, hipertrofia e obstrução prostática, hipotiroidismo, cirurgias recentes dos tratos GI e urinário e pacientes com tendências suicidas.
Use cuidadosamente nos casos de asma, bronquite, anoxia, IAM, insuficiência coronariana e durante a gestação, a lactação e o trabalho de parto.


Carvedilol
Nome do Sal: Cardilol
Forma de Apresentação: Comprimidos de 3, 125mg, 6,25mg, 12,5mg ou 25mg.
Indicação: Coadjuvante no tratamento da insuficiência cardíaca leve ou moderada (classe II ou III NYHA) de origem isquêmica ou miocárdica, associado com digitálicos, diuréticos ou inibidores da ECA. Anti-hipertensivo e antianginoso.
Contra-indicações: Hipersensibilidade, ICC, Asma brônquica.Síndrome da doença sinusal. Choque cardiogênico.
Grupo a qual pertence o medicamento: Hipotensor arterial, cardiotônico não-digitálico bloqueador beta.


Ciprofloxacino
Nome do Sal: Ciprofloxacino
Forma de Apresentação: Comprimidos de 250mg, 500mg ou 750mg. Frascos-ampolas com 100ml ou 200ml (200mg) de solução para infusão.
Infecções do trato urinário. Infecções ósseas e das articulações. Infecções respiratórias. Infecções da pele e diarréia.
Contra-indicações: Hipersensibilidade às quinolonas. Gestação, lactação e pacientes 18 anos (em estudos com animais, a quinolona causou atrofia naqueles que ainda não tinham atingido a idade adulta.
Grupo a qual pertence o medicamento: Antibacteriano [quinolona]


Ceftriaxona
Nom do Sal: Ceftriaxona
(antibiótico [cefalosporina])
Forma de Apresentação: Frasco-ampolas com 250mg, 500mg, ou 1g + ampolas de 2ml, 3,5ml, 5ml ou 10ml de diluinte. Frascos-ampolas com 1g sem diluinte.
Indicação: Tratamento das infecções por germes sensíveis à ceftriaxona. Sepse, meningite, borreliose de Lyme disseminada. Infecções abdominais, ósseas, e das articulações, da orofaringe, do nariz e do ouvido, da pele, e de tecidos moles e dos tratos geniturinárioe respiratório.
Contra-indicações: Hipersensibilidade à droga ou às outras cefalosporinas.Use cuidadosamente nos casos de disfunção hepática ou renal e em pacientes sensíveis à penicilina.
Diluição:SF 0,9%, SG 5% - Até 1g em 50ml; acima de 1g em 100ml


Ciclosporina
Indicação:Prevenção e tratamento das rejeições aos transplantes renal, cardíaco e hepático (com corticosteeróides). Tratamento da artrite reumatóide ativa severa. Tratamento da poríase severa em pacientes não imunocomprometidos. Controle da colite ulcerativa severa.
Forma de Apresentação: Frascos com 50ml de solução oral. Capsula de 25, 50 ou 100 mg. ampolas de 1 ou 5ml
Contra-indicações:Hipersensibildiade as ciclosporinas ou ao óleo de rícino polioxietilado. Uso concomitante de dissulfiram ou intolerância prévia ao álcool. gestação e lactação (exceto quando os riscos justifiquem o benefícios)
Grupo a qual pertence o medicamento:Imunossupressores


Cloreto de Potássio
Nome do Sal: Cloreto de Potássio
Forma de Apresentação: Solução Oral 60 mg/ml
Indicação: Hipopotassemia com alcalose metabólica ou sem ela, na intoxicação digitálica. Profilaxia da hipopotassemia na cirrose hepática com ascite, diarréia grave, nefropatia com perda de potássio
Contra-indicações: Hiperpotassemia. A relação risco-benefício deverá ser avaliada na presença de acidose metabólica com oligúria, doença de Addison não tratada, insuficiência renal crônica, desidratação aguda, diarréia grave, bloqueio cardíaco agudo ou completo e oligúria.
Grupo a qual pertence o medicamento: Repositores de Eletrólitos


Cefalexina
Nomes: cefanal, keflex, valflex.
Apresentação: Comprimido revestido - 500mg Suspensão oral - 50mg/ml
Indicações: Amigdalite, otite, faringite e sinusite. Infecções respiratórias baixas. Infecção da pele e tecidos moles. Infecção gênito-urinária.
Contra indicação: Pacientes com reações alérgicas às penicilinas e cefalosporinas.
Grupos: Antibiótico


Complexo B
Apresentação: gotas, drágeas, solução injetável ampola de 2ml.
Indicações: estados de hipovitaminose do complexo B e suas manifestações
Vias: VO, IV.
Grupo: Vitamínico, suplemento alimentar


Clindamicina
Nome: Clindamicina, Dalacin C
Indicação: Devido aos efeitos colaterais, seu uso deve ser reservado para infecções severas e quando outros antibióticos menos tóxicos são inadequados. Infecções por bactérias anaeróbias ou cepas susceptíveis de bactérias aeróbias Gram-positivas, como estreptococos, estafilococos e pneumococos. Infecções respiratórias altas e baixas. Infecções da pele e tecidos moles, incluindo acne, furúnculos, celulite, impetigo, abscessos e feridas. Infecções ósseas e articulares. Infecções dentárias.
Diluição: VO: a medicação deve ser administrada com um copo cheio de água e com alimentos.
Forma de Apresentação: comprimido de 300mg. Cápsula de 300mg
Contra-indicação: Pacientes com hipersensibilidade à clindamicina ou à lincomicina. Colite pseudomembranosa prévia. Disfunção renal ou hepática grave. Gravidez ou lactação: segurança ainda não estabelecida.
Grupo a qual pertence: Antibióticos


Clindamicina, Fosfato
Nome: Clinagel, Clindabiotic, Clindacin, Clindacne Gel, Clindarix, Dalacin T, Dalacin V, Fosfato de Clindamicina
Indicação: Dalacin C (fosfato de clindamicina) solução injetável é indicado para o tratamento de infecções causadas por variedades susceptíveis dos seguintes microrganismos sensíveis à clindamicina :
- estreptococos e estafilococos: infecções do trato respiratório superior, infecções da pele e dos tecidos moles, septicemia;
- pneumococos: infecções do trato respiratório superior e inferior;
- bactérias anaeróbicas: infecções do trato respiratório inferior, tais como empiema , pneumonite anaeróbica e abscessos pulmonares; infecções da pele e dos tecidos moles; septicemia ; infecções intra-abdominais, tais como peritonite e abscesso intra-abdominal (tipicamente resultantes de microrganismos anaeróbicos residentes no trato gastrintestinal normal); infecções da pelve e do trato genital femininos, tais como endometrite , abscessos tubo-ovarianos não gonocócicos, celulite pélvica, infecção vaginal pós-cirúrgica e doença inflamatória pélvica (DIP), quando associado a um antibiótico apropriado de espectro Gram-negativo aeróbico.
Dalacin C solução injetável é indicado no tratamento em infecções dentárias causadas por microrganismos susceptíveis
Diluição: / Administração:
Pode ser diluído em glicose 5%, cloreto de sódio 0,9% e ringer lactato.
A concentração não deve ser maior que 18mg/mL.
A taxa de infusão não deve ser maior que 30mg/min.
As taxas de infusão usuais são:
300mg em 50mL de diluente = 10 minutos.
600mg em 50mL de diluente = 20 minutos.
900mg em 50-100mL de diluente = 30 minutos.
1200mg em 100mL de diluente = 40 minutos.
Não é recomendada a administração de mais de 1200 mg em uma infusão única de 1 hora.
Não é recomendada a administração de mais de 600mg em uma única injeção intramuscular.
Forma de Apresentação: Frasco ampola com 6ml ( 150g/ml ). Ampolas com 2ml (300mg ), 4ml ( 600mg) ou 6ml (900mg) de solução injetável. Bisnagas com 20g ou 40g de creme vaginal + aplicadores. Bisnagas com 25g ou 45g de gel. Frasco com 30ml de solução tópica + aplicador.
Contra-indicação: Hipersensibilidade, história de colite pseudomembranosa. Prejuízo hepoático grave. Diarréia. Intolerância prévia ao álcool (solução tópica)
Grupo a qual pertence: Antibióticos



D


Digoxina

Indicação: ICC, taquicardia supraventricular, fibrilação e flutter atriais
Forma de Apresentação: comprimido de 0,25 mg. Frascos de 60 ml de elixar. Frascos de 10 ml de solução/gotas. Ampolas de 2 ml
Contra-indicação: fibrilação e taquicardia ventricular, exceto quando devido a ICC
Grupo a qual pertence o medicamento: Carditônico digitalico


Dipirona
Nomes: anador, novalgina, magnopyrol. Apresentação: Solução injetável, Solução oral, supositório.
Indicações: Antitérmico e analgésico.
Contra indicação: Pacientes com intolerância conhecida aos derivados pirazolônicos, porfiria hepática e deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase.


