Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.
Romanos 8:28

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Ambulância de Suporte Avançado de Vida (UTI Móvel) - SAMU 192


Um dos níveis de resposta do serviço de APH Móvel , a um pedido de atendimento de urgência, avaliado e priorizado pelo médico regulador como potencialmente grave.
A equipe do SAV é composta por médico, enfermeiro e condutor.
Segundo o parâmetro populacional calcula-se uma ambulância SAV para 400.000hab.
Veículo destinado ao atendimento e transporte de pacientes com alto risco em urgências pré-hospitalares ou transporte inter-hospitalar que necessitem de cuidados médicos intensivos.
Dispõe de equipamentos e materiais para realização de procedimentos complexos e avançados de reanimação e estabilização, realizados por médico e enfermeiro

Ambulância de Suporte Básico de Vida - SAMU 192


Veículo destinado ao transporte inter-hospitalar de pacientes com risco de vida conhecido e ao atendimento pré-hospitalar de pacientes com risco de vida desconhecido que, no entanto, não apresente potencial necessidade de intervenção médica no local ou durante o transporte .

Um dos níveis de resposta do serviço de APH, a um pedido de atendimento urgente.
O envio da ambulância de SBV é decisão do médico regulador.
A equipe de suporte básico de vida é constituída por um técnico de enfermagem e o motorista-socorrista.

BMW atuando nas emergências médicas





Serviço de Emergência Alemã
A BMW tem presença marcada na próxima edição do "RETTmobil", um evento dedicado a veículos e serviços de emergência e mobilidade, na Alemanha, com o estudo de um X6 equipado para emergência médica.
Tem o ditado.. que a pressa é a melhor amiga de uma emergência, além de todos os equipamentos necessários para qualquer assistência médica, este X6 ambulância está dotado de um motor V8 de 4,4 litros com 407 cavalos de potência.
Para além da sinalização luminosa e sonora, conta também com um inédito sistema luminoso em LED, que o torna mais visível para os restantes condutores. O preço deste X6 especial depende do equipamento requesitado.

Modelos de Serviços de Emergência - Francês e Americano


Modelo Francês

O modelo francês nasceu da necessidade sentida dos médicos “anestesistas – reanimadores”, responsáveis pelo atendimento às urgências, que começaram a sair nas ambulâncias, pois perceberam que tanto nos casos clínicos como no trauma, se medidas terapêuticas fossem tomadas no local, as chances de sobrevida e redução de seqüelas aumentavam.
Este tem como pilar o médico, tanto na Regulação do Sistema como no atendimento e monitoramento do paciente, até a recepção hospitalar e é um serviço ligado ao Sistema de Saúde, hierarquizado e regionalizado, sempre ligado aos Centros Hospitalares.

Modelo Americano

O modelo americano trabalha com paramédicos, que tem um programa de formação extenso (3 anos após o término do 2º grau). A guerra do Vietnã, resultou em uma grande experiência para os EUA na formação de paramédicos, por ser uma guerra de guerrilha, e ser portanto impossível contar com profissionais em todas as frentes de combates. Soldados foram treinados no primeiro atendimento, foram delegadas ações até então exclusivamente médicas, e equipamentos de fácil transporte também foram desenvolvidos.

No Brasil

No Brasil, a “atenção pré-hospitalar” foi exercida de forma incipiente, fragmentada e desvinculada da saúde, tradicionalmente pelos profissionais bombeiros, que foram historicamente reconhecidos como responsáveis por esta prática, em decorrência da inexistência de política pública da área da saúde nesta área.

Para a população leiga e infelizmente também profissionais de saúde, os termos “resgate”, “ambulância”, atendimento pré-hospitalar”, “socorro”, entre muitos outros, são utilizados indiscriminada e aleatoriamente , evidenciando não uma confusão meramente semântica, mas um total desconhecimento sobre como, o que, e quem procurar em determinadas situações de segurança ou agravos à saúde.
A ação de resgatar, ou seja, de ocupar-se em libertar as pessoas de algo que as prende como acidentes automobilísticos, ou situações ameaçadoras e na prevenção de situações que podem piorar sua segurança individual, assim como aos demais que se encontram a sua volta, exercida de forma constitucional pelos bombeiros, profissionais da segurança pública, é freqüentemente confundida com as ações dos profissionais da saúde, que trabalham no que diz respeito à saúde do indivíduo e coletividade, sendo o atendimento pré-hospitalar de urgência/emergência aquele realizado por profissionais da saúde com determinados equipamentos
e, capacitados assim como autorizados a realizarem determinados procedimentos, que procuram levar à vítima nos primeiros minutos após ter ocorrido o agravo à sua saúde, sendo necessário prestar-lhe atendimento e transporte adequados até um serviço de saúde que possa dar a continuidade ao atendimento devido.
Analisando estas ações, diferenciadas, porém complementares, entendemos que devam atuar de forma integrada em benefício do cidadão, respeitados os distintos papéis de cada um.
O papel de um Serviço de Atendimento Pré-Hospitalar pode ser entendido em duas dimen
sões: Uma primeira, enquanto Unidade de produção de serviços de saúde, portanto, num papel assistencial, e uma segunda, enquanto instância reguladora da assistência ás urgências, portanto num papel regulatório, do Sistema de urgência, abrangendo o conceito de “observatório de saúde” .
Ele tem por missão prestar assistência pré-hospitalar a pacientes vítimas de agravos agudos à saúde, de natureza clínica ou traumática, além das parturientes, no momento e no local da ocorrência do agravo, transportando estas vítimas, segundo critérios técnicos internacionalmente aceitos, de forma segura, até aqueles serviços de saúde, que possam melhor acolher
cada paciente naquele momento, respondendo de forma resolutiva às suas necessidades, dando continuidade à assistência. Trata-se, portanto, de uma atenção cuja abordagem é individualizada, ou seja, contempla prestação de serviços a pacientes assistidos individualmente. Constitui-se num importante elo de ligação entre os diferentes níveis de atenção do Sistema.

Princípios Doutrinários SUS


Baseado nos preceitos Constitucionais, a construção do SUS se norteia pelos seguintes princípios doutrinários:

•Universalidade
•Equidade
•Integralidade

Universalidade
Todas as pessoas têm direito ao atendimento independente de cor, raça, religião, local de moradia, situação de emprego ou renda, etc. A saúde é direito de cidadania e dever dos governos Municipal, Estadual e Federal.
Deixam de existir com isto os “indigentes” que eram os brasileiros não incluídos no mercado formal de trabalho.

Equidade
Todo cidadão é igual perante o Sistema Único de Saúde e será atendido conforme as suas necessidades.
Os serviços de saúde devem considerar que em cada população existem grupos que vivem de forma diferente, ou seja, cada grupo ou classe social ou região tem seus problemas específicos, tem diferenças no modo de viver, de adoecer e de ter oportunidades de satisfazer suas necessidades de vida.
Assim os serviços de saúde devem saber quais são as diferenças dos grupos da população e trabalhar para cada necessidade, oferecendo mais a quem mais
precisa, diminuindo as desigualdades existentes.
O SUS não pode oferecer o mesmo atendimento à todas as pessoas, da mesma maneira, em todos os lugares. Se isto ocorrer, algumas pessoas vão ter o que não necessitam e outras não serão atendidas naquilo que necessitam.

