Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.
Romanos 8:28

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Organograma da urgência


Comunicação e interação entre os órgãos são fundamentais para que o sinistro seja controlado a tempo.

Existem alguns procedimentos buro-
cráticos comuns aos PAMs e outros mais
específicos e mesmo indispensáveis
para integrar o mesmo. “Como o princí-
pio básico é o da multiplicação de re-
cursos humanos e materiais, o compro-
misso de adesão prevê, como condição
indispensável, a aquisição de uma lista
básica de recursos, materiais e equipa-
mentos para uso exclusivo do PAM, ne-
cessariamente, independente dos dispo-
nibilizados para proteção patrimonial
das empresas participantes”, revela Dal-
ton. Um dos recursos exigidos é o Kit
mínimo, que no PAM de Santo Amaro,
por exemplo, é composto por material
básico para intervenção do incêndio, en-
tre eles, equipamentos hidráulicos, pro-
porcionadores de espumas e máscaras
autônomas. “Além do Kit, entre outras
exigências para a adesão, a empresa
também precisa estar localizada no
Pólo”, esclarece João Carlos do PAM do
Grande ABC. Já no PAM de Santo Ama-
ro é preciso que a empresa também par-
ticipe de três reuniões mensais.
No PIE, as exigências para a adesão é
que a empresa seja um terminal de gra-
néis líquidos ou enquadre-se neste tipo
de atividade. Outras exigências é que
seja associado da ABTL (Associação Bra-
sileira de Terminais Líquidos), ou seja por
ela indicado, e que receba visitas dos
membros PIE/ABTL para uma avaliação
dos riscos e recursos existentes em suas
instalações, conforme check list de ava-
liação. No PAM de Cubatão, além da
indicação de um representante e um su-
plente ao CIESP/CB (Centro das Indús-
trias do Estado de São Paulo) é necessá-
rio instalar em sua empresa o sistema
de comunicação e participar das reu-
niões mensais, exercícios e simulados
elaborados pelo PAM.
dio, possuindo uma central no Pólo que
é responsável em acionar todas as ou-
tras empresas quando solicitadas”, reve-
la João Carlos, do PAM do Grande ABC.
“O sucesso no atendimento e resposta
a emergência começa na comunicação
eficaz. No caso de Cubatão, as empre-
sas filiadas ao PAM adquirem rádios fi-
xos e portáteis. A central de rádio fica
no Posto de Bombeiros de Cubatão, que
realiza testes diariamente, no período da
manhã e da noite, registrando um for-
mulário próprio, o resultado do Contes-
te com as empresas, para ser tratado
posteriormente”, explica Orlando.
Ele diz que em caso de emergência
no Pólo, a empresa sinistrada contata o
Corpo de Bombeiros do Município, atra-
vés do Sistema de Rádio PAM ou pelo
telefone 193 de emergência que deslo-
ca sua guarnição de primeiro combate
e, após avaliação do comandante da
guarnição, aciona o PAM. Entretanto, de-
pendendo da informação recebida, o
Corpo de Bombeiros aciona o PAM de
imediato. No PIE, o acionamento ocor-
re também via telefone 193 e rádio do
tipo troncalizados, com dois canais: um
de logística e outro de emergência.
O PAM de Santo Amaro tem ferramen-
tas de grande importância, entre elas
também está o sistema de comunicação.
Calaça explica o funcionamento na prá-
tica: “A empresa emergenciada faz con-
tato com a central de comunicação que
avisa as empresas usando um critério de
proximidade. Lá as empresas entregam
seus kits mínimos à empresa emergen-
ciada e os integram ao plano de contin-
gência da empresa”.
A Rede Integrada de Emergência tam-
bém possui ferramentas onde o rádio é
o instrumento alavancador das ações.
“Temos um banco de dados de material
e pessoal que as empresas e órgãos têm
à disposição da Rede em caso de emer-
gência. A integração é feita através da
comunicação via rádio”, explica o co-
ordenador Márcio Vicente.
mais informações: http://www.revistaemergencia.com.br/novo/imgbanco/imagens/Re-ConteudoPDF2/EM02_Reportagem.pdf