Dimeticona
Nomes: luftal, flagass.
Apresentação: Adulto: 40mg a 80mg VO
Indicações: fisiose, preparo de exames radiológicos e endoscópicos do tubo digestivo.
Contra-indicações: hipersensibilidade ao fármaco, gestação, lactação
Grupos: Antiflatos, antifisético



Dolantina
(Petidina)
Forma de Apresentação: Solução injetável amp.emb c/25 de 2ml IM/EV. Composição inj.cloridato de petidina 50mg por ml.
Indicação: Analgesia: Dose 50 150 mg/dose IM ou EV lento ( 2 a 3 minutos). Analgesia Obstétrica: 50 a 100mg/dose repetida até 3 vezes em intervalos de 3 a 4 horas.
Contra-indicação: Nunca associar c/IMAO
Grupo a qual pertence o medicamento: Analgésico


Diazepan
Nomes: valium, bialzepan.
Apresentações: solução injetável: ampola de 2ml, comprimido 2, 5,10mg.VO, IV, IM.
Indicações: tratamento de ansiedade, relaxante muscular, alivio sintomático da abstinência alcoólica, anticonvulsivante e pré-anestésico, sedativo em endoscopia.
Contra-indicações: miastenia grave, glaucoma, depressão respiratória, hipertrofia prostática, obstrução pilórica e estados depressivos graves.
Grupos: Ansiolitico e tranqüilizante


Dobutamina
Nomes: dobuton, cloridrato de dobutamina, celotrex.
Apresentação: Solução injetável - 250mg
Indicações: Como suporte inotrópico em quadros de baixo débito cardíaco em infarto agudo do miocárdio, cardiomiopatias, cirurgia cardíaca e septicemias, quando a pressão arterial for acima de 70 mmHg e a pressão capilar pulmonar for 18 mmHg, sem sinais de choque.
Contra indicação: Hipersensibilidade à droga, hipovolemia, IAM
Grupos: Cardiotônico não-digitálico


Dopamina
Nomes: revivan, vasomine, dopabane
Apresentação: Solução injetável - 5mg/ml
Indicações: Correção do desequilíbrio hemodinâmico conseqüente do choque, traumas, hemorragias, hipotensão e insuficiência renal:
Contra indicação: Pacientes com feocromocitoma. Hipersensibilidade a sulfitos.
Grupos: Vasoconstritor e hipertensor, Cardiotônico não-digitálico.


Dulcolax
Nome do Sal: Bisacodil
Forma de Apresentação: Drágeas: embalagem com 20 drágeas. Supositórios: embalagem com 6 supositórios
Indicação: indicado nos casos de constipação intestinal. Nos procedimentos diagnósticos, no pré e pós-operatório e em condições que exigem uma evacuação facilitada
Contra-indicações: contra-indicado nos casos de íleo, obstrução intestinal, quadros abdominais cirúrgicos agudos, como apendicite aguda, doenças inflamatórias agudas do intestino e em casos de intensa desidratação é também contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade a substâncias do grupo triarilmetano e/ou a qualquer componente da fórmula.
Grupo a qual pertence o medicamento: Laxantes



E


Espirolactona
(Aldactone, Espironolactona)
Nome do Sal: Espirolactona
Indicações: Neutraliza a perda de potássio causada por outros agentes (tiazidas) no tratamento de edema ou hipertensão. Hiperaldosteronismo.
Forma de apresentação: Comprimidos de 25mg e 100mg. Comprimidos revestidos de 50mg.
Contra-indicação: Hipersensibilidade e hipercalemia. Use cuidadosamente nos casos de disfunção hepática, insuficiência renal (nitrogênio uréico 30mg/dl ou clearence de creatinina 30ml/min.) e em pacientes geriátricos ou debilitados ou naqueles diabetes meliitus (maior risco de hipercalemia). Gestação, lactação e crianças (segurança ainda não estabelecida).
Grupo a qual pertence o medicamento: Diurético poupador de potássio.


Enalapril
Nome do Sal: Enalapril
Forma de Apresentação: apresentado em caixas com 10, 20 e 30 comprimidos de 5 mg, 10 mg, 20 mg e 40 mg e em caixas com 10, 20, 30 e 100 comprimidos de 2,5 mg.
Indicação: é indicado para o tratamento de todos os graus de hipertensão essencial, tratamento da hipertensão renovascular e todos os graus de insuficiência cardíaca. Em pacientes com insuficiência cardíaca sintomática, também é indicado para aumentar a sobrevida, retardar a progressão para insuficiência cardíaca e reduzir as hospitalizações por insuficiência cardíaca.
Contra-indicações: é contra-indicado para pacientes com hipersensibilidade a qualquer um de seus componentes, pacientes com histórico de edema angioneurótico relacionado a utilização de inibidores da enzima conversora de angiotensina e pacientes com angioedema hereditário ou idiopático.
Grupo a qual pertence o medicamento: Anti-hipertensivos.



F


Furosemida
Nome do Sal: Furosemida
Forma de Apresentação: Comprimidos de 40mg. Ampolas com 2 ml (10mg/ml) de solução injetável.
Indicação: Tratamento do edema devido a ICC ou distúrbios hepáticos ou renais. Tratamento da hipertensão arterial.
Outras Indicações: Tratamento da hipercalcêmica maligna.
Contra-indicações: Hipersensibilidade. Possibilidade de reatividade cruzada com tiazidas e sulfonamidas.Intolerância prévia ao álcool (algumas formulações líquidas). Distúrbios hidreletrolítico preexistente não-corrigido. Coma hepático ou anúria.
Grupo a qual pertence o medicamento: Diurético depletor de potássio, diurético de alça.


Fenobarbital
Indicação: Anticonvulsivante, Sedação pré-operatória, hipnótico (a curto prazo)
Diluição: Cada 100mg diluir em 10ml de água destilada ou soro fisiológico 0,9%
Forma de Apresentação: Comprimidos 500mg e 100mg. Frascos de 20ml de diluição oral. Frascos plásticos gotejadores de 20ml (40mg/ml) de solução oral. Ampolas de 2ml e 1ml (200mg/ml de sol. Oral)
Contra-Indicação: Hipersensibilidade, dor severa sem controle, intolerância ao álcool, depressão do SNC
Grupo a qual pertence o medicamento: Antiepilético


Fenitoína
Nomes: Epelin, hidantal, unifenitoin.
Apresentação: Solução oral cápsulas de 100mg, comprimidos de 100mg.
Indicações: convulsão, epilepsia, estado epilético, nevralgia do trigêmeo.
Contra indicação: Alterações sanguíneas e psiquiátricas, constipação, confusão mental, cefaléia, gengivite, insônia, náuseas, necrose, hipotensão, tontura, vômitos
Grupos: Anticonvulsivante, antinevralgico, antiepiletico


Foraseq
Nome do Sal: Fumarato de formoterol e budesonida
Forma de Apresentação: Cápsula contendo pó seco para inalação, Embalagens com 60 cápsulas de fumarato de formoterol + 60 cápsulas de budesonida e um inalador.
Indicação: é indicado para profilaxia e tratamento das broncoconstrições em pacientes com doença obstrutiva reversível de vias aéreas, tais como a asma brônquica e bronquite crônica, com ou sem enfisema. Profilaxia de broncoespasmo induzido por alérgenos inalados, ar frio ou exercício.
Contra-indicações: O uso de FORASEQ é contra-indicado a pacientes com alergia à budesonida e/ou formoterol ou à lactose. A budesonida também é contra-indicada em pacientes com tuberculose pulmonar ativa.
Grupo a qual pertence o medicamento: broncodilatador