Integralidade

As ações de saúde devem ser combinadas e voltadas ao mesmo tempo para prevenção e a cura. Os serviços de saúde devem funcionar atendendo o indivíduo como um ser humano integral submetido às mais diferentes situações de vida e trabalho, que o leva a adoecer e a morrer. O indivíduo não deve ser visto como um amontoado de partes (coração, fígado, pulmões, etc.) e solto no mundo.
O indivíduo é um ser humano, social, cidadão que biologicamente, psicologicamente, e socialmente está sujeito riscos de vida. Desta forma o atendimento deve ser feito para a sua saúde e não somente para as suas
doenças. Isto exige que o atendimento deva ser feito também para erradicar as causas e diminuir os riscos, além de tratar os danos.
Ou seja, isto faz com que as ações de promoção (que envolve ações de em outras áreas como habitação, meio ambiente, educação, etc.), com ações de prevenção (saneamento básico, imunizações, ações coletivas e preventivas, vigilância à saúde e sanitária, etc.) e de recuperação (atendimento médico, tratamento e reabilitação para os doentes).
Estas ações de promoção, proteção e de recuperação formam um todo indivisível que não podem ser compartimentalizadas. As unidades prestadoras de serviço com seus diversos graus de complexidade formam também um todo indivisível, configurando um sistema capaz de prestar assistência integral.

Promoção: São ações que buscam eliminar ou controlar as causas das doenças e agravos, ou seja, o que determina ou condiciona o aparecimento de casos.
Estas ações estão relacionadas a fatores biológicos (herança genética como câncer, hipertensão, etc.), psicológicos (estado emocional) e sociais (condições de vida, como na desnutrição, etc.).

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Desobstrução das vias aéreas de bebês - Dicas


1- Verifique se o bebê respira espontaneamente.
2- Posicione o Bebê de bruços, apoiando-o em sua coxa e mantendo sua cabeça mais baixa que o corpo. Aplique 5 golpes secos e firmes, nas costas entre os dois ossos dos ombros.
3- Tente fazer respiração boca-a-boca/nariz e verifique se ocorre expansão do tórax, caso não ocorra melhore a posição da cabeça e tente novamente.
4- Faça 5 compressões torácicas, no osso do peito, no centro do tórax, um dedo abaixo da linha dos mamilos.
5- Chame por socorro ligando para os serviços de emergência SAMU 192 ou Corpo de Bombeiros 193.

sábado, 24 de outubro de 2009

O QUE FAZER AO SOCORRER UMA VITIMA DE ENVENENAMENTO E/OU INTOXICAÇÕES



Como Identificar um Envenenamento por Ingestão
Os sinais de ingestão de venenos incluem:
• Dor ou cólica abdominal
• Náuseas e vômitos
• Diarréia
• Queimaduras, manchas ou odores dentro ou ao
redor da boca
• Sonolência e inconsciência
• Frascos e recipientes nas proximidades

Cuidados com Envenenamento por Ingestão
Para atender vítimas de envenenamento por ingestão:
1. Determine:
• Tamanho e idade da vítima
• Substância ingerida
• Quantidade ingerida
• Tempo decorrido
2. Se a vítima estiver consciente ligue para o centro de
controle de intoxicações local e siga as instruções.
A maioria dos envenenamentos podem ser tratados
através das orientações fornecidas pelos
atendentes do centro de intoxicações.
3. Se a vítimas estiver inconsciente abra as vias
aéreas, verifique respiração e forneça os cuidados
que forem necessários. Chame o Resgate. Se a
vítima respira, coloque-a na posição de
recuperação sobre o lado esquerdo para retardar a
absorsão do conteúdo do estômago e prevenir o
vômito e a consequente aspiração do conteúddo
gástrico.
4. Se houver orientação do centro de controle de
intoxicações, administre carvão ativado para a
vítima.

O que fazer quando uma pessoa tiver uma Síncope ou Desmaio


Uma síncope, ou desmaio, pode ocorrer devido a:
• Redução ou interrupção do fluxo de sangue para o
cérebro
• Deficiência de nutrientes essenciais, necessários
para o funcionamento celular, como vitaminas e
sais minerais, oxigênio, glicose, etc.
• contusões diretas ou indiretas na cabeça
• influência de substâncias químicas como drogas ou
medicamentos.
• Intoxicações ou envenenamentos

Como Identificar um Desmaio
Os sinais de desmaio incluem:
• Inconsciência momentânea súbita
• Pele pálida, fria e úmida

Cuidados com o Desmaio
Para atender um desmaio:
Verifique o estado de consciência

Se a vítima estiver consciente coloque-a deitada com as
pernas elevadas cerca de 30 centímetros.

Se estiver inconsciente, abra as vias aéreas e verifique a
respiração aplicando os cuidados que forem necessários.

LESÕES NA BOCA


Lesões na boca podem envolver lábios, língua e
dentes.

LESÕES NOS LÁBIOS OU LÍNGUA
Cuidados com lesões nos lábios ou na língua
• Aplique pressão direta.
• Aplique compressas geladas.
• Se houver ferimentos profundos e/ou se o
sangramento não parar procure atendimento
médico.


DENTE AVULSIONADO
A avulsão de dente é uma emergência médica e
necessita de atendimento imediato. Você tem 30 minutos
para ir até um dentista pra que o reimplante seja eficaz.
Por isso, além da rapidêz, é necessário que o dente
avulsionado seja corretamente manuseado e preservado.

Cuidados com dente avulsionado
• Peça para a vítima lavar a boca e colocar um
chumaço de gaze no lugar do dente e morder para
mante-lo no lugar.
• Ache o dente avulsionado e segure-o pela coroa.
Coloque o dente:
1. dentro de um copo saliva e sangue da vítima.
2. dentro da boca da vítima ou da mãe
biológica.
3. dentro de um copo com leite integral.
• Procure atendimento de um dentista para o correto
re-implante.

LESÕES NO NARIZ


a
o
o
s
e
,
e

SANGRAMENTO NASAL
Sangramentos nasais são muito comuns. Ocorrem
quando vasos capilares dentro do nariz rompem-se com
espirros, pancadas, ar ressecado, entre outras causas.
Existem dois tipos de sangramentos nasais:
Anteriores: São os mais comuns e mais fáceis de cuidar.
Correspondem a 90% dos casos.
Posteriores: Envolve sangramento abundante
proveniente da parte posterior do nariz e nasofaringe. São
mais graves e necessitam cuidados médicos.

Cuidados com sangramentos nasais:
• Coloque a vítima sentada com a cabeça
ligeiramente inclinada pra frente.
• Pince (ou peça que a vítima pince) a parte mole da
narina, com os dedos polegar e indicador,
exercendo leve pressão, durante 5 a 10 minutos.

Procure atendimento médico se pelo menos uma das
situações abaixo estiverem presentes:
• Sangramento não pode ser controlado.
• Você suspeita de sangramento nasal posterior
• A vítima apresentar pressão arterial elevada ou
estiver fazendo uso de anticoagulantes ou grandes
doses de aspirina.

LESÕES NOS OLHOS


OBJETOS EXTRANHOS

Diversos são os objetos que podem atingir o olho e
causar danos. Mesmo pequenos objetos podem causar
irritação severa.

Cuidados com Objetos Extranho nos Olhos:
Tente uma ou mais das ténicas abaixopara remover o
objeto:
• Levante a pálpebra superior e.........
• Segure a pálpebra aberta e deixe um filete de água
morna cair
• Examine a parte interna da pálpebra inferior
puxando-a gentilmente. Se for possível ver o objeto
remova-o com uma gaze estéril umidecida ou um
lenço limpo
• Examine a parte interna das pálpebras superiores
puxando-as para cima pelos silios com a ajuda da
haste de um cotonete. Se for possível ver o objeto
remova-o com uma gaze estéril umidecida ou um
lenço limpo


LESÕES PENETRANTES E OBJETOS EMPALADOS

Lesões no olho são emergências graves. Objetos
afiados podem causar grandes danos ao atingirem ou
ficarem empalados no globo ocular.

