Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.
Romanos 8:28

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Cruz Vermelha



SIMBOLOGIA
O símbolo da Cruz Vermelha é o terceiro símbolo mais conhecido no mundo. O emblema constituído por uma cruz vermelha em fundo branco foi adaptado em 1863. Trata-se da inversão das cores da bandeira Suiça, país de Henry Dunant, fundador do movimento. Em Portugal, o emblema encontra-se protegido por legislação própria e o seu uso exclusivo à Cruz Vermelha Portuguesa e aos serviços de saúde das Forças Armadas. O seu uso não autorizado é punido por lei, segundo o Decreto de Lei 16/96 de 24 de Janeiro.

PRINCÍPIOS
Para auxiliar a continuidade do Movimento gera-se a necessidade vital de se estabelecer princípios orientadores que paralelamente servem de fonte inspiradora do próprio movimento internacional da CV:

Humanização – esforça-se no sentido de prevenir e aliviar o sofrimento humano
onde quer que ele se verifique. Protegendo a vida e a saúde, e garantir o respeito pelo ser humano. Promovendo o entendimento mutuo, a amizade, a cooperação e a paz durável para todos.
Imparcialidade – não discriminar em função da nacionalidade, religião, ideologia extracto social ou pendor partidário. Empenhamo-nos no alívio do sofrimento humano, sendo somente guiados pelas carências dos mais vulneráveis, priorizando as situações de sofrimento mais urgente.
Neutralidade – não tomar partido por nenhuma das partes envolvidas nas hostilidades nem se envolver em controvérsias de natureza politica, religiosa ou ideológica.
Independência – as sociedades nacionais, embora auxiliadoras dos poderes públicos e sujeitas às leis dos respectivos países devem sempre manter a sua autonomia para que tenham a capacidade para actuar de acordo com os sete princípios, em qualquer situação.
Voluntariado – trata-se de um movimento assente no voluntariado e sem fins lucrativos.
Unidade – só pode existir uma sociedade nacional em cada país, a qual deve estar aberta a todos e alargar a sua actividade humanitária a todo o território nacional.
Universalidade – este movimento tem a sua acção a nível mundial e todas as suas sociedades nacionais assentam num estatuto igual e partilham as mesmas responsabilidades e deveres de entre ajuda.

mais informações: http://www.cv-amares.net/Portals/2/Gallery/hist_cv.htm