G


Glibenclamida
Nome do Sal: Glibenclamida
Indicação: Diabete mellitus tipo II
Formas de apresentação: Comprimidos de 5mg
Contra-indicação: Hipersensibilidade . Diabetes melitus tipo I, coma diabético, descompensação metabólica do diabetes, insuficiência renalo grave, gestação ou lactação.
Grupo a qual pertence o medicamento antidiabéticos ou hipoglicemiantes oral



H


Hidralazina, Cloridrato
(Apresolina,Lowpress,Nepresol)
Apresentação comprimidos de 25 mg e 50 mg. Ampolas de 1 ml com 20 mg.
Via de Administração V.O. ou I.V.
Grupo Hipotensor.
Mecanismo de Ação atua diretamente na musculatura do vaso, causando vasodilatação arteriolar.
Início do efeito I.V.: 5 minutos; V.O.: 20 a 30 minutos.
Nível Sangüíneo I.V.: imediato; V.O.: 2 horas.
Indicação hipertensão essencial, ICC. Adulto: dose inicial V.O. 10 mg 4 vezes ao dia durante 2 a 4 dias. Aumente gradualmente conforme prescrição médica. Use a via I. V. quando a V.O. não puder ser usada, 20 mg a 40 mg de 6/6 horas.
Reação Adversa:
SNC cefaléia, neurite periférica, tontura, tremor, reação psicótica caracterizada por depressão, desorientação, ansiedade.
SCV palpitação, taquicardia, angina pectoris, hipotensão.
SGI anorexia, náusea, vômito, diarréia, constipação, íleo paralítico.
SGU dificuldade de urinar, impotência.
PELE rash, urticária, prurido.
OUTROS febre, calafrio, artralgia, eosinofilia, conjuntivite, congestão nasal, rubor e edema, câimbra muscular, esplenomegalia, dispnéia.
Interação:
Diazóxido use cuidadosamente, pous pode causar hipotensão grave.
Contra-Indicação: contra-indicado para paciente hipersensível à droga, insuficiência da válvula mitral.


Heparina
Nomes: heparin, reptar, liquemine, actparin.
Apresentação: Solução injetável SC ampolas com 0,25ml (5.000UI).Solução injetável IV ampolas com 5ml (25.000UI)
Indicações: anticoagulante indicado para profilaxia e tratamento de trombose e embolia.
Contra indicação: Trombocitopenia, hemorragia e hipersensibilidade
Grupos: Anticoagulante


Hidrocortizona
Nome do sal: Hidrocortisona
Grupos: Hormônio supra-renal, corticosteróide.
Forma de apresentação: Frascos- ampolas com 100mg e 500mg de pó liofilizado para solução injetável (IM ou IV) + ampolas de 2ml e 4 ml ou 5ml de diluente.
Indicações: Controle da insuficiência adrenocortical. O uso crônico em outras situações está limitado devido a sua potente atividade mineralocorticoide.
Contra-indicações: Infecções ativas sem controle (pode ser usada em pacientes que estejam recebendo tratamento para meningite tuberculosa). Alguns produtos contém álcool, bissulfitos ou tartrazina e devem ser evitados em pacientes com hipersensibilidade ou intolerância prévia. Lactação (recomenda-se evitar o uso crônico).
Use cuidadosamente nos casos de estresse (cirurgia, infecções; podem ser necessárias doses suplementares), infecções potenciais (podem mascarar os sinais de febre ou inflamação), durante tratamento crônico (causa supressão adrenal; recomenda-se usar a dose mais baixa possível durante períodos mais curtos) e em crianças (o uso crônico prejudica as taxas de crescimento; recomenda-se usar a dose mais baixa possível durante períodos mais curtos). Gestação (segurança ainda não estabelecida).



I


Insulina Humana Regular
Nome do Sal: Insulina Humana Regular
Forma de Apresentação: Frascos-ampolas de 5ml (100 UI/ml) + refis de 3ml.Frascos-ampolas de 10ml (100 UI/ml) + refis de 1,5ml e 3ml (100 UI/ml).
Indicação: Tratamento da diabetes insulinodependente (tipo 2). Pacientes que fracassaram em um teste adequado de dieta, exercícios e agentes antidiabéticos orais. A posologia é altamente individualizada e também depende do(s) tipo(s) de preparação insulínica em uso.
Contra-indicações: Hipersensibilidade à droga ou às carnes suínas e bovinas. Use cuidadosamente durante a gestação ou lactção.
Grupo a qual pertence o medicamento: Antidiabéticos


Insulina NPH
Nome do Sal: Insulina humana NPH
Forma de Apresentação: 1 Frasco-ampola de 10 mL contendo suspensão injetável de insulina humana monocomponente na concentração de 100 UI/mL.
Indicação: é indicada para o tratamento do diabetes mellitus tipo 1 e do diabetes mellitus tipo 2, em caso de falha secundária de antidiabéticos orais. A insulina humana é especialmente indicada nos casos de resistência ou alergia às insulinas de origem suína ou mista. Indicações complementares: Diabetes gestacional .A insulina NPH não deve ser utilizada nos quadros de cetoacidose diabética.
Contra-indicações: A insulina é contra-indicada na hipoglicemia. Qualquer mudança de insulina deve ser feita com precaução e somente sob supervisão médica. Mudanças de origem (humana, suína ou mista), de formulação (regular, NPH, lenta, etc), de grau de purificação (altamente purificada ou monocomponente) e/ou de fabricante, podem resultar em necessidade de adaptação de dose e devem ser cuidadosamente monitorizadas.
Grupo a qual pertence o medicamento: Antidiabéticos


Isoniazida
Nome do Sal: Isoniazida
Forma de Apresentação: Caixas com 50 envelopes com 10 comprimidos
Indicação: A Isoniazida está indicada, em associações com outras drogas, em todas as formas de tuberculose causadas por bactérias sensíveis.
Contra-indicações: Hipersensibilidade ao produto. Na hepatopatia grave, o uso deve ser cauteloso e com acompanhamento mais freqüente
Grupo a qual pertence o medicamento: Antibacterianos



K


KCL 10%
Nome do Sal: Cloreto de Potássio
Forma de Apresentação: Solução Oral 60 mg/ml
Indicação: Utilizado no tratamento da hipopotassemia e na reposição do potássio
Contra-indicações: Insuficiência renal com oligúria, anúria ou azotemia. Doença de Addison não tratada. Adinansia episódica hereditária. Desidratação aguda.
Grupo a qual pertence o medicamento: Repositores de Eletrólitos



L


Losartan
Nome do sal: Losartana
Grupos: Hipotensor arterial, antagonista dos receptores de angiotensina II
Forma de apresentação: Comprimidos de 12,5mg, 25mg ou 50mg.
Indicações: Hipertensão, insuficiência cardiaca em combinação com diuréticos e digitálicos.
Contra-indicações: Hipersensibilidade. Gestação ou lactação. Use cuidadosamente nos casos de disfunção renal ou hepática e de hipotensão.


Loperamida, Cloridrato
(Diaseg,Imosec)
Apresentação: comprimidos de 2 mg
Via de Administração - V.O.
Grupo - Antidiarréico
Mecanismo de Ação diminui a motilidade intestinal, inibindo a peristalse através do efeito direto nos músculos da parede intestinal.
Início de Efeito variável.
Nível Sangüíneo 5 horas.
Indicação tratamento de diarréia associada a inflamação intestinal.
Diarréia aguda e crônica: dose inicial 4 mg seguida de 2 mg após cada episódio de diarréia. Não exceda 16 mg/dia.
Reação Adversa:
SNC: tontura, sonolência, cansaço, depressão.
SGI: MEGACÓLON, náusea, vômito, dor abdominal, constipação, irritação GI, boca seca.
PELE: rash.
Interação: não é significativa.
Contra Indicação: contra-indicado para paciente hipersensível à droga, constipação, diarréia causada por E. coli, Salmonella, Shigella. Use cuidadosamente em paciente com disfunção hepática, colite ulcerativa aguda, gestação e lactação.