Cuidados com lesóes penetrantes e objetos
empalados:
• Estabilize objetos empalados com rolos de ataduras
e gazes.
• Cubra tamém o olho bom.
• Procure atendimento médico imediato. Objetos
empalados não podem ser removidos fora do
hospital sem a presença de um médico.

GOLPE NO OLHO

Podem ser leves como um simples arroxeado, ou
graves que comprometa a visão.

Cuidados com golpes no olho:
• Aplique uma compressa fria por 15 minutos para
reduzir a dor. Não aplique sobre o olho e não
exerça pressão direta sobre o olho. Aplique sobre a
região óssea ao redor do olho.
• Procure atendimento médico imediatamente.

AVULSÃO DO OLHO

Cuidados com avulsão do olho:

• Cubra o olho avulsionado com uma compressa
estéril úmida. Não tente colocar o olho de volta no
lugar.
• Proteja o olho com ou copo limpo e mantenha-o no
lugar com uma bandagem.
• Cubra o olho bom.
• Procure atendimento médico imediato.



LESÕES NAS PÁLPEBRAS

Ferimentos nas pálpebras precisam de cuidados
especiais para a recuperação adequada.

Cuidados com ferimentos nas pálpebras:

• Se o globo ocular estiver ferido, não aplique
pressão. Se somente a pálpebra estiver ferida,
coloque uma compressão estéril e aplique uma leve
pressão.
• Cubra ambos os olhos.
• Procure atendiemtno médico imediato.


QUEIMADURAS QUÍMICAS NO OLHO

Queimaduras químicas no olho necessitam de
cuidados imediatos. Danos podem ocorrer em um minuto
comprometendo a visão.

Cuidados com queimaduras químicas nos olhos:

• Mantenha as pálpebras abertas e lave com água
em abundância. Lave por pelo menos 20 minutos.
• Cubra os olhos com compressas estéreis
• Procure assistência médica imediatamente.


QUEIMADURAS PELA LUZ

Cuidados com queimaduras pela luz:

• Cubra ambos os olhos com compressas limpas e
secas. Peça a vítima para não esfregar o olho.
• Procure atendimento médico.

QUEIMADURAS TÉRMICAS


Avalie e atenda as queimaduras térmicas
seguindo os passos:
• Determine a profundidade da queimadura.
Podem ser superficiais ou de primeiro grau,
parciais ou de segundo grau ou, profunda
ou terceiro grau.
Detremine a extensão da queimadura. Use
uma média da porcentagem da superfície
corporal atingida. Use a regra da palma da
mão para ter um parâmetro. Considere que
a palma da mão da vítima equivale a um
porcento da superfície corporal.
Determine que partes do corpo foram
atingidas. Preste muita atenção em
queimaduras no rosto, mãos, pés, genitais,
que circundam o tórax ou membros, que
atinjam articulações.
Detremine se existem outras lesões ou
problemas médicos envolvidos.

Como Atender Queimaduras Térmicas:

Os objetivos dos cuidados para
queimadura são de reduzir a dor, proteger
contra infecção e, determinar a necessidade de
atendimento médico. Muitas queimaduras são
pequenas e não necesssitam de cuidados
médicos.
Queimaduras graves devem ser tratadas
por um médico e necessitam cuidados
hospitalares.
Se a roupa da vítima estiver em chamas,
faça a vítima deitar e rolar. Abafe as chamas
com um cobertor ou toalha ou, jogue água se
disponível.
Procure assistência médica se, pelo menos
uma uma das condições descritas abaixo
estiverem presentes:
• Se a vítima apresentar dificuldade
respiratória.
• Existirem outras leões associadas.
• Se a queimadura atingir face, mãos, pés,
genitálias, articulações, ou atingirem toda a
circunferência do tórax ou extremidades.
• Suspeitar de abuso infantil ou contra o
idoso.
A área atingida em uma queimadura de
segundo grau, ou parcial, for de 20% ou
maior.
A queimadura for de terceiro grau, ou total.

Queimadura Elétrica


A queimadura elétrica resulta da passagem de corrente elétrica pelo cor-
po do paciente. A queimadura pode ser causada por baixa voltagem ( corren-
te alternada) ou alta voltagem (corrente direta). Normalmente a queimadura
elétrica é mais séria do que aparenta. Quando a corrente atravessa o corpo,
destrói músculos, nervos e vasos sangüíneos. Pode resultar em profundas
alterações do balanço ácido-básico e produção de mioglobinúria, acarretan-
do sérias alterações da função renal. Em uma queimadura elétrica importante
em que observarmos urina avermelhada ou cor de "Coca-Cola", devemos
pensar que estão ocorrendo mioglobinúria e acidose. Boius de 50 mEq de
bicarbonato de sódio devem ser dados por via venosa até o pH retornar ao
normal. Em associação, manitol pode ser dado na dose de 25 g imediatamen-
te e bolus de 12,5 g pode ser dado em intervalos regulares até se estabilizar
uma diurese livre de mioglobinúria.

Queimadura Química


Queimaduras químicas são usualmente causadas por ácido sulfúrico ou
ácido nítrico e as lesões por álcali o são por soda cáustica ou amônia anidra.
Geralmente as lesões por álcali são mais graves do que as causadas por ácido,
porque o álcali penetra rapidamente e mais profundamente.
Irrigação imediata com solução neutralizante é mandatória e seguida de
lavagem com água abundante por pelo menos 30 minutos. Queimaduras por
álcali vão requerer prolongadas neutralizações. Lesões por álcali nos olhos
requerem pelo menos 8 h de irrigação contínua.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

QUEIMADURAS


TIPOS DE QUEIMADURAS

As queimaduras podem ser classificadas em térmicas, químicas e elétricas.

Classificação das queimaduras

As queimaduras podem ser classificadas quanto ao grau de profundidade queimada como:

Primerio Grau - também chamada queimadura superficial, atinge as primeiras camadas de pele deixando a área avermelhada.


Segundo Grau - também chamada de queimadura parcial, atinge as camadas da
pele com maior intensidade de calor e as terminações nervosas gerando dor, sua principal caracteristica é a formação de bolhas.


Terceiro Grau - também chamada de queimadura total, destroe completamente as camadas de pele e pode atingir até os musculos e ossos, destroe completamente as
terminações nervosas.


Cuidados para queimaduras de primeiro
grau:
• Esfrie a queimadura com água corrente
durante pelo menos 10 minutos, até que a
dor passe.
• Após esfriar a queimadura aplique gel
hidratante a base de água.


Cuidados com queimaduras de
Segundo Grau com menos de 20% de
superfície corporal atingida:
• Remova roupas e acessórios como jóias,
relógios,etc.
• Esfrie a área atingida com água corrente
fria
• Cubra a área atinjida com uma gaze estéril
seca, de preferência não aderente.
• Aplique gel hidratante a base de água.

Cuidados com queimaduras de segundo
grau com mais de 20% de superfície corporal
atingida e queimaduras de terceiro grau:
• Monitore a respiração
• Remova roupas, acessórios e outros
objetos.
• Cubra a queimadura com uma gaze estéril
seca não aderente.
• Atenda para o choque
Procure atendimento médico.

Sangramentos


Sangramentos ocorre quando uma lesão
ou ferimento atinge e rompe os vasos
sanguíneos fazendo com que o sangue
estravaze para o meio externo ou meio interno.
O termo hemorragia geralmente é utilizado
para sangramentos em grande quantidade. A
hemorragia pode levar a vítima ao estado de
choque e consequentemente à morte se
nenhuma providência for tomada.
Os sangramentos podem ser externos ou
internos. Podem ser classificados em arteriais,
venosos ou capilares de acodo com sua origem.

Arterial - O sangue tem coloração vermelho
vivo e flui em forma de jato a cada batimento
cardíaco.

