Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.
Romanos 8:28

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Sistema une tecnologia e saúde para agilizar atendimentos nas emergências


Quanto valem cinco ou dez minutos? Para quem sofreu um infarto, o tempo é fundamental. Para ganhar esses minutos preciosos, foi criado um aparelho já disponível em dezenas de cidades no Brasil.
É o sinal de emergência. Médicos embarcam rumo a mais um salvamento. O helicóptero tem vários equipamentos, entre eles um celular que, ligado a outro aparelho e vários fios coloridos, ajuda a alguém que teve um infarto.
No atendimento a quem sofreu um ataque cardíaco, a velocidade é muito importante. Com o passar dos minutos, as células do coração vão morrendo. É aí que entra a tecnologia. E não basta os médicos chegarem muito rápido. É preciso saber exatamente o estado do paciente e que decisão tomar.
"É fundamental, é o tempo que muitas vezes define se a vítima vai sobreviver ou vai ter ou não sequelas", aponta o médico Antônio Toso.
Os fios colocados no peito do paciente avaliam como bate o coração. As informações viram sinais sonoros enviados pelo celular até uma central, onde são transformados nas linhas do eletrocardiograma. Um especialista envia o resultado até o mesmo celular dos médicos. Tudo isso em seis minutos.
"Esse sistema está em vários postos de saúde e hoje também está na rede Samu. Tem em vários lugares, é um sistema que agiliza e facilita", destaca a médica Ilse Bocchino.
Em Curitiba, oito ambulâncias têm o aparelho. No Brasil, a tecnologia já está em 21 estados. No total, foram 555 atendimentos em todo o país no ultimo mês. Para os médicos, trocar informações é importante para quem está afastado de grandes hospitais.
"Inclusive, para auxiliar na velocidade de deslocamento e na negociação do local onde o paciente vai ser atendido", comentou um médico.
No reencontro com o médico que salvou a vida, o funcionário público Roberto Brichel se lembra dos detalhes do dia em que teve um infarto.
"Quando a gente chega, já está quase tudo pronto. Acaba confortando a gente", contou o funcionário público Roberto Brichel. "O paciente chegou ao hospital em 30 minutos. Tanto que ele não teve sequela alguma. A gente sabia o que fazer, tinha sala preparada, tudo pronto, só esperando ele chegar", disse o médico Ênio Guerios.


fonte: http://www.revistaemergencia.com.br/site/content/noticias/noticia_detalhe.php?id=JajyAnjj&utm_campaign=Emerg%EAncia+News+Ed.+50%2F10&utm_medium=email&utm_source=clients