M


Monocordil
Nomes: isordil
Apresentação: comprimido 20 e 40mg, ampola 10mg, cápsulas 50mg.
Indicações: manutenção de insuficiência coronária, angina, insuficiência cardíaca aguda ou crônica.
Contra-indicações: hipotensão arterial, sensibilidade à droga.


Marevam
Nome do Sal: Varfarina Sódica
Forma de Apresentação: Caixas contendo 10 e 30 comprimidos de 5mg.
Indicação: varfarina, como todos os anticoagulantes orais, é eficaz, na prevenção primária e secundária do tromboembolismo venoso,na prevenção do embolismo sistêmico em pacientes com prótese de válvulas cardíacas ou fibrilação atrial,na prevenção do acidente vascular cerebral, infarto recorrente e de morte em pacientes com infarto agudo do miocárdio e na prevenção do embolismo sistêmico em pacientes com doença valvular cardíaca.
Contra-indicações: Grave doença hepática ou renal, hemorragias,hipertensão arterial grave não controlada.,endocardite bacteriana.Conhecida hipersensibilidade à varfarina.Nas primeiras 24 (vinte e quatro) horas após cirurgia ou parto. A varfarina não deve ser utilizada na gravidez, especialmente durante o primeiro trimestre, devido a possibilidade de má formação fetal. Administração à gestante, em estádios mais avançados da gravidez, está associada à hemorragia fetal e aumento da taxa de aborto.
Grupo a qual pertence o medicamento: Anticoagulante oral pertencente à classe dos antagonistas da vitamina k.


Metformina
(Cloridrato de Metformina)
Forma de Apresentação: Comprimidos 500 850 1000mg [30]
Indicação: A principal indicação para a metformina é o diabetes mellitus tipo 2, principalmente em pessoas obesas e quando acompanhado de resistência à insulina. A metformina reduz a ocorrência de todas as complicações do diabetes, sendo que é o único antidiabético oral comprovadamente capaz de prevenir suas complicações cardiovasculares e parece ter a melhor relação risco-benefício dentre todos os antidiabéticos, mesmo os de desenvolvimento mais recente.
Contra-indicações: Gravidez, creatinina 1,5,disfunção hepática, hepatite alcoólica, cetoacidose.
Grupo a qual pertence o medicamento: Hipoglicemina oral do grupo biguanida (Diabetes tipo II)


Minipress
Apresentação: cápsulas de 1, 2, 4mg.
Indicações: hipertensão primaria e secundaria
Contra-indicações: hipersensibilidade as quinazolinas
Grupos: antihipertensivo


Metildopa
Nomes: aldomet, dopamet.
Apresentação: comprimidos de 250mg, 500mg.
Indicações: doença cardíaca isquêmica, hipertensão arterial, disfunção diastólica.
Contra-indicações: hipersensibilidade ao fármaco
Grupos: Hipotensor arterial


Midazolan
Nomes: dormire, dormiun
Indicações: insônia, sedação pré-cirúrgica
Contra indicação: Hipersensibilidade a droga e a benzodiazepinas, como terapêutica primaria da insônia em psicoses e depressões graves, em crianças, lesão cerebral orgânica, IR grave, disfunção hepática, apneia do sono ou miastenia grave
Grupos: Hipnótico


Metoclopramida
Nomes: plasil, cloridrato de metoclopramida, metoplamin.
Indicações: Náusea e vômito de origem central e periférica. Estimulante da peristalse e adjuvante do esvaziamento gastrointestinal. Esofagite de refluxo. Procedimentos radiológicos do tubo digestivo.
Apresentação: Adulto: 1 a 3 ampolas ao dia, IM ou IV. Crianças: até 0,5mg/kg/dia VO.
Contra indicação: Hipersensibilidade a metoclopramida. Síndrome de Parkinson, outras doenças extrapiramidais e epilepsia. Feocromocitoma. Obstrução ou perfuração gastrointestinal, hemorragia digestiva.
Grupo: Antiemético


Metronidazol
Nomes: etiogyn, flagyl, metronidazol, metronide, metronix, pirantrix
Apresentação: solução injetável. Cada 100 ml a 0,5% contém 500 mg de metronidazol.
Mecanismo de Ação: amebicida de ação direta intestinal e extra-intestinal.
Indicações: tramento de infecções simples ou múltiplas.
Contra-indicações: essa droga mostrou-se carcinogênica em ratos. Use cuidadosamente em pacientes com história de discrasia sangüínea, distúrbio de SNC ou problemas visuais. Administre com cuidado a paciente com disfunção hepática, alcoolismo ou que usa drogas hpatotóxicas.
Grupos: Antimicrobiano



N


N-Butilescopolamina
Nomes: buscopan, brometo de buscopan.
Apresentação: Solução injetável - 20mg/ml
Indicações: Espasmo gastrointestinal. Espasmo e discinesia biliar. Espasmo do trato gênito-urinário.
Contra indicação: Miastenia graves. Megacólon. Glaucoma descompensado.Hipertrofia
Grupos: Antiespasmódicos


Nifedipina
Nomes: adalat, adalex, cardalin, nifadil, oxcord.
Apresentação: cápsulas de 10, 20 ou 40mg, comprimidos de 20,30 ou 60mg.
Indicações: doença arterial coronária, angina pectoris estável, hipertensão arterial, crise hipertensiva.
Contra-indicações: hipersensibilidade a medicação, gestação.
Grupo: Hipotensor arterial (bloqueador dos canais de cálcio), vasodilatador coronariano.



O


Oxacilina
(Oxacil, staficilin-N)
Nome do Sal: Isoxazolilpenicilina
Indicações: Infecções de VAS, pele e tecidos moles.
Forma de apresentação: Frasco-ampolas com 500mg de pó para solução injetável + ampolas de 3ml de diluente. Cápsulas de 250mg e 500mg.
Contra-indicação: Hipersensibilidade à droga, às penicilinas ou cefalosporinas. Use cuidadosamente nos casos de disfunção renal e durante a gestação ou lactação (possível desenvolvimento de diarréia e candidíase no lactente).
Grupo a qual pertence o medicamento: Penicilinas Semi-Sintéticas.


Omeprazol
(Bioprazol, Estomepe, Fegran)
Nome do Sal: Omeprazol
Indicações: Esofagite erosiva. Úlcera duodenal. Úlcera gástrica.
Forma de apresentação: Capsulas de 10mg, 20mg e 40mg. Frascos-ampolas com 40mg + ampolas de 10ml de solvente.
Contra-indicação: Hipersensibilidade. Use cuidadosamente durante a gestação ou lactação.
Grupo a qual pertence o medicamento: Inibidor da bomba de prótons, (antiúlcera péptica).