Venoso - O sangue tem coloração vermelho
azulado e escorre continuamente através do
ferimento.

Capilar - Aparece em pequena quantidade n
ferimento.



Sangramento Interno

Um sangramento interno ocorre quando
um trauma não rompe a pele mas lesiona os
tecidos e vasos sanguíneo subjacentes. Em
alguns casos pode ser fácil identificar o
sangramento interno através do inchaço e
equimose formados no local da lesão. Porém,
em alguns casos, pode ser difícil reconhecer o
sangramento, principalmente quando o sangue
se acumula em orgãos ou cavidades do corpo.
Uma grande quantidade de sangue pode se
acumular em orgãos ou cavidades do corpo
levando a vítima ao estado de choque e
consequentemente à morte.

Como identificar:
Os sinais de sangramento interno podem
aparecer rapidamente ou levar horas ou dias
para aparecer. Incluem:
• Hematoma ou equimose
• Dor e flacidezno local
• Vômito ou tosse com sangue
• Fezes escuras ou com sangue vermelho
vivo


Sinais de Hemorragia interna grave incluem:
• alteração do nível de consciência ou
inconsciência
• gressividade ou passividade
• ansiedade ou indiferença.
• tremores e arrepios do corpo
• pulso rápido e fraco
• respiração rápida e superficial
• pele pálida, fria e úmida
• sudorese
• pupilas dilatadas



Sangramento Externo


Os cuidados de primeiros socorros para os
ferimentos envolvem o controle do sangramento
e impedir o agravamento da lesão e a infecção
protegendo a ferida.
• Use luvas e as barreiras universais
necessárias.
• Exponha o ferimento rasgando ou cortando
a roupa da vítima.
• Coloque um compressa limpa e seca e,
aplique pressão direta sobre o local. A
compressão direta é suficiente para
interromper a maioria dos sangramentos.
• Se o sangramento for no braço ou perna,
mantenha o membro elevado enquanto
continua aplicando pressão sobre o
ferimento.
• Coloque uma bandagem sobre a
compressa para mante-la no local e
continuar aplicando pressão.
• Caso a compressa fique enxarcada de
sangue, não remova. Coloque outras
compressas por cima e continue aplicando
pressão.
-Se ainda sim o sangramento não parar
aplique pressão sobre o ponto de pressão
enquanto continua aplicando pressão
sobre o ferimento e mantendo a elevação
do membro. Os pontos de pressão referen-
se aos pontos onde as artérias passam
superficialmente a pele e próximo aos
óssos e podem ser facilmente comprimidas
interrompendo o fluxo sanguíneo para o
membro lesionado.

Feridas Abertas


Os ferimentos abertos podem ser
classificados como:

ESCORIAÇÃO: somente a parte
superficial da pele é removida,
produzindo um pequeno sangramento.
Em geral são bastante dolorosas, devido
a exposição dos terminais nervosos. É
conhecida também como abrasão,
arranhão ou queimadura por atrito.


INCISÃO: é um ferimento que apresenta
bordas regulares e bem definidas. A
quantidade de sangue que sai depende
da profundidade, região e comprimento
do ferimento.

LACERAÇÂO: ferimento que apresenta
bordas irregulares, com perda ou
destruição do tecido adjacente.




AVULSÃO: ocorre quando um pedaço
de pele é arrancado e fica pendurado ou
pode ser completamente separado do
corpo. Este tipo de ferimento pode
apresentar hemorragia severa.


PERFURAÇÃO: significa que o objeto
penetrou no corpo produzindo um
orifício estreito como por exemplo
ferimentos por pregos, flecha...Neste
tipo de ferimento pode acontecer do
objeto causador ficar empalado no
ferimento.

AMPUTAÇÃO: geralmente é produzida
por um corte ou trauma violento que
arranca ou separa uma parte do corpo.

Ferimentos superficiais poderão ser limpos com
água e sabão para prevenir a infecção. Se
houver sangramento importante, mantenha a
compressa no local e aplique uma bandagem
até que a vítima consiga a assistência médica
adequada.

Para lavar pequenos ferimentos:
• Lave o ferimento com água e sabão.
• Remova pequenos objetos
• Se houver sangramento, aplique uma
compressa limpa sobre o ferimento e
mantenha pressão no local.
• Procure assistência médica para lesões.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Parto de Emergência


Parto Ø um fato natural. Chame a assistŒncia mØdica especializada.
Providencie transporte para um hospital.
No final da gestaçªo, a parturiente começa a apresentar sinais e
sintomas que sªo indicativos do início do trabalho de parto.
Identificaçªo do parto iminente ou período expulsivo
• contraçıes regulares a cada dois minutos
• visualizaçªo da cabeça do bebŒ no canal de nascimento
• ruptura da bolsa
• gestante multípara, com vÆrios partos normais.
Primeiros Socorros
Existem alguns pontos que devem ser lembrados, caso uma pessoa
se encontre diante da emergŒncia de um parto e tenha que prestar auxílios
à parturiente, por falta de recursos mØdicos imediatos ou de condiçıes de
transportÆ-la imediatamente a um hospital.
• Deixe a natureza agir. Seja paciente. Espere atØ que a criança nasça.
• Afaste os curiosos. Procurar ser o mais discreto possível e manter
ao mÆximo a privacidade da gestante.
• Mantenha a calma.
• Nªo permitir que a parturiente vÆ ao banheiro se sªo constatados
os sinais de parto iminente.
• Colocar a parturiente deitada de costas, com os joelhos elevados e
as pernas afastadas uma da outra e pedir-lhe para conter a respiraçªo,
fazendo força de expulsªo cada vez que sentir uma contraçªo uterina.
• Lave bem as mªos. Conserve limpo tudo o que cerca a parturiente.
• À medida que o parto progride, ver-se-Æ cada vez mais a cabeça
do feto em cada contraçªo. Deve-se ter paciŒncia e esperar que a natureza
prossiga o parto; nunca se deve tentar puxar a cabeça da criança para
apressar o parto.
• Somente ampare com as mªos a cabeça da criança que nasce,
sem imprimir nenhum movimento, que nªo o de sustentaçªo.
• Depois de sair totalmente, a cabeça farÆ um pequeno movimento
de giro e, entªo, sairªo rapidamente os ombros e o resto do corpo.
SustentÆ-lo com cuidado. Nunca puxar a criança, nem o cordªo umbilical,
deixar que a mªe expulse naturalmente o bebŒ e a placenta.
• Proteja a criança, evitando contato com locais sujos ou chªo frio e
œmido. Mantenha-a com a cabeça ligeiramente abaixada.
• Limpar o muco do nariz e da boca e assegure-se de que o bebŒ
esteja respirando. Se a criança nªo chorar ou respirar, segurÆ-la de cabeça
para baixo, pelas pernas, com cuidado para que nªo escorregue, e dar
alguns tapinhas nas costas para estimular a respiraçªo. Desta forma, todo
o líquido que estiver impedindo a respiraçªo sairÆ.
• Se o bebŒ nªo estiver respirando, aplicar a respiraçªo artificial
delicadamente, insuflando apenas o volume suficiente para elevar o tórax
da criança, como ocorre em um movimento respiratório normal. Aja com
delicadeza.
• O cordªo umbilical sairÆ com a placenta, cerca de 20 minutos
após o nascimento.
• Nªo hÆ necessidade de cortar o cordªo umbilical, se o transporte
para o hospital demorar menos de 30 minutos. PorØm, se o tempo de
transporte for superior a 30 minutos, deitar a criança de costas e, com um
fio previamente fervido, fazer nós no cordªo umbilical: o primeiro a
aproximadamente quatro dedos da criança (10 cm) e o segundo nó distante
a 5 cm do primeiro. Cortar entre os dois nós com uma tesoura, lâmina ou
outro objeto limpo. As extremidades do cordªo nªo devem sangrar.
• Após a saída da placenta, deve-se fazer massagem suave sobre o
abdômen da parturiente para provocar a contraçªo do œtero e diminuir a
hemorragia que Ø normal após o parto.
• Colocar o bebŒ em contato com a mªe, em seu colo, assim que
liberar a placenta (após cortar o cordªo umbilical).
• Mantenha a mªe e o filho agasalhados.
• Transportar os dois ao hospital para atendimento mØdico. Deve-se
tambØm transportar a placenta para o mØdico avaliar se ela saiu
completamente.

