Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.
Romanos 8:28

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Parto de Emergência


Parto Ø um fato natural. Chame a assistŒncia mØdica especializada.
Providencie transporte para um hospital.
No final da gestaçªo, a parturiente começa a apresentar sinais e
sintomas que sªo indicativos do início do trabalho de parto.
Identificaçªo do parto iminente ou período expulsivo
• contraçıes regulares a cada dois minutos
• visualizaçªo da cabeça do bebŒ no canal de nascimento
• ruptura da bolsa
• gestante multípara, com vÆrios partos normais.
Primeiros Socorros
Existem alguns pontos que devem ser lembrados, caso uma pessoa
se encontre diante da emergŒncia de um parto e tenha que prestar auxílios
à parturiente, por falta de recursos mØdicos imediatos ou de condiçıes de
transportÆ-la imediatamente a um hospital.
• Deixe a natureza agir. Seja paciente. Espere atØ que a criança nasça.
• Afaste os curiosos. Procurar ser o mais discreto possível e manter
ao mÆximo a privacidade da gestante.
• Mantenha a calma.
• Nªo permitir que a parturiente vÆ ao banheiro se sªo constatados
os sinais de parto iminente.
• Colocar a parturiente deitada de costas, com os joelhos elevados e
as pernas afastadas uma da outra e pedir-lhe para conter a respiraçªo,
fazendo força de expulsªo cada vez que sentir uma contraçªo uterina.
• Lave bem as mªos. Conserve limpo tudo o que cerca a parturiente.
• À medida que o parto progride, ver-se-Æ cada vez mais a cabeça
do feto em cada contraçªo. Deve-se ter paciŒncia e esperar que a natureza
prossiga o parto; nunca se deve tentar puxar a cabeça da criança para
apressar o parto.
• Somente ampare com as mªos a cabeça da criança que nasce,
sem imprimir nenhum movimento, que nªo o de sustentaçªo.
• Depois de sair totalmente, a cabeça farÆ um pequeno movimento
de giro e, entªo, sairªo rapidamente os ombros e o resto do corpo.
SustentÆ-lo com cuidado. Nunca puxar a criança, nem o cordªo umbilical,
deixar que a mªe expulse naturalmente o bebŒ e a placenta.
• Proteja a criança, evitando contato com locais sujos ou chªo frio e
œmido. Mantenha-a com a cabeça ligeiramente abaixada.
• Limpar o muco do nariz e da boca e assegure-se de que o bebŒ
esteja respirando. Se a criança nªo chorar ou respirar, segurÆ-la de cabeça
para baixo, pelas pernas, com cuidado para que nªo escorregue, e dar
alguns tapinhas nas costas para estimular a respiraçªo. Desta forma, todo
o líquido que estiver impedindo a respiraçªo sairÆ.
• Se o bebŒ nªo estiver respirando, aplicar a respiraçªo artificial
delicadamente, insuflando apenas o volume suficiente para elevar o tórax
da criança, como ocorre em um movimento respiratório normal. Aja com
delicadeza.
• O cordªo umbilical sairÆ com a placenta, cerca de 20 minutos
após o nascimento.
• Nªo hÆ necessidade de cortar o cordªo umbilical, se o transporte
para o hospital demorar menos de 30 minutos. PorØm, se o tempo de
transporte for superior a 30 minutos, deitar a criança de costas e, com um
fio previamente fervido, fazer nós no cordªo umbilical: o primeiro a
aproximadamente quatro dedos da criança (10 cm) e o segundo nó distante
a 5 cm do primeiro. Cortar entre os dois nós com uma tesoura, lâmina ou
outro objeto limpo. As extremidades do cordªo nªo devem sangrar.
• Após a saída da placenta, deve-se fazer massagem suave sobre o
abdômen da parturiente para provocar a contraçªo do œtero e diminuir a
hemorragia que Ø normal após o parto.
• Colocar o bebŒ em contato com a mªe, em seu colo, assim que
liberar a placenta (após cortar o cordªo umbilical).
• Mantenha a mªe e o filho agasalhados.
• Transportar os dois ao hospital para atendimento mØdico. Deve-se
tambØm transportar a placenta para o mØdico avaliar se ela saiu
completamente.