Óleo Mineral
Nome: Mineróleo 100%, Nujol, Oilatum, Óleo Mineral
Indicações: Como laxante suave, para pele ressecada e áspera.
Diluição: Adultos: 15 ml (1 colher de sopa) à noite e outra dosagem no dia seguinte ao despertar. Caso não obtenha êxito, aumentar a dosagem para 30ml (2 colheres de sopa) à noite, e 15ml de manhã. Crianças maiores de 6 anos: de 1 a 2ml por kg de peso à noite ou pela manhã. Crianças menores de 6 anos: consulte o seu médico.
Forma de Apresentação: Frasco com 100ml, 120ml e 200ml. Barras de 100g.
Contra-indicações: Deve-se evitar o uso na presença de náuseas, vômito, dor abdominal, gravidez, dificuldade de deglutição, refluxo gastroesofágico e em pacientes acamados. Esse medicamento é contra-indicado para crianças menores de 6 anos.
Grupo a qual pertence: laxativo lubrificante



P


Pondera
Nome do Sal: Paroxetina
Forma de Apresentação: Comprimidos sulcados revestidos: Embalagens com 10, 20 e 30 comprimidos de 20 mg. Embalagens com 10 e 30 comprimidos de 30 mg.
Indicação: Tratamento da depressão, incluindo as formas graves e as acompanhadas por ansiedade. Também indicado para o tratamento dos sintomas do transtorno obsessivo-compulsivo e para o tratamento dos sintomas da doença do pânico com ou sem agorafobia e fobia social.
Contra-indicações: Hipersensibilidade à droga ou a qualquer componente do produto. Não deve ser usado concomitantemente com inibidores da MAO.
Grupo a qual pertence o medicamento: antidepressivo


Paracetamol
Nomes: tylenol
Apresentação: Comprimido revestido - 500mg/750mg Solução oral - 200mg/ml
Indicações: Analgésico e antitérmico.
Contra indicação: Hipersensibilidade à droga. Pacientes com deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase.
Grupos: Analgésicos e Antitérmicos


Prometazina
Nome do sal: Cloridrato de prometazina
Indicações: Choque Anafilático, reações alérgicas, reações medicamentosas, cinetose, potenciador dos drepessores do SNC.
Forma de apresentação: Cada ampola de 2 ml contém 25mg de cloridrato de prometazina e cada comprimido contém 25 mg de cloridrato de prometazina, caixa com 50 ampolas e caixa com 200 comprimidos.
Contra indicação: é contra-indicada em casos de dermatoses infectadas ou irritadas, eczemas e lesões exsudativas.
Grupo a qual pertence o medicamento: Anti-histamínico, antiemético, antivertiginoso, hipnótico, sedativo


Pressat
Nome do sal: Anlodipina
Indicações: Pressat é indicado como monodroga no tratamento da hipertensão arterial ou em associação com outros agentes anti-hipertensivos (diuréticos tiazídicos, betabloqueadores adrenérgicos e inibidores da ECA). No tratamento da isquemia miocárdica, devido tanto à obstrução fixa (angina estável), como a vasoespasmo/vasoconstrição (angina de Prinzmetal ou angina variante) da vasculatura coronária. O Pressat pode ser usado em situações clínicas sugestivas, mas não confirmadas, de possível componente vasoespástico/vasoconstritor. Pode ser usado isolado como monoterapia ou em combinação com outras drogas antianginosas em pacientes com angina refratária a nitratos e/ou doses adequadas de betabloqueadores.
Forma de apresentação: caixas com 20 comprimidos de 5 mg e caixas com 20 comprimidos de 10 mg.
Contra-Indicações: O besilato de amlodipina é contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade às diidropiridinas, ou a qualquer um dos componentes da fórmula.
Grupo a qual pertence o medicamento: inibidor do influxo do íon de cálcio, anti-hipertensivo.


Prednisona
Nome do Sal: Prednisona
Indicação:Tratamento de uma ampla variedade de doenças crônicas (inflamatórias, alérgicas, hematológicas, neoplásicas e auto-imunes), esclerose multipla,terapia adjuntiva de pneumonia por pneumocystis carinii em pacientes com AIDS, nefrose.
Forma de Apresentação: comprimidos de 5, 20 ou 50mg
Contra-indicações: hirsensibilidade ou intolerância prévia ao álcool, bissulfitos ou tartazina. infecções ativas sem tratamento (exceto em pacientes que estejam sob tratamento de meningite tuberculosa). lactação(evitar o uso crônico)
Grupo a qual pertence o medicamento: corticosteróides


Pentoxifilina
Indicação: distúrbios oclusivos da circulação arterial periférica e arteriovenosos de origem aterosclerotica ou diabética (claudicação intermitente, dor em repouso). Angioneuropatias (parestesias, acrocianose, doença de Raynaud). Distúrbios troficos(ulcerações nas pernas e gangrena). Distúrbios circulatórios cerebrais (isquemia e estados pos-apopleticos, seqüelas de arteriosclerose cerebral, como vertigem amnésia, insônia e dificil de concentração), oculares ou do ouvido interno.
Forma de Apresentação comprimidos de 400mg e 600mg. Ampolas de 5ml (100mg) de solução injetavel.
Contra-indicações: hipersensibilidade/intolerância aos outros derivados da xantina (cafeína e teofilina)
Diluição: facilmente solúvel em diclorometano; ligeriamente solúvel em etanol (96%); muito pouco solúvel em éter.
Grupo a qual pertence o medicamento: Antiagregante plaquetário



R


Ranitidina
Nome do sal: Ranitidina
Indicação: Profilaxia e tratamento da úlcera gastroduedenal; estados hipersecretórios patológicos; esofagite e refluxo; hemorragia gastrintestinal alta; profilaxia da pneumonite por aspiração.
Diluição: IV direto diluir em 15 ml em AD
Forma de apresentação: comprimidos de 100mg, 150 mg e 300mg. Ampolas de 2 ml ou 5 ml (50mg) de solução injetável. Frascos de 120 ml (150 mg) + copo medida (10ml) de xarope.
Contra-indicação: Hipersensibilidade e durante a lactação.
Grupos: antagonista de H2 e antiúlcera péptica.


Rifampicina
Nome do Sal: Rifampicina
Forma de Apresentação: Caixas com 50 envelopes com 10 comprimidos.
Indicação: A Rifampicina está indicada para o tratamento das diversas formas de tuberculose e hanseníase, causadas por microrganismos sensíveis, mesmo que em associação com outros antibacterianos, na tentativa de diminuir a resistência. É também o fármaco de escolha no tratamento de portadores nasofaringeos de Neisseria meningitides de indivíduos que mantiveram contato com portadores de meningite miningocócica ou de crianças pequenas e sem imunização específica, que tiveram contato familiar com miningite pelo Hemófilo B.
Contra-indicações: Pacientes com história anterior de hipersensibilidade às rifamicinas ou portadores de insuficiência hepática, pelo risco de agravamento deste quadro e ainda, uso concomitante de contraceptivos orais ou fármacos hepatotóxicos, insuficiência renal grave, gravidez e lactação.
Grupo a qual pertence o medicamento: antibiótico bactericida.

RIFOCINA SPRAY (Sanofi-Aventis).



Composição

Rifamicina SV.

Indicação
Antibiótico.
Apresentação
Frascos com 20 ml.

RITMONORM (Abbott).
Cloridrato de propafenona

Indicações

Tratamento e profilaxia de extra-sistolias ventriculares e supraventriculares, taquicardias e taquiarritmias ventriculares e supraventriculares e síndrome de Wolff-Parkinson-White.

Contra-indicações

Insuficiência cardíaca manifesta, choque cardiogênico (exceto quando causado por taquiarritmia), bradicardia acentuada (abaixo de 50 bpm), transtornos preexistentes de alto grau da condução sinusal, atrioventricular e intraventricular, síndrome do nódulo sinusal, doença pulmonar obstrutiva grave, transtornos manifestos do metabolismo eletrolítico, hipotensão acentuada, hipersensibilidade ao cloridrato de propafenona e miastenia grave. Precauções e advertências: Durante a gravidez, só deve ser administrado se for efetivamente necessário, devendo ser evitado principalmente no primeiro trimestre. Não se recomenda uso durante a amamentação. Utilizar com cautela na disfunção hepática e/ou renal e em quadros de broncoespasmo. Recomenda-se ajuste da dose para pessoas idosas e/ou debilitadas. Evitar ingestão de bebidas alcoólicas durante o tratamento. Recomenda-se o controle da função do marca-passo durante o tratamento. Interações medicamentosas: Anestésicos locais, betabloqueadores, antidepressivos tricíclicos, propranolol, metoprolol, digoxina, cimetidina, anticoagulantes orais.

Reações adversas

Inapetência, sensação de plenitude, náusea, vômitos, sabor amargo, sensação anestésica na boca, visão turva, vertigem e, muito raramente, cansaço, cefaléia, inquietação, pesadelos, transtornos do sono, transtornos psíquicos, como estados de ansiedade e confusão, assim como sintomas extrapiramidais. Outros sintomas: Enrijecimento facial, prurido, exantema ou urticária, transtornos ortostáticos da circulação, bradicardia, bloqueios SA, AV ou IV, colestase, diminuição do numero de leucócitos, granulócitos ou plaquetas.