1º Curso de extensão universitária sobre MAL DE ALZHEIMER



TEMA DO CURSO: O MAL DE ALZHEIMER

Tipo de curso: Curso de extensão universitária - 6 horas de duração com aulas teóricas e práticas demonstrativas.

INSCRIÇÕES ABERTAS: na Secretaria do Centro de Ciências da Saúde Enfermagem (bloco cinza) Fundação Educacional Dr Raul Bauab - Faculdades Integradas de Jaú

Investimento (material será doado para Instituição de Idosos):

01 pacote de fraldas geriátricas (OU 01 shampoo + 01 condicionador OU 01 creme hidratante, muito útil para a pele dos idosos).



Data: 16, 23 e 30 de outubro de 2009 (sextas-feiras)

Horário: das 16:30 às 18:30 horas

Local: Sala 05 - cinza

Vagas: 100

Certificados: Mínimo de 75% de freqüência



Promoção: curso de Enfermagem - Núcleo de Estudos do Idoso

Coordenação: Enfª. Gledes Botter Fascina e Dra. Cleusa Camillo Atique

Alunas voluntárias: Mônica C. Mari e Rosilda A. B. Roel



Informações pelo telefone: 2104-3305
ou www.fjaunet.com.br

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Obstrução das vias aéreas por corpo estranho


A obstrução das vias aéreas classifica-se em sinais de obstrução leve e
obstrução grave. A obstrução grave é uma emergência que causará a morte
em minutos, se não for tratada. Uma vítima inconsciente pode desenvolver
uma obstrução das vias aéreas por causas intrínsecas (língua), que é o motivo
mais freqüente de obstrução das vias aéreas superiores na vítima inconscien-
te, ou extrínsecas (corpos estranhos).
São sinais de obstrução grave: sinal universal de asfixia, oxigenação
inadequada e aumento da dificuldade para respirar, tosse silenciosa, cianose
ou incapacidade para falar ou respirar.
CAUSAS
Existem 3 formas comuns de obstrução das vias aéreas em adultos.
Para cada uma, há um tratamento diferente.
1. Corpo estranho: um corpo estranho (p. ex., alimento) pode instalar-
se nas vias aéreas e bloqueá-las.
2. Língua relaxada: a língua pode cair para trás, na garganta, obstruin-
do as vias aéreas levando a vítima à inconsciência.
3. Edema das vias aéreas: o edema e a obstrução das vias aéreas
superiores ou inferiores podem produzir-se por doenças como asma, infec-
ção ou alergia. A posição da cabeça ou do pescoço e a manobra de Heimlich
não eliminam tal forma de obstrução.

Descrição da técnica

1. Confirme sinais de obstrução de vias aéreas.
2. Pergunte: Você está engasgado? Se a vítima
sinalizar afirmativamente com a cabeça, a ajuda será
necessária.
3.Coloque-se em pé atrás do paciente, envolva
a cintura dele com seus braços.
4. Feche uma das mãos, coloque o lado onde
está o polegar contra o abdômen do paciente, entre o
umbigo e o processo xifóide.
5. Segure a mão que está fechada com a outra mão e pressione-a
contra o abdômen do paciente, com movimentos para trás e para cima, em
direção ao diafragma até ocorrer a desobstrução ou o paciente perder a
consciência.
6. Se o paciente perde a consciência, abra as vias aéreas com a mano-
bra de inclinação da cabeça e elevação do queixo, observe a boca e tente
visualizar o objeto. Somente nesse caso realize a varredura digital para retirar o
objeto ou utilize uma pinça.
Promova duas ventilações. Após a primeira ventilação, observe se há
expansão torácica, caso não haja reposicione a cabeça do paciente e faça
uma nova ventilação. Se a obstrução persistir, inicie RCP .

FLUXOGRAMA DE AVALIAÇÃO DO PACIENTE

TIPOS DE VIATURAS DE EMERGÊNCIA


Unidades Móveis

As Ambulâncias são classificadas em:
TIPO A – Ambulância de Transporte: veículo destinado ao transporte em decúbito horizontal
de pacientes que não apresentam risco de vida, para remoções simples e de caráter eletivo.
TIPO B – Ambulância de Suporte Básico: veículo destinado ao transporte inter-hospitalar de
pacientes com risco de vida conhecido e ao atendimento pré-hospitalar de pacientes com risco
de vida desconhecido, não classificado com potencial de necessitar de intervenção médica no
local e/ou durante transporte até o serviço de destino.
TIPO C - Ambulância de Resgate: veículo de atendimento de urgências pré-hospitalares de
pacientes vítimas de acidentes ou pacientes em locais de difícil acesso, com equipamentos de
salvamento (terrestre, aquático e em alturas).
TIPO D – Ambulância de Suporte Avançado: veículo destinado ao atendimento e transporte
de pacientes de alto risco em emergências pré-hospitalares e/ou de transporte inter-hospitalar
que necessitam de cuidados médicos intensivos. Deve contar com os equipamentos médicos
necessários para esta função.
TIPO E – Aeronave de Transporte Médico: aeronave de asa fixa ou rotativa utilizada para
transporte inter-hospitalar de pacientes e aeronave de asa rotativa para ações de resgate, dota-
da de equipamentos médicos homologados pelo Departamento de Aviação Civil - DAC.
TIPO F – Embarcação de Transporte Médico: veículo motorizado aquaviário, destinado ao
transporte por via marítima ou fluvial. Deve possuir os equipamentos médicos necessários ao
atendimento de pacientes conforme sua gravidade.

ESTADO DE CHOQUE


O estado de choque é um distúrbio
hemodinâmico que causa perfusão orgânica e
oxigenação tecidual inadequadas.
A circulação pode ser comparada a uma
sistema hidráulico fechado onde, o coração faz
o papel de bomba; as artérias, veias e capilares
fazem o papel de canos e o sangue corresponde
ao líquido que é bombeado pelo sistema pela
ação da bomba.
O líquido circulante flui a uma presssão
constante que o distribui em todas as partes do
sistema de uma maneira equilibrada. Um dano
em um dos três componetes (bomba, canos e
lìquido) pode levar a perda de pressão e falência
do sistema, fazendo com que os tecidos fiquem
sem receber sangue oxigenado adequadamente
levando a vítima a uma condição chamada
Choque.

COMO IDENTIFICAR O ESTADO DE CHOQUE

Os sinais de choque incluem:
• Alteração do estado mental
∗ Agitação
∗ Ansiedade
∗ Fadiga
∗ Confusão
• Pele fria, úmida e pálida
• Estremidades frias e pálidas
• Náusea e vômito
• Respiração rápida e superficial
• Inconsciência

Como Atender
Mesmo que os sinais de choque não
estejam presentes, atenda todas as vítimas
seriamente feridas ou de males súbitos para o
choque
• Coloque a vítima deitada de cóstas.
• Eleve as penas cerca de 30 centímetros se
não houver suspeita de lesão na coluna.
• Cubra a vítima com cobertores ou mantas
térmicas para mante-la aquecida.