Posologia

Comprimidos: Dose mínima: 450 mg/dia (1/2 comprimido, 3 vezes ao dia). Dose média: 600 mg/dia (1 comprimido, 2 vezes ao dia). Dose máxima: 900 mg/dia (1 comprimido, 3 vezes ao dia). Solução injetável: A dose deve ser individualizada e determinada sob monitorização do ECG e da pressão arterial. Quando administrando infusões, é necessária monitorização cuidadosa do ECG (intervalo QRS, intervalo PR e intervalo QT) e dos parâmetros circulatórios. Dose única: A injeção pode ser feita em dose única de 1 mg/kg de peso. O efeito terapêutico desejado pode ser alcançado com 0,5 mg/kg de peso e, se necessário, pode chegar a 2 mg/kg de peso. O tratamento deve ser iniciado com a menor dose possível, enquanto o paciente deve estar sob monitorização eletrocardiografica e da pressão arterial. A injeção intravenosa deve ser feita lentamente, num período de 3 a 5 minutos e o intervalo entre as injeções não deve ser menor que 90 a 120 min. Se houver alargamento do QRS ou prolongamento maior que 20% do intervalo QR dependente da freqüência, a injeção deve ser suspensa imediatamente. Infusão em curto prazo: Quando a administração de cloridrato de propafenona for feita em forma de infusão de curto prazo em 1 a 3 horas, a dose varia de 0,5 a 1 mg/minuto. Infusão intravenosa lenta: Quando a administração de cloridrato de propafenona for feita em forma de infusão intravenosa lenta, a dose máxima diária é geralmente 560 mg. Deve-se utilizar solução glicosada a 5% ou de frutose a 5% para preparar a infusão. O uso de solução fisiológica pode precipitar o cloridrato de propafenona. Superdosagem: Deve se realizar monitorização eletrocardiográfica e hemodinâmica, medidas gerais de suporte, assim como aquelas especificas para cada situação (agentes inotrópicos e/ou vasopressores, estimulação elétrica, correção hidroeletrolitica). Em casos extremamente raros, a administração de uma superdose de cloridrato de propafenona pode levar a fenômenos convulsivos.

Apresentação

Comprimido revestido: Embalagem com 20 comprimidos revestidos sulcados com 300 mg. Solução injetável: Embalagem com 6 ampolas de 20 ml com 70 mg.

ROHYPNOL (Roche).
Composição

Flunitrazepam.

Indicação
Hipnótico.
Apresentação
Caixas com 20 e 30 comprimidos de 1 mg


SAL DE FRUTA ENO (GlaxoSmithkline Consumer Healthcare).

Composição
Bicarbonato de sódio, ácido cítrico, carbonato de sódio.
Indicação

Antiácido.

Apresentação
Frasco com 100 g; envelope de 5 g (nos sabores tradicional, laranja, guaraná e limão).

SCAFLAM (Mantecorp).
Composição

Nimessulida.

Indicação

Antiinflamatório.
Apresentação
Cartucho com 12 comprimidos de 100 mg; embalagem com 12 envelopes de granulado com 100 mg; frasco com 15 ml de suspensão com 50 mg/ml (gotas); frasco com 60 ml de suspensão com 10 mg/5ml.

SINVASTATINA (Medley).
Indicação

Antilipêmico.

Apresentação
Embalagens com 30 comprimidos de 5, 10 e 20 mg; embalagens com 30 e 60 comprimidos de 40 mg; embalagens com 10 e 30 comprimidos de 80 mg.


SULFATO DE NEOMICINA + BACITRACINA (Sanval).

Indicação

Antibiótico tópico.

Apresentação
Embalagens com 1 e 50 bisnagas com 10, 15 e 50g.

TAGAMET (GlaxoSmithkline).

Cimetidina
Composição

Cada comprimido revestido contém: Cimetidina 200 mg ou 400 mg; Excipientes q.s.p. 1 comprimido. Excipientes: Laurilsulfato de sódio, amido de milho, estearato de magnésio, celulose microcristalina, amidoglicolato de sódio, polivinilpirrolidona, corante amarelo ocre cosmético, corante azul FDC nº 2 , Opadry Y-5-11290.

Indicações

TAGAMET® é indicado no tratamento dos distúrbios do trato gastrintestinal superior, nos quais a redução da secreção ácida, a obtenção da remissão e a prevenção da recorrência sejam benéficas para o alívio sintomático: no tratamento agudo da úlcera duodenal, úlcera gástrica benigna, úlcera de boca anastomótica e pós-cirúrgica, úlcera péptica recorrente e esofagite péptica; no controle de condições hipersecretórias patológicas, como a síndrome de Zollinger-Ellison, na mastocitose sistêmica, adenomas endócrinos múltiplos, síndrome pós-operatória de intestino curto, hipersecreção idiopática; na prevenção das úlceras de estresse em pacientes gravemente enfermos e de alto risco, e também como medida de apoio no controle de hemorragia devido a úlceras pépticas ou erosões do trato gastrintestinal superior; nos pacientes sob anestesia geral e, inclusive, em mulheres submetidas a cesarianas, TAGAMET® reduz a acidez e o volume das secreções gástricas, diminuindo o risco de dano pulmonar promovido pela aspiração de conteúdo gástrico (síndrome de Mendelson). TAGAMET® pode ser usado no tratamento em curto prazo dos sintomas de condições dispépticas caracterizadas por dor abdominal superior, particularmente quando relacionadas com as refeições e quando não se consegue identificar qualquer causa orgânica. Em grande número de pacientes tratados com dose reduzida, por períodos superiores a três anos, TAGAMET® mostrou-se seguro e eficaz na prevenção da recidiva das úlceras gástricas e duodenais, em particular naqueles pacientes com história de recidivas ou complicações freqüentes, assim como em pacientes com patologias concomitantes que possam tornar a cirurgia um risco maior do que o habitual.

Contra-indicações

TAGAMET® é contra-indicado em pacientes com conhecida hipersensibilidade à cimetidina, ou a qualquer outro componente do medicamento.

Posologia

Normalmente, a dose diária total não deve exceder 2,4 g. A dose deve ser reduzida em pacientes com função renal prejudicada. Adultos: Para pacientes com úlcera gástrica duodenal ou benigna, recomenda-se uma dose diária única de 800 mg, ao deitar. Do contrário, a dose usual é de 400 mg, duas vezes ao dia, no desjejum e ao deitar. Outros esquemas posológicos eficazes são de 200 mg, três vezes ao dia, às refeições, e 400 mg, ao deitar (1,0 g/dia) e, se esse esquema for inadequado, 400 mg, quatro vezes ao dia (1,6 g/dia), também às refeições e ao deitar. O alívio sintomático em geral é rápido. O tratamento deve ser administrado inicialmente por pelo menos quatro semanas (seis semanas na úlcera gástrica benigna, oito semanas em úlcera associada com o tratamento contínuo com agentes antiinflamatórios não-esteroidais). A maioria das úlceras já estará cicatrizada neste estágio, mas aquelas que não tiverem ainda sido curadas, geralmente o serão após um curso de tratamento adicional. O tratamento pode prosseguir por períodos mais longos naqueles pacientes que podem ser beneficiados pela redução da secreção gástrica e a dose pode ser reduzida, conforme apropriado, para 400 mg, ao deitar, ou 400 mg, pela manhã e ao deitar. Em pacientes com úlcera gástrica benigna, a recorrência pode ser prevenida pelo tratamento continuado, geralmente com 400 mg ao deitar. O esquema de 400 mg pela manhã e ao deitar também tem sido usado. Na doença de refluxo esofágico, o esquema de 400 mg, quatro vezes ao dia, com as refeições e ao deitar, por quatro a oito semanas, é recomendado para curar a esofagite e aliviar os sintomas associados. Em pacientes com secreção gástrica muito alta (p. ex.: síndrome de Zollinger-Ellison), pode ser necessário aumentar a dose para 400 mg, quatro vezes ao dia, ou ainda mais, em casos ocasionais. Antiácidos podem ser colocados à disposição de todos os pacientes, até que os sintomas desapareçam. Na profilaxia da hemorragia por úlcera de estresse em pacientes gravemente doentes, doses de 200-400 mg podem ser administradas a cada quatro a seis horas. Em pacientes considerados em risco de síndrome de aspiração ácida, uma dose oral de 400 mg pode ser administrada 90-120 minutos antes da indução da anestesia geral, ou, na prática obstétrica, no início do trabalho de parto. Enquanto tal risco persistir, uma dose de até 400 mg pode ser repetida em intervalos de quatro horas, conforme necessário, até a dose diária máxima de 2,4 g. As precauções usuais para evitar a aspiração ácida devem ser tomadas. Na síndrome de intestino curto, por exemplo, após ressecção substancial para doença de Crohn, a faixa de doses usual (ver acima) pode ser empregada, de acordo com a resposta individual. Para reduzir a degradação dos suplementos de enzimas pancreáticas, 800-1.600 mg ao dia podem ser administrados, de acordo com a resposta, em quatro doses divididas, de uma em uma hora e meia hora antes das refeições. Crianças: A experiência em crianças é inferior do que em adultos. Em crianças com mais de um ano de idade a dose 25-30 mg/kg de peso corporal por dia em doses divididas pode ser administrada por via oral. O uso de TAGAMET® em bebês menores de um ano de idade não foi inteiramente avaliado. A dose de 20 mg/kg de peso corporal em doses divididas tem sido usada.