Como agir em uma crise convulsiva


Como Identificar uma Convulsão
Os sinais de convulsão incluem:
• Queda súbita
• Perda da consciência
• Contração e relaxamento de toda a musculatura do
corpo de forma desordenada e involuntária

Cuidados com a Convulsão
Para atender uma convulsão:
1. Afaste objetos próximos para evitar lesões
2. Durante a convulsão proteja a cabeça da vítima
com as mãos espalmadas
3. Se a vítima estiver inconsciente e respirando
coloque-a na posição de recuperação
4. Procure serviço de emergência - SAMU 192 se:
• Ocorrer convulsão por motivo desconhecido
• A convulsão durar mais de cinco minutos
• A vítima não recuperar-se rapidamente,
apresentar novo episódio de convulsão
• A vítima apresentar dificuldade respiratória
• A vítima estiver grávida
• A vítima apresentar outros problemas
médicos
• Houver qualquer sinal de trauma

Atendimento pré-hospitalar em ANAFILAXIA (reação alérgica)


Uma reação alérgica pode
ser local causando somente
incômodo ou, pode ser
sistêmica levando a uma
emergência grave,
potencialmente fatal, conhecida
como anafilaxia ou choque anafilático.
A vítima pode morrer se não tratada em
minutos.
Ocorre quando a vítima apresenta uma
reação alérgica grave quando em contato com
alguma susbtância. O edema nas vias aéreas
bloqueia a passagem de ar rapidamente
fazendo com que a vítima pare de respirar.

COMO IDENTIFICAR A ANAFILAXIA

O sinais de anafilaxia incluem:
• Dificuldade para respirar, falta de ar e
chiado.
• Reação cutânea - coceira, pele quente e
avermelhada, com manchas vermelhas e
erupções
• Inchaço na boca, língua e garganta.
• Coriza, tosse
• Lábios e extremidades azuladas.
• Tontura
• Náusea e vômito

Como Atender
• Ligue para emergência - SAMU 192 ou Corpo de Bombeiros 193
• Verifique se a vítima possui algum
medicamento para alergia que tenha sido
prescrito por um médico. Ajude a vítima a
usa-lo.

Atendimento pré-hospitalar móvel



Considera-se como nível pré-hospitalar móvel na área de urgência o
atendimento que procura chegar precocemente à vítima, após ter ocorrido um
agravo à sua saúde (de natureza clínica, cirúrgica ou traumática), que possa
levar a sofrimento, seqüelas ou mesmo à morte, sendo necessário, portanto,
prestar-lhe atendimento e/ou transporte adequado para um serviço de saúde
devidamente hierarquizado e integrado ao Sistema Único de Saúde. Podemos
chamá-lo de atendimento pré-hospitalar móvel primário quando o pedido de
socorro for oriundo de um cidadão; ou de atendimento pré-hospitalar móvel
secundário quando a solicitação partir de um serviço de saúde, no qual o
paciente já tenha recebido o primeiro atendimento necessário à estabilização
do quadro de urgência apresentado, mas necessite ser conduzido a outro ser-
viço de maior complexidade para a continuidade do tratamento.

CURSOS ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR CEPATRE


O Curso de Socorros e Resgate Urbano, realizado pelo Cepatre (Centro Paulista de Treinamento e Emergência), é um treinamento intenviso e prático com temas ligados a Primeiros Socorros, Resgate ao Traumatizado, Prevenção de Acidentes, Motivação Pessoal e Profissional.
Os profissionais área de saúde e segurança em geral, que realizarem o curso, serão capazes de executar tarefas de primeiros socorros com segurança, manobra de Reanimação Cardio Pulmonar, de extricação com dispositivos específicos e de realizar transporte de acidentados em locais de difícil acesso.

Mais informações: contato@cepatre.com OU socorristamachado@hotmail.com

Histórico Atendimento Pré-Hospitalar


A necessidade de um atendimento pré-hospitalar começou nos campos de batalha com o transporte do ferido, permitindo o tratamento médico fora da zona de combate. Os soldados eram transportados em carroças de tração animal, para receberem o atendimento médico longe dos conflitos.
Dominique Larrey, cirurgião e chefe militar, em 1972 começa prestar os primeiros cuidados aos soldados feridos no próprio campo de batalha com a finalidade de prevenir possíveis complicações.
Esse tipo de atendimento aos soldados no campo de batalha continuou até a formação da Cruz Vermelha Internacional, em 1863, cujo objetivo era prover o atendimento do ferido o mais breve possível.
Na I e II Guerras Mundiais e nas Guerras do Vietnã e da Coréia, as enfermeiras tiveram sua presença marcada ativamente no atendimento aos soldados feridos.
Em 1953, no EUA, foram desenvolvidas as primeiras técnicas de respiração artificial, sendo que, três anos mais tarde surge o primeiro desfibrilador para tórax fechado.
O primeiro projeta de SAMU (Serviço Atendimento Móvel de Urgência) foi criado em 1964, no mesmo ano foi decretado à obrigação de 240 hospitais a possuírem ambulâncias de reanimação tripuladas por médico e enfermeiro (SMUR – serviço móvel de urgência e reanimação). No ano seguinte é desenvolvido o conceito de unidade móvel de terapia intensiva.
No Brasil, em 1949, há a criação do SAMDU (Serviço de Assistência Médica Domiciliar de Urgência) em São Paulo. Em 1986 há a implantação do GSE (1º Grupamento de Socorro e Emergência do Corpo de Bombeiros), no Rio de Janeiro.
Na década de 80, o Estado de São Paulo já utilizava um serviço destinado ao atendimento as urgências e emergências, o “192”, número telefônico pelo qual se chamava o serviço, pertencente à Secretaria Municipal de São Paulo.
No início dos anos 90 o serviço de APH (Atendimento Pré Hospitalar) é direcionado para o trauma no Corpo de Bombeiros, que são moldados a partir do modelo norte-americano. Em 1996, na cidade de Ribeirão Preto-SP, é implantado o SAMU, a partir do modelo francês.
O atendimento pré-hospitalar, em assim sendo, consiste num conjunto de medidas e procedimentos cientificamente comprovados, pré-estabelecidos e eficazes, executados no lapso temporal compreendido entre o instante em que ocorre um acidente, até a chegada da vítima à unidade hospitalar.

Escrito por Thais e Mariana.

CHOQUE HIPOVOLÊMICO


Fisiopatologia

A fisiologia do choque hipovolêmico consta de:
Volume sangüíneo diminuído - Retorno venoso diminuído - Retorno venoso diminuído -
Volume sistólico diminuído - Debito cardíaco diminuído - Perfusão tecidual diminuída

OS principais órgãos acometidos e os sinais e sintomas correspondentes
a cada um deles ( dentre eles os principais observados no pré-hospitalar):

- Cérebro – possui uma auto-regulação de perfusão, desde que a PAM não seja menor
que 60 a 70 mmHg. Quando há diminuição deste parâmetro, temos uma diminuição de
perfusão cerebral, que afeta todos os níveis de sua função podendo variar desde uma
desorientação até o estado de coma;
- Coração: a hipoperfusão leva a disfunção cardíaca. (taquicardia , dor torácica,dispnéia,
hipotensão );
-Pele : a hipotensão aciona o S.N. Simpático que age nas glândulas sudoríparas levando
uma sudorese (pele fria, úmida e cianótica);


Choque Hipovolemico

Sinais Compensado Descompensado
Pulso taquicardia taquicardia acentuada
Pele palidez, úmida palidez cérea (como cera);
sudorese intensa
Pressão arterial normal Diminuída
Consciência Não alterada alterada – da desorientação
ao coma

INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM

Avaliação da Cena
1 segurança da cena;
2 mecanismo do trauma;
3 numero de vítimas;
4 auto- proteção;
5 equipamentos essenciais.

Exame da Vítima
Exame primário (deve ser realizado em até 02 segundos);
avaliação geral imediata;
nível de consciência ( A,V,D,I);
A -avaliação das vias aéreas com estabilização de cervical;
B – respiração ( Ver, Ouvir e Sentir);
C – circulação ( palidez ou tom acinzentado de pele indicam problema circulatório):

Vítima que não responde
Palpar pulso carotídeo ao mesmo tempo que o pulso radial;
A presença de pulso carotídeo indica atividade cardíaca
Avaliar temperatura da pele, o choque é sugerido pela presença de pele fria; iniciar reanimação cárdio-pulmonar (02 ventilações X 30 compressões torácicas), na ausência de pulso carotídeo; ignorar hemorragias discretas.

Ministério da Saúde capacita profissionais do SAMU 192


O Ministério da Saúde, em parceria com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, anunciou nesta terça-feira (6) que capacitará 20 mil profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU/192) e do atendimento pré-hospitalar fixo de todo o país. O objetivo é melhorar a qualidade e padronizar o atendimento em ambulâncias e nas Unidades de Pronto Atendimentos (UPAs).
A capacitação será a distância e presencial, com aulas teóricas em plataforma virtual e com aulas práticas nos 147 SAMUs do país. No total, serão 15 módulos divididos nas áreas de atuação das urgências e emergências, como pediatria e neonatologia, trauma, cardiologia, obstetrícia, emergências clínicas e de natureza psiquiátrica. Os primeiros módulos abordados serão Biossegurança e Segurança de Cena, Emergências em Pediatria e Neonatologia e Emergência Clínicas Cardiológicas.
O programa Capacitação dos profissionais de atendimento pré-hospitalar móvel – Rede SAMU 192 e pré-hospitalar fixo deve ser concluído em 2011. Além de otimizar o atendimento emergencial, a ideia é padronizar a forma de atuação dos profissionais do serviço em suas especificidades.
O treinamento totalizará mais de 400 horas. A primeira etapa ocorreu em setembro, quando 40 médicos receberam orientações sobre regulação médica das urgências e emergências. Cada um deles multiplicará os conhecimentos adquiridos a profissionais de três SAMUs em seus respectivos estados de origem.
O hospital Oswaldo Cruz é o responsável pelo treinamento dos profissionais e reunirá os principais especialistas nas diferentes áreas das urgências. A iniciativa faz parte do projeto Hospitais de Excelência a Serviço do SUS.
O programa lançado em 2008 pelo Ministério da Saúde integra seis unidades hospitalares de referência nacional e internacional que auxiliam na melhoria do Sistema Único de Saúde.
fonte: site G1, SP

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Pesquisa sobre proteção dos cromossomos recebe Nobel de medicina


Elizabeth H. Blackburn, Carol W. Greider e Jack W. Szostak receberam nesta segunda-feira (5) o Prêmio Nobel de Medicina por sua descoberta dos mecanismos de proteção dos cromossomos por meio dos telômeros. Essas estruturas de proteínas e DNA não codificante formam as extremidades dos cromossomos. Este é o 100º Nobel de medicina concedido. Ao todo, 192 cientistas já receberam o prêmio.
O trio trabalha nos Estados Unidos. Elizabeth pesquisa na Universidade da Califórnia; Carol, na Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins; Szostak, no Instituto Médico Howard Hughes, na Faculdade de Medicina de Harvard e no Hospital-Geral de Massachusetts.
Os telômeros atuam como dispositivo protetor embutido nos cromossomos. A descoberta lança luz sobre o processo de envelhecimento e também pode ajudar na luta contra o câncer.
Carol W. Greider (Gerbil / ASA 3) Elizabeth nasceu na Austrália em 1948. Graduou-se em em bioquímica na Universidade de Melbourne (Austrália) e fez pós-doutorado em biologia molecular e celular na Universidade Yale (EUA). Carol é americana, nascida em 1961. Fez doutorado na Universidade da Califórnia e é membro do departamento de biologia molecular e genética. Szostak é inglês, nascido em 1952. Estudou biologia celular na Universidade McGill, em Montreal, Canadá, e fez doutorado em bioquímica na Universidade Cornell (EUA). Cada um receberá um terço do prêmio de 10 milhões de coroas suecas (cerca de R$ 2,5 milhões).
Segundo o Instituto Karolinska, que anuncia o prêmio, o trio "resolveu um importante problema na biologia". Ainda segundo a instituição, "as descobertas adicionaram uma nova dimensão ao nosso entendimento da célula, clarificaram mecanismos de doenças e estimularam o desenvolvimento de novas terapias".
Jack W. Szostak (Harvard) Elizabeth e Carol identificaram a enzima telomerase, que forma os telômeros. Enquanto isso, pesquisas de Szostak e Elizabeth elucidaram de que modo o encurtamento dos telômeros está vinculado ao envelhecimento. Desde então, os estudos sobre a telomerase se transformaram em um dos campos mais disputados do desenvolvimento de novos medicamentos, principalmente para câncer, uma vez que acredita-se que a enzima exerce um papel ao permitir que as células tumorais se reproduzam sem controle.
"(As pesquisas) têm amplas implicações médicas para (o tratamento) de câncer, certas doenças hereditárias e para o envelhecimento", afirmou Rune Toftgard, professor do Instituto Karolinska.
Criado em 1901, o prêmio tem o objetivo de reconhecer pessoas que tiveram atuações marcantes nas área da física, da química, da medicina, da literatura, da paz e, desde 1968, também da economia. O prêmio foi concebido pelo cientista e inventor sueco Alfred Nobel, criador da dinamite, que morreu em 1895. Todos os prêmios são concedidos em Estocolmo, capital da Suécia, a não ser o da paz, que é dado em Oslo, capital da Noruega

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

MANOBRA PARA REMOÇÃO DE CAPACETE


1º O primeiro socorrista ajoelha-se atrás da cabeça do doente. Numa posição o mais estável possível, segura, com as palmas das mãos o capacete e mantém-no nessa posição, fixando as pontas dos dedos no rebordo do capacete.

2º O segundo socorrista, ajoelha-se ao lado do acidentado, a nível do tórax e desaperta ou corta, se necessário, a fita de queixo do capacete. Abre a viseira do capacete se ela estiver fechada.

3º Depois de se certificar do tipo de capacete e de todas as manobras que vai ter que efectuar para o retirar, o segundo socorrista segura o crânio do acidentado, colocando uma mão no occipital e a outra sobre a boca do acidentado por forma a fazer pressão com o dedo indicador e o polegar sobre os ossos que formam as maçãs do rosto.

4º Depois de completada esta manobra e de ter garantida uma posição estável, o segundo socorrista informa o primeiro que pode começar a retirar o capacete. O tipo de manobra a fazer depende do tipo de capacete (integral, sem protecção facial, de abertura frontal).Ao retirar o capacete, o socorrista tem que premir o almofadado interior ou forçar a abertura do capacete por forma a facilitar a passagem das orelhas. O capacete é retirado fazendo pequenos movimentos frente/traseira. Puxar com delicadeza!