Reações adversas

Mais de 56 milhões de pacientes foram tratados com TAGAMET® em todo o mundo e as reações adversas foram pouco freqüentes. Diarréia, vertigem, geralmente leves e transitórias, e fadiga foram relatadas. Erupções cutâneas, ocasionalmente severas, foram observadas. Ginecomastia foi relatada e é quase sempre reversível com a descontinuação do tratamento. Evidências bioquímicas ou da biópsia de danos reversíveis ao fígado, tais como aumentos na creatinina plasmática, níveis séricos de transaminase e casos raros de hepatite foram relatados ocasionalmente. Estados confusionais reversíveis ocorreram, geralmente em pacientes idosos ou muito doentes, por exemplo, aqueles com insuficiência renal. Trombocitopenia e leucopenia, incluindo agranulocitose, reversíveis com a suspensão do tratamento, foram relatados raramente; pancitopenia e anemia aplástica foram relatadas muito raramente. Houve relatos muito raros de nefrite intersticial, pancreatite aguda, febre, cefaléia, mialgia, artralgia, bradicardia sinusal, taquicardia, bloqueio cardíaco e vasculite por hipersensibilidade, todos reversíveis com a suspensão do tratamento. Assim como com outros antagonistas do receptor H2, houve relatos muito raros de anafilaxia. Alopecia foi relatada, porém nenhuma relação causal foi estabelecida. Impotência reversível também foi relatada muito raramente, porém nenhuma relação causal foi estabelecida em doses terapêuticas usuais. Aumentos isolados dos níveis de creatinina plasmática não foram clinicamente significativos. Alucinação foi relatada muito raramente. Depressão foi relatada com pouca freqüência.

Apresentação
Comprimido revestido: Uso oral. Embalagens com 10 e 40 comprimidos (200 mg) e 16 comprimidos (400 mg).

TETRACICLINA + ANFOTERICINA B (Medley).
Indicação

Vulvovaginites.
Apresentação
Bisnaga com 45 g de creme vaginal + 10 aplicadores


TRANSPULMIN BÁLSAMO (Aché).

Composição

Cânfora, eucaliptol, mentol, guaiacol.
Indicação

Balsâmico.
Apresentação
Bisnaga com 20 g.

TYLENOL GOTAS (Janssen-Cilag).

Composição
Paracetamol.

Indicação

Analgésico e antitérmico.
Apresentação
Frasco de 15 ml com 200 mg/ml (gotas).

TRAMAL (Pfizer).

Composição
Cloridrato de tramadol.

Indicação

Analgésico.
Apresentação
Caixa com 10 cápsulas de 50 mg; frasco com 10 ml de solução com 100 mg/ml (40 gotas); caixa com 5 supensão de 100 mg; caixa com 6 ampolas de 2 ml com 100 mg; caixa com 10 comprimidos retard de 100 mg.

TYLEX 7,5 MG/30 MG (Janssen-Cilag).
Composição

Codeína, paracetamol.

Indicação

Analgésico.
Apresentação
Embalagem com 12 comprimidos com 7,5 ou 30 mg de codeína.

UNI BROMAZEPAX (União Química).
Composição

Bromazepam.

Indicação

Tensão emocional.
Apresentação
Caixas com 20 comprimidos de 3 e 6 mg.


UREATIV (Glenmark).

Composição
Ureia a 20%.

Indicação

Hidratante, emoliente e ceratolítico.
Composição
Bisnaga com 50 g de creme


VAGITRENE (Eurofarma).
Composição

Extrato aquoso de Triticum vulgare.
Indicação

Cicatrizante de uso ginecológico.
Apresentação
Bisnaga com 40 g de creme + 10 aplicadores.


VOLTAREN INJETÁVEL (Novartis).

Composição

Diclofenaco sódico.
Indicação

Antiinflamatório.
Apresentação
Embalagens com 5 e 50 ampolas de 3 ml com 75 mg.


XANTINON (Nycomed).

Composição
Metionina, cloreto de colina.

Indicação

Hepatoprotetor.
Apresentação
Embalagens com 20 e 100 comprimidos revestidos


Xenical®

Orlistate

Uso adulto

Composição - Cápsula com 120 mg de orlistate.

Indicações - Tratamento em longo prazo de pacientes com sobrepeso ou obesidade, incluindo pacientes com fatores de risco associados à obesidade, em conjunto com dieta levemente hipocalórica. Eficaz no controle do peso em longo prazo e na melhora dos fatores de risco associados ao excesso de peso (intolerância à glicose, diabetes tipo 2, hiperinsulinemia, hipercolesterolemia hipertensão), além de proporcionar redução da gordura visceral. Xenical® em conjunto com dieta levemente hipocalórica e antidiabéticos orais e/ou insulina, promove controle glicêmico adicional em pacientes com diabetes tipo 2 com sobrepeso ou obesidade.
Contraindicações - Síndrome de má absorção crônica; colestase; hipersensibilidade ao orlistate ou componentes da fórmula.
Advertências - Os pacientes devem ser aconselhados a seguir orientações nutricionais, pois a possibilidade de ocorrência de eventos gastrintestinais pode aumentar se Xenical® for administrado com alimentos ricos em gorduras. O uso suplementar de polivitamínico deve ficar a critério médico, caso ocorra necessidade. Uso não recomendado durante a gravidez. Não deve ser administrado durante a lactação.
Interações - A perda de peso induzida por Xenical® pode gerar necessidade de redução das doses de hipoglicemiantes orais em diabéticos do tipo 2. Pode haver redução dos níveis plasmáticos de ciclosporina. Pode haver diminuição da absorção das vitaminas D, E e betacaroteno. Monitorar parâmetros da coagulação (INR) em pacientes tratados com anticoagulante oral. Potencial redução do efeito terapêutico da amiodarona.
Reações adversas - As principais estão relacionadas ao efeito farmacológico de Xenical®: desconforto/dor/distensão abdominal, flatulência, perdas oleosas, fezes amolecidas ou líquidas, aumento de evacuações gordurosas, incontinência fecal, distúrbios dentais ou gengivais. Foram relatados raros casos de erupção bolhosa, aumento das transaminases e fosfatase alcalina e hepatite.
Posologia - Uma cápsula de 120 mg junto às três refeições principais (durante ou até uma hora após). Não foram realizados estudos clínicos em pacientes com insuficiência hepática ou renal, ou em crianças. Via de administração: Oral.
Apresentações - Caixas com 42 e 84 cápsulas.
Venda Sob Prescrição Médica.
Ao persistirem os sintomas, o médico deverá ser consultado.
Informações adicionais disponíveis à classe médica mediante solicitação a Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A. - Av. Engenheiro Billings, 1729 - Jaguaré - CEP 05321-900 - São Paulo, SP - Brasil.
Registro no M.S. 1.0100.0547.
Produtos ROCHE Químicos e Farmacêuticos S.A.