5º Quando o bordo inferior do capacete (integral) atingir o nível do nariz, diminua a amplitude dos movimentos frente/traseira. Continue a retirar o capacete tendo no entanto atenção para não levantar involuntariamente a cabeça do acidentado. Prossiga a manobra até retirar completamente o capacete. Lembre-se, no entanto que pode haver cabelos emaranhados no capacete. Se se tratar de alguém com cabelos compridos, o socorrista que segura a cabeça, pode juntá-los ao crânio no momento em que coloca a mão no occipital.
6ºQuando o capacete tiver sido retirado, o segundo socorrista deverá manter a cabeça na posição inicial até iniciar o alinhamento cervical, nos casos em que for indicado.
7ºO primeiro socorrista coloca, então, as mãos abertas de cada um dos lados da face do paciente, por forma a que os seus dedos polegares fiquem sobre os ossos que formam as maçãs do rosto e os restantes dedos sobre o occipital, garantindo assim o alinhamento neutro e estável da coluna do paciente.
8ºO segundo socorrista só abandona a posição quando é informado pelo colega que a cabeça do paciente está segura. Então, selecciona o colar cervical “MIAMI J” da medida apropriada e executa a sua aplicação.
fonte:http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://vmerchc.no.sapo.pt/Pag/aprenda/barras/trabalhos/Trauma/capacete/capacete8.gif&imgrefurl=http://vmerchc.no.sapo.pt/Pag/aprenda/barras/trabalhos/Trauma/ret_capacete.htm&usg=__kGhHqk2CA0VnfFuMg6lHhkq6Ih4=&h=287&w=400&sz=40&hl=pt-BR&start=4&tbnid=DzdVIO2r5AlStM:&tbnh=89&tbnw=124&prev=/images%3Fq%3Dcolar%2Bcervical%26gbv%3D2%26hl%3Dpt-BR



video

USO DO COLAR CERVICAL


OBSERVAÇÃO IMPORTANTE Leia as instruções antes de usar. O treinamento do uso deste equipamento deve ser realizado antes da sua utilização no paciente. A aplicação deste produto deve ser realizada por profissionais da saúde, treinados em Emergências Médicas (Resgate e Remoções) e sob a responsabilidade de um coordenador médico. 1- A ESCOLHA DO TAMANHO DO COLAR CERVICAL. É importante o uso do tamanho apropriado. O colar muito pequeno poderá não prover a imobilização suficiente, enquanto o colar muito grande poderá levar a uma hiperextensão cervical no paciente. A escolha do tamanho ideal para o paciente é feita calculando-se a distância entre uma linha imaginária no ombro onde o colar ficará apoiado e a base do queixo. 2- MEDIDA DO TAMANHO NO COLAR A medida exata do colar é a distância entre o ponto de referência (botão) e a borda inferior do plástico rígido e não até o emborrachado de espuma. Esta medida do colar, designa, também, o tamanho da tala – fácil de imobilização. 3- MEDIDA DO TAMANHO NO PACIENTE Quando o paciente se encontra em posição neutra cervical, use seus dedos para visualizar a distância entre o ombro e o queixo. 4-- MEDIDA DO TAMANHO NO COLAR Você pode usar seus dedos para escolher o tamanho do colar cervical mais adequado para o paciente APLICAÇÕES POSICIONANDO O APOIO MENTONIANO Com a cabeça do paciente em alinhamento neutro, posicione o apoio mentoniano deslizando o colar para cima do torax. Tenha certeza de que o mento, esta bem apoiado pelo suporte mentoniano. Dificuldade em posicionar o suporte pode indicar a necessidade de um colar menor. FECHAMENTO DO VELCRO Revise novamente a posição da cabeça do paciente e o colar, certificando que o alinhamento está adquado. Tenha certeza de que o queixo do paciente cobre a fixação central do suporte mentoniano. Se isto não acontecer aperte o colar até que o suporte apropriado seja obtido. Selecione um colar cervical menor caso você perceba que apertando muito o colar poderá levar a uma hipertensão.
video

ATO MÉDICO


Além das discussões acerca do tema “O resgate do relativismo: reconstruindo a teia de relações na Enfermagem”, o 12º CBCENF também foi palco de manifestações em prol de toda a categoria. Uma delas foi o Manifesto contra o “Ato Médico”.

O documento faz um alerta à Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal para que o Projeto de Lei nº 7703/2006 não seja aprovado da forma como está, uma vez que traz sérias implicações a diversas áreas da saúde e prejudica o pleno exercício do SUS.

O Manifesto contou com milhares de assinaturas dos congressistas. Confira abaixo a íntegra do seu conteúdo:

”Nós Congressistas do 12º CBCENF, representados por nossas entidades de classe – Sistema COFEN/ CORENs, ABEns, Sindicatos, Escolas de Enfermagem, Associação Latino Americana de Escolas e Faculdades de Enfermagem vinculada à União das Universidades de Latino América – ALADEF\ UDUAL, Federação Panamericana de Enfermagem, Estudantes, Unidades Assistenciais – e outros profissionais de saúde, registramos nesse magno evento, através deste manifesto a nossa preocupação com a possível aprovação do Projeto de Lei nº 7703/2006 – “Ato Médico”, sem a devida análise de suas implicações ideológicas, conceituais e programáticas, para efetivação plena do SUS e do bem estar da população.

Alertamos a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal – CCJ, o risco que representa a aprovação do PL da corporação médica, que contraria princípios e diretrizes da Constituição Brasileira e do SUS, uma vez que o “Ato Médico” significa:

1 – do ponto de vista das propostas governamentais, a exclusão de todos os profissionais de saúde não médicos, de sua efetiva inserção nos planos de ação das políticas públicas de saúde, assegurada por leis próprias do exercício profissional;

2 – a deformação do critério da proporcionalidade do controle social, uma vez que somente os médicos poderão operar como gestores de sistema de saúde, excluídos os demais profissionais;

3 – a criação de dificuldades ao acesso e participação dos usuários no processo democrático de discussão, avaliação e aprovação de políticas sociais de saúde.

Em síntese, entendemos que a regulamentação do exercício profissional dos médicos não deve e não pode conter dispositivos que contrariem cível e/ou penalmente a formulação multidisciplinar de diagnóstico e terapêutica para a população, em oposição ao determinado pela Constituição Federal e pelas políticas públicas vigentes, que buscam garantir a universalização e a humanização do atendimento em saúde no Brasil”.

fonte: http://www.portalcofen.gov.br/2007/materias.asp?ArticleID=9996§ionID=38

AutoPulse

Principais Características O Sistema de Ressuscitação AutoPulse da ZOLL é uma revolucionária bomba não invasiva de suporte cardíaco que circula mais sangue e com maior consistência do que é possível com as mãos humanas. É um sistema portátil alimentado por bateria recarregável que provê compressões torácicas enquanto o socorrista realiza outras ações importantes para salvar a vida do paciente, ou enquanto transporta a vítima. O AutoPulse elimina as interrupções nas compressões que podem causar a queda da pressão de perfusão coronária. É uma solução de ressuscitação integrada projetado para ajudar aos socorristas a salvar mais vidas. O AutoPulse permite: ¨ Compressões de 20% na profundidade anterior-posterior do tórax; ¨ Compressões consistentes na sua profundidade e frequência; ¨ Compressões em ciclos de 30:2 ou contínua. Atende pacientes com circunferência do tórax entre 76 e 130cm, largura do tórax entre 25 e 38cm e peso máximo de 136kg. Principais Características
video

Informativo SAMU 192


As ambulâncias e emergências médicas perceberam que muitas vezes nos acidentes da estrada os feridos têm um celular consigo.

No entanto, na hora de intervir com estes doentes, não sabem qual a pessoa a contactar na longa lista de telefones existentes no celular do acidentado.

Para tal, o SAMU 192 lança a ideia de que todas as pessoas acrescentem na sua longa lista de contatos o NUMERO DA PESSOA a contactar em caso de emergência.

Tal deverá ser feito da seguinte forma: 'AA Emergencia' (as letras
AA são para que apareça sempre este contacto em primeiro lugar na lista de contatos).

É simples, não custa nada e pode ajudar muito ao SAMU 192 ou quem nos acuda. Se lhe parecer correta a proposta que lhe fazemos, passe esta mensagem a todos os seus amigos, familiares e conhecidos. É tão-somente mais um dado que registramos no nosso celular e que pode ser a nossa salvação.