ZOVIRAX® (GlaxoSmithkline).
Aciclovir

Composição

Cada comprimido de ZOVIRAX® 200 mg contém: Aciclovir 200 mg; Excipientes (lactose, celulose microcristalina, glicolato de amido sódico, povidona e estearato de magnésio) q.s.p. 1 comprimido.

Indicações

ZOVIRAX® é usado no tratamento de infecções pelo vírus Herpes simplex na pele e mucosas, inclusive herpes genital inicial e recorrente. É usado também na supressão (prevenção de recidivas) de infecções recorrentes por Herpes simplex em pacientes imunocompetentes e na profilaxia de infecções por Herpes simplex em pacientes imunocomprometidos. ZOVIRAX® também é usado no tratamento de infecções por herpes zoster. Estudos têm demonstrado que o tratamento precoce de herpes zoster com ZOVIRAX® produz efeito benéfico na dor e pode reduzir a incidência de neuralgia pós-herpética (dor associada ao herpes zoster). ZOVIRAX® também é usado no tratamento de pacientes seriamente imunocomprometidos.

Contraindicações
ZOVIRAX® é contraindicado em pacientes com hipersensibilidade conhecida ao aciclovir ou ao valaciclovir.
Posologia

Tratamento de herpes simples em adultos: Um comprimido de ZOVIRAX® 200 mg, cinco vezes ao dia, com intervalos de aproximadamente 4 horas, omitindo-se a dose noturna. O tratamento deve continuar por cinco dias, mas deve ser estendido em infecções iniciais sérias. Em pacientes seriamente imunocomprometidos (por exemplo, após transplante de medula óssea) ou em pacientes com distúrbios da absorção intestinal, a dose pode ser duplicada (400 mg) ou, alternativamente, pode-se considerar a administração de doses intravenosas. A administração das doses deve ser iniciada tão cedo quanto possível, após o início da infecção; para os episódios recorrentes, isto deve ser feito, de preferência, durante o período prodrômico ou imediatamente após aparecerem os primeiros sinais ou sintomas. Supressão de herpes simples em adultos imunocompetentes: Um comprimido de 200 mg, quatro vezes ao dia, em intervalos de aproximadamente seis horas. Muitos pacientes podem ser convenientemente controlados com um regime de dose de 400 mg, duas vezes ao dia, com intervalos de aproximadamente 12 horas. Uma redução da dose para 200 mg, três vezes ao dia, em intervalos de aproximadamente 8 horas, ou até duas vezes ao dia, em intervalos de aproximadamente 12 horas, pode mostrar-se eficaz. Em alguns pacientes, podem ocorrer reinfecções em regime de doses totais diárias de 800 mg de ZOVIRAX® Comprimidos. O tratamento deve ser interrompido periodicamente, a intervalos de seis a 12 meses, a fim de que se possam avaliar os progressos obtidos na história natural da doença. Profilaxia de herpes simples em adultos: Em pacientes imunocomprometidos, recomenda-se um comprimido de 200 mg, quatro vezes ao dia, em intervalos de aproximadamente 6 horas. Para pacientes seriamente imunocomprometidos (por exemplo, após transplante de medula óssea) ou para pacientes com problemas de absorção intestinal, a dose pode ser dobrada (400 mg) ou, alternativamente, pode-se considerar a administração de doses intravenosas. A duração da administração profilática é determinada pela duração do período de risco. Tratamento de herpes zoster em adultos: 800 mg, cinco vezes ao dia, em intervalos de aproximadamente quatro horas, omitindo-se as doses noturnas. O tratamento deve ter a duração de sete dias. Em pacientes severamente imunocomprometidos (por exemplo, após transplante de medula óssea) ou em pacientes com problemas de absorção intestinal, deve-se considerar a administração de doses intravenosas. A administração das doses deve ser instituída tão cedo quanto possível, após o início da infecção; o tratamento proporciona melhores resultados se for iniciado assim que apareçam as erupções cutâneas. Tratamento em pacientes seriamente imunocomprometidos: Para tratamento em pacientes seriamente imunocomprometidos, 800 mg de ZOVIRAX® devem ser administrados, quatro vezes ao dia, em intervalos de aproximadamente 6 horas. No tratamento de pacientes receptores de medula óssea, esta dose deve ser precedida por uma terapia de um mês com Zovirax® Intravenoso. A duração do tratamento estudada em pacientes após transplante de medula óssea foi de 6 meses (de 1 a 7 meses após o transplante). Em pacientes avançados de HIV, o tratamento estudado foi de 12 meses, mas é desejável que estes pacientes continuem o tratamento por um período maior. Crianças: Para tratamento, assim como para a profilaxia de infecções por herpes simples em crianças imunocomprometidas com mais de dois anos de idade, as doses indicadas são as mesmas que para adultos. Em crianças menores de dois anos de idade, deve-se administrar metade da dose. Em crianças menores de dois anos de idade deve-se administrar 200 mg de ZOVIRAX®, quatro vezes ao dia (ou 200 mg/kg - não excedendo 800 mg/dia - quatro vezes ao dia). Manter por cinco dias. Não há dados específicos disponíveis relativos à supressão de infecções por herpes simples ou tratamento de infecção por herpes zoster em crianças imunocompetentes. Alguns dados limitados sugerem que para crianças imunocomprometidas com mais de dois anos a dose do adulto possa ser utilizada. Insuficiência renal: Para o tratamento e profilaxia de infecções por Herpes simplex em pacientes com insuficiência renal, as doses orais recomendadas não conduzirão a um acúmulo de aciclovir acima dos níveis que foram estabelecidos como sendo seguros por infusão intravenosa. Entretanto, para pacientes com insuficiência renal grave (clearance da creatinina inferior a 10 ml/minuto), recomenda-se um ajuste de dose para 200 mg, duas vezes ao dia, em intervalos de aproximadamente 12 horas. Para o tratamento das infecções por herpes zoster e na administração em pacientes seriamente imunocomprometidos, recomenda-se ajustar a dose para 800 mg, duas vezes ao dia, em intervalos de aproximadamente 12 horas, nos pacientes com insuficiência renal grave (clearance da creatinina inferior a 10 ml/minuto), e para 800 mg, três ou quatro vezes ao dia, em intervalos de aproximadamente 8 horas, para pacientes com insuficiência renal moderada (clearance da creatinina na faixa de 10-25 ml/minuto).

Reações adversas

Distúrbios do sistema linfático e sanguíneo: Muito raro: Anemia, leucopenia e trombocitopenia. Distúrbios do sistema imune: Raro: Anafilaxia. Distúrbios psiquiátricos e do sistema nervoso: Comum: Dor de cabeça, tonteira. Muito raro: Agitação, confusão, tremor, ataxia, disartria, alucinações, sintomas psicóticos, convulsões, sonolência, encefalopatia e coma. As reações anteriores são reversíveis e geralmente relatadas em pacientes com distúrbios renais cujas doses estavam acima da recomendada ou com outros fatores predisponíveis. Distúrbios do sistema respiratório, torácico e do mediastino: Raro: Dispneia. Distúrbios do sistema gastrointestinal: Comum: Náusea, vômito, diarreia, dores abdominais. Distúrbios hepatobiliares: Raro: Aumentos reversíveis na bilirrubina e enzimas hepáticas. Muito raro: Hepatite, icterícia. Distúrbios na pele e tecido subcutâneo: Comum: Prurido, erupções (incluindo fotossensibilidade). Incomum: Urticária. Perda difusa acelerada do cabelo. A perda difusa acelerada do cabelo está associada com uma grande variedade de doenças e medicamentos; a relação do evento com o terapia do aciclovir é incerta. Raro: Angioedema. Distúrbios urinários e renais: Raro: Aumento nos níveis de ureia e creatinina sanguínea. Muito raro: Insuficiência renal aguda. Distúrbios gerais e condições do local da administração: Comum: Fadiga, febre.

Apresentação
Os comprimidos de ZOVIRAX® 200 mg são apresentados em embalagens de 25 unidades.


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fonte: http://www.genericos.med.br/medgen.htm